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Relator da Comissão de Impeachment no Senado apresenta hoje parecer

O relator do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff na Comissão Especial do Senado, Antonio Anastasia, apresenta hoje (4), às 13h30, seu parecer. A leitura, marcada inicialmente para o meio-dia, foi adiada para as 13h30 porque o relator pediu um pouco mais de prazo para concluir o documento. Após a leitura do texto, será concedida vista coletiva aos membros do colegiado. Não haverá lista de inscrição nem debate previsto após a leitura.

  • Amanhã (5), a sessão começará às 10h com o advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, apresentando as considerações finais da defesa sobre a admissibilidade do processo de impeachment. Ele terá uma hora para apresentação. Em seguida, os senadores farão suas próprias análises e debaterão o relatório apresentado no dia anterior.

A votação do relatório de Anastasia está marcada para sexta-feira (6). Os líderes partidários farão o encaminhamento, e os senadores votarão o parecer. Não será aberta nova discussão sobre o relatório. Se aprovado, o texto seguirá para o plenário da Casa.

Plenário

A partir da conclusão dos trabalhos da comissão, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), terá 48 horas para marcar a votação em plenário. Ele já anunciou que utilizará todo o prazo. Com isso e contando que os prazos se referem apenas a dias úteis, a expectativa é que a votação sobre a admissibilidade do impeachment ocorra na quarta-feira (11).

Se o processo for admitido pelo Senado, a presidenta será imediatamente afastada por até 180 dias. Nesse período, o vice-presidente Michel Temer assumirá o governo. A comissão especial retomará o processo para iniciar a fase de instrução e emitir novo parecer. Não há prazo para que o Senado faça o julgamento final sobre o impedimento da presidenta.

Edição: Graça Adjuto
Mariana Jungmann – Repórter da Agência Brasil

Marcelo Miranda abre oficialmente a Agrotins 2016 nesta quarta-feira

O governador Marcelo Miranda abre oficialmente, nesta quarta-feira, 4, às 9 horas, a 16ª edição da Feira de Tecnologia Agropecuária do Tocantins (Agrotins), que tem como tema Tecnologia a favor do homem e da natureza. A Agrotins iniciou nesta terça-feira, 3,  e segue até sábado, dia 7 de maio. A Feira conta com mais de 550 expositores e a expectativa é receber aproximadamente 100 mil pessoas, durante os cinco dias de evento. Este ano, sua temática propõe colocar em evidência as rápidas transformações que a moderna agricultura vem sofrendo nas últimas décadas e que a tornou uma atividade altamente competitiva. Atividades Os expositores apresentarão lançamentos de máquinas, insumos e serviços agrícolas, agroenergias, propriedades rurais e novidades para a pecuária. Também serão apresentadas as tendências inovadoras para o agronegócio nas áreas da construção civil, concessionárias de veículos, associações e cooperativas, instituições bancárias, órgãos públicos da esfera federal, estadual e municipal, entre outros ligados ao setor agropecuário. Durante os cinco dias de feira, serão ofertados palestras, fóruns, seminários e clínicas tecnológicas, e ainda as unidades de campos e roteiros nas vitrines tecnológicas, dinâmicas para mostrar o funcionamento de máquinas agrícolas e melhor forma de plantio.

Dilma diz que “está do lado certo da história” e que não vai renunciar

A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (3) que recebeu pedidos para que renunciasse, mas que a “injustiça” que sofre com o processo de impeachment vai continuar visível. Ela voltou a dizer que está em curso um “golpe” no país, que é vítima de uma fraude e que não vai renunciar a seu mandato. Mais uma vez, a presidenta declarou estar “do lado certo da história”, que é a democracia.

“Muitas vezes, não foi uma nem duas, pediram que eu renunciasse, porque assim se esconde para debaixo do tapete esse impeachment sem base legal, portanto esse golpe. É extremamente confortável para os golpistas que a vítima desapareça, que a injustiça não seja visível. Eu quero dizer uma coisa para vocês: a injustiça vai continuar visível. Bem visível”, disse.

