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Lázaro Botelho articula ampliação da Unitins FM para 38 municípios tocantinenses

Foto: Vinícius Santa Rosa

Em reunião no Ministério das Comunicações, o deputado federal Lázaro Botelho (Progressistas) solicitou celeridade na liberação de retransmissoras da rádio Unitins FM para 38 municípios do Tocantins, requeridos por meio do edital Nº 105/2020/SEI-MCTIC, de 2 de setembro de 2020. Com o Ministro das Comunicações, Juscelino Filho, o parlamentar afirmou que a ampliação do alcance reforça o compromisso e dever do poder público de facilitar o acesso à informação de qualidade, além de levar cultura e entretenimento para um público cada vez maior.

“O meio Rádio é fundamental para levar informação a todas as pessoas. Neste sentido, nosso objetivo é praticamente dobrar o número de cidades alcançadas pela Unitins FM. Temos uma emissora de qualidade. A comunicação pública educativa é fundamental, é uma ferramenta de fortalecimento da democracia”, declarou.

Na lista de municípios contemplados estão: Aguiarnópolis, Alvorada, Ananás, Araguacema, Araguaçu, Araguaína, Araguanã, Araguatins, Arraias, Augustinópolis, Campos Lindos, Caseara, Colinas do Tocantins, Dianópolis, Filadélfia, Formoso do Araguaia, Goiatins, Guaraí, Gurupi, Itacajá, Itaguatins, Lagoa da Confusão, Mateiros, Miracema, Miranorte, Natividade, Paraíso do Tocantins, Pedro Afonso, Peixe, Pium, Porto Nacional, Rio dos Bois, São Félix, São Miguel, Taguatinga, Tocantinópolis, Wanderlândia e Xambioá.

O encontro contou também com a presença do Secretário da Secretaria Extraordinária de Representação do Tocantins em Brasília (Serb), Carlos Manzini e do Diretor de Rádio e TV da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), Vieira de Melo.

O diretor agradeceu ainda ao deputado pelo encaminhamento da demanda. “A reunião foi muito positiva e o Ministro se mostrou receptivo. Por isso, em nome da Universidade, agradeço ao deputado Lázaro Botelho, pelo empenho em solucionar uma questão tão importante”, disse.

História

Criada em 1 de fevereiro de 2000 e transmitida na frequência 96,1 MHz para toda a região central do Tocantins, abrangendo mais de 39 municípios do interior do Estado, além da capital. Hoje, é a rádio FM de maior alcance do Tocantins. Sua programação é constituída por temas informativos, esportivos, educativos, culturais e de entretenimento, pensados, especialmente, para fomentar a consciência crítica do cidadão. 

Hugo Gross A. Castro 

Governador Wanderlei Barbosa nomeia coronel Ornelas como comandante-geral do Corpo de Bombeiros do Tocantins

(Créditos: Esequias Araújo/Governo do Tocantins)

O governador Wanderlei Barbosa nomeou, nesta terça-feira, 31, o coronel Peterson Queiroz de Ornelas para chefiar o comando-geral do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins (CBMTO). O novo comandante, que vinha exercendo a função de chefe do Estado-Maior dos Bombeiros, substitui o coronel Carlos Eduardo de Souza Farias, que ocupava o cargo desde outubro de 2021.

“O coronel Ornelas, oficial de grande competência, agora lidera os bravos homens e mulheres do Corpo de Bombeiros Militar do Tocantins, trazendo consigo toda sua  dedicação e comprometimento com o serviço público”, afirmou Wanderlei Barbosa.

O trabalho do coronel Carlos Eduardo de Souza Farias, que deixa o cargo de comandante-geral do CBMTO, também foi reconhecido e elogiado pelo governador Wanderlei Barbosa. “Agradeço ao coronel Farias por sua dedicação e trabalho árduo à frente do Corpo de Bombeiros. Seu compromisso com a segurança pública de nosso Estado é notável e desejamos a ele sucesso em seus futuros desafios”, declarou.

Foi na gestão do coronel Farias que ocorreu a entrega da nova sede do Corpo de Bombeiros, localizada em Palmas e em pleno funcionamento desde abril deste ano. Ainda sob seu comando, a corporação deu início ao concurso público do CBMTO, para o ingresso de dez bombeiros militares no Curso de Formação de Oficiais (CFO) e 100 no Curso de Formação de Praças (CFP), que já teve seu resultado homologado pelo governador Wanderlei Barbosa, no último dia 26 de outubro. 

