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Legislativo autoriza o governo a contratar empréstimo

25869Foi aprovado nesta manhã de quarta-feira, dia 19, o pedido do Executivo para contratar financiamento com a Caixa Econômica Federal. Os recursos serão destinados para o programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-transporte), PAC 2, com a finalidade de pavimentar vias urbanas em diversas cidades como Arraias, Dianópolis, Guaraí, Natividade, dentre outras localidades. Já o Tribunal de Justiça foi autorizado a receber e, posteriormente, transferir em permuta imóveis urbanos nos municípios de Peixe e Filadélfia.

De autoria do deputado Eduardo do Dertins (PPS), foi aprovada  proposta para que seja declarada de Utilidade Pública Estadual a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais de Arapoema (APAE). Os parlamentares também mantiveram o veto do governar Sandoval Cardoso (Solidariedade), referente ao parágrafo único do artigo 4º do Autógrafo de Lei nº 11 de 27 de março de 2014. Ele trata da política de indenizações pelo exercício de funções de natureza judicial e administrativa ou de representação, de caráter temporário ou eventual, por membros do Poder Judiciário do Estado do Tocantins.

Já de iniciativa da Comissão de Finanças e da CCJ foi aprovado o Projeto de Decreto Legislativo que disciplina as relações jurídicas decorrentes da Medida Provisória nº 17, de 20 de maio de 2014, que dispõe sobre o Regime Próprio de Previdência. Na mesma sessão, foram aprovados requerimentos de autoria dos deputados Amélio Cayres (Solidariedade), Osires Damaso (DEM) e Luana Ribeiro (PR).

Entre as solicitações de Cayres está o Voto de Aplausos endereçado ao prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PP), em função da decoração natalina na Capital. Osires e Luana também receberam autorização nos pedidos de Moções de Aplausos dedicados aos Conselhos Tutelares do Estado pela passagem do seu dia, celebrado em 18 de novembro. (Elpídio Lopes)

MPF vai à Justiça em 6 estados para obrigar o planejamento do uso de recursos hídricos

Na Amazônia, onde está a maior parte da água do país, a Agência Nacional de Águas nunca exigiu o planejamento do uso dos rios e mesmo assim concede outorgas

download (2)O Ministério Público Federal apresenta hoje à Justiça Federal em seis estados da Amazônia um pacote de ações para proteger os recursos hídricos da região, até agora usados sem nenhum planejamento. A Agência Nacional de Águas vem outorgando direitos de uso de recursos hídricos de maneira ilegal, porque, em nenhum rio amazônico, foram instalados os comitês de bacia que são responsáveis por planejar o uso das águas. Sem os comitês e sem planejamento, de acordo com a legislação brasileira, a ANA não poderia emitir nenhuma outorga.

“Podemos chamar hoje de o dia D em defesa das bacias hidrográficas. As ações foram impetradas com o propósito de assegurar que tenhamos água com suficiência e qualidade para a população brasileira. Numa sociedade de risco é preciso compartilhar decisões importantes com a sociedade. Esses comitês vêm satisfazer essa necessidade de ter participação popular, compostos pelos usuários da bacia, tanto que a lei prevê escutar populações indigenas e a Fundação Nacional do Índio”, disse em entrevista coletiva hoje a subprocuradora-geral da República Deborah Duprat.

Nas ações, o MPF pede que a ANA seja proibida de emitir a chamada Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica para quaisquer empreendimentos que estejam em licenciamento nas bacias dos rios Tapajós, Teles Pires, Madeira, Ji-Paraná, Negro, Solimões, Branco, Oiapoque, Jari, Araguaia, Tocantins e Trombetas. A necessidade de planejamento no uso dos recursos hídricos é uma preocupação incluída na Constituição brasileira e, mesmo assim, nunca foi aplicada na Amazônia, onde está o maior volume de águas do país, tanto em corpos subterrâneos (aquíferos) quanto superficiais (rios).

