Após semanas de intensa negociação, o Governo do Estado, por meio das secretarias da Administração e da Fazenda, confirmou nesta quinta-feira, 22, a continuidade dos trabalhos referentes ao concurso da Defesa Social. O montante devido à Fundação Professor Carlos Bittencourt (Funcab) – empresa realizadora do certame – será pago em parcelas, sendo que a primeira, no valor de R$ 400 mil, será liberada nos próximos dias.
“Entramos em negociação com a Funcab, chegamos a um acordo e já estamos fazendo o primeiro pagamento nos próximos dias”, reitera o secretário da Administração, Geferson Oliveira Barros Filho, completando que o próximo passo será a divulgação do resultado e de um novo cronograma. “Estamos atendendo tanto o interesse dos candidatos, quanto cumprindo uma determinação do governador Marcelo Miranda”, completa.
Entenda
No último dia 7 de janeiro, data prevista para a publicação do resultado do concurso, a Funcab anunciou a interrupção do certame, em função de uma dívida de R$ R$ 2.360.000.00, deixadas pela gestão passada do governo estadual, referente a duas parcelas do contrato vencidas, respectivamente, nos meses de novembro e dezembro de 2014.
Imediatamente, a Secad iniciou negociação para a manutenção do certame, bem como a apuração do desvio dos recursos, já que do valor total arrecadado com as inscrições havia apenas R$ 62 mil em caixa.
“Esta é uma clara demonstração de que o Governo está resolvendo os problemas do Estado”, afirma Barros Filho, enfatizando a parceria com a Secretaria do Planejamento e a Secretaria da Fazenda, a compreensão da Funcab em relação ao que o Estado passa, e a cooperação do Ministério Público. “Além das medidas adotadas para a apuração dos fatos ocorridos em relação ao dinheiro que não estava na conta”, conclui.
Mais de 42 mil pessoas se candidataram para as 1.292 vagas oferecidas, distribuídas em 19 cargos.






A Associação Tocantinense de Municípios (ATM), através do presidente, prefeito de Almas, Leonardo Sette Cintra, declarou que o Decreto 5188, do Governador Marcelo Miranda, só veio agravar ainda mais a situação difícil em que se encontram os municípios.





O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais, Pepe Vargas, manifestou hoje (20) a posição contrária do governo à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 215/2000, que transfere para o Legislativo a prerrogativa de demarcação de terras indígenas. Ele também afirmou que, como o assunto passa por órgãos como o Ministério da Justiça, Fundação Nacional do Índio e Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), a ministra da Agricultura, Kátia Abreu, não deve participar do debate.