Coronel Ornelas

O coronel Peterson Queiroz de Ornelas já desempenhava a função de gestor no Corpo de Bombeiros do Tocantins, como subcomandante-geral e chefe do Estado-Maior. É graduado em Engenharia de Incêndio e Pânico; pós-graduado em Defesa Social e Cidadania; bem como Políticas Estratégias – ADESG/UFT – 2012. Já esteve à frente como comandante de Pelotão de Bombeiros Militar; da 1ª Companhia de Bombeiros Militar; do 1º Batalhão de Bombeiros Militar e da Escola de Formação de Bombeiros Militar, em Palmas.

Foi instrutor da Academia da Polícia Militar do Tocantins (PMTO), já atuou como diretor de serviços técnicos do CBMTO; como chefe e subchefe do Estado-Maior, como corregedor do CBMTO e, também, como diretor de ensino da corporação. Presidiu o Instituto Nacional dos Corpos de Bombeiros do Brasil nos anos de 2015, 2016 e 2017; também foi superintendente de Defesa Civil estadual; coordenador de segurança contra incêndios das unidades de conservação do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) e comandante operacional do Corpo de Bombeiros Militar do Estado.

Governo do Tocantins

Governador Wanderlei Barbosa fortalece ligações políticas em busca do desenvolvimento do Tocantins

Fotos: Montagem

O governador Wanderlei Barbosa, à frente do Estado do Tocantins, tem demonstrado uma notável capacidade de articulação política, não apenas dentro do seu estado, mas também em âmbito nacional, sobretudo na capital federal, Brasília. Sua habilidade de estabelecer conexões estratégicas e de dialogar com as lideranças políticas e a população tornam-no uma figura de destaque na política tocantinense e brasileira.

Na semana passada, o governador Wanderlei Barbosa, acompanhado do vice-governador Laurez Moreira, do deputado federal Ricardo Ayres e outros líderes, esteve em Brasília para debater temas cruciais que visam impulsionar o desenvolvimento do Estado do Tocantins. Um dos momentos marcantes dessa visita foi a cerimônia realizada no Palácio do Planalto, destinada à instalação do Conselho da Federação, uma iniciativa que visa fortalecer a participação dos municípios brasileiros nos processos decisórios das políticas de desenvolvimento do país.

O evento contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ministros de Estado, governadores e representantes de municípios de todo o Brasil. A presença do governador Wanderlei Barbosa nesse contexto demonstra sua capacidade de estabelecer diálogo com líderes nacionais e promover ações em prol do Tocantins.

Outro exemplo da eficácia de sua articulação política em Brasília foi a reunião com o Ministro das Cidades, Jader Filho. Durante esse encontro, o governador solicitou a ampliação do número de unidades habitacionais que serão construídas no Estado por meio do programa “Minha Casa, Minha Vida”. A apresentação de argumentos técnicos e estratégicos durante essa reunião evidencia a sua habilidade em defender os interesses do Tocantins e sua população.

Além disso, o governador Wanderlei Barbosa, o vice-governador Laurez Moreira e o deputado federal Ricardo Ayres participaram de uma audiência com o Ministro dos Transportes, Renan Filho. Nessa reunião, discutiram a agilização de obras estratégicas para a infraestrutura de transporte do Tocantins. Esse tipo de diálogo com ministros e autoridades federais é essencial para garantir que o Estado seja priorizado na liberação de recursos e no andamento de projetos importantes.

A atuação do governador Wanderlei Barbosa em Brasília reflete não apenas sua competência na gestão estadual, mas também sua capacidade de influenciar positivamente a tomada de decisões a nível federal em benefício do Tocantins. Sua articulação eficaz é um importante trunfo para o desenvolvimento e o progresso do Estado e reforça seu compromisso em atender às necessidades da população tocantinense.

Por: Geovane Oliveira, com informações da Secom.

Governo do Tocantins anuncia repasse do piso da enfermagem nesta terça-feira, 31

Folha complementar está sendo trabalhada em conjunto pela SES-TO e pela Secad, e o recurso estará disponível aos servidores no dia 31 - Foto: Saúde/Governo do Tocantins

O Governo do Tocantins efetuará nesta segunda-feira, 30, o processamento da folha complementar do repasse do recurso feito pelo Ministério da Saúde para o pagamento do piso da Enfermagem aos profissionais do Quadro da Saúde do Estado do Tocantins. A folha complementar está sendo trabalhada em conjunto pelas secretarias de Estado da Saúde (SES-TO) e da Administração (Secad) e o recurso estará disponível aos servidores no dia 31.

