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Regulação publica alterações em resolução que regulamenta serviço operacional do transporte público intermunicipal

Entre as diretrizes está a questão dos prestadores de serviços que ficam obrigados à atualização anual do registro cadastral na ATR

A Agência Tocantinense de Regulação, Controle e Fiscalização de Serviços Públicos (ATR) publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) a resolução nº 13, do dia 30 de novembro, que regulamenta a operacionalização dos serviços de transporte público coletivo rodoviário intermunicipal. Vale lembrar que esta traz apenas algumas alterações à resolução nº 05, de 12 de maio de 2016.

Segundo o presidente do ATR, Roberval Aires Pereira Pimenta, as novas medidas vêm para fomentar o trabalho de fiscalização do órgão. “Por exemplo, a cassação de linhas paralisadas era um trabalho sem precedentes, que demorava, no mínimo, cerca de seis meses. Agora, com essas alterações o serviço poderá ser otimizado”, esclareceu.

Roberval explicou que hoje a ATR conta com muitos casos de concessões que foram feitas sem qualquer estudo de viabilidade econômica ou necessidade da linha, tornando-as trechos totalmente inviáveis. Sem contar, as permissões que estão paradas na tentativa de serem vendidas ou transferidas, medida que é proibida. “São mais de 40 permissionários que não estão fazendo seu trabalho. Lembrando que não autorizamos a transferência de um permissionário para outro porque não vendemos a linha, já que ela é concedida. Ao vender para outra pessoa, o permissionário estará fazendo um ato ilegal”, enfatizou.

Diretrizes

Entre as diretrizes está a questão dos prestadores de serviços que ficam obrigados à atualização anual do registro cadastral na ATR, devendo providenciar a protocolização do requerimento e a documentação pertinente à modalidade requerida, no período compreendido de 1º a 20 de maio de cada ano.

Conforme o documento, a não efetivação da atualização cadastral acarretará a paralisação dos serviços, aplicação da multa, sem prejuízo do respectivo procedimento administrativo de rescisão contratual.

Segundo a resolução, os Certificados de Registro Cadastral (CRC) dos permissionários das modalidades convencional, alternativo e semiurbano, terão o prazo de validade de 12 meses, compreendido entre o dia 1º de outubro ao dia 30 de setembro do ano seguinte ao de sua expedição.

Em caso de inexecução total ou parcial do serviço poderá acarretar na declaração de caducidade da concessão, permissão ou autorização. Lembrando que a declaração de caducidade resultará na extinção de todos os termos de compromissos vigentes firmados entre permissionário e a ATR, e impedirá o prestador de serviço de, durante o prazo de 24 meses, habilitar-se a nova outorga.

Penalidade

Quanto à penalidade de rescisão contratual, esta será aplicada aos prestadores de serviços em situações como paralisação do serviço ou a alteração, encurtamento ou alongamento do itinerário da linha sem prévia autorização da ATR, por mais de cinco dias consecutivos.

Para a aplicação da penalidade, será instaurado processo administrativo específico e, dentre outros detalhes, diante da materialidade e autoria da infração, deverá ser encaminhado expediente à presidência da ATR que, não sendo caso de arquivamento imediato, dará abertura a processo administrativo específico com a finalidade de apuração e aplicação da penalidade cabível.

Por fim, instaurado o processo administrativo, e restando comprovada a autoria e materialidade bem como a adequação da medida, será declarada, por ato do presidente do órgão regulador, a suspensão temporária dos serviços, caducidade ou rescisão contratual, respectivamente.

A resolução, com as alterações, pode ser conferida na íntegra no DOE desta quarta-feira, 5.

Governo nomeia novos delegados regionais após exonerações

Novos delegados regionais foram nomeados nesta quarta — Foto: SSP/Divulgação
 

MPE requer em ação judicial que Estado realize concurso público para o Corpo de Bombeiros

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio do Grupo Especial de Controle Externo da Atividade Policial (Gecep), ingressou com Ação Civil Pública contra o Estado do Tocantins, nesta quarta-feira, 5, requerendo que a administração pública seja obrigada a realizar concurso público para o Corpo de Bombeiros Militar. A corporação possui atualmente 554 bombeiros, quando o efetivo estabelecido em lei e em decreto estadual é de 1.772, diferença que configura em deficit de 1.228 bombeiros.

