É com pesar que observamos a atuação de alguns vereadores de Araguaína na aprovação do Projeto que, segundo informações do SISEPAR (Sindicato dos Profissionais de Enfermagem de Araguaína), representa um verdadeiro retrocesso para a classe da enfermagem. Enquanto a população espera que seus representantes defendam seus interesses, esses parlamentares parecem ter outros compromissos.
Os nomes de Marcus Duarte, Geraldo Silva, Wilson, Alcivan, Matheus Mariano, Abraão Edimar Leandro, Luciano Santana, Jorge Carneiro, Terciliano Gomes, Ygor Cortez, Claudel, Robert, Israrel da Terezona aparecem nessa triste história como possíveis responsáveis pela aprovação de um projeto que vai de encontro aos direitos já conquistados pela classe da enfermagem. Será que esses vereadores foram eleitos para servir ao povo ou estão mais preocupados com os interesses do prefeito Wagner?
O Projeto de Lei em questão, ao que parece, ignora por completo os avanços já alcançados pelos profissionais de enfermagem, uma vez que tanto o governo federal quanto o estadual reconheceram a importância dessa classe e repassaram os recursos necessários para garantir seus direitos. No entanto, parece que alguns vereadores optaram por ignorar essas conquistas e prejudicar aqueles que estão na linha de frente do sistema de saúde.
A grande questão que paira no ar é: em quem esses vereadores realmente estão servindo? Se foram eleitos para representar os interesses da população de Araguaína, é dever deles defender os direitos da classe da enfermagem, que desempenha um papel fundamental na saúde da cidade. No entanto, ao aprovar um projeto que coloca em risco esses direitos, fica a dúvida se eles estão agindo em benefício próprio ou cumprindo ordens do prefeito.
Vereadores são eleitos para serem a voz do povo, para representar os interesses da comunidade e lutar por um futuro melhor para todos. No entanto, quando vemos a aprovação de projetos que prejudicam aqueles que mais precisam de apoio, fica evidente que algo está errado. A população de Araguaína merece representantes comprometidos com seu bem-estar, e é importante que, nas próximas eleições, façamos escolhas mais conscientes, buscando vereadores que verdadeiramente sirvam à comunidade e não aos seus próprios interesses.
O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), Amélio Cayres (Republicanos), anunciou nesta terça-feira, 26, que a banca responsável pelo concurso da casa legislativa será a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O anúncio foi feito na abertura das aulas do cursinho preparatório para concursos públicos, realizado pela Escola do Legislativo, no auditório do Colégio Militar Antônio Luiz Maya, em Palmas.
Segundo Cayres, a FGV foi escolhida por ser uma das mais conceituadas do Brasil, com inúmeros concursos públicos já realizados. “É uma das bancas mais renomadas do país. Nós queremos que seja feito com eficiência, e ela é uma das melhores”, explicou.
Após anunciar a banca para o certame, Cayres definiu a data da aula inaugural como um dia especial. “[Fico] muito feliz por ter contribuído com este evento, facilitar mais ainda a vida das pessoas. Fazer com tenham acesso a essas aulas contribui muito com a eficiência para que tenham sucesso no concurso. [O cursinho] lançado aqui, hoje, terá também telepresencial em todo o Estado do Tocantins. E teremos ainda o curso preparatório presencial em sete regionais”, ratificou.
Sonho
O deputado Professor Junior Geo (PSC) também demonstrou satisfação com o início do preparatório para concurso. “São sonhos que se realizam a partir disto aqui, de pessoas que não podiam pagar um cursinho de qualidade, e agora têm um na sua porta; pessoas que sonham em trabalhar e ingressar na Assembleia Legislativa”, disse, acrescentando que vai “trabalhar da melhor forma para que estes sonhos se concretizem”, ressaltou.
O diretor da Escola do Legislativo, Rawlinson Silva, afirmou que o preparatório para concursos públicos visa a alcançar o objetivo central da escola, que é proporcionar educação, preparação e conhecimento. “Neste momento, estamos expandindo ainda mais o acesso dos estudantes, pois as aulas do preparatório para concursos serão gravadas e disponibilizadas através dos canais da TV Assembleia e do YouTube, com transmissões programadas três vezes ao dia.”
Transmissão
Silva destacou que a Escola do Legislativo vai disponibilizar o cursinho preparatório para concurso também nos municípios, abrangendo sete macrorregiões e alcançando um número maior de alunos. Além disso, a unidade de ensino legislativa oferta o curso no formato EAD na sua plataforma: www.escolalegto.com.br/.
