A eleição do prefeito Ronaldo Dimas (PR) gerou boa expectativa em 75 % da população de Araguaína. Mas, pouco tempo depois de ser eleito, se tornou um pesadelo para muitos e durante todo esse tempo de mandato espalhou terror e fez vítimas por todos os lados.
As primeiras vítimas dele foram os políticos, isso porque Dimas, depois que assumiu a prefeitura, dos 17 secretários indicados por ele cinco eram de outras cidades, deixando vários políticos que ajudou na sua candidatura na ‘chapada’.
E não parou por aí… Dimas mudou a prefeitura do Centro da cidade para a Avenida José de Brito, em prédio de três andares, longe do alcance das velinhas e dos velhos que costumavam pedir dinheiro na prefeitura durante as gestões anteriores.
O prefeito também retirou as gratificações salariais dos funcionários, trazendo para baixo os seus rendimentos e comprometendo todo planejamento financeiro. E para piorar, cortou o crédito educativo dos alunos que estudavam no ITPAC. Com isso muitos deles foram obrigados a parar de estudar.
A “perseguição as suas vitimas continuou”. Dimas aumentou IPTU em até mais 2.000% deixando mais uma vez todo mundo sem condições de pagar. Nem as viúvas escaparam de pagar impostos dos túmulos de seus entes queridos que já estão no céu. Ou seja, se não pagar os restos mortais das pessoas são removidos para colocar outro que pague no lugar.
E para completar, Dimas com apoio da maioria dos vereadores criou 129 taxas e espalhou pardais em vários pontos da cidade e com isso começou uma verdadeira caçada aos condutores de veículos para arrecadar impostos por meio de multas.
Para resumir, Dimas, entre essas e outras medidas tem atrasado pagamentos de funcionários contratados. Mas a gestão dele está chegando ao fim. No próximo ano têm eleições para prefeito e a pergunta que fica é quem será a próxima vítima: o povo ou Ronaldo Dimas? Como se diz o velho ditado, ‘um dia é da caça e outro do caçador.”





Com a meta de reduzir em até 40% o desmatamento ilegal no cerrado tocantinense até 2018, o Tocantins se compromete a ajudar os estados da região norte na redução da emissão dos gases de efeito estufa.



O Ministério Público Federal (MPF) em Mato Grosso do Sul obteve liminar na Justiça que obriga o ministro José Eduardo Cardozo a se posicionar, em no máximo 30 dias, sobre processo demarcatório da Terra Indígena Taunay-Ipegue, no pantanal sul-mato-grossense. O ministro deve analisar os estudos demarcatórios encaminhados pela Funai em 2009 e aprová-los ou rejeitá-los. Se Cardozo descumprir a ordem judicial, a União será multada em R$ 50 mil por dia.
Brasília/DF – A Polícia Federal concluiu hoje, 3, duas investigações referentes à Operação Lava Jato que tramitam no Supremo Tribunal Federal.
O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) está disposto a fortalecer a parceria com o Governo do Tocantins. Foi o que demonstrou a ministra Kátia Abreu, após reunião com o governador Marcelo Miranda, no final da tarde desta quinta-feira, 3, em Brasília. 
A vice-governadora Claudia Lelis participa, no próximo sábado, 5, de um evento organizado pelo Estado do Acre dentro da programação da Expo Milão 2015, na Itália. Claudia Lelis participa do evento, que tem como tema Dia da Amazônia, a convite do governo acreano, sem ônus para o Tocantins.





