O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, afirmou hoje (5) que o setor produtivo precisa de “sinais claros e firmes” de que a política econômica se movimentará em direção a uma maior estabilidade.
Ele disse que o primeiro indício de ajustes foi a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central na semana passada, de elevar a taxa básica de juros (Selic) de 11% para 11,25% ao ano.
Andrade destacou a importância da indústria, mas ressaltou que o setor perdendo “sistematicamente” participação no Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) e que é preciso recuperar o ritmo de crescimento.
Segundo Andrade, é preciso também promover as reformas estruturais, previstas em um documento com 42 propostas entregue pelo setor à então candidata à reeleição Dilma Rousseff e a outros presidenciáveis, ainda durante a campanha. “[É preciso] reduzir custos de produção, atualizar marcos regulatórios de infraestrutura e relações de trabalho e estimular os investimentos, entre outras tarefas inadiáveis”, afirmou.
Andrade deu as declarações durante o 9° Encontro Nacional da Indústria, promovido pela CNI para debater as perspectivas do setor pelos próximos quatro anos. O evento vai até amanhã (6), quando a CNI divulgará pesquisa com radiografia da indústria nos 27 estados brasileiros, e uma carta com as principais propostas da indústria.
Mariana Branco – Repórter da Agência BrasilEdição: Nádia Franco
A repórter, que foi eleita musa da União da Ilha, minimizou ao falar sobre o assédio masculino e mostrou seu treino no stand up paddle.
Carla Prata mostra benefícios do stand up paddle para manter o corpão (Foto: Isac Luz / EGO)
“Linda”, “Maravilhosa”, “Meu Deus, que mulher é essa?”, estes eram alguns dos elogios das pessoas que estavam na praia ou que passavam em carros e ônibus e tinham a bela visão deCarla Prata no stand up paddle. A morena de 64 kg e 1,70m arranca elogios e suspiros literalmente por onde passa.
“Eu acho engraçado este assédio, não é uma coisa que me incomoda. Eu até gosto, dou tchauzinho. Quando olho no espelho não acho nada demais, aí quando saio na rua e escuto estes comentários acho graça, mas acabo acostumando. É legal ter o carinho do público”, conta a repórter.
As partes do corpo de Carla campeões de elogios são seus olhos e, é claro, suas pernas: “Teve um dia em que sai com um shortinho e brincaram: ‘Me empresta sua perna?’. Tanto homem quanto mulher falam bem das minhas pernas e dos olhos. Eu gosto muito do meu braço, acho ele bem definidinho, bem torneado.”
Para manter o corpão em forma, Carla diz que além da alimentação equilibrada, o seu forte são os exercícios: “A minha base é a musculação. Mas quando tenho tempo livre faço uma aula de pole dance, ou de stand up, ou dou uma corrida na areia, gosto de variar. Eu malho no mínimo quatro vezes por semana, três vezes na academia e um dia eu deixo para atividades livres.”
Carla Prata falou dos preparativos para o Carnaval (Foto: Isac Luz / EGO)
O stand up paddle se tornou um dos esportes preferidos de Carla por ser completo, além de trabalhar o corpo todo, é sempre realizado em locais paradisíacos. “Você tem que contrair o abdômen, quanto mais você contrai, melhor você consegue se estabilizar na prancha. A gente trabalha também braços, pernas, além de fazer uma atividade diferente e curtir um visual lindo, é um esporte completo”, conta a repórter.
A morena pratica o stand up sempre acompanhada do professor Raphael Franco, da escola Eco Clube Sup. O instrutor conta que o esporte ajuda também a deixar o corpo definido e a perda de peso: “Ele trabalha tanto o fortalecimento, porque é um exercício de repetição, quanto o aeróbico, porque queima muita caloria. É um esporte bem completo, ele conjuga tanto os membros superiores quanto os membros inferiores.”
