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Mais de sete mil alunos disputaram fase estadual dos Jets e Parajets

A fase regional da 24ª edição dos Jogos Estudantis do Tocantins (Jets) e 1ª edição dos Jogos Paradesportivos do Tocantins (Parajets) contou com a participação de mais de sete mil estudantes de todo o estado. Os vencedores vão, agora, participar da etapa estadual, em Palmas, a partir de sábado, 14. A competição estadual do Parajets será realizada no mês de agosto.

Nos Jets, participaram das provas 6.950 alunos, provenientes de 331 escolas públicas e privadas. Os vencedores das competições regionais irão participar da fase estadual, sendo 344 alunos atletas selecionados para as competições individuais e 640 alunos para os jogos coletivos.

Nos Parajets, 23 escolas participaram da competição, totalizando 70 alunos paratletas. Seguem para a etapa estadual 70 estudantes classificados na regional.

Para o coordenador de Desporto Educacional da Secretaria de Estado da Educação e Cultura (Seduc), Carlos Ricardo dos Santos, a fase regional dos Jogos foi considerada positiva. “A realização da fase regional reunindo alunos de duas Diretorias Regionais de Gestão e Formação foi importante pela interação entre alunos, esta foi uma das inovações deste ano”, ressaltou, frisando que já está tudo pronto para a abertura da etapa estadual dos Jogos.

Os jogos da fase estadual dos Jets, categorias individuais, serão realizados no sábado, 14, a partir das 7h30, em unidades escolares da rede estadual. Já nas modalidades coletivas, a etapa estadual está prevista para começar no dia 18.

Expectativas

Os alunos do Colégio Estadual Padre Gama, de Monte do Carmo, a 97 km da capital, estão ansiosos pela fase estadual. A unidade escolar terá sete equipes competindo na próxima etapa, nas modalidades futsal feminino, futsal masculino, xadrez feminino, atletismo masculino e feminino na prova dos 75m, salto à distância masculino; e 250 m. A estudante Mariana de Oliveira, de 13 anos, ficou em 1º lugar no xadrez. “Fiquei feliz com o resultado e estou ansiosa para as próximas competições”, afirmou a aluna do 9º ano.

Para o professor de Educação Física, Maykel Cleyber Ferreira de Araújo, o sucesso da escola na fase regional é resultado do compromisso e responsabilidade da unidade com o ensino e aprendizagem dos alunos. Lá, os treinos são realizados cinco dias por semana e conta com o auxilio da equipe do programa ‘Mais Educação’. “Com isso, os alunos melhoraram o desempenho esportivo e agora já estamos trabalhando para as próximas competições”, ressaltou.

Já de Palmeiras do Tocantins, a 477 km de Palmas, a estudante Crislaine Lopes Pereira, de 15 anos, garantiu medalha de ouro no futsal feminino e na prova de salto à distância na etapa regional. A aluna do 2º ano do ensino médio da Escola Estadual Raimundo Neiva de Carvalho participa do Jets há cinco anos. “Os jogos me ajudaram a controlar os sentimentos, brigava muito na escola, era muito estressada, estou mais calma, aprendi a conviver com os colegas do time e estou me preparando para as competições estaduais”, frisou.

O estudante Kássio da Luz Nascimento, 12 anos, também se prepara para a fase estadual dos Jogos. Aluno do 7º ano do ensino fundamental da Escola Estadual Rezende de Almeida, em Itapiratins, a 255 km da capital, ele foi campeão no lançamento do dardo. Para ele, participar dos Jets é uma forma de incentivo para estudar mais.

Modalidades

Nas competições estudantis, os alunos foram divididos nos grupos de 12 a 14 anos e de 15 a 17 anos e competem nas modalidades de atletismo, ciclismo, Ginástica rítmica, natação, bocha, tênis de mesa, vôlei de praia, xadrez, badminton, futsal, voleibol e handebol. No Parajets, a categoria é única, com as modalidades de atletismo e tênis de mesa.

Os vencedores da etapa estadual irão participar dos Jogos Escolares da Juventude, no mês de setembro, em Londrina/PR, para os alunos/atletas de 12 a 14 anos. Para os competidores de 15 a 17 anos, a fase nacional será realizada em João Pessoa/PB, no mês de novembro. Já os vencedores do Parajets irão participar das Paralimpíadas Escolares, que será realizada em São Paulo/SP, em novembro

osélia Lima / Seduc

Sine Tocantins divulga balanço positivo do “Dia D” para inclusão de pessoas com deficiência

O Governo do Estado por meio do Sine Tocantins divulgou nesta segunda-feira, 09, o balanço do “Dia D” para inclusão profissional de pessoas com deficiência e reabilitados do INSS realizado no dia 29 de maio, em Palmas. O evento teve como meta reunir no mesmo espaço as empresas que precisam contratar e os trabalhadores candidatos a uma oportunidade de emprego o que resultou na disponibilização de 158 vagas, cadastro de 109 pessoas com deficiência e reabilitados, 71 encaminhamentos de emprego e 21 contratações efetivadas até o momento. Lembrando que alguns trabalhadores ainda estão em processo de contratação.

