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Onça parda de Porto Velho poderá ser adotada por zoológico do Acre

Dodge chegou ao Cetas em julho de 2012 e deve ser adotado por um zoológico do Acre (Foto: Vanessa Vasconcelos/G1)

Após quase dois anos, a onça parda Dodge deve receber um novo lar. O candidato é o Parque Ambiental Chico Mendes, em Rio Branco (AC). O animal chegou ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas), em Porto Velho, em julho de 2012, quando tinha apenas dois meses, e desde então está a espera de um local para ser adotado.

Pelo interesse em adotar Dodge, o Parque Chico Mendes everá receber uma vistoria do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), para que possam ser autorizados a buscar o felino em Porto Velho. O animal foi encontrado por um sitiante, em São Miguel do Guaporé (RO), a 540 quilômetros da capital, e entregue ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (Ibama) que o encaminhou ao Cetas. A transferência dele para o Parque Chico Mendes ainda não tem data marcada.

De acordo com o biólogo Alex Rodrigues, foram feitos contatos com outros zoológicos autorizados pelo Ibama, nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, dentre outros, mas não houve interesse. “Acreditamos que a demora em conseguir quem o adotasse é por se tratar de uma espécie comum. Há pelo menos um casal de onça parda, na maioria dos zoológicos brasileiros”, disse Alex.

No Cetas, o veterinário responsável disse que foi preciso fazer um “enriquecimento ambiental” para que Dodge, hoje com dois anos, começasse a desenvolver os instintos logo que chegou. No ambiente do felino foram colocados galhos, troncos de árvores, pneus e água. Quando filhote, os profissionais do Cetas dizem que Dodge era muito agitado.

Nenhum zoológico manifestou interesse em adotar Gretchen (Foto: Vanessa Vasconcelos/G1)Nenhum zoológico manifestou interesse em adotar
Gretchen (Foto: Vanessa Vasconcelos/G1)

Gretchen
Sem a mesma sorte de Dodge, a onça parda Gretchen continua esperando por um criadouro conservacionista ou zoológico credenciado pelo Ibama que queira adotá-la. Há um ano, ela chegou ao Cetas com cerca de cinco meses de idade e pesando quatro quilos, após ser apreendida numa residência no município de Lábrea, no Sul do Amazonas, durante uma fiscalização do Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidade (Icmbio).

O animal foi encaminhado ao Cetas com boa saúde e sem sinais de maus tratos, segundo a equipe do centro. Por ter sido criada em cativeiro como animal doméstico, o felino não pode ser reintroduzido na natureza. “É outro animal comum em zoológicos, mas continuamos buscando algum que tenha interesse na adoção da linda Gretchen”, disse Alex Rodrigues.

Suzi RochaDo G1 RO

Em dois séculos, 47 espécies de aves podem ter sido extintas em Belém

O gavião-real (Harpia harpyja), entre outras 47 espécies estão desarecidas há pelos menos 200 anos na Grande Belém. (Foto: Alexander C.Lees/Arquivo pessoal)

Pesquisa publicada na revista internacional Conservation Biology apontou que 47 espécies de aves podem ter sido extintas da fauna na região metropolitana de Belém nos últimos 200 anos. De acordo com o estudo, algumas das espécies não foram mais vistas na região desde o ano de 1975.

Segundo a bióloga Nárgila Moura, do Museu Goeldi, que liderou os trabalhos, as primeiras espécies a desaparecerem foram as de grande porte, como arara-azul-grande (Anodorhynchus hyacinthinus) e gavião-real (Harpia harpyja), extintas antes de 1900.  O desaparecimento estaria relacionado à caça e ao tráfico, e também coincidiu com a construção da linha do ferro para Bragança, no nordeste do Pará, que ocasionou desmatamento na região. Já no último século, desapareceram espécies de pequeno porte, que são dependentes de florestas primárias e, por isso, mais sensíveis ao desmatamento.

Desmatamento pode ter favorecido desaparecimento espécies como a arara azul. (Foto: Paula Sampaio/Museu Goeldi)Desmatamento pode ter favorecido
desaparecimento espécies como a arara azul.
(Foto: Paula Sampaio/Museu Goeldi)

A pesquisa foi realizada pela Rede Amazônia Sustentável e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia INCT Biodiversidade e Uso da Terra na Amazônia, uma parceria do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG), Embrapa, Universidade de Lancaster e Instituto Ambiental de Estocolmo, reunindo mais de 20 outros institutos colaboradores.

As aves são um dos grupos de animais mais bem estudados pelas instituições e a sua perda  acende um alerta para a provável perda de espécies de outros vertebrados, plantas e insetos, nos remanescentes florestais da região.