Dilma voltou a dizer que não há causa para o impeachment e que a “democracia brasileira sofre um assalto porque querem encurtar o caminho”. “Se eu for comparar com todos os presidentes que me antecederam, pelo menos os dois últimos, a situação é extremamente estranha. Eu fiz seis decretos. Quem mais fez foi FHC [Fernando Henrique Cardozo] que fez 101 decretos. Falaram que eu não estava cumprindo a meta fiscal. Foram feitos por demanda minha? Não, não fui eu que pedi”, disse, em referência a solicitações de edição dos decretos de crédito suplementar feitas por diferentes órgãos, como o Tribunal Superior Eleitoral.

A presidenta fez as declarações ao participar do lançamento do Plano Safra de Agricultura Familiar 2016/2017, que vai fornecer R$ 30 bilhões em créditos para financiamento da produção orgânica e agroecológica de alimentos.

Movimento das elites

Antes de Dilma, outras pessoas que discursaram também condenaram o que chamaram de golpe. Para o ministro do Desenvolvimento Agrário, Patrus Ananias, há um movimento das elites e oligarquias contra a presidenta Dilma e a Constituição Federal, mas também contra políticas públicas que promovem a “inserção social produtiva de milhões de famílias”.

Anunciando demonstrar “indignação cívica” com o momento atual, o ministro petista classificou o processo como “tentativa explícita de romper a ordem constitucional do Brasil, quebrando o mandato legítimo de uma presidenta legitimamente eleita nas urnas”.

“Nesse momento, além da tentativa da quebra do mandato através do golpe, há uma tentativa de golpe contra as políticas públicas sociais que nós implantamos no Brasil nos últimos anos. Está na hora de afirmarmos aqui lealdade ao mandato da presidenta, o compromisso com a democracia brasileira e com os mais pobres do Brasil, que têm fome e sede de justiça, que utilizam a função social da terra. Não podemos deixar que eles vençam mais uma vez. Em tono da presidenta Dilma, nós venceremos”, disse Patrus.

Movimentos sociais

Repetindo o discurso que Dilma vem fazendo, Anderson Amaro, do Movimento dos Pequenos Agricultores, disse que impeachment sem crime é golpe. “E golpe nós não aceitamos. Golpistas, nós não vos deixaremos governar um só dia. Lutaremos com ousadia, sem trégua, até estabelecermos a normalidade democrática. Nossa luta é contra o golpe e em defesa da democracia. Nossa luta é pela reforma agrária popular integral e contra o latifúndio. Temer e Cunha, a batata de vocês está assando”, disse.

Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Alberto Broch, é preciso haver uma “trincheira de luta” para que as políticas públicas não sejam diminuídas “um centímetro”. “Somos a favor da democracia que custou muito suor, muito sangue, muita luta do povo brasileiro. Nós sabemos para quem é que sobra quando acontece isso. É para nós, para o povo, os trabalhadores, os acampados, os assentados, para o agricultor familiar. Nós vamos resistir. Não aceitaremos retrocesso”, disse.

Elisangela Araújo, da Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Familiar, também mandou um recado para a oposição. “Aqueles e aquelas que estão dizendo que vão dar um golpe na democracia brasileira, eles que esperem, porque o movimento social e popular e sindical não vai dar trégua, porque nós não vamos permitir o retrocesso das conquistas”, disse.

Além dos créditos, o Plano Safra de Agricultura Familiar 2016/2017 vai fornecer uma nova linha de juros mais baixa. Durante o evento, a presidenta assinou decreto que regulamenta lei sobre os créditos concedidos aos assentados da reforma agrária. De acordo com Patrus Ananias, também será lançado o 2º Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica 2016/2019.

Sobre a legislação que trada da seleção das famílias beneficiárias, o ministro disse que os acampados serão reconhecidos “como sujeitos de direitos, estabelecendo condições para famílias do programa e aperfeiçoamento”.

Edição: Fábio Massalli
Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

Juíza remete autos de processo para Sérgio Moro e pede prisão preventiva de Lula

A 4ª Vara Criminal de São Paulo enviou os autos do processo que apura se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva cometeu crime de lavagem de dinheiro para a 13ª Vara Federal de Curitiba (PR). A remessa foi feita na última quinta-feira (28). Na ação, o Ministério Público de São Paulo ofereceu denúncia e pediu a prisão preventiva de Lula sob a acusação de que o ex-presidente é o proprietário oculto de um apartamento tríplex no Guarujá, litoral paulista.