Raphael diz ainda que o stand up paddle, por sofrer influência do vento e da ondulação, exige o acompanhamento de um instrutor: “Aconselho as pessoas a sempre fazerem este esporte ao lado de uma pessoa que tenha conhecimento do mar e tenha capacidade de prestar um salvamento se for necessário.”
“Eu não esperava receber o convite para este título. Eu já tinha recebido o convite de duas escolas do grupo especial e uma do grupo de acesso. Eu fui na Ilha porque uma amiga é de lá, e quando olhei para aquela bateria e para aquela quadra, me apaixonei. O presidente gostou de mim e disse que eu tinha que desfilar com eles. A paixão me fez me render”, contou a morena.
“A escola de samba é a comunidade. Eu me inspiro e aprendo com as passistas, tenho um fascínio enorme pela ala das baianas e pela velha guarda, pois são as raízes de uma escola de samba. Mas confesso que é a bateria que me faz perder o controle”, completou a repórter, que também é musa da Gaviões da Fiel, escola de samba de São Paulo.
Para representar as duas escolas, Carla conta que gostaria de ganhar dois quilos: “Estou satisfeita com o meu corpo mas de repente até o carnaval eu ganhe um ou dois quilinhos. Ano passado perdi seis quilos e meio uma semana antes do desfile por conta do estresse, a gente vai ficando ansiosa..é uma coisa que eu espero o ano todo, que gosto muito, aí sempre emagreço e é por isso que quero ganhar esses quilinhos.”
‘Eu já sofri bastante preconceito no samba“ Carla conta que nem sempre a beleza é uma aliada. Pelo contrário, na opinião da repórter, na maioria das vezes, ser considerada uma mulher bonita acabou criando barreiras em algumas situações ao longo de sua vida.
“Acho que a beleza até abre portas, te dá oportunidade de trabalho, mas para você se manter é mais difícil. Eu já sofri bastante preconceito no samba, por exemplo. Certa vez cheguei em uma rádio para ser entrevistada e uma pessoa me olhou e disse: ‘Nossa, mas você que é a rainha de bateria? Você tem cara de modelo, você samba?’ Então quer dizer que porque eu tenho olho azul eu não posso saber sambar?”, relata a morena.
Carla diz que para enfrentar estas dificuldades, procura estar sempre se aprimorando e estudando para se tornar uma profissional melhor e ser mais respeitada: “Na televisão também sofri bastante preconceito, as pessoas falam que estou ali porque sou bonita e não é só isso. Estou porque sou bonita, tenho talento, sei me expressar. Então, acho que a beleza em alguns momentos atrapalha pois você tem que mostrar o seu talento em dobro. Estou sempre tentando me aprimorar, faço curso de locução, fonoaudiologia, estou fazendo curso para apresentação de TV.”
A morena conta também que no futuro gostaria de apresentar um programa para jovens: “Acho que faltam atrações que abordem assuntos para esta faixa etária. Eu adoro estar em contato com os jovens. Gosto também de entretenimento, de algo mais despojado. Estou trabalhando bastante para conseguir.”
Carla Prata comentou ainda o assédio masculino: ‘Olho no espelho e não acho nada demais’ (Foto: Isac Luz / EGO)
Capacitação em Piscicultura realiza dia de campo em Araguaína
Curso faz parte do Projeto Peixe Mais, que trabalha com o cultivo de tambaqui no sistema tanque-rede
Nesta sexta-feira, dia 7, em Araguaína, será realizado o Dia de Campo da Capacitação em Piscicultura que envolve 40 produtores e técnicos de vários municípios do Tocantins. O evento inicia a partir das 8 horas, na Chácara Riacho Fundo, a cerca de 500 metros à esquerda do Cemitério Jardim das Paineiras. O objetivo é aprimorar as tecnologias utilizadas pelos produtores e técnicos em sua região.
A aula de campo, que é o último dia da capacitação, tratará sobre levantamento altimétrico. A ideia é de que, após a palestra, os técnicos tenham condições de operar um nível topográfico, realizando levantamentos altimétricos para projetos de conservação de solos (marcação de curvas de nível), irrigação, construção de viveiros escavados etc. O foco é na construção de viveiros escavados.