O MPF cobra o cumprimento da Política Nacional de Recursos Hídricos, instituída pela Lei das Águas (9.433/97). A Política trouxe, como principais fundamentos, a convicção de que “a água é um recurso natural limitado” (art. 1º, II) e de que, “em situações de escassez, o uso prioritário dos recursos hídricos é o consumo humano e a dessedentação de animais (art. 1º, III)”. E tem, como objetivos, “assegurar à atual e às futuras gerações a necessária disponibilidade de água, em padrões de qualidade adequados aos respectivos usos”; “ a utilização racional e integrada dos recursos hídricos”; e “a prevenção e a defesa contra eventos hidrológicos críticos de origem natural ou decorrentes do uso inadequado dos recursos naturais”.

A Política Nacional também instituiu que a gestão dos recursos hídricos deve ser descentralizada e contar com a participação do poder público, dos usuários e das comunidades. Na Amazônia, onde boa parte da população tem a sobrevivência baseada nos rios, essa participação se torna ainda mais relevante. Mas sem comitês de bacia instalados, não há participação, nem planejamento, os principais pilares da política. São os comitês de bacia, constituídos com participação social, que podem fazer o plano de uso dos recursos hídricos.

O Conselho Nacional de Recursos Hídricos, ciente dos riscos com a intensificação das atividades econômicas nos rios amazônicos, aprovou, em 2011, o que o MPF classifica de “arremedo” de planejamento, o Plano Estratégico de Recursos Hídricos dos Afluentes da Margem Direita do Rio Amazonas (PERH-MDA). O Plano previa que fossem instalados os comitês de bacia para que planejamentos fossem formulados para cada bacia. Mas até hoje, passados três anos, nenhum comitê foi instalado. 

Questionada pela organização International Rivers Network, a ANA admitiu, em documento datado de setembro de 2014, que “não dispõe de acompanhamento sistemático da implantação do PERH-MDA”. “De acordo com a Lei nº 9.437/97, em seu art. 37, cabe ao Comitê de Bacia o acompanhamento da execução do Plano de Recursos Hídricos da bacia e sugestão das providências necessárias ao cumprimento de suas metas. Como inexiste tal colegiado com atuação que abranja toda a região da MDA, foi criado pela Resolução CNRH nº 128/2011, um Colegiado Gestor com responsabilidade de auxiliar na implementação do PERH-MDA. Destaca-se que tal colegiado ainda não foi instalado.”, diz o documento.

Mesmo assim, a agência vêm concedendo normalmente outorgas para usinas hidrelétricas, mineradoras e empreendimentos agropecuários, em flagrante violação da legislação. “A consequência das omissões e do arremedo de Plano de Bacia é que a ANA vem concedendo, no processo de licenciamento ambiental de empreendimentos na Amazônia, Declaração de Reserva de Disponibilidade Hídrica (DRDH), e sua posterior outorga, sem levar em consideração a participação dos usuários e das comunidades e o uso múltiplo das águas, fato de graves repercussões”, diz o MPF nas ações.

Diz a Lei de Águas: “Toda outorga estará condicionada às prioridades de uso estabelecidas nos Planos de Recursos Hídricos e deverá respeitar a classe em que o corpo de água estiver enquadrado e a manutenção de condições adequadas ao transporte aquaviário, quando for o caso. A outorga de uso dos recursos hídricos deverá preservar o uso múltiplo destes.” Tudo vem sendo desrespeitado, principalmente em empreendimentos hidrelétricos na Amazônia.

“A falta de comitês de bacia e de planos de recursos hídricos de cada bacia hidrográfica na Amazônia faz com que a decisão administrativa seja centralizada, sem qualquer controle social. As águas da bacia ficam asseguradas a apenas um uso: para o setor elétrico. Todos os demais, como, por exemplo, transporte, turismo, abastecimento, dessedentação, etc ficam prejudicados. O prejuízo será sentido não só por esta geração, mas compromete a utilização da água pelas futuras gerações”, dizem os procuradores da República nas ações iniciadas hoje.

Para o MPF, o fato de vivermos atualmente uma crise de abastecimento de água de graves proporções no sudeste do país, assim como o desaparecimento de trechos inteiros do rio São Francisco, no nordeste, são alertas para o que pode ocorrer na Amazônia, a maior bacia hidrográfica do país e do mundo, se for mantido o atual padrão de total falta de planejamento e precaução.