Em março, a juíza Maria Priscilla Veiga de Oliveira determinou o envio do processo ao avaliar que os possíveis delitos relacionados ao imóvel estão sob apuração da Operação Lava Jato e devem ser investigados dentro do contexto do esquema nos inquéritos abertos na esfera federal. Com isso, o processo passará a integrar o conjunto sob responsabilidade do juiz federal Sérgio Moro.

“O pretendido nestes autos, no que tange às acusações de prática de delitos chamados de ‘lavagem de dinheiro’ é trazer para o âmbito estadual algo que já é objeto de apuração e processamento pelo Juízo Federal da 13ª Vara Federal de Curitiba/PR e pelo MPF [Ministério Público Federal], pelo que é inegável a conexão, com interesse probatório entre ambas as demandas, havendo vínculo dos delitos por sua estreita relação”, diz a decisão da magistrada. A Juíza também retirou o sigilo do processo.

Defesa

Em março, os advogados do ex-presidente Lula, Roberto Teixeira e Cristiano Zanin Martins, pediram a impugnação da decisão ao Tribunal de Justiça de São Paulo. Eles tiveram a solicitação negada. “Não há qualquer elemento concreto que possa vincular o triplex ou a suposta reforma realizada nesse imóvel a “desvios da Petrobras”, como afirma a decisão; o que existe é imputação de uma hipótese, insuficiente para motivar uma acusação criminal”, argumentaram os advogados, em nota publicada pelo Instituto Lula, em março.

A defesa do ex-presidente também contestou a remessa do processo para Curitiba. “Mesmo que fosse possível cogitar-se de qualquer vínculo com ‘desvios da Petrobras’, isso não deslocaria o caso para a competência da Justiça Federal; a Petrobras é sociedade de economia mista e há posição pacífica dos tribunais de que nessa hipótese a competência é da Justiça estadual; mesmo que fosse possível cogitar-se, por absurdo, de qualquer tema da competência da Justiça Federal, não seria do Paraná, pois o imóvel está localizado no estado de São Paulo e nenhum ato foi praticado naquele outro estado.”

A denúncia

Os promotores do Ministério Público de São Paulo (MP) Cássio Conserino, José Carlos Blat e Fernando Henrique Moraes de Araújo disseram ter colhido duas dezenas de depoimentos que comprovariam que o apartamento era “destinado” ao ex-presidente e sua família. O MP acusa Lula de lavagem de dinheiro – na modalidade ocultação de patrimônio – e falsidade ideológica.

“Aproximadamente duas dezenas de pessoas nos relataram que, efetivamente, aquele tríplex do Guarujá era destinado ao ex-presidente Lula e sua família. Dentre essas pessoas figuravam funcionários do prédio, o zelador do prédio, a porteira do prédio, moradores do prédio, funcionário da OAS, ex-funcionário da OAS, e o proprietário da empresa que fez a reforma naquele imóvel e, pelos relatos, fez uma reunião para apresentar parte da reforma efetuada, com a presença da ex-primeira dama e de seu filho, além do senhor Léo Pinheiro”, disse o promotor Cassio Roberto Conserino ao apresentar a denúncia à imprensa.

Além de Lula, foram denunciados por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica, sua mulher, Marisa Letícia, por participação em lavagem de dinheiro; e seu filho, Fábio Luiz Lula da Silva, por participação em lavagem de dinheiro.

Edição: Talita Cavalcante e Carolina Pimentel

Argentina solicitou ao Panamá informações sobre empresas offshore do presidente Macri

Argentina solicitou ao Panamá e Bahamas informações sobre as empresas offshore que pertenceriam ao presidente do país, Mauricio Macri, informou o jornal portenho La Nacion.

Segundo o jornal, o juiz federal Sebastián Casanello encaminhou uma solicitação sobre os donos da empresa, entre os donos da qual estariam o próprio Macri, bem como o seu irmão e seu pai.