As inscrições do curso online terminam no dia 30 de setembro e o estudante tem 60 dias para conclusão do curso e imprimir o certificado disponibilizado na própria plataforma.
Termo de cooperação
Na ocasião foi assinado o Termo de Cooperação entre a Escola do Legislativo e a Escola Militar Antônio Luiz Maya, por meio do qual ficou definido o uso do auditório da unidade de ensino para atender os estudantes do preparatório.
Para o diretor da Escola Militar, o tenente coronel Rafael Silva, a parceria une poderes em prol da sociedade. “A função de toda escola pública é servir à sociedade. Estamos com um olhar otimista com a união do Poder Executivo com o Legislativo. Agradecemos o presidente Amélio Cayres, o governador Wanderlei Barbosa, pois o caminho para que a sociedade possa se desenvolver é a educação. Quanto mais investimento na educação tivermos, o nosso estado vai se desenvolver mais e se tornar um dos mais bem instruídos, com profissionais mais bem formados e qualificados no país”, ressaltou.
A deputada estadual Janad Valcari (PL) também participou da aula inaugural e do ato de assinatura da cooperação entre a Escola do Legislativo e a Escola Militar.
Para o estudante Gabriel Borges, que atua como assistente administrativo, a aula inaugural foi muito boa. “É uma oportunidade que não podemos deixar de aproveitar, para que a gente consiga alcançar nossos objetivos de ser aprovado no concurso. Uma ação muito importante que a Escola está promovendo, porque é difícil encontrarmos um cursinho aberto para todos e com professores renomados”, afirmou.
O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, defendeu a atual condução da política monetária em debate nesta quarta-feira (17) na Câmara dos Deputados. Ele ressaltou que a inflação segue em queda, reconheceu que os juros no Brasil são altos e espera melhoria nos indicadores com um esforço fiscal do governo.
Segundo Campos Neto, a economia segue em uma “trajetória de pouso suave”, com desempenho melhor do que muitos países. “Pouso suave é reduzir a inflação com o menor custo possível para a sociedade, comparando a queda na inflação e os efeitos no Produto Interno Bruto, no desemprego e no crédito”, explicou.
Os dados do Banco Central mostram que a inflação caiu 8,7 pontos percentuais entre 2022 e 2023, ao mesmo tempo em que houve uma variação negativa de 0,3 ponto percentual na estimativa de crescimento do PIB. Hoje, a expectativa do mercado é de inflação de 4,86% neste ano e de crescimento do PIB de 2,92%.
Juros Na última reunião, na semana passada, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, para 12,75% em valores nominais – uma das mais altas do mundo. O colegiado decidiu, por unanimidade, que mais adiante poderá haver novos cortes de 0,5.
“Quando comparamos as taxas de juros nominais no Brasil em diversos períodos, a gente vê que de 2019 a 2023, na média, foi o período com as menores taxas de juros da história recente”, disse Campos Neto. Essa média foi de 7,6% ao ano (até agosto último), ante cerca de 19% entre 1999 e 2006 e 11% entre 2007 e 2018.
Câmbio Além da política monetária, o presidente do Banco Central foi convidado pela Comissão de Finanças e Tributação da Câmara para explicar um erro no fluxo cambial de cerca de R$ 14,5 bilhões, entre outubro de 2021 e dezembro de 2022. Corrigido o erro, o mercado de câmbio passou de superavitário para deficitário.
Ao responder os questionamentos do deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), Campos Neto disse que houve uma falha operacional, já saneada. Ele minimizou o caso, afirmando que a diferença equivalia a 0,4% de todo o mercado de câmbio, e informou que o Tribunal de Contas da União já deu o aval àquelas estatísticas.
Fiscal Durante o debate, Lindbergh Farias também criticou comentários do BC sobre temas fiscais. “Quer dar uma de tutor, é uma interferência completa na política econômica”, disse. “Falamos do fiscal porque é uma das dimensões do modelo, se olhar ata a ata, falávamos mais antes do que agora”, rebateu Campos Neto.
“Possivelmente o Banco Central deverá ser eleito o melhor do mundo em 2023, repetindo o sucesso”, disse o deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), um dos vice-líderes da oposição ao governo Lula. Em 2020 e 2022, Campos Neto ganhou prêmios pela atuação na pandemia, e o BC, em 2023, pela gestão das reservas.