“O desenvolvimento de uma localidade quando ocorre de forma não organizada, impacta o meio ambiente de forma intensa. É fundamental que os gestores estabeleçam políticas de recuperação das áreas de florestas ainda existentes na região para que haja um ambiente favorável para o retorno desses animais, para que eles tenham condição de recolonizar essas áreas. Do contrário, as futuras gerações só poderão conhecer certas espécies somente taxidermizadas, nos museus”, critica a pesquisadora.

Do G1 PA

É possível produzir mais alimentos na Amazônia sem desmatar, diz estudo

Gado atravessa área desmatada em fazenda perto de Novo Progresso (PA), na Amazônia Legal. Estudo sugere que é possível reduzir o desmatamento e, ao mesmo tempo, aumentar a produção de soja e gado na Amazônia Legal (Foto: Nacho Doce/Reuters)

É possível reduzir o desmatamento na Amazônia e, ao mesmo tempo, aumentar a produtividade de alimentos no país. Essa é a conclusão de um estudo divulgado nesta quinta-feira (5) pela revista “Science”, realizado pelo Instituto de Inovação da Terra e o Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam).

Os pesquisadores analisaram as taxas de desflorestamento do bioma brasileiro durante cerca de dez anos e a produção de soja e carne bovina na Amazônia Legal, que compreende todos os estados da Região Norte, além de Mato Grosso e parte do Maranhão.

Segundo o artigo, a média anual de desmate até 2005 era de 19.500 km² e caiu para 5.843 km² em 2013. Enquanto isso, a produção de soja subiu de 16,3 milhões de toneladas em 2004 para 25,51 milhões de toneladas, em 2012. O rebanho bovino aumentou de 50,21 milhões de cabeças de gado para 79,6 milhões no mesmo período.

De acordo com os cientistas, isso foi possível devido a esforços entre o governo federal e o setor agropecuário, que criou iniciativas como a Moratória da Soja e aderiu a programas de fiscalização, como o “Carne Legal”.

No entanto, para os autores, é preciso integrar mais o público e o privado, além de estudar formas de beneficiar agricultores que mantêm as florestas em pé em suas propriedades.

Parceria
Do lado público, a fiscalização e o combate ao desmatamento ilegal foram reforçados com a criação da lista negra das cidades que mais devastam a Amazônia, iniciativa criada em 2008 pelo Ministério do Meio Ambiente para coibir o avanço do desmate. Os municípios incluídos sofrem sanções como a não liberação de crédito agrícola a produtores rurais.

Do lado privado, a Moratória da Soja, em vigor desde 2006, impede que novas áreas de floresta sejam derrubadas para o plantio do grão e proíbe quaisquer negociações de grandes empresas brasileiras e estrangeiras com aqueles que descumprirem a norma.

Já o Carne Legal, idealizado pelo Ministério Público Federal e que conta com cem indústrias frigoríficas, tem a missão de desestimular consumo de carne produzida com a prática de desmatamento e fiscalizar empresas que criam gado em áreas de preservação.

Segundo Daniel Nepstad, principal investigador do estudo, as medidas, tanto do governo, quanto dos setores alimentícios, são louváveis, mas precisam ser integradas e reforçadas para que o desmatamento seja zerado e a floresta não sofra a pressão que pode existir por conta do crescimento da demanda por alimentos.

Ele cita que é necessária a implantação de metas regionais de combate ao desmatamento, no intuito de que os municípios zerem suas taxas até 2020, com participação das empresas. “Tendo uma abordagem territorial e estadual simplifica essa agenda de sustentabilidade”.

Ane Alencar, diretora do programa Cenários para a Amazônia do Ipam, reforça a ideia de que uma aliança entre a indústria de commodities e as políticas públicas é uma oportunidade de exigir do mercado que o Código Florestal seja aplicado.

“Dificilmente políticas baseadas no comando e controle vão conseguir sozinhas controlar o avanço do desmatamento em um cenário de alta das commodities”, explica a coautora.

Incentivos positivos
Um outro ponto citado pela pesquisadora refere-se à necessidade de conceder incentivos positivos aos agricultores que estão agindo de maneira correta no plantio dentro da Amazônia Legal.

Segundo ela, a facilitação do acesso a crédito, por exemplo, seria uma forma de compensar produtores que sempre estiveram dentro da lei e, desta forma, evitar um possível desmate no bioma.

