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Governador abre Conferência Regional de Mobilização para o 8º Fórum Mundial da Água

Com a presença de representantes de diversos órgãos das esferas estadual, federal, prefeitos e outras autoridades, o governador Marcelo Miranda, acompanhado da vice-governadora Claudia Lelis, participou na manhã desta segunda-feira, 26, da abertura da Conferência Regional de Mobilização para o 8º Fórum Mundial da Água e 2° Encontro Estadual de Comitês de Bacias Hidrográficas do Tocantins (ECOBTO).

Os dois eventos estão sendo realizados simultaneamente até esta terça-feira, 27, no auditório do Palácio Araguaia, em Palmas. O objetivo é discutir assuntos voltados para a temática da água e o meio ambiente com vistas à participação do Estado no 8º Fórum Mundial da Água, que será realizado nos dias 18 e 23 de março, em Brasília.

Na ocasião, Marcelo Miranda assinou o Decreto criando a Comissão Pró-Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Palmas e o Projeto de Lei que altera a composição do Conselho Estadual de Recursos Hídricos do Tocantins (CERH-TO), e acrescenta vagas para os Comitês de Bacias Hidrográficas do Tocantins.

“Abrigamos, aqui, a maior parte da Bacia Tocantins/Araguaia, uma das mais importantes do País. Daí a importância de nos mobilizarmos para sensibilizar a sociedade na busca de caminhos viáveis para a proteção desse recurso”, destacou Marcelo Miranda, citando a importância da criação da Comissão Pró-Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Palmas, que constitui uma antiga demanda dos prefeitos e representantes da região.

A titular da pasta do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), Luzimeire Carreira, também destacou o potencial hídrico do Estado. “Diante dessa realidade, a missão do Governo é realizar a gestão dos recursos hídricos dentro de uma visão moderna, participativa, compartilhada e descentralizada, alçando a água a um patamar prioritário com políticas públicas eficientes”, destacou lembrando as diversas ações realizadas pelo Governo, na intenção de promover e de proteger o meio ambiente.

O coordenador-geral do Fórum Tocantinense de Comitês de Bacias Hidrográficas (FTCBH), Itamar Xavier, lembrou a importância da realização do 8º Fórum Mundial da Água, em Brasília. “Esse mês de março tem um simbolismo muito grande para os brasileiros em virtude da realização do 8º Fórum Mundial da Água, com o tema Compartilhando a Água. Pela primeira vez esse evento será realizado no Hemisfério Sul. O momento é oportuno para discutirmos a água exatamente no Brasil, porque já estamos sentindo os efeitos das mudanças climáticas, com consequências danosas em todas as regiões do País”.

O representante do Ministério do Meio Ambiente, Edson Duarte, alertou para as questões relacionadas ao clima. “Os efeitos climáticos estão chegando e frustrando muitas atividades de forma assustadora e 20% da população do semiárido terá que abandonar a região pelo agravamento da seca e ninguém poderá prever com segurança o que vai acontecer”, advertiu.

Programação

A programação dos eventos inclui debates sobre recuperação de nascentes, a gestão dos Comitês de Bacias Hidrográficas (CBHs) e o projeto Gestão de Alto Nível da Bacia do Rio Formoso. Haverá, também, uma roda de conversa sobre a proposta de transposição do Rio Tocantins, da qual participa o deputado federal Gonzaga Patriota (PSB-PE), autor do projeto de Lei nº 6569/2003, que prevê a interligação entre o Rio Tocantins e o Rio Preto, com o propósito de assegurar a navegação desde o Rio São Francisco até o Rio Amazonas.

8º Fórum Mundial da Água

Realizado pela primeira vez no Hemisfério Sul, o 8º Fórum Mundial da Água ocorre em Brasília (DF), entre os dias 18 e 23 de março, é o maior evento internacional dedicado à água. Organizado a cada três anos pelo Conselho Mundial da Água, juntamente com o país e a cidade anfitriã, o Fórum Mundial da Água contribui para o diálogo do processo decisório sobre o tema em nível global, visando o uso racional e sustentável deste recurso.

