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Dilma se diz indignada com decisão sobre impeachment

Um dia após a Câmara dos Deputados aprovar a abertura do seu processo de impeachment, a presidenta Dilma Rousseff disse que se sentiu indignada e injustiçada com a decisão.

Ela reafirmou que o processo não tem base de sustentação, repetindo que não cometeu crime de responsabilidade. Dilma contou que assistiu a todas as intervenções dos deputados durante a votação e não viu “uma discussão sobre o crime de responsabilidade, que é a única maneira de se julgar um presidente no Brasil”.

“Injustiça sempre ocorre quando se esmaga o processo de defesa, mas também quando, de uma forma absurda, se acusa alguém por algo, primeiro, que não é crime, e segundo, acusa e ninguém se refere a qual é o problema”, disse.

Recorrendo à Constituição, a presidenta disse que o impeachment está previsto, mas “é necessária existência de crime de responsabilidade, para que a pessoa possa ser afastada da Presidência da República”.

Ao repetir várias vezes a palavra injustiça, Dilma disse que poderia bater em apenas uma tecla, de que não há crime, mas afirmou que é importante porque “é a tecla da democracia”.

“Os atos pelos quais me acusam foram praticados por outros presidentes antes de mim e não foram considerados atos ilegais ou criminosos. Portanto, quando me sinto indignada e injustiçada, é porque a mim se reserva um tratamento que não se reservou a ninguém. Atos baseados em pareceres técnicos. Nenhum deles beneficia a mim diretamente. Não são atos praticados para que eu enriquecesse indevidamente”, afirmou.

Fazendo menção indireta ao presidente da Câmara, deputado Eduardo Cunha, ela afirmou que “aqueles que têm conta no exterior” presidiram o processo. Ela declarou que possui a “consciência” que não há ilegalidade nos atos que assinou e motivaram o pedido de impeachment.

“Não os fiz ilegalmente e baseado em nenhuma ilegalidade. Tenho certeza que sabem que é assim. Todos sabem que é assim”, disse.

Está é a primeira declaração pública de Dilma após os deputados aprovarem nesse domingo (17), por 367 votos, o prosseguimento do processo contra ela. Se a admissibilidade do afastamento for aprovada também pelos senadores, como foi na Câmara, a presidenta será afastada por até 180 dias, enquanto o Senado analisa o processo em si, e define se Dilma terá o mandato cassado.

Nesta segunda-feira (18), a presidenta recebeu líderes da base aliada na Câmara dos Deputados para debater estratégias. Após o encontro, o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), disse hoje (18) que a luta para barrar o impeachment no Senado está “apenas começando”.

Edição: Beto Coura

Moscou espera que não haja intervenção externa no processo político brasileiro

A chancelaria russa acaba de emitir um comunicado sobre as relações entre o Brasil e a Rússia, tornado público pela representante da entidade, Maria Zakharova.
“Observamos atentamente o agravamento da situação no Brasil, surgido por causa da decisão tomada pela câmara baixa do Congresso Nacional de iniciar o impeachment da presidente do país. A Rússia está ligada com o Brasil por laços de parceria estratégica, por uma experiência bem-sucedida de cooperação em várias plataformas — ONU, G20, BRICS. Esperamos que os problemas que possam surgir neste período complexo para nosso parceiro sejam solucionados no âmbito do Direito Constitucional, sem intervenções externas”, diz-se no documento.
Ontem, decorreu a votação na câmara baixa do Congresso Nacional do Brasil, durante a qual foi obtido um número de votos necessários para o lançamento do impeachment da presidente brasileira Dilma Rousseff. Pelo menos 342 deputados deviam votar a favor do impeachment para iniciar o processo.

Agora o processo de impeachment segue para análise do Senado. Durante dez dias, uma comissão especial irá analisar a decisão da Câmara dos Deputados, e depois esta comissão deve votar a favor ou contra o processo do impeachment.

Para ser aprovado, vai ser necessário o voto favorável de, no mínimo, 41 senadores. Se for instaurado, a presidente Dilma vai ter que se afastar do cargo por 180 dias, e o vice-presidente Michel Temer assume a Presidência da República. Vão ser necessários 54 votos dos 81 senadores para que o impeachment seja aprovado.

A oposição brasileira tenta alcançar o impeachment da presidente, apresentando ao Congresso uma demanda de demissão de Rousseff e de abrir um processo judicial contra ela. O processo acusa a líder brasileira de desrespeito à lei orçamentária e à lei de improbidade administrativa por parte da presidente, além de lançar suspeitas de envolvimento de Dilma em atos de corrupção na Petrobras, que têm sido objeto de investigação pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Lava Jato.

sputniknews

Café: Bolsa de Nova York avança 100 pts nesta manhã de 2ª feira e recupera perdas da véspera

Por volta das 09h26, o vencimento maio/16 registrava 123,95 cents/lb com 100 pontos de avanço

 As cotações futuras do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) operam com alta de 100 pontos nesta manhã de segunda-feira (18). Os vencimentos mais próximos exibem ganhos de cerca de 100 pontos e recuperam todas as perdas da sessão anterior. Segundo agências internacionais, o mercado deve oscilar focado no câmbio durante o dia.

