sábado, março 7, 2026

55.3 F
Nova Iorque
sábado, março 7, 2026
Início Site Página 59

OABTO entra com ação contra Prefeitura de Palmas e Justiça Federal reconhece imunidade tributária da entidade

A Justiça Federal do Tocantins acatou o pedido da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Tocantins (OAB-TO) para suspender a exigibilidade de ISS por parte da Prefeitura de Palmas sobre a entidade. A decisão é do juiz federal Adelmar Aires Pimenta da Silva, da 2ª Vara Federal Cível.

O magistrado destacou que a OAB goza de imunidade tributária em relação a seus bens, rendas e serviços, conforme previsto no artigo 150 da Constituição Federal.

O município de Palmas foi citado e terá 15 dias úteis para apresentar defesa. Em caso de descumprimento da decisão, foi fixada multa diária de R$ 500, limitada ao dobro do valor da demanda.

Ao comentar a decisão, o presidente da OABTO, Gedeon Pitaluga, destacou que a medida representa uma vitória institucional importante e sintomática. “Infelizmente, tivemos que ir à Justiça Federal para a Prefeitura de Palmas reconhecer o valor e a importância constitucional da OAB”, afirmou a entidade, pontuou o presidente.

Por:  Redação

Tiago Dimas Sob Críticas: Atuação em Brasília Reacende Debate Sobre Responsabilidade da Justiça e do Eleitorado

O deputado federal Tiago Dimas  (PODEMOS) voltou a ser alvo de críticas após sua atuação em duas das mais polêmicas sessões recentes da Câmara dos Deputados. O parlamentar votou a favor da PEC da Blindagem, que restringe a atuação do Supremo Tribunal Federal ao exigir autorização do Congresso para processar parlamentares, e também apoiou o regime de urgência para o projeto que prevê anistia a golpistas envolvidos nos atos de 8 de janeiro.

As duas votações foram duramente questionadas por eleitores e analistas, que apontam que o deputado teria priorizado medidas vistas como proteção a políticos e criminosos, em vez de atender às demandas urgentes da população.

Em conversas de bastidores, o sentimento de revolta ficou evidente. Um eleitor ouvido pela reportagem sintetizou a indignação:

“Isso não é culpa do povo, é culpa da Justiça que colocou ele lá. Enquanto a população sofre sem saúde, sem educação e sem emprego, ele prefere votar para blindar políticos e beneficiar golpistas.”

O episódio reforça a percepção de que Thiago Dimas, que busca consolidar espaço político em Brasília, estaria cada vez mais distante das prioridades reais do Tocantins. A imagem de um deputado preocupado em se alinhar a pautas de autoproteção e conivência com radicais pode ter consequências graves para suas pretensões políticas futuras.

👉 O desgaste já é sentido nas ruas: a pergunta que se impõe é se Thiago Dimas conseguirá reconquistar a confiança do eleitorado após decisões tão controversas.

Por:  Geovane Oliveira

Pré-Candidatos ao Senado Gaguim, Vicentinho Júnior e Alexandre Guimarães Sob Fogo Cruzado Após Votos na PEC da Blindagem e na Anistia a Golpistas

A disputa pelo Senado em 2026 já começou a se desenhar, mas três nomes do Tocantins entraram em campo em total desvantagem. Os deputados federais Carlos Gaguim (União Brasil), Vicentinho Júnior (Progressistas) e Alexandre Guimarães (MDB), todos pré-candidatos ao Senado, estão no centro da revolta popular após apoiarem medidas consideradas nocivas ao interesse público.

Entre os votos mais criticados estão o apoio à PEC da Blindagem, que obriga o STF a pedir autorização ao Congresso antes de processar parlamentares; o requerimento de urgência que acelera projetos de interesse da classe política; e a defesa do regime de urgência para o projeto que prevê anistia a golpistas dos atos de 8 de janeiro.

A reação foi imediata. Em feiras, grupos de WhatsApp e rodas de conversa, a indignação transborda. Para muitos eleitores, os três parlamentares usam o mandato para se proteger da Justiça e blindar aliados, em vez de trabalhar pelas demandas urgentes do Tocantins, como saúde, educação e geração de empregos.