Além do deficit, as informações coletadas pelo Gecep mostram que existe discrepância na distribuição do efetivo, já que mais da metade da tropa está concentrada na capital, Palmas. A cidade, que possui 18,4% da população total do Estado, agrupa 55% do efetivo – ou seja, 301 policiais bombeiros.

O restante do efetivo está distribuído em sete cidades (Araguaína – 46 bombeiros, Araguatins – 26, Colinas – 27, Dianópolis –17, Gurupi – 43, Paraíso – 35, e Porto Nacional – 38), o que não contempla as necessidades territoriais do Estado. O comando do Corpo de Bombeiros informou que deveria existir simetria com a Polícia Militar em termos de unidades regionais, o que demandaria a instalação de representação dos Bombeiros em outras cinco cidades: Arraias, Guaraí, Lagoa da Confusão, Pedro Afonso e Tocantinópolis.

A insuficiência e a má distribuição do efetivo fizeram com que 2.169 dos registros de ocorrência (10% do total) deixassem de ser atendidos pelo Corpo de Bombeiros entre maio de 2017 e maio de 2018, segundo informações oficiais.

Além disso, é apontado pelo Gecep que existem centenas de vistorias dos Bombeiros em atraso, no que se refere à concessão de alvarás que atestem as condições de segurança de empresas, escolas, órgãos públicos e outros.

O Gecep aponta ainda que, em razão da insuficiência, os bombeiros enfrentam sobrecarga de responsabilidades, que vão além de atender as ocorrências e realizar o trabalho preventivo e repressivo.

Liminar
O Gecep requereu à Justiça que seja concedida liminar que obrigue o Estado a contratar, no prazo de 30 dias, empresa responsável pela realização do concurso público; e a publicar o edital do respectivo concurso no prazo de 180 dias, o qual dever conter o cronograma das provas e nomeações.

Ainda é apontado que o concurso deve oferecer o quantitativo de vagas suficiente para que o efetivo do Corpo de Bombeiros se adéque ao que se encontra estabelecido na Lei Estadual nº 3.038/2015 e no Decreto nº 5.352/2015, que é de 1.772 bombeiros.
Por ocasião do julgamento do mérito da ação, o grupo do MPE pede que sejam confirmados os pedidos da liminar e que seja providenciada a destinação de viaturas para o Corpo de Bombeiros e a apresentação de cronograma para a instalação de unidades da corporação nas cidades de Arraias, Guaraí, Pedro Afonso e Tocantinópolis.
A Ação Civil Pública é assinada pelos promotores de Justiça Paulo Alexandre Rodrigues de Siqueira, Rafael Pinto Alamy e Roberto Freitas Garcia, integrantes do Gecep. (Flávio Herculano)

 

MPE e Secretarias da Saúde se reúnem para acompanhamento das políticas de combate a DSTs

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio da Promotora de Justiça Maria Roseli de Almeida Pery, e representantes das Secretarias de Saúde do Estado do Tocantins e de Palmas reuniram-se nesta quarta-feira, 5, para realizar o acompanhamento das políticas públicas de combate às Doenças Sexualmente Transmissíveis (DSTs) e Não transmissíveis. 

Na oportunidade, a Promotora de Justiça Maria Roseli esclareceu os fatos e fundamentos que motivaram o MPE a realizar esse acompanhamento e os papéis do estado, dos municípios e do Sistema Único de Saúde (SUS) na garantia do combate a essas doenças. A representante do MPE orientou para que as informações sobre irregularidades dos municípios sejam encaminhadas à 27ª Promotoria de Justiça da Capital de forma permanente e ininterrupta, tomando-se por base as ferramentas de controle utilizadas no âmbito do Sistema Único de Saúde como visita técnica, supervisão, auditoria, monitoramento, controle e avaliação (direta/indireta).

