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Justiça Federal extingue processo em que União pediu liberação de rodovias interditadas por caminhoneiros

O juiz federal Adelmar Aires Pimenta, titular da 2a Vara Federal de Palmas, extinguiu o processo em que a União pediu a liberação dos trechos das rodovias federais, localizados no Tocantins, interditados por caminhoneiros que protestam contra o aumento nos preços dos combustíveis. A Ação de Manutenção de Posse foi movida contra a Associação Brasileira de Caminhões (ABCAM), a Associação Comercial e Industrial de Paraíso (TO) e contra o Sindicato dos Caminhoneiros do Estado do Tocantins. A sentença foi proferida na tarde desta quinta-feira (24).

O magistrado alegou em sua sentença que a via processual utilizada pela União foi inadequada. “É mais do que evidente que os demandados não têm qualquer intenção de exercer sobre as rodovias federais poderes inerentes ao domínio e, portanto, não tem e nem intentam posse sobre os bens públicos”, expôs e ainda explicou que no entendimento legal o conceito de possuidor é “todo aquele que tem de fato o exercício, pleno ou não, de algum dos poderes inerentes à propriedade”.

Outro ponto citado pelo Juiz Federal, que o levou  extinguir o processo, diz respeito ao fato de que a União “não desocupou as rodovias e efetuou a prisão dos ocupantes porque não quis. Para cumprir seus deveres o Poder Executivo não precisa das ‘bênçãos’ do Poder Judiciário”, afirmou.

Processo nº: 1000772-49.2018.4.01.4300

Por causa de crise, OAB pede suspensão de audiências no TJ, na JF e na Justiça do Trabalho

A OAB-TO (Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins) solicitou, na manhã desta quinta-feira, 24 de maio, que o TJ-TO (Tribunal de Justiça do Tocantins), a Justiça do Trabalho no Estado e a Justiça Federal suspendam todas as audiências previstas para esta semana e em todo o período que durar a crise de desabastecimento no Estado. Os pedidos foram protocolados pessoalmente pelo secretário-geral da OAB-TO, Célio Henrique Magalhães Rocha, e pela advogada da Procuradoria de Prerrogativas Alessandra Soares Cezar.

“O pedido se dá em razão da real dificuldade de locomoção dos advogados em todo o Estado, que além da falta de combustível, há trechos das rodovias interditados”, explica o documento da OAB entregue aos órgãos judiciários.

Célio Henrique e Alessandra estiveram na sede do TJ-TO, na Corregedoria do TJ, na Justiça Federal e na Justiça do Trabalho. “Como estamos em meio a uma eleição suplementar para governador, não poderíamos fazer o mesmo pedido à Justiça Eleitoral, mas os colegas que atuam nesta esfera contam com total respaldo nosso caso precisem”, destacou o secretário-geral.

No documento protocolado nesta manhã, a OAB ressalta que caso não haja a suspensão das audiências já designadas, “ocorrerá grave prejuízo as partes e seus causídicos, pois não há como se locomover em razão dos bloqueios bem como da falta de combustível que já ocorre em vários postos da capital”.

A OAB sustenta, ainda, que itens de primeira necessidade já estão escassos e sem previsão de reposição tendo em vista os bloqueios existentes decorrente da manifestação dos caminhoneiros em todo território nacional.

Advocacia

Os ofícios ressaltam, ainda, a importância da advocacia para o correto funcionamento do sistema jurídico. “Cumpre ressaltar, que caso se mantenha o calendário de audiências, e ante a flagrante iminente impossibilidade de locomoção, terá obstáculos ao livre acesso à justiça, pois as partes estarão impedidas de comparecer aos atos processuais, por razões alheias a sua vontade, bem como no enorme tumulto processual que ocorrerá em razão das audiências realizadas sem a presença das partes e seus advogados. É inegável a importância do advogado, pois é figura fundamental para a prestação jurisdicional, uma vez que lhe cabe o papel de postular em favor do cidadão que desconhece o arcabouço jurídico, mas que busca no advogado o mediador que se manifestará em seu nome e lutará pelo reconhecimento de seus direitos posto em juízo”, frisa o documento.

Confira, clicando aqui, o ofício na íntegra

Daniel Machado

Teto de loja desaba no centro de Araguaína

O teto da loja Liliani que fica no centro de Araguaína, norte do Tocantins, desabou no início da tarde desta quinta-feira (24). A informação preliminar é de que no momento do desabamento havia clientes e funcionários no lugar. O Corpo de Bombeiros informou que não houve vítimas e que uma equipe está no local.

