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Crise política domina discursos em homenagem a advogados

26410A defesa da Constituição e das garantias legais frente à atual crise política foi o tom dos discursos proferidos na sessão solene em comemoração ao Dia do Advogado. Realizada na tarde desta sexta-feira, dia 7, e presidida pela vice-presidente da Assembleia, deputada Luana Ribeiro (PR), a sessão contou com a presença do presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Marcus Vinicius Furtado Coelho, e dos deputados Ricardo Ayres (PSB), autor do requerimento pela solenidade, Valderez Castelo Branco (PP), Elenil da Penha (PMDB) e Mauro Carlesse (PTB).

Convidado ilustre da sessão, o presidente da OAB tratou sobretudo da atual crise política do País e da necessidade de se encontrar uma saída constitucional para ela. Ele declarou a posição da OAB em defesa do estado democrático de direito, independentemente dos interesses político-partidários envolvidos na questão.

Também discursou o deputado Ricardo Ayres, autor do requerimento pela sessão. O deputado ressaltou a missão e a contribuição da ordem para a sociedade, e sua atuação contra as iniquidades sociais, a corrupção e as disfunções do atual sistema político.

Já o ex-presidente da seccional da Ordem no Tocantins, Luciano Ayres, relembrou as dificuldades que, como pioneiro do Estado, enfrentou para construir a entidade. De acordo com ele, em 12 anos, a OAB/TO cresceu de 700 inscritos para mais de quatro mil. Ayres destacou ainda a construção do Palácio da Cidadania, sede do órgão, e os cursos oferecidos à classe como méritos alcançados nos últimos anos.

Por fim, o presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins, desembargador Ronaldo Eurípedes, discorreu sobre a necessidade de a Justiça dar uma contribuição histórica ao País como no caso de buscar mais rapidez na tramitação dos processos judiciais.

Festival da Cultura Japonesa Acontece nos dias 14 e 15 de agosto em Palmas

Credito-Festival-do-Japao-460x306Celebrando os 120 anos do estabelecimento das relações diplomáticas entre o Japão e o Brasil, a Associação Cultural Nipo-brasileira do Tocantins em parceria com o Governo do Estado, por meio das Secretarias de Estado da Cultura e da Comunicação Social, realiza nos dias 14 e 15 de agosto, em Palmas, o 7º Festival da Cultura Japonesa. O evento será realizado na praça dos Girassóis, sempre a partir das 18h, com entrada franca.

As comemorações contarão com a presença do embaixador do Japão no Brasil, Kunio Umeda, além de diversas autoridades locais. Uma novidade é a presença do robô foca “Parô”, que ficou conhecido mundialmente em 2011 por ajudar na recuperação e interação das vítimas do tsunami no Japão.

O Festival contará com as atrações musicais nacionais Joe Hirata e Edson Saito, além de shows da Orquestra Sinfônica da Cidade Amada, Tambores do Tocantins e Taiko Koendaiko (Tambores tradicionais). A estrutura contará ainda com praça de alimentação onde serão comercializados pratos tradicionais como Sushi, Sashimi, doces, Yakisoba e Sakerinha. No local haverá ainda a presença de restaurantes da Capital, parceiros do evento.

Além das atrações musicais e gastronômicas, o evento irá realizar oficinas de origami, cerimônia do chá, exposições de bonsai e ikebana, concurso de cosplay e o “Tanabata”, ritual de preces tradicional, também aberto ao público.

O 7º Festival da Cultura Japonesa tem o patrocínio do Palmas Shopping, Meridional John Deere, Agrex, Gastrocentro, Akc Diagnósticos, Camed, Case, Encanel, Moromizato Cartório e Tabelionato de Protestos, Emília Kaori Nakamura Ito, Nelson Kazuo Nakamura, Mery Tossa Nakamura, Fernando Miyamoto, Industec. O evento conta com o apoio do Governo do Estado do Tocantins, Prefeitura de Palmas, Embaixada do Japão, PMW SUP, FLY27, Quartetto Supermercado, Nagay, Kampai, Expresso Sushi, Valhalla, Wr Gráfica e Editora e Frango Norte.