Participações O presidente da Comissão de Finanças, deputado Paulo Guedes (PT-MG), coordenou os trabalhos. Participaram os deputados Adriana Ventura (Novo-SP); Abilio Brunini (PL-MT); Capitão Alberto Neto (PL-AM); Coronel Chrisóstomo (PL-RO); Emanuel Pinheiro Neto (MDB-MT); Fernanda Melchionna (Psol-RS); Gilson Marques (Novo-SC); Gleisi Hoffmann (PT-PR); Guilherme Boulos (Psol-SP); Jilmar Tatto (PT-SP); Luiz Carlos Hauly (Podemos-PR); Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PL-SP); Lula da Fonte (PP-PE); Marcel van Hattem (Novo-RS); Mauro Benevides Filho (PDT-CE); Merlong Solano (PT-PI); Newton Cardoso Jr (MDB-MG); Pedro Paulo (PSD-RJ) e Sidney Leite (PSD-AM).
A cidade de Araguanã, localizada no estado do Tocantins, foi surpreendida nesta quarta-feira, 27 de setembro, com a triste notícia do falecimento do ex-prefeito Alan Brasil, aos 56 anos de idade. O político, amplamente respeitado e querido na região norte do estado, veio a óbito após sofrer uma parada cardíaca enquanto era conduzido ao Hospital Regional de Xambioá.
Alan Brasil deixou uma marca indelével na política tocantinense, tendo ocupado o cargo de 2º diretor financeiro da Associação Tocantinense de Municípios (ATM) durante a gestão 2013/2014. Sua atuação sempre se destacou pela incansável dedicação aos movimentos municipalistas, buscando incessantemente o bem-estar e desenvolvimento de sua cidade e região.
O presidente da ATM, Diogo Borges, prestou homenagens ao ex-prefeito, descrevendo-o como um gestor competente e uma liderança política influente na região norte do Tocantins. Borges também enfatizou o profundo carinho que Alan Brasil nutria por Araguanã, especialmente pelo povoado de Jacilândia, onde dispensou atenção especial ao levar serviços e políticas públicas que beneficiaram amplamente a comunidade local.
Neste momento de profunda tristeza e consternação, Diogo Borges expressou seus sentimentos e desejou conforto aos amigos e familiares do ex-prefeito, afirmando: “Que Deus, em sua infinita bondade e misericórdia, possa acalmar e consolar amigos e familiares neste momento de imensa dor.”
Alan Brasil deixa uma esposa, filhos e netos, que agora enfrentam a dolorosa tarefa de lidar com sua ausência. Até o momento, não há informações disponíveis sobre os detalhes do velório e sepultamento, mas a comunidade de Araguanã se reúne em luto e solidariedade à família neste momento difícil.
A cidade perde não apenas um político atuante, mas também um amigo e líder dedicado ao desenvolvimento de sua comunidade. Alan Brasil será lembrado com carinho e gratidão por todos que tiveram a oportunidade de conhecer sua trajetória e trabalho incansável em prol do município de Araguanã e de todo o Tocantins.
Com informações da Associação Tocantinense de Municípios (ATM).
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou, nesta quarta-feira (27), o edital Seleções, modalidade do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) voltada para atender os projetos prioritários apresentados por estados e municípios em áreas essenciais como saúde, educação, infraestrutura social e urbana e mobilidade. Na primeira etapa, estão previstos R$ 65,2 bilhões em investimentos.
Em cerimônia no Palácio do Planalto, Lula pediu aos gestores dos projetos que contratem trabalhadores locais para tocar as obras do Novo PAC. Um dos principais objetivos do programa é a geração de emprego e renda.
“Vamos contratar as pessoas da cidade, vamos contratar pessoas da comunidade, porque senão uma empresa vai fazer uma obra numa cidade vizinha, leva trabalhadores de outra cidade, e a cidade que está recebendo a obra não consegue gerar nenhum emprego”, disse.
“Quero pedir a compreensão dos prefeitos, dos governadores, dos empresários. Na medida do possível, na hora de contratar os trabalhadores, vamos saber se na comunidade tem gente para fazer a obra que vocês precisam, porque a gente gera emprego na comunidade, a gente gera desenvolvimento, gera comércio, a gente faz o dinheiro circular na comunidade. E vou dizer mais: a gente diminui a bandidagem na comunidade se a gente gerar emprego, salário e renda”, acrescentou.