Um eleitor ouvido pela reportagem, que pediu anonimato, não economizou nas críticas:

“Se o voto do deputado é secreto, o meu também é. Eles não foram eleitos para ter foro privilegiado, mas sim para representar e defender o povo — não para se blindar. Se acham bonito passar pano para vândalo e golpista, o povo vai dar o troco na urna, no momento certo.”

Especialistas avaliam que o impacto político pode ser devastador. O apoio a medidas tão polêmicas pode ter enterrado de vez o sonho de Gaguim, Vicentinho Júnior e Alexandre Guimarães de conquistarem uma cadeira no Senado. Em 2026, a lembrança desses votos promete ser munição pesada contra suas campanhas.

👉 A pergunta que ecoa nas ruas é direta: terão os três pré-candidatos ao Senado fôlego para reverter a imagem de que legislam em causa própria?

Por Geovane Oliveira, com informações  da rede  sociais

Show de horrores: Deputados federais do Tocantins em Brasília viram as costas para o povo

A bancada federal do Tocantins em Brasília tem protagonizado um verdadeiro show de horrores, decepcionando a população que esperava representação digna e comprometida com os reais interesses do estado. Nomes como Toinho Andrade (Republicanos), Vicentinho Júnior (Progressistas), Alexandre Guimarães (Republicanos), Carlos Gaguim (União Brasil), Ricardo Ayres (Republicanos), Filipe Martins (PL), Eli Borges (PL) e Tiago Dimas (Podemos) estão no centro das críticas.

Enquanto a população sofre com problemas urgentes, como a precariedade da saúde, a falta de infraestrutura, a necessidade de empregos e o combate à criminalidade, os parlamentares preferem aprovar projetos que só atendem a eles mesmos. Foi o caso da chamada PEC da Blindagem, que dificulta investigações contra deputados e senadores, criando um verdadeiro escudo de impunidade.

Outro episódio vergonhoso foi a aprovação de urgência para o projeto de anistia a envolvidos nos atos criminosos de 8 de janeiro, quando golpistas depredaram prédios públicos em Brasília. Em vez de defender a democracia e a legalidade, parte da bancada tocantinense escolheu passar a mão na cabeça de vândalos que atacaram o Estado de Direito.

A pergunta que não quer calar é: que tipo de político o Tocantins está enviando para Brasília? A cada votação polêmica, fica mais claro que os interesses da população estão ficando em segundo plano. Temas de grande relevância, como a redução da jornada de trabalho 6×1, a correção da tabela do Imposto de Renda e políticas de desenvolvimento regional, simplesmente não recebem a mesma dedicação e empenho.

O que se vê é um comportamento corporativista, egoísta e distante da realidade do povo tocantinense. Em vez de lutar por melhorias para o estado, a prioridade é salvar a própria pele, garantir emendas parlamentares, preservar privilégios e se blindar contra investigações.

O Tocantins merece mais. O eleitor precisa refletir sobre os representantes que elegeu e se preparar para dar uma resposta firme nas urnas, virando a chave contra uma bancada que insiste em trair a confiança popular. Não é aceitável que parlamentares eleitos para representar o povo atuem como defensores de si próprios em Brasília, esquecendo das necessidades mais básicas da população.

O recado está dado: ou os deputados do Tocantins mudam sua postura, ou o povo vai mudar os deputados.

Por: Geovane Oliveira

Primeira-dama do Tocantins, Karynne Sotero, se pronuncia sobre tentativas de associação ao ex-marido investigado

A primeira-dama do Tocantins, Karynne Sotero, divulgou nesta quarta-feira (17) uma nota pública em que repudia as tentativas de vincular sua imagem às investigações envolvendo seu ex-marido, Paulo César Lustosa, alvo da Operação Fames-19 da Polícia Federal.

“Minha história não se confunde com a de ninguém. Cada um deve responder por seus atos. Não é justo que minha imagem seja associada e eu seja responsabilizada por escolhas que não são minhas”, afirmou Karynne.