Segundo a subsecretária do Trabalho, Mariza Sales, além dos números bastante expressivos para a realidade desse universo de contratação o Dia D provocou uma importante mobilização social em torno do tema: “A ação promoveu a discussão do tema na sociedade e o envolvimento de importantes parceiros como o Ministério do Trabalho, Governo do Estado por meio da Secretaria do Trabalho e da Assistência Social, e Secretaria da Educação, Associação de Surdos e Mudos, INSS e a presença fundamental da imprensa. Essa movimentação gera mudança de paradigmas e conscientização dos empresários e sociedade o que é nosso maior ganho”. Comemorou a subsecretária durante reunião com a equipe de trabalho e parceiros.

A iniciativa que priorizou a participação de empresas obrigadas pela Lei de Cotas (Lei Federal nº 8.213/91) a contratarem pessoas com deficiência foi realizada em diversas unidades do Sine nas cinco regiões do País. A Inovatec Construtora e Engenharia participou do Dia D e o gerente de Recursos Humanos, Diego Rafael Freitas, avalia a ação: “O evento foi muito positivo, conseguimos contratar duas pessoas e estamos entrevistando a terceira. O Dia D gerou a aproximação necessária, tínhamos muita dificuldade de encontrar pessoas com deficiência com interesse de trabalhar nas frentes de obras e no evento isso foi possível”. Explica o gerente.

O jovem Tales Sizervincio Moreira foi entrevistado pela Inovatec durante o Dia D e já está trabalhando, há uma semana, em uma das obras da empresa como auxiliar de almoxarife. Tales possui uma deficiência visual, mas segundo ele a limitação não o impede de exercer a função que foi selecionado a desempenhar e comemora: “Estou muito feliz pela oportunidade, pois é muito difícil para nós conseguirmos emprego. O Dia D facilitou esse processo”.

Sine Especial 

No Tocantins, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), março de 2014, existe 78 empresas obrigadas por lei a contratarem pessoas com deficiência. Somando a cota dessas empresas, são 814 vagas disponíveis no mercado, 292 pessoas contratadas e um déficit de 522 contratações.

Para minimizar esse número, além da fiscalização realizada pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o Estado conta com o Sine Especial, uma ação do Sine Tocantins, voltada para públicos de difícil colocação, como jovem aprendiz, pessoas acima de 40 anos e pessoas com deficiência.

As pessoas com deficiência a procura de emprego e as empresas interessadas em contratar podem entrar em contato com o Sine Tocantins pelos números 32181937 e 32181967.

por Lara Cavalcante em Sine

Colômbia: governo fecha fronteiras terrestres devido a eleições

O governo da Colômbia fechará na madrugada de amanhã (14) as fronteiras terrestres do país por causa do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (15). O país faz fronteira com o Brasil, o Equador, o Panamá, o Peru e a Venezuela. O fechamento das fronteiras terrestres durante as eleições no país é uma medida comum, adotada para “garantir a segurança e a ordem pública”.

A fronteira mais extensa é com a Venezuela (2.219 quilômetros). Milhares de colombianos vivem lá, por isso, o movimento na fronteira é intenso hoje (13).

O segundo turno das eleições é disputado pelo presidente Juan Manuel Santos, candidato à reeleição pela Coalizão Unidade Nacional e pelo opositor, Óscar Zuluaga, do Centro Democrático, partido de extrema direita, criado pelo ex-presidente e senador eleito Álvaro Uribe.

As pesquisas de intenção de voto apontam uma disputa acirrada, com pequena margem de diferença entre os dois candidatos. No primeiro turno, Zuluaga conquistou quase 500 mil votos a mais do que Santos, mas o presidente diz estar confiante. Ontem (12) ele destacou que vai ganhar a eleição com uma margem de diferença de 8 pontos a 10 pontos de vantagem.

Zuluaga não teve compromissos públicos, porque está “de licença médica”, desde a última quarta-feira (11), devido a uma laringite. Mas o ex-presidente Álvaro Uribe continua ativo nas redes sociais.

Ele diz ter “informações” de que um esquema de fraude teria sido montado para o domingo. Mas o órgão eleitoral recomendou que Uribe apresente suas denúncias às autoridades competentes para investigação.