Lula disse ainda que ontem (26) teve um “momento de muita felicidade” ao ver o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante um piquete de greve de trabalhadores do setor automotivo. Na semana passada, em Nova York, Lula e Biden lançaram uma iniciativa global pelo trabalho decente.
Para o brasileiro, é importante perceber que existem as mesmas preocupações entre líderes mundiais com relação à questão do mundo do trabalho. “O mundo do trabalho está ficando precarizado. Mesmo a gente discutindo muita inovação, mesmo [com] essa revolução digital, o que a gente percebe é que tem muita gente trabalhando em condições quase sub-humanas. E o que nós queremos é tentar criar condições para que o trabalho dessas pessoas, inclusive que trabalham em plataforma, seja dignificado”, disse.
“A gente não quer exigir que ele tenha carteira profissional assinada se ele não quiser. Ele tem direito de ser um empreendedor, ele tem direito de trabalhar por conta. O que a gente tem é preocupação de garantir para ele um sistema de seguridade social [em] que, quando estiver em uma situação difícil, tenha o Estado para dar a ele um suporte de sobrevivência mínima, que é o que todo trabalhador precisa”, explicou Lula.
O presidente destacou que os projetos de infraestrutura também têm potencial de estimular o esporte e a leitura, por exemplo, com a construção de quadras, equipamentos esportivos e bibliotecas. Segundo Lula, o estímulo à leitura é uma preocupação do seu governo.
“Cada novo projeto do Minha Casa, Minha Vida tem que ter uma salinha, por menor que seja, para iniciação daquela criança numa primeira biblioteca, a biblioteca da vida dele, no bairro dele”, disse. “É muito importante que a gente faça com que a criança não perca o hábito da leitura. Teremos que fazer muito mais coisas que estimulem as crianças a ler, porque senão as crianças ficam o tempo inteiro no celular e terminam aprendendo menos a ler e menos a escrever”, ressaltou.
No discurso, Lula falou ainda sobre a participação direta dos governadores e prefeitos na escolha dos investimentos do Novo PAC. Segundo ele, o governo quer “criar a ideia definitiva” de que “o ente federativo precisa prevalecer”, independente de simpatia e filiação políticas entre os mandatários.
Critérios de seleção
O edital do PAC Seleções estará aberto de 9 de outubro a 10 de novembro para receber as propostas dos governadores e prefeitos.
A segunda etapa do Seleções, com mais R$ 70,8 bilhões, deverá ser lançada no início de 2025, para que os prefeitos que forem eleitos no ano que vem possam participar do Novo PAC. Os projetos serão distribuídos em 27 modalidades e executados pelos ministérios das Cidades, da Saúde, Educação, Cultura, Justiça e Segurança Pública e Esporte.
O PAC Seleções terá critérios predefinidos. Na área de infraestrutura urbana, a seleção será para projetos de urbanização de favelas, regularização fundiária, abastecimento de água, esgotamento sanitário, resíduos sólidos, mobilidade urbana e prevenção a desastres naturais.
Na saúde, serão aceitas propostas para a implantação de policlínicas, unidades básicas de saúde (UBSs), centros de parto normal e centrais do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), entre outros. Já na educação, a seleção será para projetos de creches, escolas e ônibus escolares; no esporte, para espaços esportivos comunitários; na cultura, para projetos de patrimônio histórico e centros de artes e esportes unificados (CEUs); e na segurança, para a construção de Centros Comunitários pela Vida (Convive).
A prioridade na seleção será para localidades com vazios assistenciais e onde forem identificados mais carência dentro de casa modalidade. As obras devem ser iniciadas a partir de março do ano que vem, após os processos de escolha dos projetos e licitação.
Total de investimentos
Ministro Rui Costa lembra que, com o Novo PAC, foram retomadas obras que estavam paradas – Marcelo Camargo/Agência Brasil
Com previsão total de R$ 1,7 trilhão em investimentos públicos e privados, o Novo PAC foi lançado no mês passado pelo presidente Lula. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que, além do Seleções, os municípios já estão contemplados com a retomada das obras paradas.
“Todas essas obras, que incluem creches, postos de saúde, obras urbanas, obras viárias, de macrodrenagem, todas elas independentes do município, dos estados brasileiros, elas foram incorporadas automaticamente ao PAC e já estão rodando, com alocação de recurso, com atualização dos valores da obra. E agora entra essa nova fase com novas obras para cada município brasileiro e cada estado, onde nós queremos fazer um processo transparente e amplo”, disse o ministro.