O escândalo relacionado ao Macri estourou após a publicação dos assim chamados Panama Papers, nas quais estariam informações sobre duas empresas em paraísos fiscais, no Panamá e em Bahamas, com as quais o presidente argentino estaria diretamente envolvido. Nos materiais publicados, Macri é mencionado, inclusive, como diretor e vice-presidente da empresa Fleg Trading Ltd., localizada em Bahamas. A procuradoria argentina logo iniciou as investigações sobre a possível participação de Mauricio Macri nessas empresas offshore.

O presidente argentino, por outro lado, afirmou em diversas ocasiões a legalidade das empresas nas quais atuou. Segundo Macri, a Fleg Trading foi criada em 1998 e, em 2008, parou de operar por falta de investimentos. Além disso, segundo ele, a empresa teria sido declarada ao fisco argentino.

Em 3 de abril, o jornal alemão Sueddeutsce Zeitung publicou uma série de informações divulgadas pelo Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ, na sigla em inglês). O ICIJ teve acesso a um vazamento da empresa panamenha Mossack Fonseca, que ficou nos holofotes como Panama Papers (Papéis do Panamá). Estes documentos testemunham intrincados esquemas de corrupção usados por numerosas pessoas mundialmente conhecidas, trazendo informações sobre os negócios secretos de amigos e entorno próximo de vários políticos de alto escalão.

A empresa panamenha respondeu ao vazamento recusando validar a informação e acusou os jornalistas de obterem acesso não-autorizado aos documentos.

sputniknews.com

Carga tributária do Brasil sobe para 32,71% do PIB em 2015

Cerca de um terço de tudo o que o Brasil produziu em 2015 foi parar nos cofres do governo

 A carga tributária bruta encerrou o ano passado em 32,71% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). O número foi divulgado hoje (28) pelo secretário do Tesouro Nacional, Otávio Ladeira, ao explicar o déficit primário recorde no primeiro trimestre.

O valor definitivo da carga tributária de 2015 é de responsabilidade da Receita Federal e só será divulgado no último trimestre deste ano. O Tesouro Nacional, no entanto, apresenta uma estimativa no fim de abril para orientar a execução do orçamento federal.

Pelos números do Tesouro, a carga tributária bruta aumentou 0,28 ponto percentual em 2015 na comparação com os 32,43% do PIB registrados no fim de 2014. “A estimativa do Tesouro costuma ser próxima dos números da Receita”, disse Ladeira. Segundo ele, um aperfeiçoamento na metodologia permitiu ao Tesouro fazer a estimativa cerca de 90 dias após o encerramento do ano.

Segundo o Tesouro, a expansão da carga tributária no ano passado foi puxado pelos municípios, que responderam por 0,12 ponto percentual do total do crescimento. A carga tributária aumentou 0,09 ponto percentual nos governos estaduais e 0,07 ponto percentual do PIB no caso da União.

Na esfera federal, o Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF), o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e as contribuições sociais do Regime Próprio de Previdência dos Servidores Federais explicam o aumento da arrecadação. Nos estados, a elevação se deve principalmente ao IRRF (cuja arrecadação é compartilhada entre a União e os governos estaduais) e o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA). Nos municípios, o reajuste de taxas puxou o aumento da carga tributária.

Criado e regulamentado funcionamento de novos centros para solução de conflitos no Tocantins

O Tribunal Pleno do Tribunal de Justiça (TJTO) aprovou na última sessão a Resolução Nº 5, de 28 de abril de 2016, que estrutura e regulamenta os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) e cria o cadastro de conciliadores do Poder Judiciário do Tocantins. A Resolução também cria novos CEJUSC’s nas comarcas de Araguatins, Arraias, Dianópolis, Guaraí, Miracema do Tocantins, Paraíso do Tocantins, Pedro Afonso, Taguatinga, Tocantinópolis, Augustinópolis e Miranorte.

A norma adéqua os setores de conciliação e mediação às disposições da Resolução nº 125, de 29 de novembro de 2010, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que dispõe sobre a Política Judiciária Nacional de Tratamento dos Conflitos de Interesses e às inovações estabelecidas pela Lei nº 13.140, de 26 de junho de 2015.

