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Estado paga prestadores de serviço do Plansaúde nesta sexta-feira

Serão pagos mais de R$ 7,7 milhões em duas parcelas; a primeira será efetuada nesta sexta-feira, 18, e a segunda no dia 15 de junho

Buscando organizar as finanças do Estado e regularizar pagamentos pendentes, o Governo do Tocantins vai efetuar um pagamento superior a R$ 7,7 milhões para prestadores de serviço do Plansaúde.

Em documento assinado nesta quarta-feira, 16, o secretário de Estado da Administração, Neyzimar Cabral de Lima, autorizou o pagamento dos débitos em atraso desde outubro de 2017 para os prestadores de serviço do Plansaúde – pessoa física, no valor total de R$ 7.712.234,43.

O secretário afirma que o Governo do Estado está trabalhando para colocar em ordem a parte financeira. “Apesar das dificuldades políticas e financeiras enfrentadas, o Governo tem feito esforços para cumprir os acordos firmados com os seus prestadores”.

O pagamento será realizado em duas parcelas, sendo a primeira para a esta sexta-feira, 18, e a segunda parcela para o dia 15 de junho.

Ministério Público pede nomeação de aprovados, rescisão de contratos temporários e realização de novas provas em concurso de Axixá.

Após denúncias de irregularidades formuladas por vereadores de Axixá, o Ministério Público Estadual (MPE) ajuizou, nesta segunda-feira,14, Ação Civil Pública com pedido liminar para que o município nomeie os candidatos aprovados no concurso público deflagrado em 2016 e proceda à exoneração dos contratos temporários para os cargos previstos.

Na Ação, o Promotor de Justiça Elizon de Sousa Medrado apresenta os resultados da minuciosa investigação realizada pelo MPE, apontando diversas irregularidades na execução do concurso, que macularam o resultado final do certame e resultaram em favorecimento indevido de candidatos que, em tese, seriam apoiadores do ex-gestor Auri-Wulange.

A equipe do MPE analisou cerca de 1900 provas dos candidatos classificados, além de listas de frequência, atas das salas, tendo constatado diversas irregularidades, como candidatos classificados que não estão na lista de presença das salas, candidatos com maior número de acertos classificados em posição inferior a quem acertou menos questões, além de problemas nas marcações do campo de preenchimento das fichas de gabarito, dentre outros.

O Promotor de Justiça também informa que houve omissão do Instituto de Capacitação, Assessoria e Pesquisa (ICAP), responsável pela realização do certame, na entrega dos gabaritos solicitados, bem como na disponibilização dos cadernos de provas. Para o Promotor, a falta de colaboração da empresa abre precedentes para suspeitas de tentativa de prejudicar a investigação realizada pelo MPE, que na época recomendou à prefeitura de Axixá a anulação das provas para os cargos em que as irregularidades foram encontradas.

Diante dos fatos, o MPE pede ainda na Ação que a prefeitura realize novo concurso público para esses cargos, deflagrando procedimento licitatório para escolha de nova empresa e convocando os candidatos já inscritos para a realização das provas anuladas.

A ACP ressalta que uma Recomendação com o mesmo teor da Ação já havia sido enviada ao atual gestor do município. No entanto, segundo a Promotoria, o gestor atendeu parcialmente ao que o Ministério Público recomendou e efetivou apenas nomeações pontuais. Cita, ainda, que o atual prefeito tem procedido de acordo com sua conveniência política, transformando os cargos em moeda de troca, desde que o aprovado passe a declarar ‘apoio’ ao gestor.

“Para se ter uma ideia, há diversos cargos, incluindo aqueles nos quais não foram encontradas irregularidades, em que a prefeitura não procedeu a nenhuma nomeação, em total desrespeito às leis e às recomendações ministeriais, fato este de conhecimento geral no Município de Axixá do Tocantins”, ressaltou o Promotor.