Na reunião, foi solicitado ao secretário estadual de Saúde relatório com informações sobre definição, formas de transmissão, tratamento, gravidade, incidência nos municípios do estado e órgãos responsáveis pelo combate e controle de Hepatites Virais, Papilomavírus Humano (HPV), Síndrome da Verruga Genital, Linfogranuloma Venéreo, Donovanose, Síndrome das Feridas na Região Genital, Cranco Mole, Sífilis em Gestante, Sífilis Congênita, Sífilis Adquirida, Imunodeficiência Humana ou Síndrome da Imunodeficiência Adquirida – HIV/AIDS, HIV em gestantes, parturiente ou puérpera e criança exposta ao risco de transmissão vertical do HIV. 

A Promotora de Justiça Maria Roseli de Almeida Pery destacou que o não cumprimento dessas determinações e a constatação de irregularidades pode resultar na responsabilização por ação ou omissão e em processo de improbidade administrativa. 

Participaram da reunião a diretora do Laboratório Central, Márcia Cristina Alves; a diretora de Vigilância Epidemiológica das Doenças Transmissíveis e Não Transmissíveis, Rosângela Bezerra Brito; a gerente de DST/Aids e Hepatites Virais no Tocantins, Caroline Biserra Costa; a técnica da Gerência Estadual de DST/HIV/Aids e Hepatites Virais, Marileide Martins Souza; e o diretor do Contencioso, Cícero Oliveira Bandeira, representantes da Secretaria Estadual da Saúde (Sesau). Representando o Secretaria Municipal de Saúde (Semus) estavam a gerente de Vigilância em Saúde, Marta Maria Malheiros; o coordenador do Grupo Condutor Materno-Infantil, Eduardo Silva Moura; a coordenadora do Grupo Condutor Infectocontagiosas, Luciana Noleto Silva; a assistente jurídica Gleyciene Circuncisão Nunes e a coordenadora Pedagógica do Núcleo de Estudos Jurídicos em Saúde, Ingridy Diaquelem Ramos. (Paulo Teodoro)

Preso na Operação Travessia usava identidade falsa

Os desdobramentos da quarta fase da Operação Travessia, que cumpriu 19 mandados de prisão contra traficantes que atuavam nas divisas dos estados de Pará, Tocantins e Maranhão, resultaram na correta identificação de um dos investigados. Após a divulgação nacional da operação, a Gerência de Inteligência do Sistema Penitenciário de Goiás identificou que Jovair Inácio da Silva, conhecido como  “Velho” e  preso em Marabá (PA), é na verdade Vicente Coelho Magalhães. O indivíduo utilizava documentos falsos de um parente distante. 

Na última quarta-feira, 28, foi cumprido mandado de prisão contra Vicente que se passava por Jovair e vulgarmente atendia pela alcunha de “Velho”, no município de Marabá-PA. Com ele, foram apreendidos cerca de R$ 7 mil em espécie, meio quilo de droga identificada como crack pela perícia, um veículo utilizado para negociações e transporte de drogas, além de uma espingarda calibre 32.

 

De acordo com o delegado Enio Walcacer, responsável pela operação Travessia, “Velho” era foragido da Justiça de Goiás por ter cometido vários crimes, entre eles três homicídios, sendo dois consumados e uma tentativa. “A gerência de inteligência daquele estado checou as informações e chegamos à conclusão que se tratava da mesma pessoa que se encontrava foragida”, afirmou. Ainda segundo o delegado, “Velho” comandava todo o esquema de comercialização e distribuição de drogas nas fronteiras entre os três estados. 

Histórico

Na manhã do último domingo, 02, Tatiane Borges Menezes e Elizeu David Sousa foram presos em Imperatriz (MA). O casal gerenciava o tráfico de drogas e mantinha relações com os demais traficantes presos na quarta fase da Operação Travessia. De acordo com o delegado Enio Walcacer, com estas duas prisões, foram cumpridos todos os 19 mandados e os 13 de busca e apreensão nesta fase da operação que ganhou este nome porque os envolvidos utilizavam os rios Araguaia e Tocantins na tríplice fronteira entre os estados do Maranhão, Pará e Tocantins. A droga vinha de Goiás e, chegando na região, era distribuída e comercializada.

Saiba Mais

A Operação Travessia, que durou cerca de quatro meses, foi fruto de um trabalho especializado e conjunto de toda a equipe da 2ª DPC de Araguatins, em parceria com a Diretoria de Inteligência da Secretaria da Segurança Pública – SSP, num trabalho minucioso de investigação, levantamento e cruzamento de informações, lançando mão das mais modernas tecnologias à disposição da Polícia Civil do Tocantins.

