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Em visita histórica a Hiroshima, Obama lamenta mortes, mas não pede desculpas

O presidente Barack Obama fez hoje (27) visita histórica a Hiroshima, cidade japonesa destruída por uma bomba nuclear americana em 1945. Ele colocou uma coroa de flores no memorial de paz da cidade e lamentou o sofrimento de pessoas inocentes em razão do bombardeio atômico na cidade. Como Obama já havia antecipado, a visita não foi acompanhada por um pedido formal de desculpas dos Estados Unidos pelo lançamento da bomba nuclear. No entanto, o presidente norte-americano disse que não se deve “repetir os erros do passado”.

Ao lado do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, Obama fez uma alusão às milhares de pessoas mortas em razão do explosão da bomba nuclear. “Palavras não podem dar voz a tanto sofrimento”, disse. “A memória da manhã do dia 6 de agosto de 1945 não deve nunca desaparecer”, acrescentou ele, ao se referir à data da tragédia.

Obama disse que os governos devem fazer esforços para reduzir o perigo de armas nucleares. “A revolução científica que levou à divisão de um átomo requer uma revolução moral também.”

O primeiro-ministro japonês também discursou no Memorial da Paz de Hiroshima para uma plateia que incluía vítimas do bombardeio atômico. “Gostaria de expressar meus respeitos ao presidente Obama por sua determinação e coragem”, disse Shinzo Abe. Antes mesmo da chegada dos dois líderes, milhares de pessoas já estavam reunidas no local, aguardando a visita.

Em lados opostos durante a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos lançaram duas bombas atômicas sobre o Japão: em Hiroshima, em 6 de agosto de 1945, quando 80 mil pessoas morreram imediatamente e um total de 140 mil pessoas morreram até o final do mesmo ano; e em Nagasaki, três dias depois, quando 75 mil pessoas morreram no mesmo dia e mais de 100 mil até o fim de 1945. Milhares de japoneses sofreram sérios problemas de saúde nos anos que se seguiram ao bombardeio, devido aos efeitos da radiação.

Seis dias depois da detonação da segunda bomba atômica sobre Nagasaki, em 9 de agosto de 1945, o imperador Hirohito anunciou que o Japão se retirava da guerra. A visita de Obama a Hiroshima é a primeira de um presidente norte-americano ao local. Em 1974, o então presidente Gerald Ford descartou visitar Hiroshima. Alegou que não queria arriscar as boas relações com o Japão. Em 2008, George W. Bush recusou a ideia da visita.

Jimmy Carter viajou para Hiroshima só após deixar a presidência. O ex-presidente Richard Nixon esteve na cidade antes de assumir o cargo. Em 2016, o secretário de Estado John Kerry tornou-se o primeiro ocupante do cargo a visitar Hiroshima e depositar uma coroa de flores em homenagem às vítimas, já preparando a visita de Obama.

Edição: Talita Cavalcante
José Romildo – Correspondente da Agência Brasil

Câmara aprova moção de aplauso ao jornalista Geovane Oliveira

Câmara   aprovou  por  unanimidade  na noite  desta  terça-feira, 24 ,  uma moção de aplauso ao jornalista Geovane Oliveira,  diretor do  portal e  jornal Omelhordaamazônia, pelo  trabalho  jornalístico  que tem feito   na   cidade  de  Araguaína.

IMG_5327A proposição, apresentada pela vereador  Batista Capixaba  (PSDC), enfatiza os 7 anos de contribuição do jornalista para sociedade araguaínense   na  área   da  comunicação  social.

“O jornalista Geovane Oliveira é uma pessoa, que pelo seu trabalho  e  empenho em prol de nosso estado, se tornou uma das pessoas imprescindíveis no ramo jornalístico. Não poderíamos deixar de prestar esta homenagem a esse profissional da comunicação — declarou o parlamentar Capixaba  em sua justificativa.

Além   do  vereador  Capixaba,  outros   parlamentares     também   se  escreveram  na moção, entres eles :Rejane , Silvinha , Neto Pageú,  Ferreirinha, Rosewelt  , Luzimar Coelho.