Na manifestação, a primeira-dama ressaltou que não tem qualquer ligação com o processo que apura supostas irregularidades na compra de cestas básicas entre 2020 e 2021. Ela também lembrou que está divorciada desde 2017 e que, desde então, construiu sua vida de forma independente.

Karynne destacou que, desde que assumiu a Secretaria Extraordinária de Participações Sociais em janeiro de 2024, tem se dedicado a projetos voltados a famílias vulneráveis, mulheres, crianças e idosos em diferentes regiões do Estado. Entre os resultados, citou a aproximação com as quebradeiras de coco babaçu do Bico do Papagaio, que, segundo ela, estavam sem receber visitas de representantes do governo há mais de 15 anos.

A primeira-dama também apontou que a tentativa de associá-la a fatos alheios reforça um padrão de responsabilização injusta contra mulheres. “Como mulher, sei o quanto os julgamentos podem ser duros e injustos. Mas sigo com serenidade e fé, sustentada pelo apoio de tantas pessoas que acreditam no nosso trabalho e no futuro do Tocantins”, disse.

Ela ainda relacionou as críticas recebidas a um cenário de perseguição política, citando que o governador Wanderlei Barbosa também tem sido alvo de ataques. Apesar disso, afirmou confiar que os esclarecimentos virão em tempo oportuno.

“Confio nos planos de Deus e sei que a verdade sempre prevalece. É Ele quem me sustenta e me dá forças para seguir firme, de cabeça erguida, no caminho do bem e do trabalho pelo povo tocantinense”, concluiu.

Por: Redação

Espetáculo “Ana não foi feita pra caber” estreia com Carla Lisboa em monólogo sobre diagnóstico tardio de autismo e aceitação

No próximo dia 25 de setembro, às 20 horas, o palco do Teatro Sesc Palmas recebe a estreia de “Ana não foi feita pra caber”, novo trabalho da atriz e produtora cultural Carla Lisboa, com direção de Marcial Asevedo. Um monólogo intenso, poético e profundamente humano, que mergulha nas camadas da memória e da identidade para falar de autismo, pertencimento e aceitação.

O monólogo autoral e potente coloca em cena a personagem Ana — seu alter ego — em uma jornada de autodescoberta, memórias e enfrentamento das pressões sociais impostas às mulheres autistas. Com dramaturgia e atuação da própria atriz e direção de Marcial Asevedo, a obra aborda com sensibilidade e força o tema do diagnóstico tardio, trazendo à tona reflexões profundas sobre pertencimento, identidade e aceitação.

A peça revisita três fases da vida de Ana — infância, adolescência e vida adulta —, trazendo à cena lembranças, rótulos e conflitos que marcaram sua trajetória. Em cada momento, ela se vê atravessada por expectativas externas e por uma adaptação forçada ao que a sociedade considera “normal”. “Esse espetáculo nasceu da minha própria experiência, mas não se resume a ela. O diagnóstico de autismo, que recebi já na vida adulta, foi um divisor de águas. Trouxe dor, mas também libertação. Escrever e atuar em Ana não foi feita pra caber é um ato de coragem e de cura — para mim e, espero, para todos que já sentiram que não pertenciam a lugar nenhum”, afirma Carla Lisboa.

O espetáculo, entretanto, vai além de um relato individual: propõe ao público pensar em como cada pessoa, em algum momento da vida, já se sentiu deslocada, sufocada ou inadequada diante das exigências sociais.

A direção

Com olhar atento para as nuances da narrativa, o diretor Marcial Asevedo conduziu a encenação de forma a valorizar tanto os silêncios quanto as explosões emocionais da personagem. “A peça não é só sobre o autismo. É sobre humanidade. Sobre as tentativas de caber em padrões que não nos comportam e a necessidade de criar nossos próprios espaços. A Carla traz para o palco uma entrega visceral, e meu trabalho foi construir uma cena que potencializasse essa verdade”, explica o diretor.