Cargos onde foram encontradas irregularidades

  • (F102) AUXILIAR DE SERVIÇOS GERAIS/ASG – QUADRO GERAL DO PODER EXECUTIVO;

  • (M201) ASSISTENTE ADMINISTRATIVO – QUADRO GERAL DO PODER EXECUTIVO;

  • (F109) VIGIA – SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO;

  • (M205) MOTORISTA – CATEGORIA D – SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO;

Banco Central mantém taxa básica de juros em 6,5% ao ano

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decidiu hoje (16) manter os juros básicos da economia brasileira em 6,5% ao ano. A decisão surpreendeu o mercado, que esperava uma redução da taxa.

A decisão interrompeu um ciclo de 12 quedas consecutivas e foi tomada por unanimidade entre os integrantes do Conselho. A taxa Selic, no entanto, permanece no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, há 32 anos.

Analistas financeiros e o próprio BC sinalizavam que poderia haver ainda mais um corte na taxa, de 0,25%, antes da interrupção da queda, mas o cenário externo mais volátil influenciou a decisão do Copom de não reduzir os juros dessa vez.

 
 

“O cenário externo tornou-se mais desafiador e apresentou volatilidade. A evolução dos riscos, em grande parte associados à normalização das taxas de juros em algumas economias avançadas, produziu ajustes nos mercados financeiros internacionais. Como resultado, houve redução do apetite ao risco em relação a economias emergentes”, diz um trecho da ata do Copom.

A decisão ocorre dias depois do país enfrentar uma valorização expressiva do dólarno mercado de câmbio. Em quatro dias seguidos de pregão, a moeda norte-americana sofreu valorização de 3,71% e encerrou o dia de hoje negociada a R$ 3,694. Para o governo, a alta é um movimento de curto prazo.

De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% ao ano em julho de 2015. Em outubro de 2016, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março, o nível mais baixo até então. Quanto menores os juros básicos, menores são os custos do crédito com incentivos para a produção e o consumo.

A Selic é o principal instrumento do Banco Central para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o IPCA acumula 2,76% nos 12 meses terminados em abril, abaixo do piso da meta de inflação, que é de 3%. O centro da meta de inflação em 2018 é de 4,5%, com limite inferior de 3% e máximo de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

No comunicado em que anunciou a decisão de hoje de manter a taxa Selic em 6,5% ao ano, o Copom informou que o comportamento da inflação permanece em uma tendência favorável, com preços mais sensíveis aos juros e ao ciclo econômico em níveis baixos. “O Comitê julga que o comportamento da inflação permanece favorável, com diversas medidas de inflação subjacente em níveis ainda baixos, inclusive os componentes mais sensíveis ao ciclo econômico e à política monetária”, afirma a nota.

O ritmo de corte já vinha caindo. Entre abril de setembro do ano passado, o Copom havia reduzido a taxa em 1 ponto percentual a cada reunião. Em outubro, o corte foi de 0,75, passando para 0,5 ponto em dezembro e para 0,25 ponto percentual nas reuniões seguintes, entre fevereiro e março, até a interrupção de queda agora.

Inflação

O mercado financeiro também reduziu essa semana a projeção para a inflação, medida pelo IPCA, de 3,49% para 3,45%, para este ano. Para 2019, a estimativa foi ajustada de 4,03% para 4%.Do fim de 2016 ao fim de 2017, a inflação começou a diminuir por causa da recessão econômica, da queda do dólar e da supersafra de alimentos. Depois de uma pequena subida no fim do ano passado, por causa dos reajustes dos combustíveis, os índices voltaram a cair no início deste ano. O recuo foi motivado por novas quedas nos preços dos alimentos e dos serviços, setor ainda afetado pela demora na recuperação da economia.

Crédito e crescimento

A taxa Selic é o índice que modula os juros cobrados na economia e tornam o acesso ao crédito mais ou menos caro, podendo estimular a economia por meio do aumento da produção e do consumo. Para o Copom, no comunicado em que oficializou a manutenção dos juros em 6,5% ao ano, “os últimos indicadores de atividade econômica mostram arrefecimento, num contexto de recuperação consistente, mas gradual, da economia brasileira”. 