As eleições vão ocorrer um dia depois da estreia da seleção colombiana na Copa do Mundo, contra a Grécia, amanhã. Depois de 16 anos sem participar da competição, a estreia é bastante esperada pelos colombianos, que vão assistir ao jogo, com a Lei Seca em vigor.

Ambos os candidatos incentivam a população a comparecer às urnas no domingo, mas existe um temor de que as festividades da Copa prejudiquem o comparecimento. No primeiro turno, mais de 32 milhões de eleitores foram convocados, mas somente 40% do eleitorado votaram.

Leandra Felipe-Correspondente Agência Brasil/EBC Edição: Talita Cavalcante

Palácio Araguaia e secretarias ganham decorações da Copa

Com quatro painéis medindo 12 metros de altura instalados no Palácio Araguaia e horário diferenciado, nos dias de jogos da seleção brasileira, “O Tocantins acredita” entra no clima de copa do mundo, demonstrando o otimismo do governo em relação ao futuro de grande desenvolvimento do Brasil e do Tocantins, inclusive no que se refere ao sucesso do time brasileiro.

O clima de Copa do Mundo também contagiou as secretarias, empresas e autarquias de todo o Estado. A secretaria do Esporte está decorada há duas semanas. Bandeiras, bolas, serpentinas enfeitam toda a sede da Pasta, interna e externamente.

Na Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, os funcionários se mobilizaram para decorar salas e corredores. Além de outros prédios públicos do Estado que receberam enfeites relativos ao torneio a Agência de Fomento do Estado e a de Desenvolvimento Turístico e as Secretarias de Defesa Social e a do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

O Corpo de Bombeiros, cuja data nacional é comemorada em 2 de julho, programou evento para a semana de 27 de junho a 6 de julho, fazendo alusão à Copa.

Expectativa

Confiança. Isso é o que passa pela cabeça do secretário estadual do Esporte, Rodolfo Costa Botelho, em relação à participação do Brasil na Copa do Mundo. Segundo o secretário, a expectativa é a melhor possível. “Estou confiante que temos uma boa Seleção e que, no final das contas, o Brasil chegará ao título mundial pela sexta vez”, prevê Rodolfo Botelho, apostando suas fichas no ataque, com Neymar e Fred, e na defesa, com o goleiro Julio Cesar os zagueiros Thiago Silva e David Luiz. O secretário disse também que este é um momento de confraternização entre os familiares e amigos.

Para Rodolfo Botelho, a Copa do Mundo sensibiliza as pessoas e traz benfeitorias, como é o caso do Estádio Nilton Santos, que receberá modernização. Isso vai incentivar ainda mais o público a ir ao estádio para assistir aos jogos.

O Governo do Estado também decidiu, por meio da Secretaria do Esporte, em parceria com as prefeituras, viabilizar a criação de novas escolinhas esportivas. Segundo ele, todos os segmentos estão buscando parcerias com a Secretaria, como assentados, indígenas, clubes amadores, profissionais e prefeituras. Para Rodolfo Botelho, tudo é consequência do fato de este ser um ano de Copa do Mundo.

Turismo

A presidente da Agência de Desenvolvimento Turístico (Adtur), Adriana Ramos, também está otimista em relação à Copa e ao hexacampeonato do Brasil. Para ela, os investimentos em estádios, aeroportos, estradas e a qualificação dos receptivos foram importantes para elevar a imagem do Brasil no exterior e para dar ao País condições de receber mais eventos esportivos, de negócios, religiosos e turísticos.

Entusiasta de esporte de aventura e do ecoturismo, Adriana avalia que o Tocantins também será beneficiado com a realização da Copa no Brasil, com a abertura de novas escolinhas e melhoria dos estádios, para incentivar as novas gerações a praticarem esportes.

O presidente da Agência Tocantinense de Saneamento, Edmundo Galdino, também está otimista em relação à Copa e aposta que o Brasil tem plena condição de ser, mais uma vez, campeão do mundo. Para ele, o evento também vai refletir, de forma positiva, no Tocantins, incrementando o turismo. Em relação ao esporte, acredita que aumenta a possibilidade de se buscar incentivos junto aos empresários e ao poder público.

Célia Bretas / Esporte e Lazer

Expo Brasil de Paraíso é aberta oficialmente com participação da Seagro

A abertura oficial da XIX ExpoBrasil Tocantins 2014 de Paraíso aconteceu na noite desta quarta-feira, dia 11, no Parque de Exposições da cidade e contou com a participação do secretário da Agricultura e Pecuária, Júnior Marzola e do secretário executivo, Ruiter Pauda, além de autoridades estaduais, prefeitos, presidentes de sindicatos rurais e parceiros. A Feira teve início no dia 6 de junho, mas a pré-feira começou no dia 1º de julho com a realização do II Leilão de Progene de IATF de Repasse –TO.