Os participantes estão discutindo, desde o último dia 5, temas como abate e importância da qualidade do pescado para a comercialização, prevenção de doenças e planejamento na aquicultura e deterioração e processamento do pescado.
Esse é o terceiro módulo de capacitação continuada em cultivo de tambaqui no sistema de viveiro escavado. Os demais módulos foram em agosto e setembro deste ano. A capacitação faz parte do Projeto Peixe Mais, que também trabalha com o cultivo de tambaqui no sistema de tanque-rede.
Piscicultura
A piscicultura constitui um dos setores emergentes do agronegócio brasileiro. No estado de Tocantins, este setor tem apresentado um crescimento de 833% entre 2000 e 2011, atingindo o total de 12.412 toneladas. Neste sentido, a piscicultura representa uma atividade estratégica tanto para a economia como para a segurança alimentar do estado.
De acordo com o secretário de Desenvolvimento Econômico, Josué Luz, a região do Tocantins tem um grande potencial econômico, por causa das altas temperaturas, que a torna ideal para a criação de peixe. “Ao final do curso, os participantes serão capazes de orientar os produtores no cultivo de peixe em viveiros escavados” destacou.
A capacitação é promovida pela Prefeitura de Araguaína, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. (Com informações da Embrapa)
Brasília (DF) – O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, ganhou uma recepção calorosa nesta terça-feira (4) ao retornar suas atividades no Congresso Nacional. Aécio desceu do carro antes mesmo de chegar a portaria principal do prédio e foi acompanhado a pé por militantes, parlamentares e funcionários das duas Casas Legislativas que o aguardavam. E se comoveu com os o aplausos, gritos de incentivo e o hino nacional a capela. Para Aécio, processo eleitoral deste ano transformou o Brasil e fortaleceu a oposição brasileira.
“O Brasil despertou. O Brasil hoje é um Brasil diferente. Emergiu um novo Brasil – um Brasil que quer ser protagonista da construção do seu próprio futuro”, afirmou Aécio.
De acordo com Aécio, as urnas passaram um recado claro de que a população quer mais qualidade na gestão pública e respostas efetivas às denúncias de corrupção que marcaram o primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff.
“Quando o governo olhar para a oposição, sugiro que não contabilize mais o número de cadeiras ou de assentos no Senado ou na Câmara. Olhe bem, e vai encontrar mais de 50 milhões de brasileiros que vão estar vigilantes, cobrando atitude deste governo. Cobrando investigações em relação às denúncias de corrupção, cobrando a melhoria dos nossos indicadores econômicos ou nossos indicadores sociais. Somos hoje um grande exército a favor do Brasil e pronto para fazer a oposição que a opinião pública determinou que fizéssemos”, disse.
Aécio ressaltou ainda que ele e o PSDB exercerão uma oposição “sem adjetivos”, caracterizada por não aceitar “passivamente tantos malfeitos, tantas incorreções e tanta ineficiência”.
“Serei oposição com a mesma coragem e com a mesma honradez que me preparei para governar o Brasil”, acrescentou.
Diálogo
Segundo o senador, um possível diálogo entre a oposição e a presidente Dilma terá que ser embasado em propostas. Aécio afirmou que, durante a campanha, a sociedade discutiu uma agenda para o país pautada por conceitos como transparência na economia e busca por melhorias nos indicadores sociais.
O presidente do PSDB lamentou, porém, o nível da campanha conduzida pelo PT durante o processo eleitoral. Na avaliação do tucano, a atuação dos governistas foi desrespeitosa em relação aos adversários e “temerária” para a população beneficiária de programas sociais – “permanentemente ameaçados de perdê-los se nós vencêssemos as eleições”, criticou.
Combate ao autoritarismo
Aécio Neves disse também que a luta do PSDB é pelo fortalecimento da democracia.
“Eu fui o candidato das liberdades, da democracia, do respeito. Aqueles que agem de forma autoritária e truculenta estão no outro campo político, não estão no nosso campo político”, ressaltou.