Wherbert Araújo/Governo do Tocantins

Operação do Gaeco promove vistoria na Casa de Prisão de Palmas e cumpre mandados

O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público Estadual (Gaeco/MPE) participou de uma operação nacional de combate ao crime organizado, nesta terça-feira, 4. Por parte do órgão tocantinense, a ação consistiu em inspeção à Casa de Prisão Provisória de Palmas  (CPPP) e no cumprimento de 11 mandados de prisão de presos foragidos, nas cidades de Palmas (TO), Paraíso do Tocantins (TO) e Barreiras (BA).

A inspeção na CPPP foi coordenada pelo Gaeco e contou com a participação de 44 policiais militares e de 35 agentes penitenciários. Nas celas do pavilhão B, onde se concentrou a vistoria, foram encontrados pacotes com suposta emulsão explosiva (que ainda serão periciados), dois celulares, facas artesanais, duas garrafas de cachaça artesanal e uma balança artesanal feita com copos descartáveis, além de papéis manuscritos.

Os 327 presos que abrigam o pavilhão B foram removidos para o pátio no início da manhã, para a execução da revista nas celas. Por parte da Polícia Militar, participaram da inspeção integrantes da Força Tática, do Grupamento de Intervenção Rápida Ostensiva (Giro), da Rondas Ostensivas Táticas Metropolitanas (Rotam), do BP Choque, da Companhia Independente de Operações Especiais (COE) e do Grupo de Operações com Cães (GOC).

Já os mandados de prisão cumpridos na operação fazem parte do Banco Nacional de Mandados de Prisão, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), sendo referentes a crimes diversos. O cumprimento foi executado por integrantes da Polícia Militar.

Do Gaeco do Ministério Público do Estado do Tocantins, acompanharam a operação os promotores de Justiça Marcelo Ulisses Sampaio, Alzemiro Wilson Peres Freitas e Rodrigo Alves Barcellos.

Nível nacional
Em nível nacional, a operação ocorreu em 14 estados e no Distrito Federal, promovida pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), órgão que congrega o Ministério Público brasileiro e que foi criado pelo Conselho Nacional de Procuradores Gerais (CNPG) com o objetivo de combater o crime organizado.

A iniciativa do GNCOC tem como alvos integrantes da facção criminosa de origem paulista Primeiro Comando da Capital (PCC), das cariocas Comando Vermelho (CV), Terceiro Comando Puro (TCP) e Amigo dos Amigos (ADA), da capixaba Primeiro Comando de Vitória (PCV) e da paraibana Okaida RB, uma dissidência da Okaida. (Flávio Herculano)

Governo lança contratação de médicos para UTI do Hospital Regional de Araguaína

Hospital Regional de Araguaína é uma unidade de média e alta complexidade que atende pacientes do Tocantins, do sul do Pará e do Maranhão

O Governo do Tocantins publicou na edição do Diário Oficial do Estado (DOE) desta terça-feira, 4, um chamamento público para contratação de médicos intensivistas interessados em firmar contrato temporário para atuar na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Referência de Araguaína (HRA).

De acordo com o secretário de Estado da Saúde, Renato Jayme, o chamamento é justificado pela a alta demanda de pacientes e a insuficiência de profissionais médicos especialistas para atendimento em tempo hábil, conforme recomendado pelo Ministério da Saúde.

Conforme a portaria publicada, os médicos interessados devem entrar em contato com Secretaria de Estado da Saúde (SES), na Superintendência de Unidades Próprias. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (63) 3218-1736 ou 3218-1751 ou no e-mail sesau1@gmail.com.

Hospital de Referência de Araguaína

O Hospital Regional de Araguaína (HRA) é uma unidade de média e alta complexidade, classificado como unidade de Porte III, que atende pacientes do Tocantins, do sul do Pará e do Maranhão. Criado em 1970, o hospital compreende uma área construída de aproximadamente 16.650 metros quadrados, com 257 leitos de internação, sendo 20 de Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e centro cirúrgico com seis salas em funcionamento.