Segundo o presidente do Sindicato Rural de Paraíso, Paulo Armando Maciel, a exposição deste ano tem a expectativa de receber diariamente cerca de 10 mil pessoas. No local, estão sendo expostas máquinas e implementos agrícolas, animais, e demais produtos de utilização no campo. A intenção é superar os R$ 15 milhões em negócios. “Somente no primeiro dia de exposição já negociamos mais de R$ 6 milhões com o leilão de seis mil cabeças de gado. Então a nossa expectativa é que no final da exposição esse número possa chegar ou ultrapassar os $ 15 milhões”, afirmou.

O expositor Murilo Souza, participa da Expo Brasil há cinco anos e diz que a feira é sempre uma boa oportunidade de expor seu produto. “A movimentação maior acontece mais para o final da semana é onde consigo vender mais os meus produtos”, explicou o expositor de pinga destilada e mel, trazidos de Minas Gerais.

De acordo com o secretário da Agricultura e Pecuária, Júnior Marzola, a exposição é uma das maiores do Estado e tem recebido destaque e apoio por parte do Governo. “Aqui são realizadas negociações que fazem circular a economia, além é claro de trazer conhecimento e oportunidades para o homem do campo conhecer as novidades do agronegócio”, informou.

Durante a abertura aconteceu o rodeio da Companhia João Palestino. Nos demais dias estão previstas oficinas de empreendedorismo, o II Leilão Quarto de Milha TOP Tocantins, provas dos 3 Tambores e de laço com cavalos, Feira de Touros, rodeios, palestras, além de shows de renome nacional e regional. Para esta quinta-feira, 12, a programação prevê palestras de Manejo e Alimentação sem custos, e Travessia do Leite, além de rodeio e shows.

Mara Nascimento – Ascom/Seagro

 

Professores fazem greve de fome no interior do Pará

Oito professores municipais e agentes educacionais declararam greve de fome em Xinguara, no interior do Pará, para chamar a atenção para intervenção do Ministério Público Estadual nas negociações de reajuste salarial da categoria. Os educadores da cidade estão em greve há quase um mês, quando decidiram cruzar os braços após semanas de disputas por reajuste salarial e outros direitos. A Justiça foi acionada e se posicionou inicialmente de maneira favorável aos educadores, não determinando a volta às aulas imediatos.

O caso foi levado ao Tribunal Regional do Trabalho, que ainda não decidiu sobre a legitimidade da paralisação. O que revoltou os professores e culminou na greve de fome foi o fato de, mesmo sem uma definição da Justiça, o promotor Renato Bellini ter emitido recomendação orientando o município a cortar pontos, abrir processo administrativo contra os grevistas e e contratar substitutos. Em outras cidades paraenses como Abaetetuba e Barcarena, e mesmo na capital Belém, professores municipais também estão mobilizados, mas em nenhuma delas a situação chegou a tal extremo.

“Estamos há mais de 58 horas sem se alimentar, tomando somente água de coco e água, com acompanhamento médico”, diz a professora Maria Reis, da comissão de negociação dos grevistas. “Estamos tentando negociar, mas a situação chegou a tal ponto que não deu mais. Temos legalidade por parte do judiciário, mas não houve nenhum esboço de tentativa do governo municipal negociar”, afirma. “Não temos tido espaço para cobrar nossos direitos. Não podemos mais entrar nos espaços educacionais ou nas plenárias em que o assunto é discutido na Câmara Municipal. Colocaram seguranças para barrar nosso acesso.”

Repórter Brasil tentou contato com o prefeito Osvaldinho Assunção (PMDB), mas não obteve retorno. Com 22 anos de profissão, a educadora reclama da maneira como a prefeitura está conduzindo a situação. “Estamos preocupados com o ano letivo e por isso resolvemos radicalizar. São vidas que estão aqui. Estamos em greve de fome em frente ao Ministério Público e o sindicato estadual (Sintepp) está em Xinguara para tentar negociar. A prefeitura está contratando substitutos, que não são pessoas qualificadas. O prefeito chegou a falar que resolveria a situação com mutirões de outras secretarias. Educação não se faz com mutirão e sim com profissionais”, lamenta.

Denúncia de desvio de recursos
Alvo do protesto, o promotor Renato Bellini afirma que não vai revogar a recomendação a não ser que a Justiça determine que a greve é legal. Questionado sobre o fato de ter assumido a defesa da prefeitura sem que a paralisação tenha sido julgada, ele diz que agiu por estar sendo pressionado por pais e pelos professores contrários à paralisação. “Houve um problema entre o juiz e o advogado do município, e o processo subiu para um desembargador. A gente perdeu a autoridade judicial e a greve continuou, não teve jeito”, diz o promotor, que defende que a greve em questão é ilegal. “Os piquetes são agressivos, há diversos problemas. E se eles fazem uma greve, têm que respeitar algumas regras. Uma delas é abrir a assembleia com quórum de instalação, de deliberação, ouvir todo mundo e conferir direito a voto. A decisão tem que ser colegiada, mas temos depoimentos de professores que afirmam terem sido expulsos da assembleia.”