O titular da SES-TO, Carlos Felinto, destacou que houve inconsistências que tiveram que ser sanadas a fim de não gerar prejuízo aos servidores e que os valores a serem creditados são com base no repasse feito pelo Ministério da Saúde, de forma a garantir o repasse total desse recurso.

“O Governo do Tocantins está empenhado em garantir o pagamento integral do piso e trabalha em conjunto com o governo federal para solucionar essas questões, demonstrando seu compromisso em valorizar os profissionais de saúde e reconhecer sua dedicação ao atendimento da população tocantinense”, destacou o secretário.

Para outros esclarecimentos, a SES-TO mantém canais de comunicação (em horário de expediente do órgão) abertos para os servidores que necessitarem de respostas e orientações pertinentes, por meio do endereço eletrônico piso.enfermagem.saudeto@gmail.com e/ou pelo telefone (63) 3218-3242.

por Aldenes Lima/Governo do Tocantins

Presidente da Aleto promove 1º Encontro dos Cerimonialistas do TO e destaca importância da profissão

O presidente da Assembleia Legislativa do Tocantins (Aleto), deputado estadual Amélio Cayres (Republicanos), realizou o 1º Encontro com Cerimonialistas do Tocantins nesta segunda-feira, 30. A iniciativa do parlamentar em homenagem ao Dia do Cerimonialista, celebrado em 29 de outubro, visa conhecer as demandas dos profissionais, bem como prestar o devido reconhecimento pelo trabalho desenvolvido no Estado.

“É uma alegria muito grande poder homenageá-los neste dia, em especial ao seu Lázaro que tive a oportunidade de ver em atividade tantas vezes na gestão do eterno governador Siqueira. Eu mexia com roça e, quando fui virar político, não sabia como fazer isso, mas foram os cerimonialistas que me ajudaram. Estamos à disposição para receber as demandas porque o trabalho de vocês é muito importante e tantas vezes passa despercebido. Agradeço estes grandes profissionais que são responsáveis pelo sucesso de qualquer evento, em especial a querida Lila Aires, nossa diretora de Relações Públicas e Cerimonial que muito nos ajuda na Assembleia”, afirmou Amélio Cayres.

Homenagem

Na ocasião, o chefe do Legislativo entregou condecoração em homenagem ao primeiro cerimonialista do Tocantins, Lázaro Ferraz, que veio para o Estado na incumbência de criar e estruturar os protocolos de cerimonial do Governo do Tocantins.

Lázaro era chefe de cerimonial do Estado de Goiás e chegou ao Tocantins em 1988 depois de receber o convite do então governador Siqueira Campos (in memorian) para preparar o cerimonial da instalação da capital tocantinense. “Sempre que eu trabalhei como cerimonial, o chefe nunca está errado, então essa é uma profissão que tem que gostar muito do que faz porque é um trabalho bom, agradável, adquiri muitas amizades, aprendi muita coisa sobre a vida, mas você é o escudo do chefe e por isso ele não erra nunca. Desejo muita sorte e êxito na profissão”, destacou o homenageado.

O evento contou com a presença da primeira-dama da Aleto, Geneci Almeida, deputada estadual Janad Valcari, bem como gestores da área, cerimonialistas e mestres de cerimônias da Assembleia, Governo do Tocantins, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público e empresas privadas de organização de eventos.


Lauane dos Santos/Ascom 

Concurso da Educação: Governo do Tocantins publica resultado preliminar da avaliação de títulos

Foto: Mari Rios/Governo do Tocantins

O Governo do Tocantins, por meio das Secretarias da Educação (Seduc) e da Administração (Secad), divulgou em suplemento no Diário Oficial do Estado (DOE) desta segunda-feira, 30, o resultado preliminar da avaliação de títulos do concurso da Educação. O resultado definitivo da avaliação de títulos está previsto para ser divulgado no dia 24 de novembro.

O edital também está disponível no site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca realizadora do certame, no endereço eletrônico conhecimento.fgv.br/concursos/secad.to.