Conforme a resolução, os CEJUSC’s atenderão “demanda processual e pré-processual e atuarão na prevenção, no tratamento e na solução de conflitos que versem qualquer matéria, judicializada ou não, sempre que admitida a solução da controvérsia por métodos consensuais, podendo ter atuação regional, ou seja, em mais de uma comarca, a critério do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC)”.

Para o presidente do TJTO, desembargador Ronaldo Eurípedes, ao aprovar a resolução, os desembargadores entenderam o importante mecanismo propiciado pelos CEJUSC’s para a cultura da paz social e da conciliação, inclusive reforçada no Novo Código de Processo Civil. “O Tribunal Pleno reconheceu a necessidade de se prosseguir na disseminação da conciliação e mediação, que propicia maior rapidez na solução de conflitos, no andamento dos processos e na criação de uma cultura de pacificação social”.

 Como funcionam os CEJUSC’s:

  1. – atendem aos juizados ou varas com competência nas áreas cível, fazendária, de família ou dos juizados especiais cíveis, criminais e fazendários;
  2. – realizam atendimentos pré-processuais e conciliações e mediações pré-processuais;
  3. – realizam conciliações e mediações processuais;
  4. – supervisionam as atividades dos conciliadores e mediadores;
  5. – recebem e orientam os cidadãos quanto ao adequado encaminhamento dos conflitos a serem solucionados;
  6. – incentivam ações de parceria com o Ministério Público, a Defensoria Pública, a Ordem dos Advogados do Brasil, os estabelecimentos de ensino e os demais órgãos e instituições envolvidos direta ou indiretamente com as atividades do CEJUSC;
  7. – propõem ações de sensibilização e divulgação da conciliação e mediação como meio apropriado para a solução de conflitos de interesses;
  8. – organizam e coordenam mutirões de conciliação;
  9. – recebem processos judiciais de todas as varas para audiência de conciliação e mediação, respeitada a legislação processual de regência;
  10. – realizada a audiência e obtido o acordo, o termo assinado pelas partes, advogados e  conciliador os autos serão remetidos à unidade jurisdicional de origem para homologação; se não tiver êxito, tomará seu curso normal na origem;
  11. – nas hipóteses de atendimento pré-processual ou de pedidos diretos de homologação de acordo extrajudicial competirá ao CEJUSC o registro por atermação, via e-Proc/TJTO com o tipo de ação “reclamação pré- processual”;
  12. – homologado o acordo implicará mudança da classe do procedimento pré-processual para processo judicial, com sentença passível de cumprimento na unidade jurisdicional competente.

Confira a Resolução Nº 5, de 28 de abril de 2016.

Termina dia 5 prazo para professores pleitearem vaga em segunda graduação ofertada pelo MEC

O Ministério da Educação (MEC), por meio da Rede Universidade do Professor, está ofertando 105 mil vagas para que docentes efetivos tenham formação superior adequada à área em que atuam. As inscrições são feitas pela internet na Plataforma Paulo Freire, até a próxima quinta-feira, 5. Podem participar educadores das unidades escolares estaduais e municipais que estejam lecionando em área diversa da graduação que possuem. Das vagas ofertadas, cerca de 24 mil são para cursos presenciais em universidades e institutos federais e outras 81 mil na modalidade educação a distância, por meio da Universidade Aberta do Brasil. O secretário de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc), Adão Francisco de Oliveira, destaca a oportunidade para os educadores. “O que se  pretende é minimizar a defasagem da aprendizagem na rede pública de ensino do país, ocasionada pela falta da formação adequada ao professor. No Tocantins, do total dos que lecionam matemática, 25% têm a graduação na área. Isso é um agravante que o MEC anseia corrigir beneficiando docentes, estudantes e toda a rede pública de educação básica com a oferta dos cursos”, enfatiza. A lista dos contemplados deve ser divulgada até 30 de junho, com previsão para início dos cursos no segundo semestre deste ano. Para 2017 também estão previstos cursos presenciais intensivos durante as férias escolares por meio do Plano Nacional de Formação de Professores (Parfor).