A  vereadora  Rejane   ressaltou   o papel da  impressa    na  cobertura    dos  trabalhos    dos  parlamentares  e  que o jornalista  Geovane é um dos   que sempre está  presente  na Câmara Municipal . Neto Pajeú ,  Silvinha , Rosewelt ,Ferreirinha, Luzimar também  foram   na mesma linha   de  raciocínio   da  vereadora Rejane.

A moção   de  aplauso  apresentada pelo  vereador Batista  Capixaba recebeu 11  votos favoráveis: Rosewelt ; Batista, Silvinha ; Rejane ; Luciano Santana ;Marcus Marcelo; Terciliano Gomes ; Neto Pajeú ; Luzimar ; Ferreirinha e Cleide.

“Sou muito grata pela homenagem. Foi uma surpresa maravilhosa. Acredito que seja pelo reconhecimento dos trabalhos que tenho desenvolvido na cidade de Araguaína  através da imprensa. Gostaria de agradecer a distinta homenagem e parabenizar a todos os vereadores pelo trabalho realizado. Tenho plena convicção de que  esses  vereadores   que  votaram  favoráveis  são   destaques  na  cidade   de  Araguaína pelo  compromisso  com a liberdade de  imprensa. Vejo que eles também têm  procurando  fazer  um trabalho  voltado  para a população em geral “,   disse  o jornalista  Geovane Oliveira.

Supremo homologa acordo de delação de Sérgio Machado

O acordo de delação premiada de Sérgio Machado, ex-diretor da Transpetro, empresa subsidiária da Petrobras, foi homologado hoje (25)  pelo ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). Machado é investigado na Lava Jato por supostos desvios na estatal durante o período em que ocupou o cargo.

Machado é ex-senador e voltou a ser notícia nesta semana, após divulgações de gravações nas quais manteve conversas com o senador Romero Jucá (PMDB-RR), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) e o ex-presidente da República e do Senado, José Sarney.

A primeira conversa, divulgada na segunda-feira (23), levou ao afastamento de Jucá do comando do Ministério do Planejamento.

Em nova gravação, divulgada nesta quarta-feira pelo jornal Folha de S.Paulo, Machado conversa com Calheiros e defende mudanças na lei que trata de delação premiada, de forma a impedir que um preso se torne delator.

Em nota divulgada à imprensa, Renan afirmou que não têm relação com a Lava Jato e afirmou que é “hábito” receber pessoas que o procuram.

Nos diálogos divulgados pelo jornal, o senador defende mudanças na lei que trata de delação premiada de forma a impedir que um preso se torne delator. Esse procedimento é o mais usado nas investigações da Operação Lava Jato.

Em um dos trechos das conversas divulgados pela reportagem, Machado sugere a Renan “um pacto”, que seria “passar uma borracha no Brasil” e citou o Supremo Tribunal Federal. Renan responde: “Antes de passar a borracha, precisa fazer três coisas, que alguns do Supremo [inaudível] fazer. Primeiro, não pode fazer delação premiada preso. Primeira coisa, porque aí você regulamenta a delação.”

Edição: Armando Cardoso
André Richter – Repórter da Agência Brasil

Congresso aprova projeto que altera meta fiscal de 2016

Em uma sessão que durou mais de 16 horas, o Congresso Nacional aprovou hoje (25) de madrugada,  em votação simbólica, o projeto com a revisão da meta fiscal para 2016. O texto autoriza o governo federal a fechar o ano com um déficit primário de até R$ 170,5 bilhões nas contas públicas.

“A aprovação da meta resulta em ajuste de receitas de forma real porque a receita que previa superávit de R$ 30 bilhões, que era o texto do governo anterior, era algo extremamente irreal. Estamos ajustando as receitas, ajustando as despesas e estamos retomando investimentos estratégicos para o país”, disse o senador Romero Jucá (PMDB-RR).

Os parlamentares aprovaram o relatório do deputado Dagoberto (PDT-MS), que invocou o “momento excepcional” ao pedir a aprovação do texto. “Não podemos ignorar as dificuldades financeiras que o país vem enfrentando. O momento politico requer grande esforço de todos em prol da retomada do crescimento”, disse.

A meta fiscal, economia que o governo promete fazer para pagar a dívida pública, gira em torno da expectativa da receita arrecadada e também dos gastos. A nova meta com o déficit foi anunciada na sexta-feira (20) pelo então ministro do Planejamento, Romero Jucá, e pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles.