Segundo o boletim Focus mais recente, os analistas econômicos projetam crescimento de 2,51% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos pelo país, em 2018. A estimativa decrescente coincide também com a queda de 0,13% no Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), considerado uma prévia do PIB, anunciado também hoje. Nos 12 meses encerrados em março, o indicador apresentou crescimento de 1,05%. No próximo dia 30, é a vez do IBGE anunciar o resultado oficial do PIB no trimestre encerrado em março.

*Texto alterado às 18h44 para acréscimo de informações

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil 

Gilmar Mendes nega liminar de Marcelo Miranda para voltar ao cargo

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quarta-feira (16) o pedido de liminar da defesa de Marcelo Miranda (MDB) para suspender os efeitos da cassação feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os advogados tinham alegado, entre outras coisas, que o processo correu de forma “atípica” e estranha, utilizando provas que seriam ilegais.

Marcelo Miranda ainda pode recorrer ao próprio STF contra a cassação, mas terá que aguardar o resultado fora do cargo. Enquanto isso, o calendário da eleição suplementar segue normalmente. A votação será em 3 junho e todo o processo deve custar R$ 15 milhões aos cofres públicos.

Na decisão, Gilmar Mendes criticou a realização de uma eleição direta suplementar. ” A despeito de parecer inadequada a realização de eleições diretas às vésperas das eleições gerais, indefiro o efeito suspensivo”, escreveu.

Outros três pedidos de liminar semelhantes aguardam a análise do ministro. Dois foram feitos pelos partidos de Miranda e Cláudia Lélis (PV) e outro pela defesa da vice-governadora cassada.

 
 

Por G1 Tocantins

TRE confirma candidatura de Kátia em 3 de junho

Por unanimidade, o TRE (Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins) deferiu no início da tarde desta quarta-feira, 16, o registro de candidatura da senadora Kátia Abreu (PDT) ao governo do Tocantins na eleição suplementar. A candidatura do vice, Marco Antônio Costa também está aprovada pelo TRE.

O pedido de impugnação de Kátia havia sido feito por dois dos candidatos nesta eleição, um deles já teve a candidatura negada pelo Tribunal. “Vamos em frente, o sentido da vida é para frente”disse Kátia hoje de manhã em Palmas.

Mauro Carlesse participa do Café & Política da FIETO

Empresários, diretores e presidentes de sindicatos patronais ligados ao Sistema FIETO participam do Café & Política.

A segunda edição do Café & Política, promovido pela Federação das Indústrias do Estado do Tocantins (FIETO), recebeu nesta quarta-feira, 16/05, o governador e candidato à reeleição, Mauro Carlesse, em Palmas. Os sete eventos previstos de 15 até o dia 25/05 têm o objetivo de ouvir melhor as propostas de todos os candidatos à eleição suplementar para o Governo do Tocantins, em especial no que concerne ao segmento industrial.

Abrindo o evento, o presidente da FIETO, Roberto Pires falou sobre entraves ao desenvolvimento industrial como falta de incentivos ao empresário, baixo investimento em infraestrutura em um estado que compromete 66% de sua receita com a folha de pagamento, entre outros.

“Em um estado com 42% dos empregos formais ancorados na máquina pública, a gente percebe que tem alguma coisa errada e que a geração de emprego na iniciativa privada não está sendo estimulada. Outro assunto que muito nos impacta é a alta carga tributária do Tocantins. De tudo que produzimos aqui, 37% é de imposto e se tivéssemos um retorno em saúde, educação e infraestrutura a reclamação seria menor, mas não temos esse retorno adequado”, avaliou o presidente que também parabenizou a iniciativa do atual governador que, em busca do equilíbrio fiscal do Estado, reduziu a folha de pagamento do Estado.

Mauro Carlesse falou sobre suas propostas, respondeu perguntas do público presente e recebeu do presidente Roberto Pires um documento com as principais demandas do segmento industrial, a Carta da Indústria. Sobre suas ações voltadas à indústria, no caso de ser reeleito, Carlesse assegurou que empresário da indústria e do comércio podem esperar equilíbrio por parte do Governo.