Núbia Daiana Mota / Governo do Tocantins

Operação de fiscalização faz valer o Código de Defesa do Consumidor

O Procon Tocantins, por meio do núcleo regional de Araguaína, região centro-norte do Estado, encerrou o mês de abril em operação especial de fiscalização com apreensão e descarte de 700 produtos com datas de validade expirados e impróprios para comercialização, 15 autos de infração, duas constatações e 15 relatórios de visitas. A equipe realizou 30 visitas em 21 postos de combustíveis e nove lojas de conveniências. “São abusos praticados contra o consumidor que o Procon combate diuturnamente”, disse o gerente de fiscalização do órgão, Magno Silva Pinto. Nas revendas de combustíveis, os fiscais recolheram ceras para carro, fluidos de freio, óleo para motor, lubrificantes e removedores sem condições de uso em lojas de conveniências no interior dos postos. Também foram fiscalizados salgados, sucos e refrigerantes. Doze estabelecimentos que comercializam gás de cozinha, sendo que dez de revenda e dois depósitos foram vistoriados, sem irregularidades no peso ou preços dos botijões. Os proprietários das empresas receberam orientações sobre a disponibilização de informações aos clientes, como preço dos produtos e formas de pagamento e documentação obrigatória. Cuidados com o meio ambiente Após a operação, o Procon, em parceria com a empresa autorizada na cidade,  realizou o descarte correto e seguro dos produtos apreendidos. A coordenadora pedagógica do núcleo do Procon em Araguaína, Márcia Azevedo, enfatiza os danos à saúde que os derivados de petróleo podem gerar ao meio ambiente. “Além de fiscalizar, repreender e punir, também temos a obrigação de orientar os consumidores para que sejam conscientes em suas relações de consumo e suas consequências”, afirmou.   O Procon Tocantins fez parte da força-tarefa que atuou em Araguaína com a presença do Ministério Público Estadual (MPE), da Agência Nacional do Petróleo (ANP), da Agência Estadual de Metrologia (AEM) e do Corpo de Bombeiros.

Governador Marcelo Miranda recebe novo superintendente do Banco da Amazônia

O governador Marcelo Miranda recebeu na tarde desta segunda-feira, 2, em seu gabinete, o novo superintendente do Banco da Amazônia do Tocantins, Carlos Henrique Garcia Marques, e os novos gerentes das duas agências da capital, José Nunes de Oliveira Neto e Eudes Alves de Lima. Os três executivos da Instituição assumiram o cargo recentemente e vieram se apresentar ao governador e reforçar a disposição de parcerias do Banco da Amazônia com o Tocantins para o desenvolvimento da região.

O governador desejou sucesso aos novos dirigentes e lembrou que o Tocantins pertence à região amazônica, o que faz da Instituição uma das principais fomentadoras do desenvolvimento do Estado. “Somos um estado jovem e o Banco da Amazônia tem um papel importante no processo de desenvolvimento da região”, disse.

 O superintendente Carlos Henrique Garcia disse que esse foi o primeiro contato com o governador e serviu para reforçar a parceria com o governo. “Foi importante para reforçarmos a parceria com o Governo do Estado para promovermos o desenvolvimento econômico e sustentável da região e, automaticamente, a qualidade de vida da população”, comentou.

 Feiras agropecuárias

Carlos Henrique ressaltou que neste momento que começam as feiras agropecuárias no Tocantins, o Banco da Amazônia estará presente em todos os eventos, principalmente na Agrotins, que será realizada no período de 3 a 7 de maio, com linhas de crédito para os produtores rurais e os empresários, por meio do FNO (Fundo Constitucional de Financiamento do Norte). “Os empresários e produtores rurais que precisarem de aporte de recursos para investimentos é só procurar as nossas agências”, assegurou o superintendente.

 Sugestões de legenda: 6197: Os executivos da Instituição vieram reforçar a disposição de parcerias do Banco da Amazônia com o Tocantins.

6258: O superintendente Carlos Henrique ressaltou que o Banco da Amazônia estará presente na  Agrotins com linhas de crédito para os produtores rurais e os empresários

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