Professores querem que Corregedoria do MPE abra investigação para apurar conduta do promotor. Foto: Divulgação/Sintepp

Ele diz que os professores que cruzaram os braços não representam toda a categoria e têm sido intransigentes. “Participamos de três tentativas de negociação, mas a postura dos grevistas foi infrutífera. Eles sempre tumultuavam, nem chegaram a debater a proposta. O município entrou com uma ação para declarar a ilegalidade”, defende, ressaltando que em Xinguara o piso da categoria é respeitado – o promotor diz que, em municípios em que atuou antes, como Pacajá e Anapu, chegou a “encabeçar a luta dos professores porque a prefeitura não estava pagando o piso”.

“O município apresentou as planilhas e questões de custo. Eles estão cumprindo a lei do piso. Qual é o problema então? É que eles chegam nessas reuniões e começam a levantar questões, que tem desvio aqui, recurso aplicado indevidamente aqui, que tem contratado assim, que tem aquilo. E querem que essas denuncias sejam inseridas nessa discussão”, diz.

As denúncias dos professores são em relação à maneira como os recursos federais do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) estão sendo distribuídos na cidade. Os educadores reclamam que falta transparência e nunca tiveram acesso a informações sobre os repasses. Questionado se chegou a abrir inquérito para verificar as denúncias feitas nas reuniões, o promotor diz não ter cogitado a possibilidade até então. “Na hora que ficaram falando, me pareceu acusação sem fundamento. Precisa de elementos mínimos. Mas eu pedi, venham conversar, entreguem depoimentos, isso vai ser apurado.Vou instaurar procedimento de administração para ver isso do Fundeb. Não cheguei a verificar ainda, estou concentrado nas questões da greve”, afirma.

Por Daniel Santini

Índios comparam ruralistas a bandeirantes em protesto contra a PEC 215

São Paulo (SP) – Cerca de 200 índios da etnia guarani, acompanhados de outros 100 integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), do Movimento Passe Livre (MPL) e do Comitê Popular da Copa do Mundo, realizaram nesta sexta-feira, dia 6, um protesto em São Paulo (SP) contra a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215. Eles pedem o arquivamento do projeto, que transfere a tarefa de demarcação de territórios indígenas e áreas quilombolas do Poder Executivo para o Congresso Nacional.

“Estamos aqui hoje para mostrar nossa insatisfação com uma política de Estado”, explicou àRepórter Brasil Karaí Popygua, liderança indígena e morador da aldeia Tekoa Pyau, na terra indígena Jaraguá, localizada no extremo norte da capital paulista. “Estamos resistindo a todas essas investidas. Queremos muito que o governo respeite os nossos territórios e demarque os nossos espaços, para que possamos viver de uma maneira justa em nossas terras”, acrescenta.

Os manifestantes ocuparam os dois sentidos da avenida Pedro Álvares Cabral —“homenagem ao primeiro branco que invadiu nossas terras”, como lembraram os índios —, em frente à Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), onde ocorria uma audiência pública para discutir a PEC 215, organizada por integrantes da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), a chamada bancada ruralista. De acordo com os índios, a iniciativa faz parte de uma série de tentativas dos ruralistas de fortalecer a proposta e conseguir sua aprovação. Os manifestantes afirmam que não participam dessas atividades com o objetivo de não legitimar o projeto.

Vazia, audiência não tem participação indígena

Organizadores da audiência no interior da Alesp, os deputados federais Osmar Serraglio (PMDB/PR) e Junji Abe (PSD/SP), integrantes da bancada ruralista, argumentaram, na abertura do evento, que “pretendiam ouvir todas as parcelas da sociedade brasileira envolvidas”. Mesmo assim, a sessão estava esvaziada e contava com de pouco mais de 20 presentes, com maioria de representantes de entidades ligadas ao agronegócio. Nenhum indígena compareceu.

Também estiveram presentes o procurador da República Walter Claudius Rothemburg, o jurista Dalmo de Abreu Dallari, o desembargador do Tribunal Regional da 3ª Região (TRF-3) Luiz Stefanini e o diretor da Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp), Angelo Munhoz. Além deles, participaram representantes da Sociedade Rural Brasileira, da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo.