Entre contradições, resistências e descobertas, a peça afirma a impossibilidade de reduzir a vida a formas prontas. O espetáculo é um manifesto pela liberdade de ser, pela aceitação das diferenças e pela potência de transformar dor em arte. Ao final do espetáculo, a artista fará um bate-papo com o público como contrapartida do projeto para falar sobre o processo criativo, sua trajetória e responderá perguntas do público presente.

Trajetória da atriz

Carla Lisboa iniciou sua relação com o teatro ainda na adolescência, em sua cidade natal, quando buscou as artes cênicas como ferramenta para vencer a timidez. Desde então, construiu uma trajetória múltipla como atriz, professora e produtora cultural, atuando em diferentes linguagens e projetos. Interpretou Édipo no espetáculo Édipo Rei (2005), participou de projetos de difusão cultural como o “Cia Teatral Os Issos”, e escreveu e atuou em Espelhos (2018), apresentado no Festival Marmotas de Artes Integradas. Já no Tocantins, integrou a Oficina dos Menestréis – Turma Palmas, que resultou na montagem do musical João Sem Nome (2022), além de participar de projetos audiovisuais e musicais. Agora, com Ana não foi feita pra caber, a atriz traz para o palco sua experiência mais pessoal e, ao mesmo tempo, mais universal.

Ficha técnica

Efeitos sonoros: Mano Josy

Dramaturgia e atuação:     Carla Lisboa

Direção: Marcial Asevedo

Produção executiva: Amuleto Produtora

Produção local: Alternativa Produções

Assessoria de Imprensa: Cinthia Abreu

Contra-regra: Marcio Kleber

Efeitos sonoros: Mano Josy

Maquiagem: Victor Maquia

Intérpretes de libras: AcessArte

Fotografia: Giovelli Flowers

Audiovisual: Círculo Filmes📌

Classificação: 12 anos

Créditos das fotos:

Cinthia Abreu

(63) 9 8427-1805

Câmara aprova urgência para projeto de anistia a golpistas

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (17), um requerimento de urgência em favor do Projeto de Lei (PL) 2162/2023, que concede anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Foram 311 votos favoráveis, 163 contrários e 7 abstenções.

O resultado foi bastante comemorado por deputados a favor do projeto. Antes do encerramento da votação, parlamentares contrários à proposta gritaram palavras como “sem anistia”.

A decisão de pautar a votação foi tomada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), após reunião com líderes partidários ocorrida mais cedo.

Há dois anos e meio, golpistas apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro depredaram as sedes dos Três Poderes por não aceitarem a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva.

O requerimento de urgência acelera a tramitação da matéria, dispensando e reduzindo formalidades regimentais e prazos. Com isso, o texto poderá ser votado diretamente em plenário em qualquer momento sem precisar passar pelas comissões.

Após anunciar o resultado, Motta afirmou que o país precisa ser pacificado.

“O Brasil precisa de pacificação. Não se trata de apagar o passado, mas de permitir que o presente seja reconciliado e o futuro construído em bases de diálogo e respeito. Há temas urgentes a frente e o país precisa andar”, disse.

Motta informou que designará um relator para o projeto nesta quinta-feira (18), para que ele articule um texto substitutivo “que encontre o apoio da maioria ampla da Casa”.

Anistia

De autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), o projeto concede anistia “aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e a data de entrada em vigor da lei”.

Aliados de Bolsonaro defendem que a anistia alcance também o ex-presidente, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 27 anos de prisão, em julgamento concluído na semana passada.

Tiroteio em frente à unidade prisional de Paraíso do Tocantins deixa dois detentos mortos e três feridos

Detentos do semiaberto foram baleados na porta do presídio de Paraíso — Foto: Caio Silva/Paraíso no Grale

Um ataque a tiros na porta da Unidade Prisional de Paraíso do Tocantins, na região central do estado, resultou na morte de dois detentos e deixou outros três feridos na noite desta quarta-feira (17).

Segundo a Polícia Militar (PM), cinco presos do regime semiaberto chegavam para se apresentar na unidade quando foram surpreendidos por indivíduos em uma motocicleta, que dispararam contra eles. Um dos detentos morreu ainda na entrada do presídio. Os demais foram socorridos e encaminhados ao hospital da cidade, mas um deles não resistiu aos ferimentos. Três continuam internados sob cuidados médicos.