“O que ocorre no sudeste e no nordeste é um vislumbre do risco que correm os rios da bacia Amazônica, em pior situação por nem sequer se observar a precaução obrigatória da gestão participativa dos recursos. E a Amazônia, como demonstra o conhecimento científico mais recente, é um ecossistema que funciona como regulador hidrológico para o continente sul-americano e principalmente, para as regiões sul, sudeste e centro-oeste do Brasil, diretamente beneficiadas pela umidade transportada da floresta”, dizem as ações judiciais.

O MPF cita o recente relatório do professor Antônio Donato Nobre, que posiciona o ecossistema amazônico como o coração do ciclo hidrológico brasileiro, fornecendo umidade sobretudo para as regiões sul, sudeste e centro-oeste, que poderiam ser desérticas se não fosse a existência da floresta tropical ao norte. Para os procuradores da República, beira a irresponsabilidade o comportamento do governo brasileiro ao insistir em grandes empreendimentos nos rios amazônicos sem nenhuma espécie de planejamento sobre o uso dos corpos d’água.

No caso da bacia do rio Madeira, o MPF lembra que estão previstos mais três usinas hidrelétricas em um momento em que não se sabe ainda a influência das duas barragens já existentes (Jirau e Santo Antônio) na trágica enchente de 2014, que está sob investigação. “Se com apenas dois desses empreendimentos os desdobramentos chegaram a patamares nunca antes observados e ainda não se tem certeza da exata influência da construção das barragens nos acontecimentos, que dirá do impacto sinérgico deles com mais outros três (um deles, inclusive, com porte semelhante)? Qual o tamanho da irresponsabilidade governamental?”, diz a ação ajuizada em Rondônia.

Além da ação em Porto Velho, sobre a bacia do rio Madeira, foram ajuizadas ações em Manaus, sobre as bacias do Negro e do Solimões, em Boa Vista, sobre a bacia do rio Branco, em Cuiabá, sobre a bacia dos rios Tapajós e Teles Pires, em Oiapoque e Laranjal do Jari, sobre os rios Jari e Oiapoque, em Redenção, sobre a bacia Araguaia-Tocantins e em Santarém, sobre o rio Trombetas.

Veja a íntegra de todas as ações

ACP Bacia do Madeira
ACP Bacia do Negro
ACP Bacia do Solimões
ACP Bacia do Branco
ACP Bacia do Oiapoque
ACP Bacia do Jari
ACP Bacia do Tapajós-Teles Pires
ACP Bacia do Araguaia-Tocantins
ACP Bacia do Trombetas

Ministério Público Federal no Pará

MPE e MPF vistoriam escolas na zona rural de Ponte Alta

Com o objetivo de averiguar a qualidade das estruturas de escolas públicas da zona rural de Ponte Alta, o Ministério Público Estadual (MPE) e o d513042849599c90ea1f54d2e4d356ef-width-400Ministério Público Federal (MPF) realizam visitas às unidades de ensino nesta quinta-feira, 20. De acordo com o Promotor de Justiça Milton Quintana, a Vigilância Sanitária também acompanhará a equipe para coleta e análise da qualidade da água servida aos alunos.

A ação faz parte do projeto Ministério Público pela Educação (MPEduc), que busca discutir a qualidade da educação básica em todo Brasil. O município de Ponte Alta apresentou o segundo menor Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) do Tocantins.

No final de outubro, uma audiência pública reuniu pais, alunos e comunidade escolar para discutir os problemas na educação do município. O Promotor de Justiça Milton Quintana e o Procurador da República Fernando Antônio Alves coordenaram o evento, que contou com a presença da secretária de Educação de Ponte Alta do Tocantins, Eliete de Alecrim, e da representante da Secretaria de Educação e Cultura do Estado do Tocantins, Maria de Lourdes Leôncio Macedo.