Apesar de o texto não detalhar os cortes, do total de R$ -170,5 bilhões, R$ -163,9 bilhões dizem respeito ao déficit para o setor público não financeiro para o Governo Central, dos quais R$ 114 bilhões referem-se ao déficit fiscal, acompanhado de R$ 21,2 bilhões de descontigenciamento de receitas; R$ 9 bilhões para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); R$ 3,5 bilhões para o Ministério da Defesa; R$ 3 bilhões para a Saúde; R$ 13,3 bilhões para renegociação de dívidas dos estados e outras despesas. Também entram no cálculo RS 6,554 bílhões para os estados e municípios.

O governo interino justificou o resultado alegando dificuldades diante da crise econômica e queda nas receitas com um recuo do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,8%. Também contribuiu o fato de que, caso a meta não fosse revista até o dia 30 de maio, o governo ficaria “paralisado”, uma vez que na prática teria que cortar mais despesas para cumprir a meta enviada por Dilma, com previsão de superávit de R$ 24 bilhões.

O valor, fixado na Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2016, passava para R$ 30,5 bilhões, considerado todo o setor público (estados e municípios também). Contudo, já em março, o governo da presidenta afastada Dilma Rousseff disse que teria como cumpri-la e apresentou proposta de revisão com déficit de R$ 96,6 bilhões nas contas públicas.

Embate e reclamações

A sessão do Congresso destinada a apreciar os 24 vetos presidenciais antes da votação da meta fiscal começou as 11h da manhã de ontem (24) e seguiu com governistas e oposcionistas travando uma batalha política em torno do tema. Liderados pelo PT, partidos contrários ao processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, como o PCdoB, PDT, PSOL e Rede, se esforçaram ao máximo para obstruir os trabalhos e prolongar a votação dos vetos. O objetivo era fazer com que a sessão acabasse sendo encerrada por falta de quórum e sem votar a meta fiscal.

Os parlamentares se revezavam criticando a proposta de revisão da meta de R$ 170,5 bilhões. “Não é possível ampliar o déficit para 170 bilhões prevendo frustração de receita futura, isso é o paradigma da irresponsabilidade fiscal. É outro golpe! Foi golpe contra a democracia, foi golpe contra a aposentadoria, a política de salário mínimo, o Minha Casa, Minha Vida e, agora, é um golpe contra a estabilidade fiscal do país, no mesmo dia em que o ministro da Fazenda apresenta uma previsão de pedalada fiscal”, disse o líder do PT na Câmara, Afonso Florence (BA).

A meta proposta também foi criticada pelo deputado Silvio Costa (PTdoB-PE). Segundo ele, a aprovação do valor proposto seria passar um cheque em branco para o novo governo.

Outra crítica dos parlamentares de oposição foi a condução dos trabalhos para a votação da meta fiscal. Segundo eles,  Renan Calheiros, “atropelou” o regimento para conseguir a aprovação do texto. “O presidente do Congresso [Renan] adotou algumas posturas diferentes das que adotava quando a oposição não era governista”, reclamou o senador Humberto Costa (PT-PE), referindo-se ao fato de Calheiros ter feito a votação sem deixar que os partidos orientassem suas bancadas.

Edição: Nelio Neves Andrade
Luciano Nascimento

Fazenda Maju faz leilão de gado leiteiro durante a expoara de Araguaína

Acontece leilão girolando do pecuarista Junior Marzola , Napoleão Prata e Chácara e Dom Orione no dia 09 de junho, quinta -feira, as 10 h no Parque de Exposição de Araguaína durante a Exportara 2016 . Será colocado à venda um lote de 100 novilhas e 10 touros .
Marzola , que está no ramo leiteiro há 10 anos, possui um plantel de 500 animais, sendo 150 em lactação. Hoje é um dos maiores produtores individuais de leite do Estado. “A produção média é de 2.400 mil litros por dia. Nossos animais são ‘top de linha’ e têm uma produção média de 16 litros por dia cada um “, disse o pecuarista Junior Marzola.
Marzola estima um faturamento de R$ 800 mil com a venda dos animais no evento . Dos 100 animais colocados à venda, várias são prenhas e todas em regime de pastos com boa condições corporais.

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SALVA-NOS, DEUS!