Os principais objetivos do programa são gerar emprego e renda, reduzir desigualdades sociais e regionais e acelerar o crescimento econômico. Segundo o governo, as ações do programa estão comprometidas com a transição ecológica, a neoindustrialização, o crescimento com inclusão social e a sustentabilidade ambiental.
Do total de recursos para o Novo PAC, R$ 371 bilhões virão do Orçamento Geral da União. O setor privado entrará com R$ 612 bilhões, as empresas estatais vão aportar R$ 343 bilhões, especialmente a Petrobras, e mais R$ 362 bilhões virão de financiamentos. A previsão é que R$ 1,4 trilhão sejam aplicados até 2026 e o restante após essa data.
Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil – Brasília
O deputado Jorge Frederico, do partido (Republicanos), está trilhando um caminho sólido e promissor rumo à sua pré-candidatura à prefeitura de Araguaína. Com passos largos, sua trajetória tem sido marcada por um crescente interesse de diversos pré-candidatos a vereadores, tanto homens quanto mulheres, provenientes de diferentes regiões da cidade, tanto urbana quanto rural.
Nos bastidores políticos, a movimentação em torno do nome de Jorge Frederico tem ganhado força, com dezenas de aspirantes ao cargo de vereador manifestando seu desejo de se juntar à sua chapa. Isso evidencia a confiança e a credibilidade que o deputado conquistou junto à população de Araguaína.
Mas as boas notícias não param por aí. Além das pré-candidaturas ao legislativo municipal, Jorge Frederico também tem recebido valiosas sugestões de nomes para ocupar a vaga de vice-prefeito em uma possível candidatura à prefeitura nas eleições municipais de 2024, segundo fontes próximas ao deputado.
Dentre os nomes sugeridos para compor sua equipe, destacam-se figuras proeminentes como Paulo Sidney, Roberto Paulino, Dearley Kühn, Marly de Carvalho e Wagner Borges. No entanto, Jorge Frederico demonstra uma abordagem cautelosa e estratégica ao analisar essas propostas. O deputado está concentrado em formar um grupo de vereadores comprometidos com o desenvolvimento de Araguaína e um vice-prefeito que possa contribuir significativamente com todos os seguimentos da cidade.
Uma fonte confiável revelou que o deputado Jorge Frederico pretende consultar o governador Wanderlei Barbosa antes de tomar uma decisão final sobre a escolha de seu vice. Essa consulta reflete o compromisso do deputado em buscar uma liderança que esteja alinhada com a visão e os objetivos do governo estadual, fortalecendo assim a parceria entre o município e o estado em prol do progresso de Araguaína.
Com sua pré-campanha em pleno vapor e o apoio crescente de diversos segmentos da sociedade, Jorge Frederico se posiciona como um nome promissor na corrida à prefeitura de Araguaína, mantendo um foco claro em proporcionar uma gestão sólida e eficaz para a cidade e seus habitantes. O futuro político da cidade promete ser empolgante, com uma liderança determinada a construir um caminho de progresso e prosperidade para todos.
O Salão Negro do Congresso Nacional, principal espaço de eventos do Senado e da Câmara dos Deputados, receberá entre os dias 25 de setembro e 2 de outubro a exposição 35 anos do Tocantins, que ilustrará a trajetória de criação e de consolidação do estado. Nesta terça-feira, 26, o governador Wanderlei Barbosa, realizou a abertura oficial da exposição, com a presença de secretário de estado, parlamentares federais e outros convidados.
A exposição está sendo realizada pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria Extraordinária de Representação em Brasília (Serb) e Secretaria de Estado da Comunicação (Secom), sob a coordenação da Casa Civil, que está conduzindo a programação geral de comemoração dos 35 anos do Tocantins. O projeto foi desenvolvido em parceria com a senadora, Professora Dorinha.
O governador Wanderlei Barbosa destacou que o Estado mais jovem do Brasil, já tornou-se um estado maduro. “Há 35 anos o Congresso Nacional oficializou, na Constituição de 1989, a conquista resultante de décadas de lutas pela criação do Tocantins. Hoje, nessa mesma casa, mostramos que o propósito dessa luta foi alcançado, pois o Estado cresceu, se desenvolveu e tornou-se indispensável para o país. O Tocantins é um estado maduro e, nesta gestão, estamos demonstrando essa maturidade como um gestor responsável, transparente e em constante busca pela inovação. O Estado que os tocantinenses merecem”, destacou.