Condenado é um dos presos na Operação Cinco Estrelas, que desarticulou quadrilha organizada para trazer cocaína da Bolívia em pequenas aeronaves e distribuir em território nacional.
A terceira turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) rejeitou por unanimidade os embargos de declaração apresentados pela defesa de Weder Pablo de Oliveira, condenado pela Justiça Federal por tráfico internacional de drogas. Weder foi condenado a sete anos e seis meses de reclusão, pena a ser cumprida em regime inicialmente fechado, e pagamento de 1.125 dias-multa no valor de 1/30 do salário-mínimo. Por não haver prova de que Weder exercia atividade lícita compatível com seu patrimônio e estilo de vida, foi decretada a perda de seus bens em favor da União por terem sido adquiridos com dinheiro proveniente de atividade criminosa.
Condenado em primeira instância à pena de quatro anos de reclusão e 933 dias-multa no valor de 1/30 do salário-mínimo, que foi substituída por prestação pecuniária e de serviços à comunidade, Weber teve sua pena majorada após recurso do Ministério Público Federal no Tocantins, autor da ação penal. A defesa do condenado apresentou então os embargos de declaração, alegando em síntese que houve omissão quanto à fixação da pena-base além do mínimo legal.
Após análise do acórdão embargado, a terceira turma do TRF-1 não verificou a omissão apontada pela defesa do condenado, uma vez que o acórdão apreciou todas as questões necessárias à solução da controvérsia. Embora a solução jurídica apresentada tenha sido diversa da pretendida pela defesa, a omissão alegada pelo embargante não existe.
O voto do juiz relator pela rejeição também afirma que os embargos de declaração são cabíveis quando houver omissão, obscuridade ou contradição na sentença ou no acórdão, o que não ocorreu neste caso. Após análise de todas as questões, o entendimento do TRF-1 é que a defesa pretende rediscutir a matéria já decidida em primeira instância.Neste caso, o inconformismo deve ser manifestado por outros recursos previstos na lei processual, uma vez que eventualerro de julgamento não se insere nos limites dos embargos declaratórios, que não constituem meio para revisão, rediscussão e reforma de matéria já decidida.
A elevação da pena-base acima do mínimo legal está devidamente justificada, segundo o TRF-1, na existência de circunstâncias desfavoráveis previstas no Código Penal, bem como na quantidade e espécie do entorpecente negociadoe as circunstâncias e consequências do delito.
Cinco Estrelas
Weder foi um dos 14 denunciados em ação penal proposta pelo Ministério Público Federal no Tocantins imputando o crime de associação para o tráfico internacional de drogas. O processo foi desmembrado e tramitou em separado para cada um dos denunciados. Os traficantes foram presos após investigação que culminou com a Operação Cinco Estrelas, deflagrada pela Polícia Federal, que apreendeu documentos com divisão de lucros, veículos de luxo, cheques, armas de munições. Um dos denunciados foi preso em flagrante na cidade de Paraíso do Tocantins transportando 350 quilos de cocaína, em outubro de 2009.
As provas coletadas por meio de interceptações telefônicas, análises de vínculo, diligência de campo, buscas, apreensões e sequestros de bens comprovaram a existência de um grupo criminoso com dois núcleos interligados e estruturados de forma estável e permanente, com o objetivo de trazer cocaína da Bolívia em pequenas aeronaves e distribuir em território nacional.
Começam a embarcar nesta terça-feira, 4, para João Pessoa/ PB, os alunos atletas de 15 a 17 anos que vão representar o Tocantins nos Jogos Escolares da Juventude, de 6 a 15 de novembro. Antes de seguirem para a competição nacional, os estudantes intensificaram o treinamento em busca de um bom resultado.