“Como o Código Florestal veio e anistiou vários produtores que desmataram ilegalmente, é preciso dar um ‘prêmio’ a quem sempre fez o certo. Senão fica a sensação de que ‘preservei minha floresta, dentro da lei, e o cara que desmatou aqui do lado ganhou dinheiro e ainda foi anistiado’”, explica Ane.

Balanço do desmatamento
Dados divulgados pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em novembro passado apontaram que foram desmatados 5.843 km²  no período de agosto de 2012 a julho de 2013 na Amazônia Legal, número 27,8% maior que no período anterior, quando foram registrados 4.571 km² de áreas derrubadas.

Apesar de ter crescido, a taxa de 2013 é a segunda mais baixa da história. O recorde foi em 2012, quando a Amazônia Legal registrou desmatamento de 4.571 km².

Em relação a cada estado, a maior área desmatada foi no Pará, que derrubou 2.379 km², 37% a mais do que em 2012. No entanto, o maior aumento de desmate (52%) ocorreu em Mato Grosso, onde 1.149 km² de floresta foram cortados.

Eduardo CarvalhoDo G1, em São Paulo

Entidades debatem uso público das unidades de conservação do TO

Através de uma plataforma que vai reunir informações como vazão dos rios, quantidade e qualidade de água das bacias hidrográficas, cadastro de usuários, dentre outros dados, a gestão dos recursos hídricos no Tocantins terá um grande avanço. Esse é o objetivo de convênio firmado entre Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semades) e Fundação de Apoio Científico e Tecnológico do Tocantins (Fapto).

O projeto visa desenvolver um estudo detalhado sobre a disponibilidade, conformidade e formatos das informações de cada bacia hidrográfica do Estado. Com isso será possível a implementação do Plano Estadual de Gestão de Informações sobre Recursos Hídricos do Tocantins. Ao todo, serão investidos R$ 700 mil do Fundo Estadual de Recursos Hídricos e contrapartida de R$ 75,7 mil da Fapto.

De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Alexandre Tadeu, essa é mais uma oportunidade de trazer as contribuições da academia para as ações que o Estado precisa desenvolver. “Com o conhecimento gerado pelas universidades, é possível ganharmos em qualidade e efetividade na implantação das políticas públicas”, frisou.

O presidente da Fapto, Paulo Fernando Martins, destacou a importância de aproximar a universidade das demandas da sociedade. “Através desse projeto podemos propor soluções para problemas sociais, dialogando com Estado e sociedade sobre as questões que envolvem a gestão das águas no Tocantins”, comentou.

Sistema

Segundo o coordenador do projeto, o pesquisador Paulo Adler, todos os dados sobre a gestão de recursos hídricos do Estado já foram inseridos no software Fractal. Através dessa ferramenta, as informações serão gerenciadas e disponibilizadas em um site para acesso aos resultados da pesquisa.

“Nós já estamos com todas as informações no sistema. A próxima etapa será irmos a campo para ouvirmos os órgãos ambientais, conselhos, comitês de bacias hidrográficas e comunidade e colhermos sugestões e demandas desses agentes. Esse passo será importante para refinarmos o sistema e torná-lo de fácil acesso a todos os interessados”, explicou.

Entidades debatem uso público das unidades de conservação do TO

Devido à beleza cênica, várias unidades de conservação do Tocantins têm um grande potencial turístico. Para o uso consciente dessas áreas, é preciso congregar atividades de preservação dos recursos naturais com o planejamento da visitação.

Esse foi o tema de debate entre diversas instituições que estiveram reunidas em uma mesa redonda que aconteceu durante a programação do Dia Mundial do Meio Ambiente na quinta-feira, 5, no Museu Palacinho, em Palmas. O objetivo da discussão foi estabelecer uma diretriz para regularizar e implementar o uso público nas unidades de conservação (UC’s).

“Esse momento serviu para pensarmos juntos sobre quais ações vamos executar para fomentarmos o turismo ecológico nas UC’s. Por isso, foi importante ouvir os representantes dos setores interessados a fim de coletarmos ideias”, explicou o turismólogo Warley Rodrigues, do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins).

Para Rafael Moraes, representante da Rede de Empresas de Turismo do Jalapão (Reaja), o desenvolvimento de atividades ecoturísticas também deve contribuir para a geração de renda para as regiões onde as UC’s estão instaladas. “O ecoturismo pode ter tanta rentabilidade quanto outras atividades econômicas, como a mineração e agronegócio, e sendo bem gerida tem a vantagem de não degradar a natureza”, esclareceu.

Na ocasião, também estiveram presentes representantes da Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semades), da Agência de Desenvolvimento Turístico do Estado (Adtur), Instituto Araguaia, Unopar, Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro (Inea-RJ) e gerentes de parque.