O secretário de representação em Brasília, Carlos Manzini, em seu pronunciamento na abertura destacou que essa maturidade também tem sido expressada na relação com a bancada. “O governador Wanderlei Barbosa, hoje, trabalha com um alto índice de unidade entre os parlamentares federais na construção dos resultados. Um cenário de maturidade política, respeito ao trabalho dos parlamentares e foco nos tocantinenses acima de tudo”, afirmou. “Uma gestão que, certamente, já tem um papel de destaque na história do Tocantins”, destacou.
A exposição traz painéis com imagens históricas garimpadas em acervos pessoais e pouco divulgadas de momentos, que ilustram períodos importantes da criação do Tocantins. A história também está presente no painel que reproduz o mosaico lapidado na recepção do Palácio Araguaia, que conta todos os grandes acontecimentos do movimento separatista. O momento atual é representado em imagens sobre cultura, turismo, indústria, comércio, agronegócio, mineração e meio ambiente.
O secretário de Cultura do Tocantins, Tião Pinheiro, destacou que a exposição relembra e reforça os grandes nomes que levaram à criação do Tocantins. “Essa exposição é um resumo muito interessante sobre essa longa e linda história do Tocantins. A equipe conseguiu apresentar todas aquelas que ajudaram a escrever as páginas na história do Tocantins. O Congresso Nacional, que é a casa do povo, foi o melhor lugar para que as pessoas pudessem conhecer e reverenciar a história do nosso Tocantins”, afirma.
Um dos grandes destaques é o espaço interativo, onde painéis de led no piso simulam um dos maiores atrativos turísticos do Tocantins, o fervedouro. Toda a exposição foi pensada para que visitantes, de forma objetiva, possam conhecer o mais jovem estado do país, compreendendo sua história, sua beleza, sua cultura e como hoje está consolidado como uma região altamente relevante para o contexto socioeconômico do Brasil.
A vereadora de Gurupi, Debora Ribeiro, participou da abertura da exposição e enfatizou a importância de manter viva a história do Tocantins. “É um momento marcante para o Estado e essa exposição é, sem dúvida, muito importante para nós. É uma forma de valorizar o Tocantins e ainda torná-lo conhecido por cidadãos de todo o nosso país que frequentam o Congresso Nacional, todos os dias”, finaliza.
Nesta terça-feira, 26, a Polícia Civil do Tocantins (PC-TO), por meio da 3ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC – Araguaína), cumpriu oito mandados de busca e apreensão, em Araguaína, que resultaram na condução de sete pessoas à delegacia pela prática ilegal de apostas.
A ação, que teve o objetivo de combater a exploração de jogos de azar na cidade, contou com o apoio da 2ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (2ª DHPP), Delegacia de Repressão à Roubos (DRR) e 2ª Divisão Especializada de Repressão a Narcóticos (2ª Denarc).
A equipe da 3ª DEIC investigou, mapeou e identificou casas e bancas que praticavam a comercialização de jogos irregulares, como jogo do bicho e apostas esportivas em diversos pontos da cidade. Nesses locais, a Polícia Civil apreendeu equipamentos eletrônicos usados para registrar apostas, banners para divulgação, cadernos contendo anotações, comprovantes de apostas e, em um dos pontos, também havia dinheiro em espécie.
O delegado titular da 3ª DEIC, Alexander Pereira da Costa, ressalta que a prática de jogos de azar, apesar de comum, é ilegal. “Esses jogos contam com uma certa aceitação social, mas esse tipo de prática é previsto como contravenção penal. E o dinheiro oriundo dessas atividades acaba circulando de forma ilícita no mercado, afetando o funcionamento regular do sistema econômico”, explicou.
As pessoas autuadas foram conduzidas à delegacia e foram ouvidas pela autoridade policial. As equipes da 3ª DEIC darão continuidade às investigações.
O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), deputado estadual Amélio Cayres (Republicanos), prestigiou a cerimônia de assinatura do início das obras de duplicação da BR-153, pelo Ministro dos Transportes, Renan Filho. O evento ocorreu em Gurupi, próximo ao Posto Rodoviário Federal, e contou com a presença do governador Wanderlei Barbosa e autoridades estaduais.