Por volta das 09h26, o vencimento maio/16 registrava 123,95 cents/lb com 100 pontos de avanço. O julho/16 tinha 125,80 cents/lb e o setembro/16 operava a 127,55 cents/lb, ambos com alta de 95 pontos. O contrato dezembro/16 anotava 129,70 cents/lb com 90 pontos de valorização.

Veja como ficou o mercado na sexta-feira:

Café: Bolsa de Nova York fecha semana com alta de mais de 2% e recupera perdas dos últimos dias

As cotações futuras do café arábica na Bolsa de Nova York (ICE Futures US) fecham a semana com alta de 2,08% no vencimento maio/16 e recuperam parte das perdas acumuladas da semana anterior, quando o mercado teve recuo de mais de 5%. A semana foi marcada por notícias diversas, desde desequilíbrio na oferta global, as novidades no financeiro, principalmente no câmbio e petróleo, e as compras realizadas pelos operadores comerciais em meio à ausência de vendedores.

Nesta sexta-feira (15), após oscilar dos dois lados da tabela de olho no financeiro, os contratos do arábica na ICE fecharam praticamente estáveis e registrando bom volume de rolagens de posição. O maio/16 registrou 122,95 cents/lb com queda de 20 pontos. O vencimento julho/16 teve 124,85 cents/lb, o setembro/16 anotou 126,60 cents/lb e o dezembro/16 fechou o dia cotado a 128,80 cents/lb, ambos com baixa de 25 pontos.

“Os operadores internacionais acompanhando o desenrolar da novela política no Brasil aliado à proximidade da safra cafeeira não adotam postura agressiva no mercado deixando as cotações oscilando dentro de um curto intervalo mercadológico”, afirma o analista de mercado da Maros Corretora, Marcus Magalhães.

O dólar comercial fechou a sessão de hoje cotado a R$ 3,524 na venda com 1,38% de alta repercutindo a atuação do Banco Central, após o bom humor do mercado com a votação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados no domingo (17). A moeda estrangeira mais valorizada em relação ao real dá maior competitividade às exportações do Brasil. Além disso, as variações no preço do petróleo também acabam influenciando as commodities agrícolas.

Nos últimos meses, os embarques de café pelo Brasil têm sido altos. Segundo dados do CeCafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), em março as exportações de café verde atingiram 2,696 milhões de sacas de 60 kg, o volume é 3,1% mais alto em relação ao mês de fevereiro, apesar da entressafra.

A GCA (Green Coffee Association) divulgou hoje que os estoques de café verde dos Estados Unidos tiveram alta de 160 milhões de sacas em março, totalizando 6,03 milhões de sacas, indicando que a demanda pelo grão no país continua firme nesses primeiros meses do ano. Os Estados Unidos são um dos principais países importadores da commodity brasileira.

Segundo agências internacionais, o câmbio continua sendo o principal fator para as oscilações do arábica no terminal externo. No entanto, compras realizadas pelos operadores comerciais, a ausência de vendedores e os fundos de investimento menos comprados contribuíram para a sustentação das cotações na semana.

No lado fundamental, os preços sentiram também durante esses últimos dias a pressão por conta de um possível desequilíbrio entre oferta e demanda no mercado, que foi reforçado pela divulgação do Rabobank na quarta-feira.

O banco especializado em commodities estima um déficit global de 700 mil sacas na safra 2016/17. Isso por conta da queda na produção do Espírito Santo, que é o maior estado produtor da variedade robusta no Brasil. Em seu último levantamento, o Rabobank esperava que o mercado tivesse um superávit de 3,7 milhões de sacas.

Levando em conta apenas a variedade arábica, o banco espera um excedente global de 3,3 milhões de sacas. Enquanto que para o robusta o déficit deve ser de 3,3 milhões de sacas.

Mercado interno

Nas praças de comercialização do Brasil, os negócios com café seguiram lentos durante toda esta semana, mesmo com a recuperação nos terminais externos. Os preços dos principais tipos de café negociados estão aquém das expectativas e os produtores preferem aguardar os desdobramentos no cenário político e econômico brasileiro para voltar aos negócios, mesmo estando na entrada da safra – período que, normalmente, o cafeicultor precisa de renda.

O Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, da ESALQ/USP) reportou durante a semana uma redução entre os diferenciais do arábica e robusta. Ontem, o arábica valia R$ 89,34 a mais que o conilon e, conforme os pesquisadores do Cepea, essa diferença pode se estreitar ainda mais, uma vez que “a produção de robusta deve ser pequena, ao passo que a de arábica deve se recuperar”. As informações são do CNC (Conselho Nacional do Café).

O tipo cereja descascado teve maior valor de negociação hoje em Espírito Santo do Pinhal (SP) com R$ 540,00 a saca – estável. A maior oscilação ocorreu em Poços de Caldas (MG) com alta de 0,97% e saca cotada a R$ 522,00.

Da sexta-feira passada para hoje, a cidade que registrou maior variação para o tipo foi Varginha (MG) com alta de R$ 5,00 (0,96%), saindo de R$ 520,00 para R$ 525,00 a saca.

O tipo 4/5 teve maior valor de negociação em Guaxupé (MG) com R$ 531,00 a saca e avanço de 0,95%. A maior oscilação no dia dentre as praças ocorreu em Varginha (MG) com queda de 1,40% e saca a R$ 493,00.

A variação mais expressiva de preço na semana para o tipo 4/5 foi registrada em Varginha (MG), por lá a saca estava cotada a R$ 505,00 na sexta-feira passada, mas teve desvalorização de R$ 12,00 (-2,38%), e agora está em R$ 493,00.

O tipo 6 duro teve maior valor de negociação em Espírito Santo do Pinhal (SP) com R$ 500,00 a saca – estável. A maior oscilação no dia ocorreu em Araguari (MG) que registrou queda de 5,88% e teve saca cotada a R$ 480,00.

Para o tipo, conforme o gráfico, a maior oscilação na semana foi registrada em Araguari (MG), que tinha saca cotada a R$ 500,00, mas caiu R$ 20,00 (-4%) e agora vale R$ 480,00.

Na quinta-feira (13), o Indicador CEPEA/ESALQ do arábica tipo 6, bebida dura para melhor, teve a saca de 60 kg cotada a R$ 465,86 com alta e 0,43%.

Fonte: Notícias Agrícolas

Puma é capturado após ser flagrado em escola na Califórnia

Caso ocorreu em Granada Hills, em Los Angeles.
Agentes sedaram o animal para poder capturá-lo.

Um puma foi capturado após ser flagrado no pátio de uma escola em Granada Hills, em Los Angeles, no estado da Califórnia (EUA), na última sexta-feira (15).

Os agentes usaram armas com tranquilizantes para sedar o puma no quintal de uma casa e poder capturá-lo.

Agentes usaram armas com tranquilizantes para sedar o puma e poder capturá-lo (Foto: KTTV-TV/Foxla.com/AP)
Agentes usaram armas com tranquilizantes para sedar o puma e poder capturá-lo (Foto: KTTV-TV/Foxla.com/AP)

MPE avalia proposta de aumento da tarifa de transporte coletivo na capital

Em ação conjunta, Ministério Público Estadual (MPE) e Defensoria Pública do Estado do Tocantins (DPE/TO) coordenaram, na última nesta quarta-feira, 13, uma reunião que discutiu a proposta para o novo cálculo da tarifa de transporte coletivo a ser aplicada na capital. Participaram do encontro representantes do Conselho Municipal de Acessibilidade, Mobilidade e Transporte (CMAMT), da Secretaria de Acessibilidade, Mobilidade, Trânsito e Transporte de Palmas, Câmara de Vereadores de Palmas, Sindicato das Empresas de Transporte Urbano (Seturb), Universidade Federal do Tocantins (UFT), Conselho Regional de Contabilidade (CRC), Conselho Regional de Economia (Corecon), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), e Observatório Social de Palmas.

Na ocasião, a Promotora de Justiça do Consumidor da Capital, Kátia Chaves Gallieta, e o Defensor Público Fabrício Brito conheceram, por meio da apresentação dos representantes da câmara técnica do CMAMT, a planilha de custos que compõe a tarifa de transporte público e avaliaram os esclarecimentos sobre a composição e a metodologia aplicada.

As informações apresentadas irão subsidiar o Procedimento Administrativo instaurado, em conjunto, pela Promotoria de Justiça do Consumidor e pelo Núcleo de Defesa do Consumidor da Defensoria Pública, a fim de averiguar se os critérios de modicidade tarifária foram efetivamente respeitados por parte dos órgãos responsáveis por conceder autorização para reajuste, bem como certificar a qualidade dos serviços prestados.

De acordo com a Promotora de Justiça Kátia Gallieta, além de solicitar a apresentação, foram convidadas várias instituições para participar da reunião integrada. “Com isso, pretende-se garantir a eficiência na apreciação das informações contidas na planilha de custos do sistema de transporte coletivo de Palmas, que seriam apresentadas pelas empresas concessionárias, de modo que essas instituições podem nos prestar suporte técnico-operacional por meio de parecer sobre o que foi apresentado”, destacou.