A Polícia Científica realizou a perícia no local do ataque. Equipes do 8º Batalhão e do Comando de Policiamento Especializado (CPE) – incluindo o BOPE, BPCHOQUE e BPMRED – fazem buscas na região para tentar localizar os autores.

De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP), até a última atualização, as vítimas fatais não haviam sido identificadas. A instituição informou que a 5ª Delegacia Regional da Polícia Civil de Paraíso e a 6ª Divisão Especializada na Repressão ao Crime Organizado (6ª DEIC) acompanham o caso.

Já a Secretaria de Cidadania e Justiça (Seciju) esclareceu que os disparos ocorreram no momento em que os presos aguardavam para entrar na unidade, onde deveriam pernoitar, e que nenhum policial penal foi atingido. Segundo a pasta, os feridos não correm risco de morte.

O Grupo de Operações Penitenciárias Especiais (Gope) e a Inteligência Prisional foram enviados a Paraíso para reforçar a segurança e apoiar as investigações. Até o fechamento desta reportagem, a motivação do ataque não havia sido esclarecida.

Por: Geovane Oliveira, com informações do G1 Tocantins.

Jornada Tocantinense de Psiquiatria 2025 promove debates sobre prevenção ao suicídio em Palmas

Na próxima quarta, 17, Palmas recebe a Jornada Tocantinense de Psiquiatria 2025. O evento, promovido pela Associação Tocantinense de Psiquiatria, em parceria com a Afya Faculdade de Ciências Médicas de Palmas, por meio do Núcleo de Experiência Discente (NED), da Coordenação de Práticas Profissionais (COPPEX) e da Liga Acadêmica de Saúde Mental Coletiva (LASAMCO), será realizado no auditório da faculdade, às 19h.

A programação integra as ações do Setembro Amarelo, campanha nacional de conscientização sobre a prevenção do suicídio, e pretende reunir acadêmicos, professores, profissionais da saúde e especialistas em psiquiatria e áreas correlatas para discutir temas fundamentais sobre saúde mental. A iniciativa busca fortalecer o diálogo entre a comunidade científica e a sociedade, além de valorizar a troca de experiências e a difusão de conhecimento acessível.

De acordo com o psiquiatra e professor da Afya, Railson de Freitas, a Jornada é uma oportunidade de integrar ensino, pesquisa e extensão em um tema que merece cada vez mais atenção social. “A Jornada é um espaço fundamental de diálogo sobre saúde mental, em especial no Setembro Amarelo. A faculdade se insere como parceira estratégica, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e extensão, e aproximando a academia das demandas sociais”, afirma.

A participação da Afya na realização do evento envolve apoio científico, logístico e acadêmico, reforçando a importância de envolver instituições de ensino superior em pautas que ultrapassam o ambiente universitário e se conectam diretamente às necessidades da população, explica o professor. Para os estudantes, a Jornada representa também uma oportunidade de formação prática e humanizada, já que a programação permitirá contato com especialistas, debates atualizados e vivências que vão além da sala de aula.
Outro ponto de destaque é a atuação das ligas acadêmicas e núcleos estudantis, que têm papel central na organização e condução das atividades. “A presença ativa dos estudantes contribui para a construção de um ambiente dinâmico, em que diferentes perspectivas se encontram e se somam para enriquecer a discussão”, pontua.
Além de abrir espaço para os futuros profissionais da saúde, a Jornada Tocantinense de Psiquiatria amplia a visibilidade das ações do Setembro Amarelo no Tocantins. “A cada ano, a campanha reforça a necessidade de abordar o suicídio e os transtornos mentais com seriedade, informação e acolhimento. Nesse contexto, a parceria entre entidades de classe, instituições de ensino e ligas acadêmicas mostra-se essencial para a construção de redes de apoio mais sólidas e eficazes”.