Para o chefe do Legislativo, a duplicação da BR-153 é sonhada há anos pelos tocantinenses. “Esses 13 quilômetros de vias levarão grandes benefícios para as duas cidades, com mais segurança e conforto. Assim como o governador destacou no evento, faço também o apelo de que essa duplicação chegue na região norte, como Araguaína e Xambioá, porque precisamos dessa estrutura para melhorar o fluxo e diminuir os acidentes”, explicou Amélio Cayres.
Wanderlei Barbosa explicou que “essas duas intervenções já são um alento para a população, fico feliz com isso. Nesse primeiro momento são 13 km, mas nós queremos que essa duplicação chegue a Paraíso e outras cidades do Tocantins, porque a BR-153 tem um fluxo de veículos muito forte”, destacou o governador.
Já o ministro Renan Filho frisou a parceria com o Governo e parlamentares. “Quero agradecer ao governador Wanderlei Barbosa e ao vice-governador Laurez Moreira, bem como as bancadas federal e estadual, porque é assim, com essa união de forças, que a gente acredita que vai avançar o Tocantins e o Brasil”, pontuou o ministro.
Conforme anúncio do ministro, as obras da duplicação nos perímetros urbanos de Gurupi e Aliança do Tocantins devem iniciar imediatamente, com previsão de conclusão em 12 meses. Em Gurupi, são 11,25 km de duplicação, com três retornos, passagens inferiores, uma passarela para pedestres e dois viadutos nas entradas norte e sul da cidade. Já em Aliança do Tocantins, será 1,6 km de duplicação, dois dispositivos de passagem superior e 1,6 km de vias marginais em cada um dos dois sentidos.
*(Com informações da Secretaria de Comunicação do Governo do Tocantins)
O general Augusto Heleno, ex-ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), negou nesta terça-feira (26) que os atos antidemocráticos ocorridos em Brasília no início do ano tenham sido uma tentativa de golpe de Estado contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Augusto Heleno também negou ter participado de qualquer articulação golpista contra o resultado das eleições presidenciais. O militar que comandou o GSI nos quatro anos de governo do ex-presidente Jair Bolsonaro respondeu aos questionamentos da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), relatora da CPMI do 8 de Janeiro.
— Não houve golpe. Para caracterizar uma tentativa de golpe num país de 8,5 milhões de quilômetros quadrados com mais de 200 milhões de habitantes, é preciso uma estrutura muito bem montada. É preciso haver uma direção, uma cabeça muito preparada para conseguir fazer um golpe que dê certo com meia dúzia de curiosos que fazem umas besteiras. Não tem nada a ver com golpe — disse Augusto Heleno, negando que tenha atuado de forma político-partidária no cargo exercido durante o governo Bolsonaro.
A relatora rebateu as declarações do oficial. Segundo Eliziane Gama, a CPMI reuniu informações e depoimentos que comprovam a ação de “militares, civis e autoridades” na preparação de um golpe de Estado em 8 de janeiro.
— Houve planejamento sim, houve uma ação orquestrada feita a médio e longo prazo. Houve arrecadação de dinheiro. Nos 69 dias de acampamento, tinha gerador de energia elétrica. Tinha atividades de lazer. Houve financiamento de transporte dos manifestantes. Quando a gente fala de planejamento e liderança, houve incitação explícita por militares, civis e autoridades em grupos de WhatsApp — disse.
Durante a reunião em que depõe na condição de testemunha, o ex-ministro negou que tenha visitado o acampamento em frente ao Quartel General do Exército. Ele disse ainda que o GSI não identificou razões para sugerir a retirada dos manifestantes.
— Jamais estive no acampamento realizado em frente ao que a gente chama de Forte Apache. Nunca fui ao acampamento. Não por falta de tempo, mas por falta de condições de participar do que realizavam no acampamento. Pelo que se sabia, eram atividades extremamente pacíficas, ordeiras. Nunca considerei o acampamento algo que interessasse à segurança institucional. Sempre achei que era uma manifestação política pacífica — afirmou.
Eliziane Gama voltou a contestar as declarações de Augusto Heleno. A parlamentar destacou que o planejamento de crimes — como a instalação de uma bomba perto do aeroporto de Brasília e a invasão do prédio da Polícia Federal — ocorreu dentro do acampamento no Setor Militar Urbano, em Brasília.
— Foi de lá que vieram todos os manifestantes para quebrar a Praça dos Três Poderes. Não dá para se dizer que o acampamento era um lugar ordeiro com manifestação pacífica. Dizer isso lá atrás, até se compreende. Mas hoje, no mínimo, é preciso dizer que era um cenário que não tinha nada de pacífico. Não tinha nada de ordeiro — disse a relatora.