Na Escola Estadual Juscelino KubitscheK, em Presidente Kennedy, a 206 km de Palmas, a equipe de futsal masculino, campeã dos Jogos Estudantis do Tocantins (Jets), vem treinando todos os dias para garantir um lugar no pódio. “Por meio do projeto Formando Campões estamos desde o ano passado nos preparando para vencer as competições que participamos e estamos confiantes no resultado que vamos buscar nos Jogos Escolares de João Pessoa”, frisou o atleta Kayron Siebra Fernandes, de 16 anos.
O estudante William Roberto da Silva Shllenker, também atleta da Escola Juscelino Kubitschek, destacou que os preparativos da equipe vão além dos treinos físicos e táticos. “O treinador tem conversando bastante conosco, estamos tendo essa preparação psicológica, estamos motivados com a viagem, mas não esquecendo o foco que é jogar e bem”, ressaltou.
De acordo com o professor Daniel da Silva Alves, responsável pela preparação física da equipe de futsal feminino do Colégio Estadual Manoel Vicente de Sousa, de Augustinópolis, a 605 km da capital, o time está preparado para a competição e o bom desempenho das alunas é reflexo de um trabalho intensivo de treinos, além da experiência do grupo em outras competições nacionais. “Agora as alunas estão mais centradas nos jogos, na meta de trazer medalhas e de fazer bonito nas quadras, porque sabemos que alguns alunos são chamados para a seleção brasileira. Então, esta é uma ótima oportunidade para elas”, afirmou.
Ao todo, 109 estudantes vão participar dos Jogos Escolares da Juventude (JEJ) em João Pessoa. São 73 atletas representando o Estado nas modalidades coletivas e outros 36 nas provas individuais. O embarque da delegação tocantinense para as competições individuais será nesta terça-feira, 4, às 6h30. Para as modalidades coletivas, a saída dos atletas está marcada para o dia 9.
Escolas participantes Participam da competição nacional, nas modalidades coletivas, a equipe feminina de Basquete do Colégio da Polícia Militar, a equipe masculina de Basquete do Colégio São Geraldo, o time feminino de Futsal do Colégio Estadual Manoel V. de Sousa, o time masculino de Futsal do Colégio Estadual Juscelino Kubitschek, a equipe feminina de Handebol do Colégio Estadual Buriti, a equipe masculina de Handebol do Colégio Tocantins, o time de Voleibol feminino do Colégio Dom Bosco e o time de Voleibol masculino do Colégio Estadual Guilherme Dourado.
Nas provas individuais, representam o Tocantins no Atletismo alunos do Colégio Estadual Leônidas G. Duarte, Colégio Estadual C. José F. de Azevedo, Colégio Estadual Girassol de Tempo Integral Rachel de Queiroz, Escola Estadual Rezende de Almeida, Colégio Cristo Rei e Escola Estadual David A. França. No Judô, participam da competição estudantes do Colégio Estadual Girassol de Tempo Integral Rachel de Queiroz, Colégio Estadual Dom Alano, CEM Diaconízio B. da Silva, CEM Tiradentes, Escola Municipal Beatriz R. da Silva, CEM Santa Rita de Cássia, Colégio Dom Bosco e Escola Estadual São José. Já no Ciclismo, estão inscritos nos Jogos Escolares alunos da Escola Estadual Irineu A. Hendges e Colégio Estadual Raimundo A. Leão. Na Ginástica Rítmica, estudantes da Escola Municipal Anne Frank e Colégio Marista. No Tênis de Mesa, os representantes são do Colégio Marista, CEM Tiradentes e Instituto Federal do Tocantins (IFTO). No Xadrez, além do IFTO, também representam o Tocantins alunos do CEM Taquaralto. E no Vôlei de Praia, disputam o título os estudantes do Instituto Presbiteriano e Colégio Estadual São José.
Imagem de 14 de outubro deste ano mostra árvore solitária em área devastada pelo desmatamento ilegal na floresta amazônica no estado do Pará (Foto: Raphael Alves/AFP)
Cientista sugere desmate zero e reflorestamento contra escassez hídrica. Em 40 anos, Amazônia perdeu área equivalente a duas Alemanhas.