Soja tocantinense alcança dois milhões de toneladas, aponta Conab

Um novo marco é conquistado na produção de soja no Tocantins. O Estado deve ultrapassar dois milhões de toneladas da oleaginosa na safra 2013/2014. Os dados são do nono levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), que aponta uma estimativa de crescimento de 37,4% na produção de soja, alcançando 2,11 milhões de toneladas, contra 1.536,44 milhão de toneladas na safra 2012/2013.

Na safra atual, a área plantada de soja também cresceu de 549 mil hectares para 741,07 mil hectares, um aumento de 34,8%, em relação à safra passada. Segundo o engenheiro agrônomo da Secretaria da Agricultura e Pecuária (Seagro), Genebaldo Barbosa, esse crescimento da produção de soja é gradativo. “Se esta estimativa de crescimento permanecer nas próximas duas safras, a produção no Tocantins poderá alcançar os quatro milhões de toneladas de soja”, estimou.

A produção de milho é outro grão em crescimento e confirmado na estimativa da Conab. Na safra anterior teve uma área plantada de 96,23 mil hectares, saltando para 151,02 mil hectares, um crescimento de 58% na safra 2013/2014. A produção cresceu de 448 mil toneladas para 694,38 mil toneladas de milho.

Para o secretário da Agricultura e Pecuária (Seagro), Júnior Marzola, esses números expressivos são decorrentes de fatores atraentes para a produção de grãos no Tocantins. “O Tocantins é privilegiado em diversos aspectos relacionados a clima favorável, chuvas definidas, logística estruturada para os principais portos e solos apropriados para o cultivo de grãos”, disse, acrescentando que os produtores do Estado estão se estruturando para aumentar a capacidade de armazenamento dos grãos.

Dados

Na Região Norte, o Tocantins ocupa o primeiro lugar na produção de soja e a 8ª posição em relação aos outros estados do País.

Revisão: Andressa Figueiredo

Prazo para atualização cadastral do TJTO e Comarcas se encerra no próximo dia 30

A Diretoria de Gestão de Pessoas comunica que o prazo para a atualização cadastral anual se encerra no dia 30 de junho, conforme Portaria nº 1788 de 29 de maio de 2014. O endereço eletrônico específico para atualização é wwa.tjto.jus.br/portaldoservidor.

Para melhor segurança e controle de acesso aos serviços, a Diretoria de Tecnologia da Informação está implantando um novo serviço de controle de acesso e faz algumas observações importantes.

A senha já utilizada no contracheque não funcionará para o recadastramento. TODOS DEVERÃO DEFINIR UMA NOVA SENHA.

Preencha o campo Usuário com sua MATRÍCULA (sem letra) e clique no link “Esqueci a senha ou primeiro Acesso”.

Será enviado para o e-mail que você informou no seu cadastro anterior, um e-mail para definição da senha.

CASO NÃO RECEBA ESTE E-MAIL, significa que você cadastrou um e-mail institucional errado em seu cadastro anterior.

PARA DEFINIR UM NOVO E-MAIL DE LEMBRA SENHA, envie UM SEI para o setor SSA com sua matrícula e e-mail desejado.

O e-mail não precisa ser o institucional.

SE NUNCA FEZ RECADASTRAMENTO, Clique em “Não tenho um cadastro de usuário”, preencha o cadastro e solicite o acesso ao cadastro de servidor através do SEI.

Informações adicionais:

Link para o sistema de atualização cadastral:

http://wwa.tjto.jus.br/recadastramento

Link para resolução que determina o Prazo para atualização cadastral:

http://wwa.tjto.jus.br/elegis/Home/Imprimir/617

Link para resolução da atualização cadastral:

http://wwa.tjto.jus.br/elegis/Home/Imprimir/496

Link para lista de certidões:

http://wwa.tjto.jus.br/portalservidor/index.php/noticias/117-documentos-exigidos-pela-portaria-737-2012-recadastramento-de-comissionados

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3218-4205.

Magistrados da Comarca de Palmas colaboram com Planejamento Estratégico 2015-2020

Uma reunião com magistrados da Comarca de Palmas fechou, nesta terça-feira (10/6), o ciclo de reuniões para o desenvolvimento do Planejamento Estratégico 2015-2020 na Capital. O encontro foi aberto pela presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins, desembargadora Ângela Prudente, acompanhada do diretor do Foro juiz Pedro Nelson de Miranda Coutinho.