Entre os encaminhamentos da reunião, será enviado ofício ao CMAMT, para que apresente as planilhas de calculo tarifário dos anos anteriores e encaminhe carta-convite às entidades de colaboração técnica, da nova reunião, para discutir as informações transmitidas pelo CMAMT.

Metodologia utilizada para o aumento

Em sua apresentação, o representante da Câmara Temática do CMAMT explanou, inicialmente, sobre a funcionalidade do sistema de controle de tráfico; sobre o sistema de bilhetagem e sobre os aplicativos disponíveis aos usuários, para verificação de linhas disponíveis e horários dos ônibus.

Sequencialmente, deu prosseguimento à exposição sobre a planilha de custo de cálculo tarifário, explicando que os critérios de modicidade tarifária foram estimados a partir da metodologia do manual do GEIPOT e que este cálculo tarifário é baseado em três indicadores: Coeficientes de Consumo (por categorias de veículos, consumo de lubrificantes, peças e assessórios, recapagem de pneus, taxa de depreciação, taxa de remuneração e encargos sociais), Dados Operacionais (renovação da frota) e Insumos Básicos.

Com informações da Ascom/Defensoria Pública

Governador Marcelo Miranda inaugura novo câmpus da Unitins em Palmas

A comunidade acadêmica da Fundação Universidade do Tocantins (Unitins) inicia uma nova fase no ensino de graduação. Trata-se do novo câmpus da Universidade, inaugurado na manhã desta segunda-feira, 18, pelo governador Marcelo Miranda e a reitora Elizângela Glória Cardoso, na capital do Estado: o câmpus Graciosa. A entrega do novo prédio foi acompanhada por universitários e várias autoridades. Para o governador, a Unitins tem uma responsabilidade maior, que é a de transformar pessoas em cidadãos livres, capazes de pensar, de experimentar, de mudar o que tem que ser mudado. “Livres para escolher, para inventar e reinventar um Tocantins melhor pra todos”, destacou Marcelo Miranda ao acrescentar. “Nessa busca pelo melhor, a Unitins é um dos caminhos que preserva os passos do nosso passado, que fortalece o nosso presente e, principalmente, que nos prepara para um futuro promissor.” Segundo Marcelo Miranda, a entrega do novo prédio da Unitins é parte do compromisso deste Governo, não somente com o ensino superior, mas com o ensino de todo Estado. “Temos governado com responsabilidade. Obedecendo a legalidade que cada ato requer. É incontestável a importância do ensino superior na formação de um cidadão. A promoção do ensino, da pesquisa e da extensão reflete diretamente no desenvolvimento ordenado de uma cidade, de um estado, de uma nação”, pontuou. A reitora da Unitins, Elizângela Glória Cardoso, lembrou que a instituição é um patrimônio da sociedade tocantinense. “A Unitins é do povo tocantinense. É, sobretudo, uma conquista de todos”, destacou. Na oportunidade, o governador autorizou que a Secretaria de Infraestrutura faça um estudo para pavimentação asfáltica do estacionamento do câmpus. Comemoração Para quem é acadêmico da Universidade, ter uma estrutura de qualidade reflete automaticamente no ensino, como destacou o estudante do curso de Serviço Social, Cleiton Lucas. “O câmpus Palmas concretiza o ensejo de uma universidade pública, gratuita e de qualidade. São futuros profissionais que irão poder contribuir para a melhoria do estado. Nosso muito obrigado”, declarou o acadêmico. Investimento No total, foram investidos na obra R$ 11,7 milhões. Com a inauguração do novo prédio, a Unitins economizará R$ 34 mil por mês com custos de aluguel. O câmpus Graciosa possui uma área total de 9.426 m². A obra é formada por um conjunto de três prédios de dois pavimentos, totalizando 48 salas de aula, uma capacidade para dois mil acadêmicos terem aulas presenciais simultâneas. Esse número, representando apenas um turno de aula em Palmas, é maior que todo o corpo discente no Estado, pois atualmente a Unitins conta com 1.770 alunos presenciais. Além das salas de aulas, o Câmpus Graciosa conta com um auditório, uma biblioteca com milhares de títulos novos (foram comprados nove mil livros para os quatro câmpus da Unitins) e sete laboratórios para as áreas de informática, agronomia, anatomia, química, fisiologia e física. Os novos investimentos ainda vão permitir que a Unitins possa aumentar a sua nota no Índice Geral de Cursos (IGC) do Ministério da Educação (MEC). A ferramenta é usada pelo MEC para avaliar as instituições de ensino superior no País. Estágio Durante o evento, a Unitins e o Itertins assinaram um Termo de Convênio para estágio supervisionado. Com a parceria, acadêmicos da Universidade passarão a estagiar no Instituto de Terras do Tocantins, como parte da grade curricular da Universidade. Balaio dos Saberes Nos próximos dias, quem passar pelo Câmpus Graciosa, ainda terá a oportunidade de apreciar a 1ª Mostra de Extensão Balaio dos Saberes. O evento é composto por espaços que combinam os conhecimentos produzidos pela universidade e pela comunidade. Na programação, também constam apresentações artísticas e palestra com o presidente do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão, Fernando Arthur de Freitas Neves. A mostra será realizada nos dias 18 e 19 de abril, com atividades em todos os turnos. Presentes A solenidade de inauguração do Câmpus Graciosa contou com a presença da vice-governadora Cláudia Lelis, do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Osires Damaso; o procurador geral de Justiça, Clenan Renault de Melo Pereira, reitor da Universidade Federal do Tocantins, Márcio Silveira; os deputados estaduais Ricardo Ayres e Valdemar Júnior; além de secretários de estado, autoridades municipais e acadêmicos da instituição.