As inscrições para a Jornada são gratuitas para acadêmicos da Afya mediante o uso do cupom NEDAFYA, e o link já está disponível com a programação completa. A expectativa é reunir grande público, fortalecendo não apenas o debate sobre saúde mental, mas também a integração entre ciência, ensino e sociedade no estado.

Setembro Amarelo
A campanha “Bora se Cuidar” busca dar visibilidade à importância da saúde mental e ser um porto seguro para médicos e estudantes de Medicina. Com uma abordagem leve e acessível, a iniciativa utiliza influenciadores para amplificar o tema e apoia o público por meio de diferentes formatos e canais: conteúdos em vídeo, podcasts especiais e uma landing page exclusiva que reúne chat de ajuda, cartilha de autocuidado e calendário de eventos, permitindo que cada pessoa escolha o formato que melhor se encaixa em seu momento.

Serviço – Jornada Tocantinense de Psiquiatria 2025
• Data: 17 de setembro (quarta-feira)
• Horário: 19 horas
• Local: Auditório da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Palmas
• Realização: Associação Tocantinense de Psiquiatria, em parceria com a Afya Faculdade de Ciências Médicas de Palmas, NED, COPPEX e LASAMCO
• Tema: Setembro Amarelo – Prevenção do Suicídio e Saúde Mental
• Inscrições: gratuitas para acadêmicos da Afya com o cupom NEDAFYA.

Cênicas Comunicação

PEC da Blindagem: Deputados do Tocantins votam para se proteger da Justiça e revoltam a população

Brasília ferveu nesta terça-feira (16)! Em uma votação histórica e polêmica, a Câmara dos Deputados aprovou — em dois turnos — a chamada PEC da Blindagem, uma proposta que na prática cria uma fortaleza em torno dos parlamentares, dificultando que a Justiça consiga processá-los ou prendê-los.

E sabe o que mais chama a atenção? Todos os deputados federais do Tocantins votaram a favor da medida. Isso mesmo! Sem exceção, eles deram o “sim” que promete incendiar o debate sobre impunidade no Brasil.

👉 Veja quem são os nomes que blindaram o próprio mandato:

  • Toinho Andrade (Republicanos)

  • Vicentinho Júnior (Progressista)

  • Alexandre Guimarães (Republicanos)

  • Carlos Gaguim (União Brasil)

  • Ricardo Ayres (Republicanos)

  • Filipe Martins (PL)

  • Eli Borges (PL)

  • Tiago Dimas (Pode)

O que muda com a PEC da Blindagem?

O texto aprovado determina que o Supremo Tribunal Federal (STF) só poderá processar parlamentares com autorização da Câmara ou do Senado. Isso significa que, antes de a Justiça agir, os próprios colegas terão que decidir se autorizam ou não.

Mais do que isso:

  • Em caso de prisão em flagrante por crime grave, caberá ao plenário da Casa Legislativa decidir se o parlamentar deve ou não permanecer preso.

  • A proposta também amplia o foro privilegiado, incluindo até presidentes de partidos, que passariam a ser julgados diretamente pelo STF.

  • Medidas cautelares contra deputados e senadores só poderão ser determinadas pelo próprio Supremo, nunca por juízes de instâncias inferiores.

Como foi a votação?

  • 1º turno: 353 votos a favor, 134 contrários e 1 abstenção (mínimo necessário era 308).

  • 2º turno: 344 votos a favor e 133 contrários.
    Ou seja: ampla maioria, mas não sem resistência.

A polêmica

Enquanto deputados comemoram a “segurança institucional”, críticos dizem que a proposta é um escudo contra a Justiça. Para muitos, a PEC representa um “vale-tudo” para proteger políticos acusados de corrupção e outros crimes.

E o Senado? A bola agora está com os senadores, que terão a missão de aprovar ou barrar a proposta. Se passar, o Brasil entrará numa nova era de superproteção parlamentar, vista por especialistas como um retrocesso democrático.

🔥 Nas ruas, o clima é de indignação. Vozes populares já ecoam: “Enquanto o povo sofre, os políticos se blindam!”

Por: Geovane Oliveira

Últimas notícias