A Associação Cultural Nipo Brasileira do Tocantins

Fundada em 15 de junho de 1996, a Associação Nipo Brasileira do Tocantins, atualmente tem 100 famílias associadas, chegando ao total de 350 membros contando também com integrantes de forma indireta. Tem o objetivo de unir as famílias nipo-brasileiras que mesmo estando longe do Japão e sua comunidade, cresçam e possam manter sua cultura e suas tradições vivas.

A associação oferece eventos culturais diversos para toda a comunidade dentro de seu calendário oficial, além de grupos de atividades diversas como o Grupo de Taikô Koendaiko (Tambores tradicionais). Qualquer pessoa interessada pode se associar.

Taliban assume responsabilidade pelo atentado no aeroporto de Cabul

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AFP 2015/ SHAH MARA

A explosão que teve lugar nesta segunda-feira no aeroporto internacional de Cabul matou pelo menos cinco pessoas.

O movimento islamista Taliban reivindicou a responsabilidade pelo atentado, informam fontes locais.

As tensões internas no movimento aumentaram com o anúncio da morte do ex-líder talibã, Mullah Omar.

É mais uma explosão na série de atentados suicidas na capital do Afeganistão, que já matou dezenas de pessoas, ferindo várias centenas.

Equipes de socorristas trabalham no local da explosão, que ocorreu na entrada ao aeroporto. Ainda não há informações concretas, porém fontes oficiais temem que haja muitos mortos.

A situação no Afeganistão piorou neste ano, com o fortalecimento das organizações terroristas Taliban e Estado Islâmico, que tem ocorrido desde a retirada das tropas da OTAN, que começou em dezembro de 2014. Contudo, hoje militares da Aliança Atlântica continuam presentes no país, como uma missão de suporte às Forças Nacionais de Segurança do Afeganistão.

http://br.sputniknews.com/

 

Julgamento no STF pode levar Brasil a descriminalizar porte de drogas

909986- ocupação_ tropas federais_ favela da maré_drogas_ armas-3627O Brasil pode se igualar aos demais países da América do Sul que descriminalizaram o porte de drogas hoje ilícitas e passar a ser tolerante com o consumo e com o cultivo para uso próprio. A medida depende do Supremo Tribunal Federal (STF) que deve julgar, neste mês, ação questionando a inconstitucionalidade da proibição. A Defensoria Pública do Estado de São Paulo recorreu à Corte, alegando que o porte de drogas, tipificado no Artigo 28 da Lei 11.343, de 2006, não pode ser considerado crime, por não prejudicar terceiros. O relator é o ministro Gilmar Mendes, que finalizou o voto e deve colocar o tema em votação ainda este mês.

Para especialistas em segurança pública, direitos humanos e drogas, o STF tem a chance de colocar o Brasil no mesmo patamar de outros países da região e dar um passo importante para viabilizar o acesso de dependentes químicos ao tratamento de saúde, além de pôr fim à estigmatização do usuário como criminoso.

“A lei de drogas manteve a posse de drogas como crime, mas não estabeleceu a pena de prisão – o que foi um avanço. O entendimento que se tem é que isso [a proibição] é inconstitucional, diante dos princípios da liberdade, da privacidade, no sentido que uma pessoa não pode ser constrangida pelo Estado, sob pena de sanção, por uma ação que, caso faça mal, só faz mal a ela”, explicou a coordenadora do Grupo de Pesquisas em Política de Drogas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Luciana Boiteux.

O diretor para a América Latina da Open Society Foundation, organização não governamental que defende direitos humanos e governança democrática, Pedro Abramovay, diz que em nenhum país onde o porte de drogas foi flexibilizado houve aumento do consumo.