Imagem de 14 de outubro deste ano mostra árvore solitária em área devastada pelo desmatamento ilegal na floresta amazônica no estado do Pará (Foto: Raphael Alves/AFP)
O pesquisador Antônio Nobre, do Centro de Ciência do Sistema Terrestre (CCST), braço do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) analisou mais de 200 artigos científicos sobre a Amazônia e sua relação com o clima e as chuvas no Brasil, e concluiu que o desmatamento dessa região influencia a falta de água sentida nas regiões mais populosas do país, incluindo o Sudeste.
A diminuição da quantidade de árvores no bioma impede o fluxo de umidade entre o Norte e o Sul do país, aponta o estudo divulgado nesta quinta-feira (30).
O relatório “O Futuro Climático da Amazônia”, encomendado pela Articulação Regional Amazônia, rede composta por várias associações sul-americanas, tenta explicar as possíveis causas e efeitos da bagunça climática recente e apresenta soluções que minimizariam os impactos negativos dessas alterações.
De acordo com o pesquisador, a falta de precipitação, sentida principalmente no Sudeste, em especial no estado de São Paulo, seria consequência indireta do desflorestamento amazônico. Desde o início da década de 1970 até 2013, a exploração madeireira e o desmatamento gradual retiraram do bioma 762.979 km² de floresta, área equivalente a duas Alemanhas. Os dados referem-se ao desmate total (chamado de corte raso).
A retirada da cobertura vegetal interrompe o fluxo de umidade do solo para a atmosfera. Desta forma, os “rios voadores”, nome dado a grandes nuvens de umidade, responsáveis pelas chuvas, que são transportadas pelos ventos desde a Amazônia até o Centro-Oeste, Sul e Sudeste brasileiros, não “seguem viagem”, causando a escassez hídrica.
“A estação seca está se estendendo por maior tempo nas regiões mais desmatadas e as nuvens de chuva dos rios aéreos não estão chegando, a partir da floresta ainda existente, em áreas que anteriormente chegavam. Esse efeito tem conexão direta com o desmatamento”, disse Nobre aoG1. “As regiões mais desmatadas são a saída dos rios aéreos da Amazônia para o resto da América do Sul Meridional”, complementou.
Segundo a investigação, por dia, a Amazônia libera na atmosfera 20 trilhões de litros de água transpirada. Nobre compara a força das árvores aos gêiseres, nascentes termais que lançam periodicamente jatos de água quente para o alto. Essa transpiração, segundo o estudo, torna ainda mais valiosa a floresta (além da sua vasta biodiversidade).
Nível de água de reservatório do Sistema Cantareira atinge índice mais baixo da história. Redução ocorreu pela falta de chuvas no Sudeste (Foto: Reprodução TV Globo)
Tendência de mais desmatamento Uma das soluções apresentadas pela pesquisa para evitar a descontinuidade no fluxo de umidade, e, desta forma, reduzir o agravamento da seca no Brasil, é zerar o desmatamento na Amazônia. No entanto, isso parece longe de acontecer.
Levantamento apresentado este mês pela organização Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) apontou aumento de 191% no desmate da floresta em agosto e setembro de 2014, em relação ao mesmo bimestre de 2013.
Apesar de o dado ser paralelo ao divulgado pelo governo, que usa os sistemas Deter e Prodes, as informações mais atualizadas do próprio Deter, referentes a junho e julho, apontaram aumento de 195% na perda de vegetação na comparação desses períodos entre 2014 e 2013.
Outro ponto alarmante é que o Brasil não assinou na Cúpula do Clima, realizada pelas Nações Unidas em setembro, um acordo criado para reduzir pela metade a perda de florestas até 2020 e zerá-la até 2030.
A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse na ocasião que o país não foi “convidado a se engajar no processo de preparação” da declaração. Em vez disso, segundo ela, o país recebeu uma cópia do texto da ONU, que pediu para aprová-lo sem a permissão de sugerir qualquer alteração. O Itamaraty acrescentou que o documento não é da ONU, mas dos países que o assinaram, e que o texto necessitava de melhorias, por isso o Brasil optou por não assinar.