Além da parte central, onde funciona o Pronto Socorro, alas de internação e o centro cirúrgico, o HRA possui outros seis anexos de atendimento: Anexo Administrativo, Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon), Ambulatório de Oncologia Clínica, Casa de Apoio Glória Morais, Centro de Alta Complexidade (Cac) e Centro de Reabilitação (Reabilito).

Chefes de Poderes retomam debate visando a redução de despesas

Reunião teve como pauta a redução de despesas, tanto de pessoal quanto de custeio, em todos os poderes e instituições

A segunda reunião entre os chefes de poderes realizada nesta terça-feira, 4, no gabinete do Governador, no Palácio Araguaia, teve como pauta a redução de despesas, tanto de pessoal quanto de custeio, em todos os poderes e instituições. Os representantes apresentaram as ações que já estão sendo desenvolvidas visando à diminuição de gastos.

O governador Mauro Carlesse reafirmou o esforço que o Governo do Estado vem fazendo para a redução de gastos, visando o equilíbrio das contas públicas. “Só tem um caminho. É a diminuição das despesas para que possamos pagar os servidores em dia, repassar o duodécimo em dia e recuperar a capacidade de investimento do Estado”, afirmou.

O Poder Executivo apresentou aos integrantes do Comitê a minuta de um termo de cooperação técnica propiciando que poderes e instituições participantes do Comitê possam compartilhar informações e, também, construir conjuntamente um plano estratégico visando à redução de gastos em todos os entes do Estado.

Já na próxima sexta-feira, 7, técnicos de todos os poderes começarão as discussões com o objetivo da elaboração de um plano conjunto com propostas de curto, médio e longo prazo, direcionado ao equilíbrio dos gastos públicos com a realidade financeira do Estado.

Participantes

Além do governador Mauro Carlesse, participaram desta reunião a presidente da Assembleia Legislativa, deputada Luana Ribeiro; o presidente do Tribunal de Justiça, desembargador Eurípedes Lamounier; o procurador geral de Justiça, José Omar de Almeida Junior; o defensor-público geral, Murilo da Costa Machado, e o defensor-público geral nomeado, Fábio Monteiro dos Santos; o secretário da Fazenda e Planejamento, Sandro Henrique Armando; o secretário-chefe da Casa Civil, Rolf Vidal; e o secretário da Administração, Edson Cabral, além de técnicos de todos os poderes.

Élcio Mendes/Governo do Estado

 

Câmara de Araguaína pretende gastar R$ 60 mil em notebooks novos para os vereadores

A reportagem do portal omelhordaamazônia teve acesso à informações exclusivas de que a Câmara Municipal de Araguaína pretende comprar para os vereadores lidarem  18 Notebook novos . Uma compra que custará cerca de R$ 66 mil. Tudo através de pregões eletrônicos. 
Computadores de médio portes com processador intel® core™ i5-7200u memória 4gb, 1tb placa de vídeo e placa de vídeo intel® hd graphics 620 e Windows 10. Equipamentos que individualmente custarão R$ 3.672,66.
O portal omelhordaamazônia já tinha publicado outras informações de outro gasto feito pela casa. Apenas em dois contratos já firmados, a Câmara está gastando R$ 46 mil com a empresa Visual Sistemas Eletrônicos LTDA na obtenção de 5 televisores LED, computadores, terminais biométricos e outros equipamentos eletrônicos. Isso sem contar outros cinco contratos com a Visual Sistemas Eletrônicos LTDA, que juntos somam R$ 130 mil reais. Em outro contrato com empresa Trivale Administração o contrato atinge R$ 150 mil. Somando todos os gasto já ultrapassa os 340 mil reais.
Uma fonte revelou ao omelhordamazônia que a Câmara municipal pretende gastar R$ 1 milhão até fim de ano. Até o momento só o presidente licenciado, o vereador Marcus Marcelo (PR) falou com a reportagem do portal por telefone. Apenas para dizer que não vai se manifestar sobre o assunto, já o presidente em exercício, o vereador Ferreirinha (MDB), continua calado sobre os gastos exorbitastes da Câmara municipal neste fim de 2018.

Por Geovane Oliveira 

Suspeito de matar casal de namorados é preso em bar

Jovem é preso suspeito de matar casal de namorados — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Por TV Anhanguera

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