Jarbas Coutinho/Governo do Tocantins

Secretário de Saúde do TO é alvo de ação do MP do RJ contra Sérgio Cabral

O secretário de Saúde do Tocantins, Marcos Musafir , é um dos alvos de uma ação civil pública por improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro contra o ex-governador fluminense Sérgio Cabral e Felipe Peixoto, além de outros 12 servidores, uma empresa, um consórcio e quatro executivos, entre eles Arthur César de Menezes, conhecido como Rei Arthur.

Segundo a ação, os denunciados realizaram contratos para a manutenção de serviços de estocagem, de distribuição, de armazenamento e destinação final de medicamentos, insumos e outros materiais hospitalares que resultaram em um prejuízo aos cofres públicos de R$ 173 milhões. O MP não deu detalhes da participação de Musafir, que, em 2014, foi nomeado secretário de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, na gestão de Cabral.

Segundo MP do RJ, ainda em 2007, o ex-secretário Sérgio Côrtes se utilizou de decreto de calamidade pública nas ações e serviços de saúde, editado pelo ex-governador em 2007 e contratou por cerca de R$ 18 milhões, em regime de urgência pelo prazo de 180 dias, a empresa TCI BPO Tecnologia, Conhecimento e Informação S.A. para prestação de serviços de gestão de informações e estoques de medicamentos e insumos. Segundo o MPRJ, após o término dos 180 dias, foi realizado pregão presencial, que culminou na contratação da mesma TCI por R$ 51 milhões. O acerto teve prazo estipulado em 12 meses. De acordo com a ação, este contrato foi aditado, estendendo seu prazo de execução por mais um ano.

Em 2009, porém, ficou comprovado que os serviços não foram devidamente prestados, o que resultou na substituição informal da TCI pela empresa Facility Tecnologia LTDA, da qual o empresário “Rei Arthur” é sócio-presidente. No mesmo ano, o governo realizou uma licitação, vencida pela Vex Tecnologia LTDA, da qual “Rei Arthur também também é sócio-presidente e que possui o mesmo CNPJ que a Facility.

Apesar da Vex ter vencido o certame, o contrato foi assinado pelo consórcio LOG Rio, do qual a empresa fazia parte, no valor de R$ 50 milhões. Segundo o MPRJ, no novo contrato, assim como ocorrera no primeiro, ficou clara a necessidade de se realizar uma interface entre os sistemas de tecnologia da informação (TI) pré-existentes no Estado com o então implementado pelo Consórcio. Porém, isto só foi efetivamente cumprido em 2012, decorridos três anos do início do contrato.

Portanto, de acordo com o Ministério Público fluminense, ao todo foram cerca de quarenta meses de inexecução parcial do contrato, cujo pagamento deveria ter sido suspenso ou abatido, mas não foi. Ainda segundo o MPRJ, a ineficiência na gestão dos medicamentos e insumos gerou desperdício e perdas dos produtos por vencimento de validade. De acordo com laudo do Grupo de Apoio Técnico Especializado (GATE/MPRJ), o prejuízo com medicamentos inservíveis apenas nas unidades compõe os Centros de Distribuição da Pavuna e do Barreto, em Niterói, chegou a R$ 68 milhões.

A ação narra que, além desses R$ 68 milhões, se detectou, ao longo do período investigado, pagamentos por serviços não prestados, duplicidade de pagamentos por despesa de pessoal, pagamentos além do valor pactuado (sem o correspondente acréscimo de serviços) propinas distribuídas entre os chefes de poder e da secretaria, dentre outras ilicitudes que, somadas, atingem mais de R$ 173 milhões. Para tanto, foram comprovadas dispensas indevidas de licitação, pagamento por serviços não contratados, direcionamento de licitações, extensão do contrato por período superior ao permitido em lei, dentre outras práticas proibidas por lei.