Os principais problemas apresentados pela comunidade foram transporte escolar sucateado, o uso destes veículos para outros fins, o não cumprimento do plano de cargos e salários dos professores municipais, escolas funcionando sem água ou com água contaminada, grande quantidade de salas multisseriadas, creches com estrutura precária, deficiência na merenda, aplicação de recursos da educação em áreas diversas, membros de conselhos fiscais detentores de cargos de confiança, salas sem climatização, alta evasão escolar, desvio de função de servidores da educação e laboratórios de cursos técnicos sem equipamentos

(com informações da ASCOM/MPF)

Oposição vence disputa e adia votação de projeto do governo na CMO

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Reunião da Comissão Mista de Orçamento (CMO). Na foto, Senador Romero Jucá conversa com parlamentares da oposição que fazem parte da comissão /Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

A oposição conseguiu adiar para terça-feira (25) da próxima semana a votação na Comissão Mista do Orçamento (CMO) do projeto de lei do Executivo que modifica a Lei de Diretrizes Orçamentárias para alterar a meta fiscal. Os governistas estavam confiantes que aprovariam o requerimento do relator, senador Romero Jucá, para quebrar o interstício de dois dias úteis a fim de votar ainda hoje (19) o projeto do governo.

No entanto, na votação dos deputados que integram a CMO, os governistas conseguiram 15 votos e a oposição 7, resultado insuficiente. Para quebrar o interstício de dois dias é necessária a maioria absoluta de 18 votos.

A derrota dos governistas levou senador Jucá a avaliar que houve falta de mobilização da base para a votação da matéria na comissão. Mesmo assim, Ele considerou que ainda há tempo suficiente para concluir a apreciação do projeto na comissão e no plenário do Congresso.

Iolando Lourenço – Repórter da Agência Brasil Edição: Aécio Amado

 

Governador nomeia Marlon Amorim como Defensor Público Geral para 2015/2016

450 (5)O governador Sandoval Cardoso nomeou nesta terça-feira, 18, o defensor público, Marlon Costa Luz Amorim, para o cargo de Defensor Público Geral para o biênio 2015/2016. A nomeação aconteceu após a reeleição de Marlon, que concorreu ao cargo juntamente com o defensor público de 1ª classe, Neuton Jardim dos Santos.

“O Marlon já provou que é um excelente gestor e também contribuiu muito nesse período que esteve à frente da Defensoria Pública do Estado do Tocantins. Estou muito feliz em nomeá-lo ao cargo de Defensor Público Geral”, disse o governador.

Reeleito e nomeado, Marlon destacou ações que serão desenvolvidas nos próximos dois anos. “As propostas estão todas elencadas com o planejamento estratégico, no aprimoramento no sistema de atendimento ao nosso assistido, na consolidação da nossa política de gestão de pessoas, no aprimoramento e na modernização do nosso parque tecnológico e, sobretudo, o nosso objetivo maior que é lotar um defensor público em cada comarca do Estado, de modo que possamos levar um serviço de excelência a população”, frisou.

Votação
Marlon foi reeleito com 57 votos favoráveis contra 49 votos destinados ao defensor Neuton Jardim dos Santos. Um total de 100 dos 112 defensores públicos compareceram ao pleito, totalizando 106 votos, pois, conforme a Resolução do CSDP, nº 114 de 26 de setembro de 2014, é permitido que cada eleitor vote em um ou mais candidatos.

Perfil
Natural de Zé Doca – MA, Marlon Costa Luz Amorim é graduado em Direito pela Universidade Federal do Maranhão, pós-graduado em Direito Tributário pela Unitins. Em 2007 foi aprovado no Concurso para Defensor Público no Tocantins e nomeado. Já atuou nas Comarcas de Formoso do Araguaia, Paraíso do Tocantins e Palmas. Foi diretor da ADPETO nos biênios 2010/2011 e 2012/2013. Foi eleito e reeleito Conselheiro do Conselho Superior da Defensoria Pública para os biênios 2010/2011 e 2012/2013. Também foi diretor do Núcleo Regional da Defensoria Pública em Palmas. (Com informações da assessoria de comunicação da Defensoria Pública do Estado do Tocantins)

 Shara Rezende/ ATN

Taxa de desemprego fica em 4,7% em outubro

emprego (1)A taxa de desocupação brasileira ficou estável em outubro, em 4,7%, divulgou hoje (19) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O desemprego foi 0,2 ponto percentual menor que o registrado em setembro, de 4,9%, mas, segundo o IBGE, a variação não é significativa. Em outubro do ano passado, a taxa era 5,2%.