G1 Tocantins 

Presidente da ATM, Jairo Mariano, é empossado vice-presidente da CNM durante XXI Marcha a Brasília

O presidente da Associação Tocantinense de Municípios (ATM), prefeito de Pedro Afonso, Jairo Mariano, foi empossado vice-presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM) para o triênio 2018/2021. A posse veio durante solenidade ocorrida na XXI Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, nesta quarta-feira, 23, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), na capital federal. A Marcha é promovida pela CNM com o intuito de discutir as principais demandas dos Municípios brasileiros junto ao Congresso Nacional e à Presidência da República.

Mariano será o vice-presidente representante da região Norte do Brasil. “O Tocantins está representando na nova diretoria da CNM, pela minha pessoa. Para nós é motivo de muito orgulho, pois será a primeira vez que o Estado estará diretamente presente na diretoria da Confederação. Nosso foco é orientado para uma gestão de eficiência, pautada na busca de resultados expressivos, assim como teve a gestão do presidente Paulo Ziulkoski. Queremos uma excelência da CNM na prestação de seus serviços”, destacou o presidente da ATM, ao endossar total apoio a nova diretoria.

Diretoria

A nova diretoria da CNM para o triênio 2018/2021 será comandada pelo ex-prefeito de Saldanha Marinho (RS), Glademir Aroldi, sendo eleita no início de março deste ano, durante Assembleia Geral de Eleição da CNM. Assumem também os cargos de 1º secretário, Hudson Brito, e 2º secretário, Eduardo Tabosa. Para 1º tesoureiro, Jair Souto, e como 2º tesoureiro, João Gonçalves Junior. O conselho fiscal será composto por Jonas Moura de Araújo, Expedito Nascimento e Christiano Cavalcante, como titulares. Como suplentes estarão: Pedro Henrique Machado, Marilete Vitorino e Cleomar Cunha.

Prosseguimento

O presidente empossado afirmou que prosseguirá a luta da CNM em defesa dos Municípios, que nos últimos 21 anos, durante a gestão de Ziulkoski, resultou em conquistas de R$ 656 bilhões às administrações municipais. “A CNM que assumimos, junto com os companheiros municipalistas, com a responsabilidade de orientar a caminhada a partir de agora, é uma referência nacional para diversos segmentos, uma entidade que transformou em conquistas dezenas de bandeiras do movimento municipalista”, disse Aroldi.

Políticas de Estado x Governo

Por sua vez, o ex-presidente, Paulo Ziulkoski, agradeceu a todos os prefeitos que contribuíram para a união do movimento municipalista e para as constantes batalhas travadas pela CNM em prol de Municípios consolidados e independentes na federação brasileira. Além disso, Ziulkoski deixou um alerta aos presentes na Marcha. “Temos que pautar nossa posição para políticas de Estado e não políticas de Governo. Que tenhamos menos governo e mais independência institucional dentro da CNM, para que possamos continuar obtendo resultados positivos para nossas comunidades locais”, disse Ziulkoski, um dos pioneiros da fundação da Confederação, ainda no ano de 1997.

Sobre a posse do presidente da ATM na vice-presidência da CNM, a prefeita de Lizarda, Professora Sussu, expressou seu contentamento. “Estamos muito felizes por ter um grande representante do nosso Estado na diretoria da maior entidade nacional em defesa dos Municípios. Isso nos motiva ainda mais a nos unir na luta municipalista e no desenvolvimento de nossas cidades”, expressou.

A XXI Marcha a Brasília encerra suas atividades nesta quinta-feira, 24.

MPE reforça que prazos constitucionais não podem ser mitigados e dá parecer no TSE pela impugnação de Amastha

O Ministério Público Eleitoral (MPE), de Brasília, se manifestou pela improcedência do recurso da coligação “A Verdadeira Mudança” que tem a intenção de reverter a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) responsável por negar o registro de candidatura ao ex-prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB) ao governo do Estado na eleição suplementar do dia 3 de junho. No parecer proferido na terça-feira, 22, o vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Jacques de Medeiros, também entendeu que prazos constitucionais de desincompatibilização não podem ser mitigados, apesar da imprevisibilidade do pleito.