Ainda de acordo com a ação, o contrato com o Consórcio LOG Rio, foi aditado sete vezes, se estendendo até 2015. Segundo o MPRJ, os contratos, tanto com a TCI quanto com o consórcio LOG Rio foram superfaturados, gerando propina de até 10% dividida entre parte dos denunciados. Para as investigações, Sergio Cabral recebia a metade do dinheiro desviado. 

Pela conduta dos réus, o Ministério Público fluminense requer que eles sejam condenados, de acordo com o artigo 12 da Lei Federal nº 8.429/92, a suspensão dos direitos políticos, ao ressarcimento dos danos ao erário e a proibição de contratar com o poder público. O MPRJ também demanda em pedido cautelar a perda dos valores acrescidos ilicitamente pelos réus, a quebra dos sigilos fiscal e bancário, e o sequestro de tantos bens quantos forem suficientes para sanar o dano ao tesouro estadual.

A ação também requer a nulidade de todas as rubricas orçamentárias discriminadas como “restos a pagar”, da Unidade Gestora do Fundo Estadual de Saúde, que tenham como beneficiárias as empresas envolvidas na ação; e dos aditivos 06 e 07 do contrato n. 175/2009, firmado entre o Consórcio Log Rio e o Estado do Rio de Janeiro por não ter sido evidenciado razão suficiente a justificar a extensão do contrato de origem para além do período autorizado na lei.

clebertoledo

Grupo de Amastha conquistou apoio do jovem líder político mais promissor do Bico do Papagaio

Em uma articulação ousada, orquestrada pelo ex-deputado federal Galdino, Adir Gentil e o vereador Folha levou para a base   do pré-candidato a governador do estado, Carlos Amastha, o jovem político da cidade de Araguatins,  Marcos Eticcam,  que  disputou  as eleições  para prefeito em  2016.

 A aposta do grupo de Amastha em Marcos se dá por seu perfil de empresário bem-sucedido na cidade; por sua conduta ilibada e por sua visão política moderna capaz de tirar a cidade de Araguatins do caos administrativo em que se encontra, devido a má gestão   do atual prefeito Cláudio Santana.

Além   de Marcos, o grupo de Amastha conquistou   apoio de Léia, Cristina e do empresário Elcio, e outros, que vai reforçar muito   a sua pré-campanha no Bico do Papagaio.

Polícia Civil deflagra Operação Jogo Limpo na Capital e outras 4 cidades do Tocantins

A operação Jogo Limpo visa a desarticulação de organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro através de entidades sem fins lucrativos e empresas fantasmas e sua 1ª Fase é concluída hoje, em ação nas primeiras horas desta segunda-feira (26).

O foco desta etapa é a atuação dos envolvidos na FUNDESPORTES – Fundação Municipal do Esporte e Lazer, onde, supostamente, associações e federações esportivas foram utilizadas para desviar dinheiro público por meio de repasse de subvenções sociais para o esporte e lazer.

A operação policial conta com 100 policiais civis para cumprimento de 24 mandados de prisão temporária e 33 mandados de busca e apreensão, na Capital e nos municípios de Paraíso, Nova Rosalândia, Miracema e Paranã.

As diligências da Polícia Civil acontecem, ainda, na sede da FUNDESPORTES, sendo os conduzidos e também os objetos apreendidos encaminhados à sede do Complexo II de Delegacias Especializadas, em Palmas.

Priscila Cadore / Ascom SSP

EM GURUPI, CARLESSE LANÇA PRÉ-CANDIDATURA AO GOVERNO DO ESTADO

Na noite desta sexta-feira (23), de acordo com os organizadores, cerca de 3 mil pessoas compareceram na Boate The Club, na cidade de Gurupi (TO), para acompanhar o evento de lançamento da pré-candidatura ao governo do Estado do Tocantins do deputado estadual Mauro Carlesse (PHS). Vários deputados estaduais, um federal, dezenas de prefeitos, vices, vereadores e lideranças políticas de todas as regiões do Estado acompanharam o evento.