Quando a coisa fica  difícil  o jeito é pedir ajuda do além. É exatamente isso que está acontecendo em Araguaína.  Estamos pedindo ajuda, socorro, clemência. Definitivamente a cidade chegou ao caos, em todos os sentidos.  E ninguém faz nada, ninguém se move na direção do povo, ninguém estende a mão. Estamos perdidos. Salva-nos, Deus!

Vereadores, mais preocupados com seus blá blá blás inúteis  na  Câmara, permanecem calados, alheios ao caos que se instalou na cidade. Ninguém se mobiliza, ninguém se  movimenta para cobrar do executivo  seriedade nas questões cruciais que afetam  a população.

 O povo está a pé, literalmente.  Mas isso parece não preocupar os políticos, pois eles têm carros à disposição pagos pelo povo.  Como eles têm condução paga pelo contribuinte, o povo que se dane,  e se quiser, vá a pé. A população fica  sem ônibus e os parlamentares  se calam, vão dormir tranquilhos o sono da paz e da incompetência e insensibilidade. Estamos perdidos, Salva-nos, Deus!

  A prefeitura aumenta  a taxa de iluminação pública e os vereadores  não estão nem aí; Prefeitura aumenta IPTU e, de novo,  parlamentares  batem palmas e ainda tentam justificar o injustificável.  Um comerciante faz denúncia séria envolvendo corrupção na Funanc, e o que acontece? A própria pessoa denunciada ganha uma vaga na Câmara.  Parece que está no lugar certo. Aparecem as denúncias de venda de casas populares e o que acontece?  Uma CEI –Comissão Especial de Inquérito  é montada para fazer o quê?

 E tem mais descalabro.Várias obras começam e não terminam. Para piorar a  demência parlamentar, muitos vereadores participam de reuniões de lançamentos de obras e as inauguram antes de começar, além de tecerem elogios a quem as inventa.

  Ninguém cobra agilidade, empenho, seriedade. E o pior é que ninguém sabe quem é situação ou oposição. Está todo mundo calado, em silêncio e o povo se lascando.

 E agora, quem poderá nos ajudar?   Como ninguém respondeu, então, Salva-nos, Deus, pois estamos perdidos no caos, nas trevas, no mar do desmando.

ARTIGO OPINIÃO- Alberto rocha- é jornalista

Temer vai propor medidas econômicas ao Congresso para conter gastos públicos

Brasília - O presidente interino Michel Temer apresenta as primeiras medidas econômicas para reequilibrar as contas do governo (José Cruz/Agência Brasil)

O presidente interino Michel Temer criticou hoje (24) a oposição, que promete obstruir a votação da nova meta orçamentária no Congresso Nacional. Temer fez a declaração nesta manhã, antes do anúncio de medidas para controlar o déficit público.

Temer anunciou também que enviará uma emenda constitucional ao Congressopara para limitar gastos públicos. As despesas do setor público, segundo ele, se encontram em uma trajetória insustentável. “Vamos apresentar a proposta de emenda que limitará o crescimento dos gastos”, disse.

Ontem (23), o presidente interino Michel Temer foi ao Congresso Nacional entregar pessoalmente a proposta da nova meta fiscal para este ano, com previsão de déficit de R$ 170,5 bilhões.

“Estamos governando junto com senadores e deputados. Muitas vezes, leio e ouço que estou instituindo uma espécie de semiparlamentarismo. Isso me envaidece. Significa que estamos reinstitucionalizando o país”, disse.

Ele destacou que, no dia de hoje, há a votação de matéria importante para o governo, que é a análise da meta. Segundo ele, a votação representa o primeiro teste do governo no Congresso. “Estamos trabalhando e exercendo regularmente nossas funções”, disse. “Todos querem testar as instituições nacionais. Lamento dizer que muitos até propuseram a modificação da meta, mas [agora] anunciam que vão impedir a votação.”

De acordo com o presidente, isso revela a absoluta discordância com a normalidade institucional do país. Segundo ele, a oposição existe para ajudar a governar. Ele lembrou que projeto original com um déficit orçamentário, de mais de R$ 90 bilhões, foi remetido por quem estava no poder. “Ontem, tivemos que rever o montante do déficit”, enfatizou. De acordo com ele, a visita ao Congresso ocorreu com o objetivo de mostrar a indispensabilidade de votar a matéria [a mudança da meta]. “Estou pedindo as senhores que se esforcem hoje. Preciso concretizar, não posso ficar na teoria”.