Impeachment: um dia após votação, PT reúne bancada e tem encontro com Berzoini

Menos de 12 horas depois da aprovação da admissibilidade do impeachment da presidente Dilma Rousseff na Câmara, por 367 votos a favor, 137 contra e sete abstenções, senadores petistas já estão reunidos na Casa. Em um encontro da bancada do PT no Senado, parlamentares aliados ao governo tentam definir uma estratégia para a tramitação que agora começa uma nova fase: de instrução e julgamento.

O reforço pelo apoio a Dilma contará com deputados. Ainda que na Câmara, os trabalhos sobre o impedimento estejam encerrados, deputados da legenda de Dilma também marcaram uma reunião para 13h e, no final do dia, senadores e deputados devem se encontrar como o ministro da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini. O deputado Henrique Fontana (PT-RS) que tem assumido, ao lado de líderes do PT e do governo, os discursos mais enfáticos em defesa do atual governo explicou que a proposta é “tentar reverter a situação”.

A proposta defendida pelo petista é pela convocação de uma Constituinte exclusiva, “para permitir uma profunda reforma política do país”. O parlamentar disse que já está claro que os atuais deputados e senadores não têm interesse em mudar as regras do jogo e, para driblar esse cenário, deveriam ser eleitos, diretamente, um grupo de constituintes que teriam mandato de 1 ano a partir de março de 2017.

“A lei votada por estes constituintes seria chancelada pela população em um referendo”, defendeu o petista que aposta que as novas regras passariam a valer nas próximas eleições majoritárias. “Para tirar desta crise uma mudança estrutural e garantir governabilidade a qualquer presidente a partir de 2018”, acrescentou.

Para Fontana, a presidente não cometeu crime de responsabilidade o que torna o resultado da votação “muito grave” e comprovadamente a consequência de um acordo de cúpula.“O golpe é para proteger corruptos e não para combater a corrupção. Estes deputados viram em [Eduardo] Cunha e [no vice-presidente da República] Michel Temer a possibilidade de um acordo para travar as investigações”, acusou.

Um dos nomes alvos da crítica do petista é Paulinho da Força, presidente nacional do Solidariedade e um dos parlamentares mais críticos ao governo Dilma. No Salão Verde, logo pela manhã, Paulinho, defendeu a abertura do segundo pedido de impeachment da presidente, com aceitação dos argumentos apresentados pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). “Durante os 180 dias lá [enquanto o Senado investiga provas e documentos e a defesa de Dilma] nós continuamos aqui com a outra comissão”, disse.

O presidente do Solidariedade voltou a defender que Cunha fosse anistiado do processo que analisa o pedido de cassação de seu mandato por ter conseguido avançar com o processo de impedimento de Dilma. A representação contra Cunha no Conselho de Ética se arrasta desde novembro do ano passado para apurar se o peemedebista mentiu à CPI da Petrobras, quando negou manter contas secretas no exterior.

Hoje, Paulinho e o deputado Carlos Manato (SD-ES), autores do bolão “democrático” que foi lançado no último dia 13, como uma brincadeira para que parlamentares fizessem apostas sobre o placar da votação de domingo, anunciaram que nenhum dos 51 participantes levou o prêmio. O montante de R$ 5,1 mil será doado para a Associação Beneficente Dias Melhores, uma entidade social capixaba que cuida de crianças autistas, segundo Manato.
Edição: Denise Griesinger

Prefeito citado como exemplo em votação do impeachment é preso em Brasília

O prefeito da cidade mineira de Montes Claros, Ruy Muniz, foi preso na manhã de hoje (18), em Brasília, na Operação Máscara da Sanidade 2, da Polícia Federal, que investiga crimes de falsidade ideológica, dispensa indevida de licitação pública, estelionato, prevaricação e peculato.

