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sexta-feira, fevereiro 13, 2026

PEC da Blindagem: Deputados do Tocantins votam para se proteger da Justiça e revoltam a população

Brasília ferveu nesta terça-feira (16)! Em uma votação histórica e polêmica, a Câmara dos Deputados aprovou — em dois turnos — a chamada PEC da Blindagem, uma proposta que na prática cria uma fortaleza em torno dos parlamentares, dificultando que a Justiça consiga processá-los ou prendê-los.

E sabe o que mais chama a atenção? Todos os deputados federais do Tocantins votaram a favor da medida. Isso mesmo! Sem exceção, eles deram o “sim” que promete incendiar o debate sobre impunidade no Brasil.

👉 Veja quem são os nomes que blindaram o próprio mandato:

  • Toinho Andrade (Republicanos)

  • Vicentinho Júnior (Progressista)

  • Alexandre Guimarães (Republicanos)

  • Carlos Gaguim (União Brasil)

  • Ricardo Ayres (Republicanos)

  • Filipe Martins (PL)

  • Eli Borges (PL)

  • Tiago Dimas (Pode)

O que muda com a PEC da Blindagem?

O texto aprovado determina que o Supremo Tribunal Federal (STF) só poderá processar parlamentares com autorização da Câmara ou do Senado. Isso significa que, antes de a Justiça agir, os próprios colegas terão que decidir se autorizam ou não.

Mais do que isso:

  • Em caso de prisão em flagrante por crime grave, caberá ao plenário da Casa Legislativa decidir se o parlamentar deve ou não permanecer preso.

  • A proposta também amplia o foro privilegiado, incluindo até presidentes de partidos, que passariam a ser julgados diretamente pelo STF.

  • Medidas cautelares contra deputados e senadores só poderão ser determinadas pelo próprio Supremo, nunca por juízes de instâncias inferiores.

Como foi a votação?

  • 1º turno: 353 votos a favor, 134 contrários e 1 abstenção (mínimo necessário era 308).

  • 2º turno: 344 votos a favor e 133 contrários.
    Ou seja: ampla maioria, mas não sem resistência.

A polêmica

Enquanto deputados comemoram a “segurança institucional”, críticos dizem que a proposta é um escudo contra a Justiça. Para muitos, a PEC representa um “vale-tudo” para proteger políticos acusados de corrupção e outros crimes.

E o Senado? A bola agora está com os senadores, que terão a missão de aprovar ou barrar a proposta. Se passar, o Brasil entrará numa nova era de superproteção parlamentar, vista por especialistas como um retrocesso democrático.

🔥 Nas ruas, o clima é de indignação. Vozes populares já ecoam: “Enquanto o povo sofre, os políticos se blindam!”

Por: Geovane Oliveira

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