Ao recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a coligação de Carlos Amastha voltou a argumentar que a regra contida no artigo 14º, § 6º, da Constituição da República, não se aplica à eleição suplementar por não haver previsibilidade dela quanto ao momento em que ocorrerá, o que, segundo alega, impede o exercício tempestivo da desincompatibilização. Neste sentido, Humberto Jacques aponta que o debate do processo reside em saber se é aplicável a referida regra constitucional às hipóteses de um pleito extraordinário, o que defende que sim.

O dispositivo constitucional debatido estabelece que chefes do Poder Executivo, salvo em reeleição, não devem disputar outros mandatos sem se afastarem dos cargos de que são titulares, para isso tendo de renunciar ao mandato executivo seis meses antes do pleito. “Discute-se nestes autos se nas eleições suplementares, face a sua especificidade, haveria, ou não, a necessidade de observância ao prazo para desincompatibilização”, reforça. Amastha renunciou da Prefeitura de Palmas no dia 3 de abril.

Esvaziamento da Constituição
Na argumentação, o vice-procurador-geral eleitoral aponta que a Constituição Federal não se limita a estabelecer apenas causas de inelegibilidade, mas também as chamadas condições de elegibilidade, citando a nacionalidade brasileira, o pleno exercício dos direitos políticos, o alistamento eleitoral, o domicílio na circunscrição, a filiação partidária e a idade mínima como exemplos.

Diante disto, Humberto Jacques entende que a decisão a ser adotada no caso de Amastha servirá de precedente para todas as demais hipóteses constitucionalmente previstas. “O que poderia vir a representar um severo esvaziamento da força normativa da Constituição, em nome de suposta anulação do fator surpresa”, diz o vice-procurador, que pondera: “Não se quer, com isso, negar o reconhecimento da complexidade da discussão jurídica aqui travada”.

Humberto Jacques admite no parecer que a imprevisibilidade da eleição suplementar impede que alguns atores políticos possam se organizar no tempo, ajustando-se aos regramentos legais e constitucionais, reforçando que as regras estabelecidas no artigo 14º da Carta Magna “possivelmente” gera “um esvaziamento do leque de escolhas disponíveis à população”. Entretanto, o parecer defende que tal situação não pode gerar flexibilização de dispositivo constitucional.

“Em origem, as hipóteses de inelegibilidade foram estabelecidas com o claro objetivo de defender a democracia contra possíveis e prováveis abusos […] Não se trata, portanto, de tema que comporte flexibilização por meio de costumes ou instrumentos infralegais […]. Eventual incompatibilidade de determinado indivíduo ao regramento constitucional – por mais injusta que lhe possa parecer, diante da surpresa das eleições suplementares – não deve conduzir ao abrandamento daquilo que o constituinte estabeleceu com rigor”, resume o vice-procurador-geral.

Ele ainda argumenta que o “protagonismo político” não deve recair sobre pessoas, mas sim sobre os partidos políticos. “A impossibilidade de participação no pleito de um pretenso candidato não retira da sua agremiação a possibilidade de propor um vasto leque de representantes das suas propostas ideológicas à sociedade, para que escolha livremente”, afirma Humberto Jacques, que reforçou o parecer com jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF).

clebertoledo.com.br

Supremo Tribunal Federal nega recursos contra a cassação de Marcelo Miranda

Governador cassado ainda aguarda um recurso no Tribunal Superior Eleitoral. Na decisão, o ministro disse que a realização da eleição suplementar ‘parece inadequada’.

Entre os recursos negados está um feito por Cláudia Lelis e outro do Movimento Democrático Brasileiro (MDB). Para ambos os pedidos, o ministro criticou a realização de uma eleição direta suplementar. “A despeito de parecer inadequada a realização de eleições diretas às vésperas das eleições gerais, indefiro o efeito suspensivo”, escreveu.

Marcelo Miranda ainda tem um recurso no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mas terá que aguardar o resultado fora do cargo. Enquanto isso, o calendário da eleição suplementar segue normalmente. A votação será em 3 junho e todo o processo deve custar R$ 15 milhões aos cofres públicos.

Por G1 Tocantins

Balanço da Agrotins 2018 mostra recorde com mais de R$ 2 bilhões em volume de negócio

Mais de R$ 2 bilhões em negócios iniciados. Este foi o número recorde divulgado pelo secretário de Estado do Desenvolvimento da Agricultura e da Pecuária, Thiago Dourado, no balanço da Feira Agrotecnológica do Tocantins (Agrotins) 2018, nesta quinta-feira, 24. Conforme o gestor, a feira também bateu recorde de público, com mais de 142 mil visitantes.