“A Comarca de Palmas é a maior do Estado em número de processos, de juízes e servidores. Esse planejamento vai gerir os próximos cinco anos do Poder Judiciário, por isso a participação de vocês é de extrema relevância”, disse a Presidente do TJTO aos magistrados do Foro da Capital. A desembargadora ainda reforçou que é preciso sugerir propostas com visão de futuro, mas que possam ser concretizadas e promovam o crescimento do Judiciário.

O diretor do Foro, juiz Pedro Nelson agradeceu a presença da desembargadora Ângela Prudente e reforçou a importância da participação de todos na construção do Planejamento Estratégico. “É muito importante essa democratização das decisões, sermos ouvidos. As mudanças têm sido dinâmicas e rápidas e precisamos participar ativamente dessas evoluções”, afirmou.

Um dos magistrados a acompanhar a reunião foi o juiz Valdemir Braga, que ressaltou a disposição da presidência do TJ em receber as sugestões de magistrados, servidores e de todos os partícipes da prestação jurisdicional. “Esse Plano é de fundamental importância para o futuro do Judiciário tocantinense, que tem tido destaque nacional em vários aspectos como a digitalização dos feitos físicos, a interiorização da justiça, mas como outros tribunais também precisa evoluir em outras vertentes”, afirmou.

O juiz Antiogenes Ferreira de Souza também parabenizou a iniciativa do Tribunal de envolver todo o Poder Judiciário no planejamento. “É uma tendência do Tribunal tocantinense promover esse envolvimento e é muito importante para todos nós sermos ouvidos e buscarmos juntos a efetividade das propostas de crescimento”, reforçou o magistrado de Palmas.

De acordo com o coordenador estratégico do TJTO José Atílio Beber os servidores de Palmas já foram ouvidos, passando agora para os magistrados. A reunião fecha o trabalho junto à Comarca da Capital. “A participação é muito importante, pois está sendo ouvida a base e com isso nós vamos ter exatamente o que é necessário para o crescimento do Judiciário”, reforçou Beber.

A colaboração de todas as comarcas na construção do Planejamento Estratégico 2015-2020 é uma ação inovadora, pela primeira vez na história do Poder Judiciário do Tocantins o projeto é desenvolvido com a participação de todos. A iniciativa vem promovendo uma maior valorização do 1º grau de jurisdição, que é foco da Gestão 2013/2015 do TJTO. O trabalho começou no mês de março e 38 das 42 comarcas do Tocantins já receberam a visita da equipe da Coges, sendo ouvidos mais de 800 pessoas, entre magistrados e servidores.

MPE notifica Unirg para reduzir professores contratados sem concurso público

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio da 8ª Promotoria de Justiça de Gurupi, expediu notificação recomendatória orientando a Fundação Unirg a reduzir o número de professores contratados a título precário, nomeando os integrantes do cadastro de reserva do concurso público de 2013 e realizando um novo certame.

Segundo a notificação, encaminhada hoje, a Fundação Unirg está descumprindo a Lei Municipal 1.755/08, a qual estabelece, em seu artigo 201, que o máximo de professores contratados pela instituição não pode exceder 20% de seu quadro de docentes.

Atualmente, a Universidade possui 187 professores concursados e 128 contratados ¿ ou seja, o índice de contratados alcança quase metade dos docentes, segundo apuração do MPE.

Também está sendo desobedecida a própria Constituição Federal, que estabelece o concurso público como regra e a contratação temporária apenas como forma excepcional de admissão de pessoal no serviço público.

O documento, assinado pelo Promotor de Justiça Pedro Evandro de Vicente Rufato, lembra que, em 2010, a Fundação Unirg assinou um um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assumindo, perante o Ministério Público, o compromisso de realizar concurso e pôr fim ao número de contratos temporários em desacordo com a Constituição. Mesmo com o concurso de 2013, a situação não foi regularizada.

Prazos
A notificação recomendatória estabelece o prazo de 90 dias para que seja dado início à realização de um novo concurso ou para a nomeação do cadastro de reserva do último certame. Em caso de descumprimento, a gestão da Unirg fica passível de responder judicialmente pela prática de improbidade administrativa.

Fifa confirma Jennifer Lopez na abertura da Copa

Não será nada diferente do que foi previsto e esperado para a abertura da Copa do Mundo nesta quinta-feira (12). Jennifer Lopez estará sim ao lado do rapper Pitbull e da brasileira Claudia Leitte para cantar o tema We Are One.
A informação foi confirmada pela própria Fifa através das redes sociais. A entidade máxima do futebol ainda ressaltou: “Vale chegar cedo” à Arena Corinthians. Até então, a produção da cantora havia anunciado que Jennifer não viria ao Brasil por problemas de agenda.
Por: O Fuxico  | Foto: Divulgação

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