Os números levantados pela Pesquisa Mensal do Emprego se referem a seis regiões metropolitanas: Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

De acordo com a pesquisa, a população desocupada, estimada em 1,1 milhão de pessoas nos locais pesquisados, permaneceu estável em relação a setembro, e caiu 10,1% ante outubro do ano passado. São classificadas dessa forma as pessoas que tomaram alguma providência para procurar emprego e não encontraram.

Foi registrada estabilidade no número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, que se manteve em cerca de 11,7 milhões nas duas bases de comparação. Já a população não economicamente ativa subiu na comparação com mesmo mês do ano passado, com alta de 3,3%.

O nível de ocupação, que mede o percentual de pessoas ocupadas dentro da população em idade ativa, ficou em 53,6%, com crescimento de 0,4 ponto percentual ante setembro e queda de 0,6 ponto percentual na comparação com outubro.

Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil Edição: José Romildo

Educação inclusiva de Araguaína é referência nacional para outros municípios

O número de profissionais para alunos com deficiência passou de 30 para 140 em menos de dois anos

Atividades com os alunosSalas com recursos multifuncionais, ônibus e escolas adaptadas, além de equipe multidisciplinar. Por essas ações e acompanhamentos regulares, Araguaína é destaque nacional quando o assunto é investimento em educação inclusiva. O Município, por meio da Secretaria da Educação, vem acompanhando e dando suporte para que as unidades escolares possam dar ensino de qualidade para os 500 alunos matriculados que tem dificuldade de aprendizagem.

Em menos de dois anos, o quadro de profissionais para alunos com deficiência saltou de 30 no início de 2012 para 140 em 2014. Para a diretora municipal de Ensino Especial, Valdene Martins Soares, o objetivo maior é valorizar o ser humano, independente da deficiência que a pessoa tenha, promovendo mais oportunidade e direitos a todos. “O objetivo maior do Município é primar pela qualidade de vida das pessoas com deficiência. Nosso trabalho é este: valorizar essa pessoa como ser humano”, explicou a diretora.

Referência em programas

A Rede Municipal de Ensino aderiu a vários programas nacionais do Ministério da Educação com relação a educação inclusiva. Atualmente, estão instaladas e em funcionamento 27 salas de recursos multifuncionais, dentro do Programa de Implantação de Recursos Multifuncionais.

Também aderiu ao Programa Educação Inclusiva, sendo o município polo responsável por 36 cidades da sua abrangência. Além disso, também aderiu ao Programa Transporte Escolar Acessível – Caminho da Escola, adquirindo dois ônibus escolares adaptados que transportam exclusivamente alunos com deficiências, tanto para as aulas quanto para o Atendimento Educacional Especializado (AEE), rural e urbano.

Outro programa que o Município aderiu foi o Programa Escola Acessível. Ao todo, 33 unidades escolares já foram beneficiadas com verba destinada à promoção da acessibilidade, como a construção de rampas, adaptações em banheiros e ambientes escolares, adequações mobiliárias e nos espaços físicos. Por fim, Araguaína aderiu ao Programa de Acompanhamento e Monitoramento do Acesso e Permanência na Escola (BPC)

Equipe multidisciplinar

A equipe é composta por 18 servidores: 2 psicólogas, 2 fonoaudiólogas, 3 assistentes sociais, 1 intérprete de Libras, 1 instrutora de Libras, 1 especialista em deficiência visual, 4 supervisores e orientadores de ensino especial, 1 assistente administrativo, 1 assessora técnica/pedagógica de ensino especial e a diretora de ensino especial.