Ruy Muniz é casado com a deputada Raquel Muniz (PSD-MG) que ontem, durante a votação de admissibilidade do impeachment, citou o marido como exemplo de gestor: “O meu voto é para dizer que o Brasil tem jeito e o prefeito de Montes Claros mostra isso para todos nós com a sua gestão”.

Além do prefeito, também estão sendo cumpridos um mandado de prisão preventiva contra a secretária de Saúde do município, Ana Paula Nascimento, e mais quatro mandados de busca e apreensão e dois de busca pessoal. Se condenados, as penas máximas aplicadas aos crimes ultrapassam 30 anos.

As investigações mostram que os acusados, direta e indiretamente, pretendiam inviabilizar a existência e o funcionamento dos hospitais públicos e filantrópicos de Montes Claros que atendem pelo Sistema Único de Saúde para favorecer hospital particular pertencente e gerido pelo prefeito e seus familiares.

Procurada, a Prefeitura de Montes Claros informou que Ruy Muniz segue no pleno exercício do cargo e que todos os órgãos da Administração continuam funcionando normalmente.

“Ao cobrar profundas mudanças no sistema de saúde de Montes Claros, em defesa da população, o prefeito contrariou interesses e provocou forte perseguição política. A Prefeitura tem plena convicção de que a decisão, absurda, será revertida e a Justiça prevalecerá”, diz nota da prefeitura.

Procurada pela Agência Brasil a deputada Raquel Muniz não se manifestou sobre o assunto.

Da Agência Brasil

Prefeitura abre inscrições para 26ª Corrida de Rua do Trabalhador

O evento será em comemoração ao Dia do Trabalho, no dia 1º de maio, e terá premiação de R$ 13 mil

 A Prefeitura de Araguaína, por meio da Secretaria Municipal da Educação, Cultura, Esporte e Lazer, em parceria com a Associação dos Corredores de Rua de Araguaína (ACRA), realizará a 26ª Corrida de Rua do Trabalhador. O evento acontece tradicionalmente em comemoração ao 1º de Maio – Dia do Trabalho, às 8 horas da manhã, neste ano, no domingo. As inscrições poderão ser feitas de hoje, dia 18, até 17 horas do dia 29 de abril, na sede da Secretária e no hotsite da competição.

A novidade deste ano é a realização do evento com chegada e largada do Parque Cimba e de uma corrida infantil simultânea, nas pistas do próprio parque, incentivando novos talentos para o esporte.

As premiações serão divididas num total de R$ 13.000 em dinheiro, além de troféus e medalhas. Em 2016, é esperada a participação de mais de 500 corredores profissionais e 100 corredores mirins.

Corrida
A distância da competição desse ano será de 8.000 metros. Podem participar atletas e a população em geral, de nacionalidade brasileira ou estrangeira regularmente inscrita e de ambos os sexos. Na categoria mirim, a corrida acontecerá no intervalo da corrida principal, sendo sua realização a partir das 8h10, na pista interior do Parque Cimba.

Inscrições
Através do link: http://twixar.me/CH7, os interessados em participar terão acesso ao preenchimento da ficha de inscrição, regulamento, mapa e demais informações da premiação.

Os corredores que moram em Araguaína terão obrigatoriamente que buscar seu kit prova, composto por senha e medalha de identificação, até dia 28 de abril na Secretaria de Educação, Esportes, Cultura e Lazer, na Avenida Bernardo Sayão, nº 499, Entroncamento. Os kits dos atletas de outras cidades serão retirados e distribuídos pela ACRA.

As inscrições dos participantes residentes em outras cidades poderão ser enviadas para o email: cultura.araguaina@gmail.com, sendo sua validade aceita apenas mediante a entrega dos documentos originais até 1 hora antes do início da prova.

Modalidades
Todos os atletas inscritos concorrerão na modalidade elite, sendo premiados os cinco primeiros colocados masculinos e as três primeiras colocadas da modalidade feminina. As outras premiações obedecerão à chegada dos demais, de acordo com a categoria e modalidade de faixa etária, que podem ser acessadas em “Sobre a corrida”, na opção “Premiação”, pelo link: http://twixar.me/CH7

As regras da competição seguem o regulamento geral de provas de corridas rústicas da CBAT (Confederação Brasileira de Atletismo). Para segurança dos competidores, haverá viaturas da polícia e ambulâncias com enfermeiros no local da prova.

Contato
Mais informações também podem ser obtidas pelo telefone: (63) 3411-5612.

Cientistas políticos criticam argumentos de deputados em votação do impeachment

Cientistas políticos criticaram a argumentação de deputados na sessão do plenário da Câmara que votou a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Os parlamentares dedicaram os votos às suas famílias, a Deus, aos evangélicos, aos cristãos, aos prefeitos de suas cidades e correligionários. A sessão foi marcada pela presença de cartazes, bandeiras, hino e gritos de guerra.