Entre operações de crédito e aquisições iniciadas; e pequenas aquisições, o volume de negócios rendeu R$ 2,18 bilhões, recorde destacado pelo secretário Thiago Dourado durante a entrevista coletiva. “Todas as nossas expectativas foram superadas tanto em volume de negócios quanto expositores. A Agrotins é uma das maiores Feiras Agrotecnológicas do Brasil, podendo ser comparada com as principais, como a Agrishow”, afirmou o secretário.

Conforme apuração da Secretaria, o evento trouxe números positivos quanto ao público envolvido, mais de 142 mil visitantes. E ainda, 678 expositores e parceiros e movimentação de mais de 39 mil veículos. A Feira contou com a participação de todos os 139 municípios, gerando mais de 1.200 empregos direta e indiretamente. Durante a Feira, ocorreram cerca de 10 mil atividades de capacitação. Ainda, a Agrotins trouxe também a movimentação do comércio em Palmas. “Além de toda movimentação da feira, existe o turismo do agronegócio, que movimentou mais ou menos R$ 30 milhões em nossa capital nesse setor, entre hotéis, passagens, alimentação e muitas outras coisas”, comemorou o gestor da Seagro.

O tema da edição 2018 da Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins foi O Futuro na Agroindústria Sustentável, para demonstrar o desenvolvimento da agroindústria no Tocantins, destacando a necessidade de impulsionar o desenvolvimento do setor.

Agrotins 2019

Durante a coletiva, o secretário falou ainda sobre o desafio para o ano que vem (2019), que é internacionalizar a Feira, com o tema bastante atual, a Bioeconomia: o Agronegócio além do alimento. “Queremos ter um alcance mundial que traga um respaldo e incentivo para economia. A bioeconomia é a economia da vida, que é gerada por meio do plantio, desse ciclo da sociedade, que é o resíduo, reuso do resíduo, produção de alimento, entre outros. É uma economia circular”, esclareceu o secretário.

Conforme explicou o gestor da Seagro, a Bioeconomia é uma economia sustentável, que reúne todos os setores da economia que utilizam recursos biológicos. Esse mercado oferece soluções coerentes, eficazes e concretas para os grandes desafios sociais, como a crise econômica, as mudanças climáticas, substituição de recursos fósseis, segurança alimentar e saúde da população. “A sequência deste ano é transformar essa positividade da feira em um cenário macroeconômico do Estado, para que a gente possa absorver e impulsionar essa positividade que a Agrotins 2018 gerou”, concluiu o secretário.

Conciliação: Judiciário busca soluções pacíficas para conflitos

O processo litigioso ainda é o mais procurado por quem tem um conflito para resolver, mas esta não é a única forma de solucionar demandas com a ajuda da Justiça. O primeiro passo do cidadão que procura o Judiciário deve ser a conciliação, promovida pelos Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc). Por meio do diálogo, acordos são fechados antes mesmo que um problema se transforme em ação judicial.

Daniela de Jesus contou com a ajuda do Cejusc de Palmas para resolver um conflito. Ela tinha diversas multas para pagar de um veículo que tinha sido vendido sem a devida transferência de documentação. Na audiência de conciliação, o atual dono da moto se comprometeu a arcar com as contas que estavam negativando o nome da auxiliar de serviços gerais. “Nós entramos em acordo para que ele arcasse com as multas e documentos atrasados. Foi bom porque queria solucionar logo, já que ele não tinha condições de pagar os danos morais”, afirmou.

O Tocantins conta com 16 Cejuscs, mas o atendimento pré-processual na primeira instância é feito em todas as comarcas do estado. Já no segundo grau, o trabalho de conciliação é responsabilidade do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec). Para a coordenadora do Núcleo, juíza Umbelina Lopes Pereira, além acelerar a redução de processos judiciais, a conciliação auxilia o processo de pacificação da sociedade. “O conciliador direciona as partes para encontrar uma solução, depois é que o juiz homologa o acordo. Por não ser uma decisão imposta pelos juízes, à efetividade de acordos cumpridos nesses casos são maiores, já que são as partes que decidem”, ressalta.

A conciliação pode ser aplicada em diversos tipos de casos, como pensão alimentícia, divórcio, desapropriação, inventário, partilha, guarda de menores, acidentes de trânsito, dívidas em bancos e financeiras e problemas de condomínio. Para enviar uma reclamação pré-processual e agendar a audiência conciliatória, basta procurar o Cejusc nas comarcas, pessoalmente ou por meio de advogado.