O resultado final do concurso está previsto para ser divulgado no dia 30 de novembro deste ano. O certame contou com um total de 35.986 inscritos. As provas foram aplicadas no dia 11 de junho.

Aguardado há mais de 14 anos, o concurso oferta 5.242 vagas para o provimento dos cargos de professor da educação básica, coordenador pedagógico, orientador educacional e professor da educação básica e coordenador pedagógico na educação indígena. Atualmente, com o reajuste de 11% somado à data-base de 5,93%, a remuneração inicial é de R$ 5.674,35.

Cronograma

Publicação do Resultado preliminar da Avaliação de Títulos 30/10/2023

Publicação do Resultado preliminar da Perícia Médica 09/11/2023

Publicação do Resultado definitivo da Avaliação de Títulos 24/11/2023

Resultado Definitivo da Perícia Médica 30/11/2023

Resultado Final do Concurso 30/11/2023

Seduc/Governo do Tocantins 

TSE rejeita agravo do Podemos e confirma mandato de Lázaro Botelho na Câmara dos Deputados

A Corte do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) tomou uma decisão crucial na última, quinta-feira, 27 de outubro 2023, ao rejeitar, por unanimidade, o agravo regimental apresentado pelo partido podemos e seu presidente no Estado, Tiago Dimas, contra o cálculo que assegurou a última vaga do Tocantins na Câmara dos Deputados ao parlamentar federal Lázaro Botelho, do progressista.

Entenda o caso: O Podemos e Tiago Dimas, representados pelo partido com a sigla (PODE), protocolaram uma reclamação na Justiça Eleitoral em outubro do ano passado, com o intuito de questionar o cálculo que assegurou a última vaga do Tocantins na Câmara dos Deputados ao deputado Lázaro Botelho, do Progressistas. O argumento central da reclamação era o de que, embora o Progressistas tenha atingido duas vezes os 80% do Quociente Eleitoral (QE), eles alegaram que os 13.688 votos obtidos por Lázaro Botelho não representam o mínimo de 20% do quociente, que seria 20.753, conforme estipulado no artigo 11º, § 2º e § 4º da Resolução de nº 23.677 de 2021, bem como no artigo 109, inciso III, § 2º do Código Eleitoral.

A decisão do TSE põe um ponto final nessa controvérsia, mantendo o mandato de Lázaro Botelho e a legitimidade do cálculo que lhe concedeu a vaga na Câmara dos Deputados. Com a rejeição do agravo por unanimidade, o tribunal demonstrou que o cálculo do Quociente Eleitoral foi realizado de acordo com as regras estabelecidas pela legislação eleitoral em vigor, e que a argumentação do Podemos e de Tiago Dimas não foi suficiente para questionar essa determinação.

O caso chamou a atenção da opinião pública e dos especialistas em Direito Eleitoral, levando a uma discussão acalorada sobre a interpretação das regras eleitorais em vigor e a aplicação dos percentuais estabelecidos no Quociente Eleitoral. A decisão do TSE serve como um precedente importante para futuros casos semelhantes, reforçando a importância do cumprimento rigoroso das normas eleitorais e da necessidade de respeitar o cálculo do Quociente Eleitoral na distribuição das vagas legislativas.

Com a controvérsia agora resolvida pela mais alta instância da Justiça Eleitoral, a Câmara dos Deputados do Tocantins continuará seu trabalho com Lázaro Botelho ocupando a última vaga, e o TSE reforça a importância da observância estrita das regras eleitorais para garantir a integridade do sistema democrático do país.

 Por: Geovane Oliveira, com informações  do CT

Sine Tocantins disponibiliza 858 vagas de emprego nesta segunda-feira, 30

O Sistema Nacional de Emprego (Sine) gerido pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria Estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas),  disponibiliza em suas 11 unidades estaduais 858 vagas de empregos, nesta segunda-feira, 30. São 839 vagas para o Quadro Geral e 19 vagas para Pessoas com Deficiência.

Destaques do Quadro Geral

Das vagas disponíveis para o Quadro Geral 277 estão no Sine de Palmas, 154 na unidade de Araguaína, 142 em Gurupi, 77 em Porto Nacional, 50 em Taquaralto, 49 em Dianópolis, 46 em Paraíso, 43 em Guaraí, e uma vaga em Araguatins.