Com 367 votos a favor (mais de dois terços dos 513 deputados), 137 contra, sete abstenções e duas ausências, o parecer pela instauração do processo de impeachment foi aprovado nesse domingo (17) na Câmara dos Deputados. Agora cabe ao Senado decidir se processa e julga a presidenta.

“Acho estarrecedor, em um país republicano, que tem princípios de laicidade do Estado, levantar argumentos religiosos e a família. Pouquíssimos levantaram os motivos reais que são julgados no processo. É entristecedor ver a qualidade de argumentos, todos arregimentados para seu entorno, em questões de seu interesse”, disse a professora do Departamento de Ciência Política e coordenadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre a Mulher da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Marlise Matos.

A professora destaca que há uma leitura estranha do que seja o interesse democrático. “Há pessoas caricatas, como [o deputado Jair] Bolsonaro, que não contam. Mas deveria ser pedagógico, fica muito claro que o problema não é a presidenta Dilma Rousseff, o PT. Temos um problema muito mais sério, mais grave. Ficou explícita a falência do sistema representativo brasileiro”, argumentou Marlise.

Para o professor do Departamento de Ciência Política da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Jorge Almeida, em nenhum momento ficou caracterizado o crime por parte da presidenta Dilma Rousseff. “Raros foram os parlamentares pró-impeachment que argumentaram a existência de crime de responsabilidade. Falaram sobre questões econômicas, políticas, sociais, religiosas, lembraram as famílias e os próprios familiares. Isso mostra a fraqueza desse argumento e que foi realmente um julgamento político”.

Pablo Ortellado, professor de Gestão de Políticas Públicas da Universidade de São Paulo (USP), disse que para muitos brasileiros foi um choque conhecer o Parlamento. “Ele é muito ruim, muito desqualificado. É muito assustadora a qualidade dos nossos deputados. Os nossos parlamentares são muito ruins, mas o baixo clero é muito inferior. Não é programático, não é ideológico”.

Por sua vez, o professor do programa de pós-graduação de ciência política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Rodrigo Gonzalez, diz que cada um está aproveitando seus 30 segundos de fama. “Porque é bom lembrar que, fora poucas lideranças, a maioria tem poucas oportunidades de aparecer na mídia nacional. É a oportunidade que os deputados pouco conhecidos têm, e vale qualquer tipo de manifestação”.

Mudanças imediatas

Para o professor da UFRGS, as manifestações dos deputados precisam ser mais moderadas, pois estão fazendo um discurso comum de que essa votação muda o país. “Essa votação não só não muda o país, como os nossos representantes deveriam temperar os discurso com um pouco de racionalidade”.

Gonzalez observou que os discursos exaltados podem acender algum tipo de expectativa que não pode ser entregue à população. “A inflação não vai baixar amanhã, o [vice-presidente, Michel] Temer não vai assumir amanhã. Dessa forma, se joga uma expectativa que não pode ser cumprida”.

O professor diz que o país passará por mais um período tumultuado até o processo de julgamento da presidenta no Senado. “Não há garantia de que a partir de amanhã haja um país pacificado, vão se exaltar mais ainda. Nesse meio tempo, os partidos que são situação passarão a oposição”, lembrou.

Alto quórum

Ao contrário do que muitos imaginavam, apenas dois dos 513 deputados que compõem a Câmara se ausentaram da votação sobre a abertura do processo de impeachment. Compareceram para a votação 511 deputados.

De acordo com Ortellado, a presença em massa dos parlamentares já era aguardada na votação. “Era esperado, porque há muita pressão popular para os deputados irem. Acho que não houve nenhuma grande surpresa”. Os dois faltosos são Anibal Gomes (PMDB-CE), que estaria com problema de saúde, e a deputada Clarisse Garotinho (PR-RJ), que está na 35ª semana de gravidez e apresentou atestado médico.

O professor da UFRGS acredita que, em um momento de polarização, um abandono do plenário seria difícil de ser justificado. “Não só o deputado está perdendo sua visibilidade, como vai ser condenado por ter fugido da raia”.

Para Jorge Almeida, da UFBA, a presença maciça de deputados na votação na Câmara foi fruto da cooptação, distribuição de recursos e de cargos. “Foi um processo muito rebaixado do ponto de vista político. O Congresso virou uma feira de varejo. Grande parte dos votos foi fruto de interesses particulares”.

Segundo o professor, uma reforma política deveria inserir a possibilidade de destituição do presidente da República. “Já houve um ataque à democracia. A legislação tem uma falha porque não traz a possibilidade de destituição do presidente por vontade popular, por plebiscito”.