O pré-candidato afirmou em seu discurso que seu nome estará à disposição dos tocantinenses e que acredita no projeto municipalista para desenvolver o Tocantins. Para ele é um projeto que aproxima os municípios e os cidadãos do poder estadual. “Nossa pré-candidatura sai hoje de Gurupi para conquistar o Tocantins”, confirmou Carlesse.

Todos os deputados que marcaram presença discursaram e declararam apoio ao presidente da Assembleia do Tocantins. Estiveram presentes o deputado federal Carlos Gaguim, e os deputados estaduais Wanderlei Barbosa, Rocha Miranda, Luana Ribeiro, Eli Borges, Eduardo do Dertins, Nilton Franco, Olinto Neto, Cleiton Cardoso, José Roberto, Ivory de Lira, Osires Damaso e Toinho Andrade.

Na noite desta sexta-feira (23), de acordo com os organizadores, cerca de 3 mil pessoas compareceram na Boate The Club, na cidade de Gurupi (TO), para acompanhar o evento de lançamento da pré-candidatura ao governo do Estado do Tocantins do deputado estadual Mauro Carlesse (PHS). Vários deputados estaduais, um federal, dezenas de prefeitos, vices, vereadores e lideranças políticas de todas as regiões do Estado acompanharam o evento.

O pré-candidato afirmou em seu discurso que seu nome estará à disposição dos tocantinenses e que acredita no projeto municipalista para desenvolver o Tocantins. Para ele é um projeto que aproxima os municípios e os cidadãos do poder estadual. “Nossa pré-candidatura sai hoje de Gurupi para conquistar o Tocantins”, confirmou Carlesse.

Todos os deputados que marcaram presença discursaram e declararam apoio ao presidente da Assembleia do Tocantins. Estiveram presentes o
deputado federal Carlos Gaguim, e os deputados estaduais Wanderlei Barbosa, Rocha Miranda, Luana Ribeiro, Eli Borges, Eduardo do Dertins, Nilton Franco, Olinto Neto, Cleiton Cardoso, José Roberto, Ivory de Lira, Osires Damaso e Toinho Andrade.

FGV diz que confiança do consumidor cai 1,4 ponto em fevereiro

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas caiu 1,4 ponto em fevereiro, ao passar de 88,8 pontos em janeiro para 87,4. Em relação a fevereiro de 2017, no entanto, o índice avançou 6,7 pontos.

Segundo a FGV, a confiança dos consumidores em fevereiro acomodou-se em nível próximo a novembro passado, influenciada por uma menor satisfação com relação à situação econômica e perspectivas menos otimistas para os próximos meses.

Em fevereiro, tanto as avaliações sobre a situação atual quanto as expectativas em relação aos próximos meses pioraram. O Índice de Situação Atual (ISA) caiu 1,4 ponto indo para 75,2 pontos, interrompendo a trajetória de seis altas consecutivas. O Índice de Expectativas (IE) teve queda pelo segundo mês consecutivo passando de 97,6 para 96,5 pontos.

Edição: Kleber Sampaio
Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil

Operação Espectro da Polícia Civil: Assembleia reafirma compromisso com a legalidade e a transparência

Ao reafirmar seu compromisso com a legalidade e a transparência de seus atos, a Assembleia Legislativa informa o seguinte: A Direção Geral desta Casa de Leis determinou a instauração de uma Comissão de Sindicância em 15 de fevereiro de 2017 para apurar possíveis desvios de conduta dos servidores Antônio Ianovich (ex-diretor geral), Flávio Negreiros (coordenador de almoxarifado) e Danilo Parente Barros, supostamente envolvidos na nomeação irregular do último para o cargo de diretor de Modernização Tecnológica.

Após a apuração das denúncias, a Assembleia enviou o processo ao Ministério Público Estadual para as devidas providências. Na época, entretanto, não ficou comprovada pela Comissão de Sindicância a participação de Flávio Negreiros nas supostas irregularidades, fato que só veio à tona nesta data, após a conclusão do inquérito instaurado pela Polícia Civil.