Palmas – Destacam-se 25 vagas para Operador de Caixa, 17 para repositor de mercadorias, 13 vagas para auxiliar de Logística, dez para Auxiliar de Cozinha, dez para Garçom, nove vagas para Auxiliar de Limpeza, sete para Estoquista, cinco vagas para Fiscal de Prevenção de Perdas, quatro vagas para Auxiliar de Linha de Produção, quatro vagas para Empregado Doméstico nos Serviços Gerais, e quatro vagas para Empregado Doméstico Arrumador.

Araguaína – Destacam-se 21 vagas para Empregado Doméstico nos Serviços Gerais, 12 vagas para Auxiliar de Linha de Produção, 10 para Oficial de Serviços Gerais na Manutenção de Edificações, seis para Carpinteiro, seis para Mecânico de Automóvel, seis para Cozinheiro de Restaurante, cinco para Cozinheiro em Geral, cinco para Motofrentista, cinco para Vaqueiro, quatro para Auxiliar de Cozinha, quatro para Operador de Caixa, e quatro vagas para Trabalhador Rural.

Gurupi -Destacam-se treze vagas para Motorista Entregador, oito vagas para Empregado Doméstico nos Serviços Gerais, quatro vagas para Açougueiro, quatro para Auxiliar de Cozinha e três para Auxiliar de Estoque.

Destaques para PCD

Em Palmas são oito vagas; sendo cinco para Empacotador à Mão, uma para Caixa de Loja, uma para Porteiro e uma para Recepcionista Secretária. Em Paraiso são sete; sendo duas para Ajudante de Obras, duas para Empacotador à Mão, uma para Auxiliar de Estoque, e uma para Repositor de Mercadorias; Em Araguaína são duas vagas; sendo uma para Agente de Inspeção, uma para Mecânico de Manutenção de Caminhão à Diesel. Em Gurupi são duas vagas; sendo uma para Empacotador à Mão, e uma para Porteiro.

Painel de vagas

Para conferir, diariamente, a oferta de vagas nos 11 postos do Sine Tocantins acesse o site da Setas, https://setas.to.gov.br/vagas-de-emprego.

Além do atendimento presencial os trabalhadores interessados em concorrer às vagas podem acessar o Aplicativo Sine Fácil, seguindo o passo a passo no https://setas.to.gov.br/trabalho/passo-a-passo-aplicativo-sine-facil.

Nas demais unidades do Sine o contato só pode ser feito por telefone convencional os números podem ser acessados no site da Setas https://setas.to.gov.br/vagas-de-emprego/contatos-do-sine-tocantins-/

Contatos

Almas – 3692.1628 (8h às 18h)

Araguaína – 3414.3634 (8h às 18h)

Araguatins – 3474.3003/1100 (8h às 14h)

Colinas – 99105.9203 (8h às 14h)

Dianópolis – 3692-1628/1293/99281-5827 (8h às 18h)

Guaraí – 3464-1710/99281-2318 – WhatsApp (8h às 14h)

Gurupi – 3351-2477/3212-7809 (8h às 18h)

Palmas – 3218-1960/1975 (8h às 18h)

Paraíso – 3602-3340/3361-3174 (8h às 18h)

Porto Nacional – 3363-2717/6307 (8h às 18h)

Taquaralto – 3218-1962/1936 (8h às 18h).

Cláudio Duarte/Governo do Tocantins

Veja os principais pontos da Reforma Tributária proposta por Braga

Roque de Sá/Agência Senado

Apresentado nesta quarta-feira (25) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o substitutivo do relator da Reforma Tributária (PEC 45/2019), senador Eduardo Braga (MDB-AM), traz mudanças significativas em relação ao texto enviado pelos deputados em agosto. Entre elas, estão um mecanismo para limitar o crescimento da carga tributária; o aumento para R$ 60 bilhões da contribuição da União aos estados; e a revisão, a cada cinco anos, dos setores incluídos nos regimes específicos de tributação.

A PEC 45/2019 não faz a reforma toda, mas muda a Constituição para permitir que outras leis completem a reformulação do sistema tributário. Os parlamentares esperam simplificar a arrecadação de tributos e revisar a divisão dos recursos entre União, estados e municípios.