“O Brasil está atrasado e se descriminalizar vai se igualar a dezenas de países que já passaram por esse processo. Todos os países que descriminalizaram o consumo, que falaram que ter o porte para o consumo pessoal não é mais crime, não viram o consumo crescer. Então, esse medo que as pessoas têm, de haver aumento, é infundado com os dados da realidade”, destaca.

Ele acredita que a medida pode fazer com que dependentes tenham acesso facilitado à saúde. “Hoje, um médico que trata uma pessoa que usa crack, lida com um criminoso, tem a polícia no meio, o que torna a abordagem mais e mais difícil”, destacou Abramovay, que já foi secretário nacional de Justiça.

Traficante x usuário

Com a decisão do STF, também pode sair das mãos da polícia e do próprio Judiciário a diferenciação entre quem é traficante e quem é usuário, que tem levantado críticas de discriminação e violação de direitos humanos nas prisões. A lei atual, de 2006, não define, por exemplo, quantidades específicas de porte em cada caso, como em outros países, e deixa para o juiz decidir, com base no flagrante e em “circunstâncias sociais e pessoais”. “Em outras palavras: quem é pobre é traficante, quem é rico é usuário”, critica Abramovay.

Segundo ele, o STF deve recomendar, na sentença, que sejam estabelecidos critérios para a caracterização de usuários, por órgãos técnicos como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). “O Supremo pode dizer que, para garantir que a Constituição seja respeitada, sem discriminação, são necessários critérios. Esse não é um tema menor, a falta de indefinição leva ao encarceramento. Estamos falando de um a cada três presos no país”, destacou Abramovay.

Em evento no Rio de Janeiro, na semana passada, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, reconheceu que as “lacunas legais” para diferenciar traficantes e usuário alimenta o ciclo de violência e superlota o sistema prisional. Segundo ele, o tráfico é o segundo tipo de crime que mais coloca pessoas atrás das grades, depois de crimes contra o patrimônio. No caso de mulheres, o tráfico aparece em primeiro lugar na lista.

“Sabemos que temos uma cultura, que não me parece adequada, de querer forçar a barra de tudo quanto é traficante para poder criminalizar. Temos muita gente que é usuária – que deveria receber tratamento de saúde – entrando nas unidades prisionais em contato com organizações criminosas: ou seja, entra usuário e sai membro do tráfico”, lamentou o ministro.

A professora da UFRJ Luciana Boiteux aposta na regulação – da produção à venda das substâncias – como solução para enfrentar a violência e os homicídios no país relacionados ao combate ao tráfico.

Outro lado

Contrário à descriminalização do porte de drogas para consumo próprio, o deputado federal Osmar Terra (PMDB-RS) acredita que a medida é o primeiro passo para a legalização das drogas o que, de acordo com ele, seria ruim para a sociedade.

“Se descriminalizar o uso, acabou, legalizou a droga. Se não for crime usar [a droga], as pessoas vão andar com droga à vontade. Vão levar para o colégio, para a praça, distribuir para os amigos. E como é que pode não ser crime comprar, mas ser crime vender? Como se resolve esse paradoxo? Isso vai acabar legalizando a venda. Os traficantes vão [fingir] ser todos usuários. Isso vai aumentar a circulação da droga. Liberar a droga só agrava o problema, não melhora”, disse Terra que preside a  Subcomissão de Políticas Públicas sobre Drogas da Câmara dos Deputados.

Ele discorda da tese de que o uso de drogas é uma liberdade do indivíduo, que só afeta a ele. “A dependência química é uma doença incurável. A pessoa vai levar aquilo para o resto da vida. Isso pode reduzir sua capacidade laborativa e de cuidar da família. Muitas vezes, [o usuário] sobrecarrega a família, porque a maioria é desempregada e não consegue cuidar da família. Ele sobrecarrega seus pais, irmãos, que têm que cuidar dele, tem que arrumar dinheiro para manter, tem que trabalhar mais. A liberdade de ele usar droga é a escravidão da família”, afirma.