Desta forma, após tomar conhecimento da suposta participação do servidor em atos ilícitos, a Assembleia Legislativa decidiu exonerá-lo imediatamente. Vale ressaltar que a coletiva de imprensa convocada pela Polícia Civil nesta quinta-feira se refere a atos administrativos praticados pelo ex-diretor geral da Assembleia Antônio Ianovich, ocorridos no ano de 2016 e início de 2017 na gestão anterior.

A atual gestão do Legislativo estadual já abriu processo licitatório para a contratação e instalação de um sistema de registro biométrico de frequência eletrônica na Assembleia, com vistas a garantir o controle mais eficiente o serviço prestado à população.

Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins Diretoria de Comunicação.

Policia Civil apresenta resultado da 1º Fase da Operação Espectro

Coletiva de imprensa realizada na manha desta quinta-feira (22), na sede da Secretaria de Segurança Pública do Estado, apontou evidências e procedimentos investigativos da Delegacia de Repressão a Crimes de Maior Potencial Contra a Administração Pública – DRACMA no combate a esquema de desvio de recursos públicos por meio de funcionário fantasma.

Intitulada Espectro, a Operação desvendou, em sua primeira fase, a existência de corrupção sistêmica na gestão administrativa da Assembléia Legislativa tocantinense, no biênio 2015-2017.

Segundo as investigações, o líder do esquema criminoso, Antônio Ianovich Filho, então Diretor Geral daquela Casa, encaminhou decreto de nomeação de funcionário fantasma, retroativo a 12 meses, com comando para um terceiro cooptar o servidor e captar os valores de suas remunerações, com a promessa de pagamento de uma parte do salário e gratificações ao funcionário.

Para o delegado titular da Dracma, Guilherme Rocha Martins, “Ianovich foi responsável pela inclusão do servidor na folha de pagamento da Assembléia Legislativa, bem como pela supressão e falsificação de documentos para a implementação dos delitos”. Os demais envolvidos, “Flávio Negreiros Alves e Danilo Parente, atuavam, respectivamente, como operador do esquema e funcionário (fantasma), encaminhando este folhas de freqüência, recolhendo documentação e dinheiro em espécie, para ser devolvido, em grande parte, ao líder, Ianovich”, completou a autoridade policial.

Com a conclusão do inquérito policial, Antônio Ianovich Filho foi indiciado pelos crimes de concussão, peculato, falsidade ideológica, supressão documental, associação criminosa e lavagem de dinheiro; Flávio Negreiros Alves, por sua vez, poderá responder pelos crimes de concussão, peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro; Danilo Parente foi indiciado pelos crimes de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro, podendo, contudo, ser beneficiado, em fase de aplicação de pena, pela confissão e delação premiada.

As investigações foram iniciadas após requisição do Ministério Público Estadual e contaram com expressiva atuação da Polícia Científica: “O trabalho da Polícia Civil, que é uma Polícia de Estado, com obrigação de investigar todo e qualquer ato criminoso que chega ao conhecimento da autoridade policial, demanda técnica e imparcialidade e, neste caso, em específico, foi desenvolvido com participação expressiva da Superintendência da Polícia Científica, tanto nos trabalhos de campo, como na captação e depuração de dados, sem os quais o resultado não seria exitoso”, ponderou o Delegado Geral, Claudemir Luiz Ferreira, na abertura da coletiva.

O papel do jornalismo investigativo de veículos de comunicação locais também foi destaque na fala do titular da delegacia especializada, para quem “a repercussão na mídia influenciou significativamente o comportamento do funcionário da Assembléia, cuja família, ao ter ciência da pratica do crime pela imprensa, passou a exigir que Danilo noticiasse o esquema aos órgãos competentes, pondo fim a toda uma estrutura de corrupção sistematizada”, reiterou o delegado.