“Seria inútil participar da audiência. A gente já sabe o que significa essa PEC”, afirmou Jera Guarani, residente da terra indígena Tenondé Porã (veja mais abaixo), nas imediações de Parelheiros, extremo sul de São Paulo (SP). Segundo ela, a iniciativa dos ruralistas tenta enganar os povos indígenas ao argumentar que no âmbito legislativo a demarcação de terras seria mais rápida.

Ela ressaltou que, por conta da força da bancada ruralista e da sub-representação de índios no Congresso, dificilmente a medida seria benéfica. “Todo mundo sabe, e principalmente os índios, que se a demarcação de terras cair nas mãos deles não vai haver mais demarcações”, salienta.

“A PEC 215 é absolutamente inconstitucional. Ofende a Constituição a começar pela quebra da separação de poderes”, disse o jurista e professor aposentado da Faculdade de Direito da USP, Dalmo Dallari, em entrevista à reportagem. Ele estava presente na audiência que ocorria ao mesmo tempo do protesto no interior da Alesp (veja box acima). “As tarefas administrativas são de competência do Executivo e o que se está pretendendo é que o Congresso participe da demarcação de terras, que é atividade essencialmente administrativa.” “Outro ponto é que a PEC permite a revisão de terras já homologadas. Não é possível constitucionalmente essa revisão que, em muitos casos, significa retirar direitos fundamentais”, completou Dallari.

Ruralistas e bandeirantes
Durante o ato, os indígenas malharam bonecos representando membros da bancada ruralista, como a senadora Kátia Abreu (PMDB/TO) e o senador Blairo Maggi (PR/MT), e os deputados Alceu Moreira (PMDB/RS), Luiz Carlos Heinze (PP/RS) e Paulo César Quartiero (DEM/RR). E também afixaram cartazes com o rosto dos parlamentares no Monumento às Bandeiras, vizinho ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo (SP), e nas proximidades da Alesp.

Comissão Guarani Yvyrupa fecha a Av. Pedro Álvares Cabral em São Paulo (Foto: Beatriz Macruz)

“Os ruralistas de hoje são os bandeirantes de ontem, e por meio da caneta querem nos matar como nos mataram no passado com suas armas de fogo”, afirmam os índios em um manifesto divulgado nesta sexta-feira. “Enquanto os brancos homenageiam em estátuas, ruas e rodovias aqueles que nos mataram, seus governantes continuam encarnando o espírito dos bandeirantes. Pedro Álvares Cabral foi o primeiro ruralista. E muitos o sucederam”, acrescenta o documento. “[Eles] têm o espírito dos bandeirantes, aqueles que usam de seu poder para enriquecer e concentrar terras, enquanto nós povos originários continuamos nas beiras de estrada, espoliados de nossos tekoa, e grandes massas de excluídos seguem sem ter onde dormir, sem ter onde morar, sem ter onde plantar.”

Jaguata katu joupiveguari!
Organizados em torno da Comissão Guarani Yvyrupa (CGY), que reúne no município de São Paulo guarani do Sul e Sudeste do Brasil, os índios também conclamam, segundo o manifesto divulgado hoje, que “movimentos sociais do campo e da cidade se unam para formação de uma frente única contra os ruralistas”. Conforme afirmam, políticos ligados à bancada ruralista e empresários do ramo do agronegócio estão entre os principais patrocinadores da violação de direitos contra índios, pequenos agricultores, trabalhadores sem-terra e outros povos tradicionais.

“Qualquer movimento do campo, historicamente, sofre um ataque da oligarquia rural e, hoje, do que a gente chama de agronegócio, com a mídia e o capital financeiro, que avançam em territórios sobre os quais ainda não têm controle”, aponta Michel Navarro, da coordenação regional do MST. As organizações citam no manifesto, por exemplo, o deputado federal Luiz Carlos Heinze, que em uma declaração recente classificou homossexuais, quilombolas e indígenas como “tudo aquilo que não presta”. Recentemente, o parlamentar foi, juntamente com seu colega Alceu Moreira (PMDB/RS), alvo de uma representação por racismo e incitação ao crime, apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF).

“Da mesma forma que ocorre com os indígenas, acontece com os assentamentos [da reforma agrária]. Então, para a gente enfrentar a concentração de terras e a força do agronegócio no Congresso, precisamos fazer uma ampla aliança, sobretudo com os povos do campo”, lembra o integrante dos Sem Terra.

O ato durou cerca de três horas. Ao longo da manifestação, os índios entoavam cânticos e celebravam a sua cultura. “Jaguata katu joupiveguari!” e “Nhanembaraete joupiveguari!”, ouvia-se durante a passeata. Em guarani, eles queriam dizer: “Vamos andar juntos, todos aqueles que são iguais. Vamos ficar fortes, todos aqueles que são iguais!”.