O deputado relaciona ainda o uso de drogas, lícitas e ilícitas, ao aumento da violência no país. “Nossa epidemia da violência é filha da epidemia das drogas. O Brasil é o país em que mais se mata gente no mundo. Mata mais em homicídios, em acidentes de trânsito. Se liberar, vai aumentar tudo isso. Qual é a maior causa de violência doméstica? É o álcool, porque é uma droga lícita. Não é crime comprar álcool. A violência doméstica vai aumentar muito em função da circulação das drogas ilícitas”, diz.

A opinião é compartilhada pelo empresário Luiz Fernando Oderich, que fundou a organização não governamental Brasil Sem Grades, que pede mais segurança e defende leis mais duras para combater a violência. Max, filho de Oderich, foi assassinado há 13 anos durante uma tentativa de assalto.

Segundo ele, o usuário não deve ser tratado como criminoso. Entretanto, muitas vezes, ele se envolve em outros crimes por causa do uso de drogas. “Existe uma relação entre um comportamento não social e o consumo de drogas. Alguns, de uma maneira menor, e outros, de uma maneira maior. É uma coisa que não faz bem”, disse o empresário.

O psiquiatra Osvaldo Saide, da Associação Brasileira de Alcoolismo e Drogas (Abrad), diz que o ideal é não tratar o usuário como criminoso, mas encaminhá-lo para tratamento. No entanto, segundo ele, é preciso que a legislação deixe claro o que fazer em casos de pessoas que cometam crimes sob efeito de drogas e em casos de venda de drogas pelos usuários para sustentar seu próprio vício.

Para Saide, seria necessário criar alternativas ao usuário como receber a pena pelo outro crime cometido ou se submeter a tratamento compulsório. “A Justiça pode pressionar a pessoa para o tratamento em uma situação em que ela não tem a noção da gravidade do seu problema, até porque a dependência química leva a uma falta de noção da gravidade do próprio problema. Às vezes, uma pessoa com profissão fica imersa, por exemplo, no crack”, disse.

A presidenta da Associação Brasileira de Estudos de Álcool e outras Drogas (Abead), a psiquiatra Ana Cecília Marques, acredita que a descriminalização do uso precisa ser discutida pela sociedade, mas discorda que isso seja feito por um julgamento do STF.

“É preciso que haja uma lei que defina claramente os casos específicos, como se ele é um usuário eventual, se tem uma dependência. Sou a favor de descriminalizar, mas acho que precisa ter todo esse rigor, que não é algo que existe nas nossas leis de drogas. Elas não são claras, deixam várias lacunas. E no país faltam políticas para as drogas. Sou a favor, mas temo por esse processo de descriminalização”, disse.

Edição: Lílian Beraldo
Isabela Vieira e Vitor Abdala – Repórteres da Agência Brasil
 

Dia dos Pais é comemorado em Xabioá

Secretaria de Assistência Social Promove Comemoração especial para o Dia dos Pais

8a614b53-672d-cec1 (1)Na noite desta sexta-feira (07/08) na área de lazer da Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação foi comemorado o Dia dos Pais com uma festa dançante animada por músicos populares do Município de Xambioá.

Pela primeira vez no Município de Xambioá foi comemorado pela Administração Pública Municipal a data do Dia dos Pais com uma festa de tamanhas proporções, no evento foram realizados sorteios para a distribuição de brindes simbólicos.

Organizado para receber os pais de todas as classes sociais o local estava decorado com o glamour merecido pela população Xambioaense, uma festa programada para receber a família deixou os participantes à vontade, para dançarem e confraternizarem com os amigos.

Os colaboradores da Secretaria Municipal de Assistência Social serviram lanches para as famílias que estavam no evento.