Casos de sucesso

Para o frentista Carlos Antônio Dias de Carvalho, esse acompanhamento especializado tem sido um diferencial na vida do seu filho, Ruan Carlos, de 10 anos, que estuda o quarto ano na Escola Municipal Aurélia Buarque de Holanda. De acordo com o pai, Ruan tinha dificuldade na aprendizagem, tendo um comportamento muito agressivo tanto em casa como na escola, deixando de lado o gosto em aprender. Agora o comportamento do filho mudou.

“Ás vezes quando ele sai, quando volta já fala logo que tem uma tarefa pra fazer; o que não acontecia antes”, explicou Carlos Antônio. “Quando começou, teve uma mudança pra melhor”, disse alegre o pai. “Antes a gente cobrava dele para fazer as tarefas e ele deixava de fazer; agora não, é ele que lembra”, completou.

E o pequeno Ruan conta o que mais gosta na sala de recurso multifuncional na escola onde estuda. “Gosto do computador, ajuda a estudar. Eu acho o melhor lugar da escola”, disse o estudante.

Outro aluno que também tem um acompanhamento especializado na sala de recursos multifuncionais na escola é o Pedro Henrique Rios de Oliveira, de 10 anos, que estuda junto com Ruan. Além da aprendizagem com a professora Doralice Miranda de Carvalho que estimula concentração e raciocínio, Pedro também gosta de ficar no computador, por ter jogos educacionais que reforçam o seu aprendizado. “Gosto do computador, dos jogos que tem nele”, disse olhando para o equipamento.

Nessa escola, atualmente há nove alunos que tem acompanhamento na sala de recursos multifuncionais. De acordo com a professora Doralice, há uma mudança sensível no comportamento desses alunos e também no desenvolvimento educacional deles. “Temos atividades que estimulam o pensamento deles, a concentração e o raciocínio. Estimulando a criatividade, o desenvolvimento educacional e também o convívio social”, destacou Doralice. Neste tipo de acompanhamento, a professora se especializou em libras, braile e psicopedagogia, para melhor desenvolver as atividades com os alunos.

Acompanhamento

A diretora de Ensino Especial, Valdene Martins Soares, explicou que além do ensino regular, o aluno deficiente frequenta a sala de recursos multifuncionais, que é um atendimento especializado de acordo com a necessidade dele. “Ele tem que ser avaliado dentro da sua limitação. O que for trabalhado é o que deve ser avaliado”, completou.

Ainda segundo a diretora de Ensino Especial, os atendimentos são semanais, inclusive com o acompanhamento junto às famílias, onde são realizadas visitas in loco, conversando com os familiares para saber como está a criança, o que estão achando do acompanhamento e o que necessita.

As avaliações das atividades realizadas para as crianças são feitas mensalmente, analisando o avanço da criança e o que precisa melhorar. 

 

Em que planeta essa população vive, e quem diz ser o representante político dela?

IMG_4263Por definição, o Sistema Solar é composto de oito planetas. Corpos que preenchem as duas primeiras condições, mas não a terceira, como Plutão, Makemake e Éris, são classificados como planetas anões, desde que não sejam satélites naturais de outros planetas.

Mas é possível existir um planeta dentro de outro? Para a população de um bairro de Araguaína sim! Isso por que a infra-estrutura do bairro Tereza Hilário Ribeiro se encontra em  péssimas condições. Ao  que parece,  as autoridades responsáveis por ele não  enxergam  os problemas, pois  não tomam as providencias  devidas    e possíveis para que se reverta essa situação. A sensação que se tem é de que um novo planeta nasceu dentro da Terra, na cidade de Araguaína, e que já tem nome sugerido para ele ( planta Abraão ), por estar muito longe de se parecer com bairro de uma cidade tão promissora como Araguaína. Nem parece se tratar de um bairro da metrópole que mais cresce no Brasil.

O Vereador Abraão sempre tem usado o microfone no plenário da Câmara para dizer que ele é o verdadeiro representante do bairro Tereza Hilário (conhecido agora como planeta Abraão) e  afirma ainda que tenha feito requerimentos para que se invista na infra-estrutura daquele bairro, e assim melhorar  as condições de vida das pessoas que vivem naquele local.   