Fundo soberano

O presidente anunciou ainda que irá usar os recursos do Fundo Soberano para conter o deficit público. Ele destacou que os recursos estão próximos de R$ 2 bilhões. O fundo foi criado após o anúncio do programa de exploração do pré-sal, com o objetivo de funcionar como uma espécie de poupança com o excedente do superávit primário. Entre as finalidades apresentadas para justificar sua criação estão a proteção da economia brasileira contra crises financeiras, formação de uma poupança pública e promoção de investimentos em ativos no Brasil e no exterior.

Medidas

As medidas de política econômica que o governo anunciou são focadas no controle das despesas primárias e financeiras, na eliminação de ineficiências do gasto público e na busca pela melhoria do desempenho da prestação de serviços às camadas mais pobres da população, como antecipou o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, durante participação em um seminário ontem (23) em São Paulo.

De acordo com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a ideia é exatamente um plano de voo, com medidas que tenham efeitos plurianuais e impactos permanentes. A ênfase, portanto, será menos numa melhora pontual do resultado primário e mais na tentativa de colocar a dívida pública em uma trajetória de sustentabilidade no longo prazo, informou o Ministério da Fazenda. Meirelles tem dito que, se nada for feito, a dívida pode ultrapassar, em alguns anos, a marca de 80% do Produto Interno Bruto (PIB), aproximando-se do dobro da média dos países emergentes.

A combinação de aumento permanente da carga tributária com contenção temporária das despesas não se aplica mais, disse o ministro.

Edição: Talita Cavalcante
Ana Cristina Campos, Daniel Lima e Yara Aquino – Repórteres da Agência Brasil

Gestão do prefeito Ronaldo Dimas chega perto do fim aos trancos e barrancos

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Foi  uma  das maiores  votações  que  um político    de   Araguaína  já   conseguiu   na  sua   historias    da   cidade com cerca  de 50.069 votos obtidos pelo  prefeito Ronaldo Dimas  na eleição  de  2012,  numa    coligação  formada pela coligação “Juntos por uma Araguaína ” (PRB / PDT / PTB / PMDB / PSL / PTN / PSC / PR / PPS / DEM / PSDC / PRTB / PMN / PV / PRP / PSDB / PS).

As  primeiras   críticas    de  sua  gestão surgiram  quando  vários  secretários foram  indicados    de outras  cidades. Além disso,  houve  mudanças  de atendimento  do prefeito para   um novo local  na rua  José  de Brito.

Outras  medidas   tomadas  pelo  prefeito  Ronaldo Dimas   que  tem deixado a população  revoltada  em virtude   que   o prefeito  de Araguaína  empregou  na   prefeitura esposas  de secretários  municipais   no iniciou  de  sua gestão  e  demitiu posteriormente  devido a denuncias  feitas  pela  população .

Por outro lado há  muitas reclamações também  da população  e da oposição , foram  as   propostas    no seu programa  de  governo  que prometeu    construir  cinquenta (50) praças;  três (03) clinicas do povo,  três (03) parques;  entre outras ações. Neste momento  Atuais da  gestão   luta para  terminar  o primeiro parque.

A  gestão   do prefeito   Ronaldo Dimas  chega próximo  do   fim  aos trancos  e barrancos:  entre uma  denuncia e outra  de corrupção  como no  programa ‘Minha  Casa  Minha  Vida”,  na     FUNMC , transporte  coletivo  entre outros .

Polícia Federal deflagra Operação Vício, a 30ª da Lava Jato

A Polícia Federal (PF) e a Receita Federal deflagraram nesta manhã os trabalhos da 30ª fase da Operação Lava Jato.

A Operação Vício tem a participação de cerca de 50 policiais federais e dez servidores da Receita, que cumprem 28 mandados de busca e apreensão, dois de prisão preventiva e nove de condução coercitiva nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo.

As investigações estão relacionadas ao esquema de corrupção e lavagem de ativos decorrentes de contratos firmados com a Petrobras. “Trata-se da apreciação de vários contratos e correspondentes repasses de valores não devidos entre empresas contratantes da Petrobras, funcionários da estatal e agentes públicos e políticos”, diz nota divulgada pela PF.