O Grupo de Idosos da Associação Pôr-do-sol colaborou para o momento com apresentação cultural de uma dança de valsa, onde os pares utilizaram a pista de dança para demonstrarem o número preparado especialmente para o evento.

A Prefeita Silvia Machado falou sobre a educação na família e a importância da figura paterna nesse processo de educação e disciplina necessários às crianças nas fases de crescimento e amadurecimento das pessoas.

Enviado por Luis Poeta

PM captura foragido da CPP de Araguaína

226775_300A Polícia Militar capturou na manhã de sexta-feira, 7, na cidade de Araguaína, o foragido da Casa de Prisão Provisória de Araguaína, Geovane Pereira da Silva, 21 anos, natural de Barra do Ouro/TO. Depois de uma denúncia anônima informando a possível localização do foragido os policiais se dirigiram a uma residência na Rua dos Mecânicos, Setor Jardim das Palmeiras, onde localizaram o indivíduo. Os policiais entraram na residência e verificaram que se tratava do foragido, que não ofereceu resistência durante a prisão. Geovane foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil, e apresentado à autoridade policial para as providências cabíveis.   A fuga Sete detentos fugiram da Casa de Prisão Provisória de Araguaína (TO), na madrugada da última quinta-feira, 6. Eles fizeram uma escada humana para alcançar, serrar as grades do banheiro e fugiram pelo solário da unidade prisional. Dentre os foragidos estava o indivíduo capturado pela PM, Geovane Pereira da Silva. 

Luana Barros – Governo do Tocantins.

Levantamento da Conab prevê produtividade de feijão terceira safra no Estado de 1.2kg/ha

350 (1)A cultura do feijão é uma produção em franca expansão no Tocantins. São três safras com estimativa de crescimento conforme 10º levantamento da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) de 5% para 2014/2015, com produção de 18,87 mil toneladas. Neste momento, o Estado está na 3ª safra, pois na região dos Cerrados, que abrange os estados de Goiás, Minas Gerais, São Paulo, Mato Grosso e Tocantins, as semeaduras são realizadas com o fim do período chuvoso.

Segundo o engenheiro agrônomo da Secretaria do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária (Seagro), Anderson Pereira, a 3ª safra de  feijão irrigado ou de inverno, é uma alternativa de aproveitamento de áreas propícias à irrigação. “A produção mantém os preços do produto mais estáveis, sem grande flutuação devido à entressafra, tendo sempre produto de boa qualidade, considerando que o feijão envelhece muito rapidamente perdendo a qualidade culinária”, afirmou.

De acordo com o engenheiro, outra vantagem na produção de sementes, numa época de clima mais ameno, é que são menos afetadas por doenças e pragas. “O plantio irrigado favorece a cultura do feijão, pois, o sistema permite controle da água na lavoura. Com isso, a planta não tem estresse hídrico nos estágios mais importantes do seu desenvolvimento, desde a germinação, floração e enchimento das vagens”, complementou.

Safra 2014/2015

O levantamento da Conab apresenta que a produção da primeira safra colheu 3,38 mil toneladas de grãos, 33,5% a mais em relação à safra passada, 2013/2014, quando foram colhidas 2,54 mil toneladas. A 2ª safra apresenta o maior número, com produção de 13,24 mil toneladas. A previsão da 3ª safra é de colher 2,25 mil toneladas de grãos.

O cultivo do feijão mostra avanços também na produtividade, com previsão de 860 kg por hectare, aumento de 1,2% na safra atual, destaque para a terceira safra (irrigada), quando a produtividade está prevista para 1.215 kg por hectare, quase o dobro da primeira (sequeiro), que foi de 707 kg por hectare. A área de plantio teve um aumento de 4,01%, subindo de 21,09 mil hectares para 21,95 mil.

O plantio de feijão no Tocantins está concentrado nos municípios de Araguaína, Colinas do Tocantins, Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia, Paraíso do Tocantins, Gurupi, Porto Nacional e Dianópolis.