Ministro da Justiça José Eduardo Cardozo também é alvo de protesto

A população guarani que reside na Grande São Paulo distribui-se hoje em seis aldeias, que fazem parte de duas Terras Indígenas atualmente em processo de regularização fundiária. A demora em solucionar os problemas nessas terras fez com que o ministro José Eduardo Cardozo também fosse alvo de protestos na tarde desta sexta-feira.

Duas aldeias, denominadas Aldeia Ytu e Aldeia Pyau, localizam-se no Pico do Jaraguá e compõem a Terra Indígena Jaraguá. As outras quatro aldeias localizam-se no extremo sul da metrópole, na Terra Indígena Tenondé Porã, duas delas em Parelheiros (Aldeia Barragem e Aldeia Krukutu), uma próxima ao distrito de Marsilac (Tekoa Kalipety) e a última em São Bernardo do Campo (Aldeia Guyrapaju). Hoje, a Funai reconhece que esse território deveria abranger 16 mil hectares (Para pesquisar sobre as terras indígenas existentes no Brasil, clique aqui).

A Terra Indígena Jaraguá, situada na Zona Norte da capital e que, segundo a CGY, é a menor do Brasil, concentra aproximadamente 700 guarani em 1,7 hectare, embora a Funai reconheça que deveria abranger 532 hectares. A aldeia Pyau fica fora dos 1,7 hectare já regularizados e atualmente há uma decisão judicial que determina o despejo dos Guarani que ali habitam.

O processo de demarcação conforme a metragem reconhecida pela Funai agora depende do Ministério da Justiça e os guarani reivindicam a publicação imediata da Portaria Declaratória de todas as Terras Indígenas na Grande São Paulo.

pec215-1Cartaz diz: “ministro da Justiça que perdeu a caneta”. Foto: Beatriz Macruz

Repórter acusa servidores da prefeitura de agressão: “Fomos recebidos a socos e pontapés na Secretaria”, afirma

A53984e007abf7Na manhã desta quarta-feira, 11, motoristas que prestam serviços para a Secretaria Municipal de Infraestrutura de Araguaína realizaram uma manifestação em frente ao órgão reivindicando o pagamento de salários, que segundo eles estariam atrasados há pelo menos seis meses. Os manifestantes bloquearam os portões da Secretaria com caçambas, impedido a entrada e saída de veículos do local e com o apoio de um carro de som cobravam a solução do impasse.Veja o que diz  Stoff  na  rede social:

 Venho através desta postagem nesta rede social comentar sobre o ocorrido na manhã desta quarta-feira, onde eu e a equipe da TV Líder, realizando o nosso trabalho na cobertura de uma manifestação de caçambeiros em frente a Secretaria de infraestrutura do Município reivindicando seis meses de pagamentos atrasados, ao buscamos uma fala com o Secretario de Infraestrutura, fui agredido por um servidor do município que agrediu com chutes, e empurrões, e ainda deram socos na câmera e empurraram o repórter cinematográfico Orlando Netto. Repudiamos a atitude dos servidores envolvidos e esclarecemos que sempre exercemos o nosso trabalho com base no Código de Ética do Jornalista que afirma:

I – Do Direito à informação.

Art. 1º – O acesso à informação pública é um direito inerente à condição de vida em sociedade, que não pode ser impedido por nenhum tipo de interesse.

Art. 2º – A Divulgação de informação, precisa e correta, é dever dos meios de comunicação pública, independente da natureza de sua propriedade.

Art. 3º – A informação divulgada pelos meios de comunicação pública se pautará pela real ocorrência dos fatos e terá por finalidade o interesse social e coletivo.

Art. 4º – A prestação de informações pelas instituições públicas, privadas e paticulares, cujas atividades produzem efeito na vida em sociedade, é uma obrigação social.

Art. 5º – A obstrução direta ou indireta á uma divulgação da informação e aplicação de censura ou autocensura, é delito contra a sociedade.

No primeiro momento me sentir humilhado, desrespeitado, e desmoralizado. Porém não sera atitudes covardes como esta de homens covardes e que tentam esconder a verdade dos fatos que iram me fazer desanimar e fazer com que eu desista de exercer o meu trabalho e exerça a profissão que amo. Afirmo ainda que medidas serão tomadas e ingressarei com uma ação judicial tanto contra o servidor envolvido como contra a prefeitura Municipal de Araguaína.

continuarei trabalhando com base no que diz o Codigo de etica do jornalista:

Art. 9º – É dever do jornalista:
a) Divulgar todos os fatos que sejam de interesse público.
b) Lutar pela liberdade de pensamento e expressão.
c) defender o livre exercício da profissão. d) Valorizar, honrar e dignificar a profissão.
e) Opor-se ao arbítrio, ao autoritarismo e a opressão, bem como defender os princípios expressos na Declaração Universal dos Direitos do Homem.
f) Combater e denunciar todas as formas de corrupção, em especial quando exercida com o objetivo de controlar a informação.
g) Respeitar o direito à privacidade do cidadão.
h) Prestigiar as entidades representativas e democráticas da categoria.