Quer conferir a matéria em vídeo? Acesse o link e acompanhe a reportagem que foi ao ar no programa Repórter Justiça.

Foto: Rondinelli Ribeiro

Comunicação TJTO

Governo do Estado discute medidas para garantir serviços básicos com greve de caminhoneiros

O governo do Estado realizou uma reunião de emergência na noite dessa quarta-feira, 23, para discutir estratégias para enfrentar o momento de crise em decorrência da greve dos caminhoneiros. O objetivo do governo é estabelecer um plano básico para garantir o abastecimento de combustíveis de ambulâncias e viaturas de serviços essenciais inadiáveis para não comprometer o atendimento básico à população tocantinense. Além de membros do primeiro escalão do governo do Estado, a reunião contou com representantes da Assembleia Legislativa, Polícia Federal, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Defensoria Pública e outros.

Foram elencadas como prioridades neste momento o combate aos abusos de preços praticados por postos de combustíveis, classificado como um crime contra a economia; priorizar os estoques de combustíveis do governo para atender as viaturas policias e do Corpo de Bombeiros, ambulâncias e outros veículos oficiais e o estabelecimento de um gabinete de crise, para discutir situações que porventura possam ocorrer. Também foi determinado pelo Governo a realização de estudos para criação de um estoque de combustíveis de segurança nacional, como prevê a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para cada Estado.

O secretário chefe da Casa Civil, Rolf Vidal, que presidiu a reunião, disse que neste momento em que os caminhoneiros ainda não sinalizaram com a possibilidade de cessar o movimento, Governo precisa buscar formas de garantir os serviços e básicos e minimizar os transtornos à população. “A nossa obrigação é buscar formas de garantir o funcionamento da segurança pública, a saúde e os serviços básicos”.

Com a paralisação dos caminhoneiros muitos postos estão ficando sem combustíveis em Palmas e outras localidades. O fato provocou tumulto nos postos de combustíveis na quarta-feira, 23, o que provocou falta do produto na capital e em várias cidades do Estado, além de aumento de preços abusivos.

Jarbas Coutinho/Governo do Tocantins

Beneficiários de programa habitacional recebem orientações sobre gestão condominial

Com as obras do conjunto habitacional da  ALCNO 33 (309 Norte) em sua fase final, a Superintendência de Habitação, Desenvolvimento Urbano e Metropolitano reuniu nesta quarta-feira, 23, as 80 famílias contempladas com as unidades habitacionais para apresentar orientações sobre gestão condominial.

As obras dos 80 apartamentos localizadas em uma região próxima à praia das Arnos, em Palmas, são realizadas com recursos do Programa Pró-Moradia do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Infraestrutura, Habitação e Serviços Públicos (Seinf), em parceria com o Governo Federal.

O aumento do poder aquisitivo, aliado aos programas sociais criados pelo Governo do Estado, por meio da Seinf, tem iniciado os condomínios habitacionais verticais, facilitando a aquisição do primeiro imóvel para milhares de famílias.

“Este novo cenário tem reunido, no mesmo espaço, pessoas de diferentes culturas e hábitos e que, em muitos casos, até então nunca haviam morado em condomínio ou experimentado contato com as regras desse tipo de moradia, levando os gestores a se adaptarem para lidar com o novo perfil de condôminos”, justificou o secretário de Estado da Infraestrutura, Habitação e Serviços Públicos, Claudinei Quaresemin.

O superintendente da Sehab, Quesede Henrique, explicou que os beneficiários dos programas habitacionais do Estado contam com um acompanhamento constante, por parte da superintendência. “Nós temos, dentro da Diretoria Social de Habitação, a Gerência de Projeto Social Habitacional que realiza atendimentos individualizados, abordando não apenas questões ligadas a moradias, mas também de outras questões de interesse social”, ressaltou.

Conforme a gerente de Projeto Social Habitacional da superintendência, Letícia Elias, a reunião faz parte da preparação das famílias para receberem seus imóveis. “Esse é o espaço em que falamos com os futuros moradores das unidades habitacionais sobre o melhor uso e o convívio nos espaços comuns, assim como a respeito da importância do cuidado com o imóvel e de outras questões administrativas, que são importantes”, destacou.

Estrutura

As obras dos apartamentos do conjunto habitacional da  ALCNO 33 (309 Norte) estão na fase final e são compostas de dois quartos, sala, cozinha e área de serviço integrada. O local também contará com rede coletora de esgoto e abastecimento de água.

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