“Atos lamentáveis”
Antes dos questionamentos da relatora, o general Augusto Heleno fez um pronunciamento em que negou qualquer participação dele ou do GSI em manifestações ocorridas em Brasília no ano passado. No dia 12 de dezembro, data de diplomação de Luiz Inácio Lula da Silva pelo Tribunal Superior Eleitoral (STF), vândalos incendiaram veículos e invadiram o prédio da Polícia Federal.
— O GSI nem foi informado, nem participou das ações. As manifestações de protesto se deram na área centra de Brasília, fora da área de atribuição do GSI. Soube delas pela televisão, sentado na minha casa. Desconhecia totalmente qualquer articulação prévia. Nem eu nem o GSI fomos mentores ou participamos desses atos lamentáveis — disse.
Ainda de acordo com o oficial, a instalação de uma bomba nos arredores do aeroporto de Brasília “tratou-se de um incidente isolado”.
— Não contou com minha participação oficial ou velada, de forma pessoal. Não contou com a participação de qualquer dos meus subordinados — afirmou.
Heleno negou ainda qualquer participação na preparação dos atos de 8 de janeiro.
— A partir da meia noite de 31 de dezembro de 2022, véspera da posse do atual presidente, deixei de ser ministro de Estado. Daí em diante, não fiz mais qualquer contato com servidores do GSI ou da Presidência da República. Portanto, não tenho condição de prestar esclarecimentos sobre os atos ocorridos no dia 8 de janeiro — afirmou.
“Isso é fantasia”
Questionado pela relatora, Augusto Heleno disse não ter participado de uma reunião ocorrida em novembro do ano passado entre o então presidente da República e os comandantes do Exército, da Marinha e da Aeronáutica. Segundo informações atribuídas ao acordo de delação premiada firmado entre a Polícia Federal e o tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante-de-ordens de Jair Bolsonaro, o encontro teria abordado a possibilidade de um golpe de Estado para impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
— O tenente-coronel Mauro Cid não participava de reuniões. Não existe essa figura de o ajudante-de-ordens sentar numa reunião dos comandantes de Forças e participar da reunião. Isso é fantasia. Estão apresentando trechos dessa delação, que está ainda sigilosa. Ninguém sabe o que o Cid falou — afirmou.
O ex-ministro disse ainda ter tido acesso a uma minuta de decreto que sugeriria a convocação de novas eleições e a prisão de adversários do então presidente Jair Bolsonaro.
— Nunca nem ouvi falar. Estou sob juramento. O presidente da República disse várias vezes na minha presença que jogaria dentro das quatro linhas. Eu não tive intenção de fazê-lo sair das quatro linhas. Não era minha missão convencer o presidente a sair das quatro linhas. Eu não tinha tempo no GSI para ficar zanzando, procurando assunto — afirmou.
O general minimizou ainda a relevância de mensagens de cunho golpista trocadas entre o tenente-coronel Mauro Cid e oficiais do Exército. O depoente classificou como “fofoca” uma mensagem em que o coronel Jean Lawand Júnior comenta com Cid a participação de Augusto Heleno em uma reunião com Bolsonaro no dia 21 de dezembro.
— Aconteceu nos últimos meses uma supervalorização do papel de auxiliares, cujo limite de atuação era muito estreito. Eles trocavam mensagens que não significavam absolutamente nada para o contexto dos chefes militares. É uma bobagem achar que uma conversa com o tenente-coronel Mauro Cid vai arrastar uma multidão de generais para dar um golpe. É um claro desconhecimento de como funciona a hierarquia nas Forças Armadas — afirmou.
Transição
Questionado pela relatora, Augusto Heleno negou que tenha dificultado a transição para que o general Marco Edson Gonçalves Dias — conhecido como GDias — assumisse o comando do GSI a partir de 1º de janeiro. Ele também refutou a hipótese de ter pedido a GDias a permanência no gabinete de oficiais ou servidores oriundos da gestão de Jair Bolsonaro.
— As portas do GSI foram abertas com total transparência. O então ministro do GSI (GDias) teve a liberdade de conversar com quem quisesse, de estabelecer quem ele queria manter ou trocar no GSI. Teve absoluta liberdade de fazer todas as trocas que julgasse necessárias. Nenhuma informação foi negada à nova gestão do GSI. Nada, absolutamente nada ficou sob o tapete — afirmou.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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