A verdade é uma só: Xuxa não é mais a mesma

Só agora tive tempo de assistir a entrevista completa de Xuxa no programa Altas Horas do último sábado ( 7). E terminei com uma certeza absoluta: o tempo fez muito bem para a rainha dos baixinhos! Aos 51 anos, Xuxa virou um mulherão, coerente e firme em suas declarações, madura para falar sobre qualquer assunto com segurança.

programa de Serginho Groisman mostrou uma entrevista incrível, com conteúdo, curiosidades, e uma Xuxa ainda mais encantadora, firme em suas posições e sem medo de tocar neste ou naquele assunto.

Conheço a Xuxa e sempre gostei muito dela. Agora gosto mais ainda. Neste mundo de gente famosa, onde muitos se preocupam em criar um marketing adequado, ela faz a diferença por ser verdadeira e transparente. Vale a pena registrar os melhores momentos da entrevista.

Sobre o filme Amor Estranho Amor: pronto, ela falou!

“Tenho visto tanta coisa falando coisa que não esta certa. Fico triste com a falta de informação… Gente, não precisa gostar de mim, mas não maltrate as crianças.

Tem muita gente que  fala do filme que eu fiz, que é vergonhoso (…) Se quiser falar, fala, mas uma coisa não tem nada a ver com outra. Se quiserem comparar,  comparem o filme com a cena de um pai batendo numa criança (….)  Comparem a cena de eu beijando um menino quando tinha 18 anos e o menino tinha 13. E vejam o que é mais vergonhoso. Vamos ser justos!”

Palmas pra ela!!!!

Lei Menino Bernardo: Ela não é novata nessa história

“Eu tô brigando, lutando por essa lei faz 9 anos… tem dois anos que as pessoas sentaram em cima dela, disseram que não ia sair. Agora só falta a presidenta assinar. A pessoa que assinar isso vai ser lembrada pro resto da vida. Tomara que ela seja nossa Princesa Isabel e assine logo isso para as crianças se verem livres disso que acontece há tanto tempo”.

Bota ortopédica e osso quebrado

“Eu tô com esse problema no pé. As pessoas falam que é uma a sesamoidite, mas não é. Eu realmente quebrei o meu osso sesamóide, e ele não calcifica. Como fiquei com ele quebrado e usando salto alto, o osso necrosou. E agora não passa mais o sangue por ali. Se mesmo usando a bota o sangue não começar a passar, vou fazer três furos (….).  Se isso não acontecer, vou ter que operar e eles vão retirar o osso. Se retirar o osso não vou poder nem por o pé no chão.  Estou fazendo isso pra não operar. Todo mundo olha pra mim e fala: ‘Ainda tá com essa bota!’. Tenho feito fisioterapia semanalmente e não é uma coisa fácil. Tenho que usar a bota todo tempo, só tiro pra tomar banho e dormir.”

Merecido descanso

“Este é um ano atípico (…). Não acho legal nem eu oferecer alguma coisa pra Globo, nem a Globo me oferecer algo (…).  É mais que merecido eu poder ter um pouco de tempo pra me cuidar. E também dar um pouco de descanso da minha cara pras pessoas. Afinal, são mais de 30 anos. É bom as pessoas sentirem um pouco de saudade”.

Por: Esther Rocha  | Foto: TV Globo / Altas Horas |

Articulação do Senador Vicentinho Alves leva ANAC a reduzir valores de multas durante a Copa do Mundo

Em maio, o senador Vicentinho Alves (SD/TO) ALERTOU A COMUNIDADE AERONÁUTICA e a ANAC – Agência Nacional de Aviação Civil sobre medidas anunciadas pela agência, através das resoluções nº 316/2014 e nº 317/2014, que podem gerar insegurança em operações aéreas durante a Copa do Mundo 2014, no Brasil. Em reunião na Agência, com a presença de diretores da autarquia, entre eles o diretor de aeronavegabilidade, Cláudio Passos, o senador questionou as novas determinações sobre o uso do pátio nos aeroportos (slots) e os novos valores de multas e infrações imputadas aos operadores aéreos que descumprirem as normas.

        Em atendimento à solicitação do senador Vicentinho Alves pela redução das multas, a ANAC determinou, esta semana, a redução em 50% no valor das multas para operadores de aeronaves particulares de pequeno porte que descumprirem horários designados para pouso e decolagem no período da Copa.

 

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