Três grupos de empresas são investigados por terem se utilizado de operadores e de contratos fictícios de prestação de serviços para repassar, principalmente, à Diretoria de Serviços e Engenharia e Diretoria de Abastecimento da estatal.

Aos investigados estão sendo atribuídos, entre outros, crimes de corrupção, organização criminosa e lavagem de ativos.

O nome da operação está relacionado à “sistemática, repetida e aparentemente dependente prática de corrupção por determinados funcionários da estatal e agentes políticos que aparentam não atuar de outra forma senão por meio de atos lesivos ao Estado. O termo ainda remete à ideia de que setores do Estado precisam passar por um processo de desintoxicação do modo corrupto de contratar, presente não ação de seus representantes”, acrescenta a nota.

Em outro procedimento, estão sendo cumpridos mandados que buscam a apuração de pagamentos indevidos a um executivo da área internacional da Petrobras em contratos firmados para aquisição de navios-sondas.

Os presos e o material apreendido devem ser levados ainda hoje para a PF em Curitiba.

Mais informações serão dadas em entrevista coletiva, às 10h, no auditório da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

Edição: Graça Adjuto
Da Agência Brasil

Embaixada Alemã avalia avanços do Projeto Cerrado-Jalapão

Os resultados do projeto Cerrado-Jalapão foram o tema prioritário na reunião realizada nesta segunda-feira, 23, entre a embaixada alemã e o Governo do Estado, por intermédio da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh). A avaliação contou com representantes da embaixada alemã no Brasil, do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e do Instituto do Desenvolvimento Rural do Tocantins (Ruraltins).                                Iniciado em dezembro de 2011, com término previsto para outubro deste ano, o projeto visa a prevenção e o combate a incêndios florestais naquela região, e tem como parceiros agências internacionais, a exemplo do KfW (Banco Alemão para o Desenvolvimento), um dos financiadores, a Agência Alemã de Cooperação Técnica (GIZ), o Ministério do Ambiente, o CMBio e o Ibama. Em nível local, a parceria conta com a Semarh, o Naturatins, o Ruraltins e a Defesa Civil. Para o coordenador-geral do projeto, no Brasil, Michael Scholze, a renovação da parceria vai depender do interesse do governo alemão, após avaliação do desenvolvimento do projeto. Ele adianta, no entanto, que a decisão da embaixada vai levar em conta os avanços do projeto e também da contrapartida que será apresentada pelo governo brasileiro. “Pode ser que outros projetos sejam apresentados, inclusive”, ponderou. “O nosso objetivo principal é somar esforços para que a parceria possa reduzir os impactos das queimadas no cerrado”, observou a titular da pasta, Meire Carreira, durante a reunião, que contou também com a participação do diretor de Instrumentos de Gestão Ambiental da Semarh, Rubens Brito. Houve uma rodada de apresentação do projeto e em seguida, a equipe alemã embarcou para o Jalapão, para conhecer de perto a região. Manejo Integrado do Fogo O MIF (Manejo Integrado do Fogo) é uma prática preventiva e educativa, cujo objetivo principal é reduzir os impactos das queimadas e incêndios na região do Jalapão, que tem seu período mais acentuado entre os meses de agosto a outubro, mas a partir dos meses de abril e maio, a Semarh e os parceiros locais começam com as ações preventivas.  “A natureza do trabalho desse projeto já faz parte do nosso dia a dia, como a sensibilização dos produtores sobre o perigo de incêndios, práticas ecologicamente sustentáveis, alternativas ao uso do fogo e orientações técnicas para realizar queimadas controladas, são algumas das ações”, explicou o diretor Rubens Brito. Segundo ele, a ideia é fortalecer essa parceria que tende a potencializar o trabalho e, consequentemente, melhorar a qualidade de vida do agricultor e de suas famílias. O projeto, promovido entre o governo brasileiro e o governo alemão, tem como parceiros na implantação o Ibama/Prevfogo, o Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins), a Secretaria do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh), o Ruraltins, a Embrapa, o Instituto Chico Mendes de Conservação e Biodiversidades (ICMBio) e a Cooperação Técnica Alemã (GIZ).

Gilson Cavalcante / Governo do Tocantins

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