Um morador  do bairro, seu João,  discorda do que diz o  vereador. Para ele, morar no bairro Tereza Hilário é como morar em um planeta distinto dentro da cidade de Araguaína, e a tendência é só piorar,  porque segundo ele, os benefícios dos requerimentos que Abraão diz ter feito, até o momento   não chegou: “A tendência é de que  as  condições  em que se encontra o bairro só piore nos próximos dias .” Desabafou o morador.

Por: Geovane Oliveira

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Duas Armas de fogo são apreendidas pela PRF

Armas estavam na bagagem de dois passageiros que foram detidos. Uma das armas seria vendida no estado do Maranhão

Espingardas cal 22 - onibus jamjoy - 18-11-14 (2)A Polícia Rodoviária Federal apreendeu na tarde desta terça-feira, 18 no Km 329 da BR 153 em Guaraí/TO duas armas de fogo no compartimento inferior de bagagem de um ônibus de linha regular que fazia o trajeto Palmas/TO a Aguiarnopolis/TO.

Após abordagem e fiscalização ao veículo, os agentes da PRF encontraram na bagagem pertencentes a dois passageiros, duas espingardas calibre 22, sendo uma da marca Rossi e outra de fabricação caseira e incompleta.

Segundo um dos passageiros, o artefato, ainda incompleto, foi adquirido no município de Santa Rosa/TO, através de um homem desconhecido por R$ 800,00 e que venderia a mesma no Estado do Maranhão.

As armas e os dois passageiros detidos foram apresentados na Delegacia de Policia Civil na cidade de Guaraí/TO.

Núcleo de Comunicação Social

Araguainense vence Campeonato Tocantinense de Ciclismo Contra-Relógio

Com um tempo de 7 minutos e 51 segundos, Aurélio Machado conquistou o primeiro lugar na competição e garantiu 10 pontos no ranking

Aurélio (1)Para fechar o ano com chave de ouro, o atleta araguainense Aurélio Machado, 40 anos, destacou-se no alto do pódio do Campeonato Tocantinense de Ciclismo Contra-Relógio 2014, em Palmas. No último sábado e domingo, 15 e 16, Machado conquistou o 1º lugar na prova, após percorrer 5,5 km na TO-050 em um tempo de 7 minutos e 51 segundos. Durante o evento, que reuniu cerca de 50 atletas nas categorias Elite, Feminino, Open e Master B1, o ciclista representou Araguaína na categoria Master B1, que compreende os atletas de 40 a 44 anos.

Pela primeira vez campeão estadual de uma das competições mais importantes do ciclismo estadual, Aurélio fez o segundo melhor tempo da prova, batendo vários adversários durante a prova.  “Pra mim, 2014 foi um ano muito produtivo, pois conquistei bons resultados e, graças aos patrocinadores, permaneço no terceiro lugar no ranking da Confederação Brasileira de Ciclismo”, disse ele, que atualmente ocupa o 3º lugar no ranking nacional da Confederação, com 335 pontos na categoria Master B1. Após a prova, o atleta ganha mais 10 pontos no ranking, saltando para 345 pontos.

Ciclista profissional desde 2011, o campeão estadual de 2014 já liderou por diversas vezes o ranking nacional da Confederação de Ciclismo e treina de forma intensa para retornar à ponta da tabela do ranking nacional. Aurélio Machado se consagrou campeão em competições nacionais e regionais. Em outubro, Machado retornou da Bolívia, trazendo na mala a conquista do 6º lugar no Pan-Americano Master de Ciclismo que reuniu cem atletas de mais de 15 países.

Últimas Conquistas

Campeonato Tocantinense de Ciclismo Contra-Relógio 2014 – Palmas (TO) (15 de novembro) – 1º lugar

Pan-Americano Master de Ciclismo – Santa Cruz de La Sierra, Bolívia (22 a 26 de outubro) – 6º lugar

Prova Ciclística Coronel Fontoura – Belém (PA) (27 e 28 de setembro) – 3º lugar

 

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