A primeira fase da Espectro evidenciou, aproximadamente, 170 mil reais em recursos desviados dos cofres públicos. Nenhum agente político foi alvo das investigações, que continuam em fase avançada e envolvem a administração pública em nível estadual e, também, municipal.

Ação conjunta da Polícia Civil do Tocantins e da PM do Distrito Federal resulta na prisão de suspeito de estupro de vulnerável

A Polícia Civil do Estado do Tocantins, por intermédio da Delegacia da Criança e do Adolescente (DECA) de Araguaína, sob a coordenação dos Delegados Cinthia Miura e Amaury Marinho informa a população tocantinense sobre prisão preventiva de Argel Ferreira Madureira, de 60 anos. Ele é servidor aposentado do Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região e é investigado pela prática de dois crimes de estupro de vulnerável majorados praticados em detrimento de sua neta e sua sobrinha.

De acordo com o Delegado Regional Bruno Boaventura, o fato foi noticiado às autoridades policiais de Araguaína no dia 26/09/2017 e, de imediato, o inquérito policial foi instaurado para o início das investigações. Após a coleta de elementos de prova robustos, o delegado Amaury Marinho indiciou o investigado e representou pela sua prisão preventiva, a qual foi deferida pelo Juízo da Vara da Infância e Adolescência de Araguaína, no entanto, Argel acabou fugindo para Brasília.

Desta maneira, os investigadores da DECA intensificaram as investigações e localizaram o paradeiro do indivíduo, na capital Federal. Em seguida, as informações foram repassadas para a Polícia Militar do DF, que acabou localizando e efetuando a prisão de Argel, no dia 20/02/2018.

Na ocasião, o suspeito foi capturado, mediante cumprimento de mandado de prisão que recaia contra sua pessoa, devendo ser recambiado à Araguaína, em breve a fim de que possa responder as acusações que lhe são imputadas.

  A equipe da DECA de Araguaína agradece e parabeniza a diligente atuação dos atores da persecução penal envolvidos nessa investigação e informa que todo abuso perpetrado em desfavor de crianças e adolescentes será duramente combatido e investigado.

Informa que também que a população pode ajudar a Polícia Civil com denúncias, por meio dos telefones 197 e pelos telefones da Deca (63) 34117309 e 34117361

Rogério de Oliveira/Governo do Tocantins

PF deflagra 48ª fase da Operação Lava Jato – Operação Integração

A Polícia Federal deflagrou hoje (22/2) a 48ª fase da Operação Lava Jato – Operação Integração. A investigação policial tem como foco a apuração de casos de corrupção ligados aos procedimentos de concessão de rodovias federais no Estado do Paraná que fazem parte do chamado Anel Da Integração.

Policiais federais, servidores da Receita Federal e membros do Ministério Público Federal participam da ação realizada simultaneamente nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio de Janeiro e São Paulo. Estão sendo cumpridos 50 mandados de busca e apreensão e 7 mandados de prisão temporária.

Nas investigações se detectou o uso das estruturas de lavagem de dinheiro reveladas na Operação Lava Jato para operacionalizar os recursos ilícitos pagos a agentes públicos, principalmente através de operadores financeiros investigados na Operação Lava Jato.

Uma das concessionárias se utilizou dos serviços de deles para operacionalizar, ocultar e dissimular valores oriundos de atos de corrupção. Dentre os serviços prestados por estes operadores está a viabilização do pagamento de vantagens indevidas a agentes públicos do DNIT – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, DER/PR – Departamento de Estradas de Rodagem no Paraná e Casa Civil do Governo do Estado do Paraná.

A ação tem por objeto a apuração, dentre outros, dos crimes de corrupção, fraude a licitações e lavagem de ativos. As ordens judiciais foram determinadas pelo Juízo Titular da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR.

Será concedida coletiva de imprensa, às 10h, no auditório da Superintendência Regional da Polícia Federal no Paraná.

Comunicação Social da Polícia Federal em Curitiba-PR

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