Impactos

Para os cientistas políticos, o impeachment é um instrumento legítimo que, no entanto, deixa traumas em uma sociedade democrática.

“Ele deve ser usado muito excepcionalmente, porque já é um trauma quando utilizado dentro do previsto, dentro da lei. A lei do impeachment é muito aberta, ela permite que uma coisa muito pequena, como as pedaladas fiscais, sejam utilizadas para conduzir o processo. Isso deixa uma marca muito ruim para a democracia brasileira. No processo do [ex-presidente] Collor, a gente não tinha o Congresso tão rachado, a sociedade dividida, além disso, a acusação era mais sólida”, diz o professor Ortellado, da USP.

A decisão da Câmara dos Deputados de abrir processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff pode ampliar a divisão da sociedade brasileira, acrescenta Ortellado. “Essa polarização está sendo construída com base de sentimentos. As pessoas aderem a uma visão de grupo que está pronta. Não existem visões intermediárias. Enquanto não mudarmos a nossa forma de ver a política, de maneira mais ponderada, não vamos sair dessa situação. Não há solução boa, qualquer lado que perder vai se sentir lesado”.

Segundo Marlise Matos, “o processo mostra fragilidade no processo democrático no Brasil”. A professora vê riscos para democracia brasileira e projeta um cenário de retrocesso e perdas de diretos sociais no Congresso. “O risco desse cenário é de uma agenda de retrocesso. Esse congresso, assim que eleito, começou a pautar propostas de regressão. A gente vai ter que conviver com uma agenda de retrocesso de direitos sociais”, comenta.

“Utilizou-se de um sentimento muito forte, que é a indignação com a corrupção. E a campanha Fora Dilma! explorou de forma muito bem-sucedida essa indignação. Por outro lado, se explorou de forma muito profunda a questão do golpe. Esse recurso que o governo usou para se defender gerou uma polarização muito generalizada na população brasileira. Estamos falando de 30% da Câmara dos Deputados e 30% da população, e isso vai fazer com que essas pessoas se sintam subtraídas, com sentimento de ter sua presidenta eleita subtraída do cargo”, disse Matos.

Próximos passos

Nesta segunda-feira (18), o processo será enviado ao Senado e no dia seguinte (19), lido no plenário da Casa. Amanhã (19), os líderes partidários deverão indicar os 42 parlamentares que vão compor a comissão que analisará o assunto no Senado, com 21 titulares e 21 suplentes. A comissão tem prazo de 48 horas para eleger o presidente e o relator. Por causa do feriado de 21 de abril na quinta-feira, isso deverá ocorrer somente na segunda-feira (25).

Caso aprovada a admissibilidade do processo pelo Senado, o que deve ser decidido entre os dias 10 e 11 de maio, a presidenta Dilma Rousseff será notificada e afastada do cargo por um prazo máximo de 180 dias, para que os senadores concluam o processo. O vice-presidente da República, Michel Temer, assume o posto. Mesmo se for afastada, Dilma manterá direitos como salário, residência no Palácio da Alvorada e segurança. Nesse período, ela fica impedida apenas de exercer suas funções de chefe de Estado.

De acordo com a professora da UFMG, ainda são necessárias provas para que o processo tenha legitimidade. “Há que se provar o crime de responsabilidade. Esse debate não foi feito em nenhuma circunstância. Quero ver a prova cabal dos crimes de responsabilidade atribuídos a Dilma para que se deponha uma presidenta democraticamente eleita. Acredito que haverá mais serenidade e atenção aos fatos nos próximos julgamentos”, disse.

Falta de legitimidade

O prosseguimento do processo, disse Jorge Almeida, foi viabilizado porque, além da crise econômica e das denúncias de corrupção, Dilma negou todas as promessas de campanha que foram feitas, o que levou à perda de legitimidade política do mandato. “Isso, considerando a legislação brasileira, não é elemento para gerar impeachment, mas é um elemento importante para compreender a situação política”.

Segundo o professor da UFBA, tudo indica que a decisão da Câmara será seguida pelo Senado, o que implica colocar no poder outro presidente sem legitimidade. “O que vai implicar que o [vice-presidente] Michel Temer vai assumir a Presidência da República. Isso não vai resolver nenhum problema nacional porque Temer, além do questionamento sobre a legalidade do mandato, incorre nos mesmos problemas de Dilma”.

“Se houve perda de legitimidade de Dilma por não ter cumprido as promessas, Temer nunca teve essa legitimidade. O Brasil vai entrar em um período complicado”, afirmou Almeida, acrescentando que o governo Dilma não trouxe conquistas concretas e que há o risco de retrocessos maiores em termos de conquistas históricas de trabalhadores.

Edição: Graça Adjuto
Heloisa Cristaldo e Andreia Verdélio – Repórteres da Agência Brasil

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