Nobre acredita que o governo brasileiro, ao não assinar a declaração das florestas, desconhecia os termos presentes no atual relatório e tem “a esperança de que tais argumentos serão absorvidos pelos negociadores”.
No trabalho, ele cita outras soluções para reverter a situação de crise na Amazônia e suas consequências drásticas: popularizar os fatos científicos que explicam a importância do bioma para o clima; reduzir as queimadas que atingem a região; recuperar as áreas desmatadas com replantio de novas florestas; e contar com “esforços de guerra” do governo e da sociedade para financiar ações de preservação e conter o avanço da degradação.
“O diagnóstico é muito sério, as ameaças são reais e as soluções ainda estão ao alcance para reverter este quadro”, finaliza o pesquisador.
O Ministério Público Estadual (MPE) ajuizou Medida Cautelar que foi atendida na última sexta-feira, 31, pela juíza da 2ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Araguaína, Milene de Carvalho Henrique. Na decisão a magistrada suspendeu o contratado nº 050/2014, firmado entre o Município de Araguaína e a Organização Social Instituto Sulamericano de Desenvolvimento e Gestão (ISDG), para a terceirização da gestão da saúde pública em Araguaína.
De acordo com o Promotor de Justiça Alzemiro Wilson Peres Freitas, ficou claro que o processo de seleção da entidade que faria a gestão dos serviços no Hospital Municipal, Ambulatório Municipal de Especialidades e Unidade de Pronto Atendimento (UPA) foi ¿viciado e maculado e, em consequência, nulo todo o processado administrativamente¿.
O promotor destaca que não houve deliberação do Conselho Municipal de Saúde sobre o processo de qualificação do ISDG. Outro ponto destacado foi o fato de que ainda está pendente na Procuradoria do Município o julgamento de um recurso interposto por uma empresa que participou do procedimento. ¿Não há qualquer manifestação sobre o afastamento das outras empresas que participaram da seleção da qualificação das Organizações Sociais quando, em verdade, há exigência legal de que deveria o município realizar a devida fundamentação, o que inexistiu no caso das empresas preteridas¿, declarou Freitas.
Além da empresa não possuir o prazo mínimo de três anos de experiência exercendo atividade específica para qual foi contratada, o município não constituiu equipe de transição para que a Pró-Saúde (empresa que fazia a gestão da saúde do município) pudesse repassar a gestão para o ISDG.
Além de suspender o contrato nº 050/2014, a Juíza Milene de Carvalho Henrique determinou que o município se abstenha de emitir ordem de execução dos serviços para o ISDG, bem como paralise qualquer forma de tratativa ao contrato. Também determinou que a Pró-Saúde continue com a prestação dos serviços pelo prazo mínimo de 90 dias. A multa para o descumprimento da decisão judicial é de até R$ 300 mil
Jô Soares comenta a morte de seu filho na abertura do programa (Foto: Marcos Mazini/Gshow)
Apresentador conta que filho era apaixonado por rádio e conta momentos em que aprendeu muito com Rafinha: ‘Muito orgulho’
Jô Soares comenta a morte de seu filho na abertura do programa (Foto: Marcos Mazini/Gshow)
Nesta segunda-feira, 3, Jô Soares grava o seu primeiro programa após a morte de seu filho, Rafael Austregésilo Soares, o Rafinha. Na abertura do programa, o apresentador declara: “Na última sexta-feira, dia 31, eu sofri a dor que é o pesadelo de todo pai: a perda de um filho.”
Jô comenta que seu filho era autista e permaneceu um menino até o fim de sua vida. “Ele passou a vida inteira na realidade do seu próprio mundo, com corpo de adulto e coração e alma de criança.”
O apresentador conta que Rafa adorava música, tocava piano, mas a sua grande paixão era o rádio. “Ele tinha a sua própria emissora em casa, cujo alcance eram as pessoas que o visitavam.”