Palestinianos pedem vingança no funeral da segunda vítima de ataque extremista judeu

capture-20150808-193123Centenas de palestinianos participaram no funeral de Saad Dawabsheh, a segunda vítima mortal do ataque com cocktails molotov lançado por extremistas judeus contra uma casa familiar, no Norte da Cisjordâniaocupada. Gritos de ira pediram aos militantes a vingança destas mortes.

Ao funeral assistiram representantes do Hamas, da Fatah e da Iniciativa Nacional Palestiniana.

Um bebé, filho de Saad, morreu queimado no incêndio provocado pelo ato que Israel não hesitou em classificar como “terrorismo”. A mulher, de 27 anos, tem queimaduras de terceiro grau em 90% do corpo e necessita de respiração assistida. O outro filho, de quatro anos, apresenta queimaduras de segundo grau em 60% do corpo.

http://pt.euronews.com/

Dilma confirma indicação de Janot para novo mandato na PGR

952699-20032015-dsc_3726A presidenta Dilma Rousseff confirmou hoje (8) a indicação do atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para um novo mandato de dois anos à frente do Ministério Público Federal (MPF). A decisão foi informada ao próprio procurador-geral na manhã deste sábado, em reunião no Palácio do Alvorada, com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.

Após a reunião, Cardozo afirmou que a escolha da presidenta reflete respeito pela autonomia do MPF, que já havia aprovado a recondução do procurador-geral ao cargo.

Sobre as críticas de alguns investigados à atuação de Janot na condução da Operação Lava Jato, o ministro voltou a defender a autonomia do MPF e ressaltou que a Constituição garante liberdade investigatória aos que atuam nessa área.

“É evidente que nós não podemos jamais condenar pessoas sem que lhes seja assegurado o direito ao contraditório e à ampla defesa, também estabelecidos na Constituição. Mas as instituições do Brasil, na medida em que a Constituição estabelece essas prerrogativas, devem funcionar e funcionar com eficiência. E a autonomia é o que está assegurado na Constituição Federal”, acrescentou Cardozo.

Na última quarta-feira (5), Rodrigo Janot foi eleito em primeiro lugar, com 799 votos, para elaboração de lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República.

A indicação deverá ser publicada no Diário Oficial da União.

O próximo passo é a aprovação da indicação pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania e pelo plenário do Senado. Em seguida, haverá a nomeação, por decreto presidencial, para a recondução ao cargo por mais dois anos.

Edição: Graça Adjuto

Falha na identificação torna indígenas invisíveis no sistema prisional, diz Deborah Duprat

Audiência Pública na Câmara dos Deputados debateu encarceramento indígena

image (1)A coordenadora da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais), subprocuradora-geral da República Deborah Duprat, defendeu o aperfeiçoamento dos sistemas de identificação de presos indígenas. Atualmente, não há informações oficiais sobre quantidade de índios em presídios e carceragens no país.

O assunto foi discutido em audiência pública na Câmara dos Deputados nessa quinta-feira, 6 de agosto, na comissão especial que debate as propostas de transferência, para o poder Legislativo, da aprovação de demarcação de terras indígenas (PEC 215).

Segundo Deborah Duprat, há alguns anos o MPF encomendou uma pesquisa ao antropólogo Christian Teófilo da Silva, especialista no assunto, sobre a situação dos índios presos no país. A pesquisa revelou a “invisibilidade desse indivíduo”. Não havia informações em nenhum sistema informatizado com dados sobre os índios cumprindo pena no sistema prisional brasileiro.

Nesse sentido, o Ministério Público Federal criou grupo de trabalho para estudar o tema e elaborar um manual que oriente o Estado sobre a questão do indígena no sistema prisional. Integram o grupo representantes da 6ª Câmara (Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais) e da 7ª Câmara (Sistema Prisional e Controle Externo da Atividade Policial) do MPF.

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