“Quando eu falo em equilíbrio é manter as contas do governo em dia, o funcionalismo em dia porque a partir do momento que ocorrer um desequilíbrio vai atrasar a folha de pagamento dos funcionários e o funcionário é o consumidor do comércio e das lojas da indústria, então precisamos manter esse equilíbrio”, explicou.

“Não tem nenhum projeto que consiga uma adaptação muito rápida em quatro, cinco meses porque o estado é muito grande e complexo, mas a estabilidade é possível manter e eu já estou mantendo, como por exemplo adiantando a folha de pagamento que antes era dia 12 e hoje é dia 1 e isso ajuda o comércio, ajuda a movimentar a economia e ajuda o governo também porque o governo recebendo sua parte antes, ele pode investir na saúde, educação e segurança”, concluiu o candidato.

Dois candidatos já foram ouvidos nas edições do Café & Política realizado no espaço de eventos da Federação em Palmas: Carlos Amastha, dia 15/05, e Mauro Carlesse nesta quarta, 16/05. Amanhã, 17/05, é a vez de ouvir as propostas do candidato Marlon Reis, seguido de Vicentinho Alves no dia 18/05.

Na semana que vem estão agendados os candidatos Mário Lúcio Avelar (23/05), Kátia Abreu (24/05) e Marcos Souza (25/05) a partir das 7h30 da manhã. O Café com Política integra a agenda de eventos realizados pela FIETO com foco no processo eleitoral, a exemplo do Governadoráveis e Prefeituráveis que reuniu os candidatos para uma exposição ao público industrial nas últimas eleições (2014 e 2016).

Por Priscila Cavalcante

TRE aprova candidatura de Mauro Carlesse para a eleição suplementar

O pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) aprovou por unanimidade a candidatura do governador interino Mauro Carlesse (PHS) para a eleição suplementar, a ser realizada em junho deste ano. O julgamento foi realizado na manhã desta quarta-feira (16). Os pedidos de impugnação foram feitos por duas coligações alegando que o pedido de registro de candidatura foi feito fora do prazo.

O relator do caso deferiu o registro alegando que o candidato não descumpriu o prazo para protocolo do pedido de registro. Ele também aprovou a candidatura de Wanderley Barbosa a vice-governador.

Por G1 Tocantins

Pais denunciam sucateamento do transporte escolar

Em Xambioá, um dos maiores municípios do Bico do Papagaio, pais de alunos do Projeto de Assentamento Grota de Laje, se manifestaram sobre a precariedade do transporte escolar no município, sob responsabilidade da Prefeitura Municipal.

 Segundo a reclamação, estaria havendo constante faltas na prestação do serviço, acontecendo casos onde as crianças foram a escola apenas duas vezes na semana.

A falta de manutenção e limpeza é outro ponto abordado pelo moradores, que afirmam que a garagem municipal se transformou em um cemitério de veículos e temem que o ano letivo seja prejudicado.

Vanderlan Marques de Araújo, morador de região, disse que mais da metade da frota de ônibus escolar não funciona. “Aqui na cidade de Xambioá não tem ônibus adequado para o transporte dos alunos. Eu coloco meu filho no ônibus e rezo para que não aconteça nada com ele”, criticou e continuou, “Não tinha veículo, pois estão todos caindo aos pedaços e parados na Secretaria de Transportes“, completou.

Ainda segundo os moradores, estudantes dos P.A’s Recanto, Caçador, Limeira e Barra do Lontra, também enfrentam os mesmo problemas.

A prefeita Patrícia Evelin (MDB), ainda não se manifestou sobre o assunto.

folhadobico.com.br

 

Justiça condena 10 pessoas em Gurupi por tráfico de drogas

Dez pessoas foram condenadas por tráfico de drogas pelo juízo da 1ª Vara Criminal de Gurupi, nesta segunda-feira (14/05). Oito delas também receberam pena pelo crime de associação para o tráfico e duas foram condenadas, ainda, por tráfico interestadual. Um dos réus, Adriano Mendes Reis, já cumpre pena por tráfico na Casa de Prisão Provisória de Gurupi e, de lá, promovia o comércio ilegal de entorpecentes.