Jô Soares com o seu filho Rafael (Foto: Acervo pessoal)
Rafinha sempre foi uma pessoa totalmente dedicada e com horários rigorosos. O apresentador explica que o filho não tirava sua emissora do ar nem nos seus aniversários. “Essa disposição de viver com entusiasmo e com paixão, me dá muito orgulho do meu filho.”
Na abertura do Programa do Jô, o apresentador também faz questão de agradecer a mãe de seu filho, Theresa. “Ela foi minha companheira por 20 anos, e que por 50 anos dedicou sua vida ao nosso filhinho, o acompanhando desde o berço até o fim.”
Antes de começar as entrevistas, o apresentador ainda conta uma história que marcou a sua vida. “Uma vez, em uma livraria, ele chegou junto ao caixa carregando uma dúzia de livros. Eu estranhei: “Rafa, é muito! Escolhe seis” – e ele: “Então não quero nenhum, eu prefiro não escolher” – eu questionei: “Mas por que não?” – e ele: “Porque escolher é perder sempre” Levei todos. Hoje, também não preciso escolher. Como ele nunca faltou ao seu trabalho, também não posso faltar ao meu.”
Jô Soares encerra a gravação dedicando o programa ao filho e é aplaudido de pé pela plateia. “Obrigado por todo carinho, afeto e senso de humor de vocês hoje. Começou difícil, e graças a vocês foi se tornando mais leve e alegre”, agradece.
Pela importância econômica da cidade e seu potencial de arrecadação de impostos, os empresários se colocam à disposição do poder público para auxiliar na definição de nomes para as pastas
Diante do cenário de composição do novo Governo do Estado a partir de 2015, a classe empresarial de Araguaína, representada pela Associação Comercial e Industrial – ACIARA, se manifesta favorável à inclusão da cidade nas discussões sobre a estrutura das secretarias de governo, inclusive com a indicação de nomes, em especial para a pasta do Desenvolvimento Econômico.
De acordo com o presidente da ACIARA, Manoel de Assis Silva, os empresários de Araguaína querem contribuir nas decisões que beneficiem todo o setor produtivo do Estado. “Já é sabido que nossa cidade possui enorme importância no cenário econômico do Tocantins e por isso acreditamos que temos condições de colaborar no processo democrático de composição do Governo”, afirma Manoel.
Somente neste ano, até novembro, Araguaína gerou quase R$ 260 milhões em impostos municipais, federais e estaduais. A representatividade do município na arrecadação estadual é decisiva, visto que boa parte do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), o principal do Estado, advém da atividade comercial, ponto forte da cidade. Mensalmente, Araguaína recolhe cerca de R$ 17 milhões em ICMS para o Estado, 14,5% do total. Deste total, R$ 7 milhões advêm dos setores comercial e industrial. “E é importante lembrar que Araguaína possui o setor de serviços bastante desenvolvido devido à importância que tem para pelo menos 65 municípios na região norte do Estado, além do sul do Pará e Maranhão”, reforça Manoel. Estima-se que a cidade receba uma população flutuante de quase 2,39 milhões de habitantes, segundo informações da Agência Tocantinense de Notícias (ATN). Como consequência, o setor produtivo do município apresenta bons índices de geração de emprego e renda.
Para o empresário José Ricardo Cruz Sousa Lemos, o potencial de Araguaína e sua representatividade para o Estado vão além do peso dos setores de comércio, serviços e do agronegócio. “Temos uma capacidade industrial muito grande também, ainda pouco explorada. É só observarmos nossa posição estratégica com relação à BR 153 e à Ferrovia Norte-Sul”, pontua o empresário. O Distrito Agroindustrial de Araguaína – DAIARA, às margens da rodovia federal, também está sendo reestruturado para ampliar e otimizar sua capacidade para receber novas empresas.
Durante a inauguração do Prédio Administrativo Deputado Raimundo Moreira , nesta terça-feira, 2, o presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), deputado estadual Amélio Cayres (MDB),...