Conforme consta na sentença, o esquema foi descoberto através de escutas autorizadas realizadas pela polícia, com ações entre os meses de maio e setembro de 2017. Adriano era fornecedor de Bruna Alves de Carvalho e, quando foi preso, ela começou a comprar drogas de Reinaldo, que coordenava outro esquema na região de Gurupi e Figueirópolis, envolvendo os demais acusados. Neste meio tempo, Adriano continuou a praticar o tráfico de dentro do presídio. “Ficou comprovado o tráfico de drogas praticado dentro do presídio, bem como, de integrar a facção criminosa do PCC (delito previsto no art. 2º, caput, da Lei n.º 12.850/13), onde era batizado de “pai véi”, conforme relevou as interceptações”, pontuou a juíza Mirian Alves Dourado na sentença.

Diante das provas, a magistrada considerou que os acusados “tinham a plena consciência dos atos delituosos praticados” e “nesta esteira de raciocínio, chega-se à conclusão de que os acusados cometeram fatos típicos, antijurídicos e culpáveis, que reclama a aplicação da norma penal em caráter corretivo e repressivo, objetivando a reintegração social e prevenindo uma possível reincidência ou reiteração delituosa que viesse a ocorrer com a impunidade”.

Penas

Adriano Mendes Reis foi condenado a quatro anos e dois meses de reclusão e 23 dias multa por tráfico de drogas nas dependências do estabelecimento prisional;

Reinaldo Francisco da Silva foi condenado a 10 anos e seis meses de reclusão e 1.469 dias-multa por tráfico de drogas e associação criminosa;

Zeny Meire da Silva foi condenada a 10 anos e seis meses de reclusão e 1.469 dias-multa, por tráfico de drogas e associação criminosa, tendo à pena sido agravada por reincidência;

Keila Batista Dantas foi condenada nove anos e quatro meses de reclusão e 1.399 dias-multa por tráfico de drogas de drogas e associação criminosa, tendo à pena sido agravada por reincidência;

Geralda Teixeira da Silva foi condenada a nove anos de reclusão e 1.260 dias-multa por tráfico de drogas e associação criminosa;

Adão Alves da Silva foi condenado a oito anos de reclusão e 1.200 dias-multa por tráfico de drogas e associação criminosa;

Bruna Alves de Carvalho foi condenada a nove de reclusão e 1.260 dias-multa por tráfico de drogas e associação criminosa;

Abigail Alves Rocha foi condenada a nove de reclusão e 1.260 dias-multa por tráfico de drogas e associação criminosa;

Iltamar Alves de Souza foi condenado a 10 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão e 1.632 dias-multa por tráfico de drogas e associação criminosa;

Moacir Batista de Morais foi condenado a quatro anos e dois meses de reclusão e ao pagamento de 416 dias-multa por tráfico de drogas.

Confira a sentença.

Texto: Davino Lima / Foto: Rondinelli Ribeiro

Comunicação TJTO

Atividade econômica tem queda de 0,13% no primeiro trimestre

A atividade econômica registrou queda no primeiro trimestre deste ano. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período), teve retração 0,13% de janeiro a março, comparado ao último trimestre de 2017, de acordo com dados divulgados hoje (16).

Na comparação com o primeiro trimestre do ano passado, houve crescimento de 0,86% (sem ajuste para o período). Em 12 meses encerrados em março, o indicador apresentou crescimento de 1,05%.

 
Índice de Atividade Econômica do Banco Central teve retração 0,13% de janeiro a março     (Amanda Oliveira/GovBA)

Em março, comparado ao mesmo mês de 2017, houve queda de 0,66%. Na comparação com fevereiro, o índice registrou retração de 0,74%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Edição: Kleber Sampaio
Por Kelly Oliveira – Repórter da Agência Brasil

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