Tributos

A proposta extingue diversos tributos sobre o consumo atualmente existentes e cria dois: um de competência federal (Contribuição sobre Bens e Serviços – CBS) e outro compartilhado por estados e municípios (Imposto sobre Bens e Serviços – IBS). A proposta também abre espaço para a criação do Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos maléficos à saúde ou ao meio ambiente, como bebida alcoólica e cigarro.

No nível federal, são extintos o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); a Contribuição ao Programa de Integração Social (Contribuição do PIS – continuará a chamada Contribuição para o Pasep) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins).

Já nos níveis estadual e municipal são extintos dois impostos: o Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISS) e o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS).

Segundo estudo da Consultoria Legislativa do Senado, não se trata de mera troca de nomes: o IBS e a CBS poderiam resolver alguns dos principais problemas do Sistema Tributário Nacional, entre eles a tributação “em cascata”, em que um imposto é pago várias vezes durante o processo de produção ou de comercialização de um mesmo bem.

Regras únicas

Outra diferença é que IBS e CBS terão abrangência ampla, incidindo sobre todos os bens e serviços, materiais e imateriais, inclusive direitos. Além disso, eles serão aplicados de forma igual, possuindo os mesmos contribuintes; fatos geradores; bases de cálculo; hipóteses de não incidência; imunidades; regimes específicos (diferenciados ou favorecidos), bem como as mesmas regras de não cumulatividade e de creditamento.

Os novos impostos não integrarão a própria base de cálculo nem incidirão um sobre o outro — isto é, suas alíquotas incidirão “por fora”, o que deverá evitar polêmicas e contestações administrativas e judiciais.  

A PEC também autoriza que uma lei complementar exija as comprovações do pagamento do imposto na etapa anterior para aproveitamento do crédito e do recolhimento parcial ou total do imposto no momento da liquidação financeira da operação. De acordo com a proposta, a medida deve simplificar o recolhimento e aumentará a eficiência do combate à sonegação.

Os novos tributos incidirão sobre as importações, mas não sobre as exportações, o que, segundo o estudo, faz o sistema brasileiro mais próximo do padrão internacionalmente aceito.

O novo texto de Braga determina ainda que o IBS e a CBS sejam regulamentadas por uma única lei complementar.

Comitê Gestor

Alvo do descontentamento de muitos senadores, as regras do Conselho Federativo dos estados, órgão decisório e político desenhado pelo texto da Câmara para gerir o IBS, foram bastante alteradas por Braga, que o transformou em um comitê gestor, responsável apenas por assegurar a divisão correta dos recursos, sem ingerência política. Seu presidente terá que ser sabatinado e aprovado pelo Senado.

Carga tributária

O texto da Câmara cria um mecanismo para manter constante a carga tributária durante os primeiros anos da transição. A alíquota da CBS, de 2027 a 2033, deve gerar uma arrecadação que compense a redução da receita da União com PIS, Cofins e IPI. Já a alíquota do IBS, de 2029 a 2033, deverá compensar os estados, o Distrito Federal e os municípios pela perda do ICMS e do ISS. E os saldos de créditos de ICMS existentes poderiam ser compensados com o IBS estadual em parcelas mensais ou ressarcidos pelo Conselho Federativo [que, pelo substitutivo, passa ser comitê gestor].

Mas, considerando o mecanismo insuficiente, Braga propôs limitar a carga tributária dos impostos sobre o consumo a uma porcentagem do Produto Interno Bruto, com base na média da arrecadação entre 2012 e 2021.

A alíquota de referência da CBS será reduzida em 2030 caso a média da Receita Base da União (receita com CBS e IS como proporção do PIB) em 2027 e 2028 ultrapasse o Teto de Referência da União (média da arrecadação do PIS/PASEP, COFINS e IPI de 2012 a 2021 na proporção do PIB).

Da mesma forma, as alíquotas da CBS e do IBS serão reduzidas em 2035 caso a média da Receita Base Total (receita com CBS, IBS e Imposto Seletivo como proporção do PIB, menos as receitas destinadas a fundos estaduais de compensação) entre 2029 e 2033 ultrapasse o Teto de Referência Total (média da arrecadação com PIS/PASEP, COFINS, IPI, ISS e ICMS de 2012 a 2021 na proporção do PIB).

As reduções de alíquota serão calculadas pelo TCU, com base em informações dos entes federativos e do Comitê Gestor do IBS.

Isenções e benefícios

Por outro lado, União, estados e municípios não poderão conceder benefícios ou incentivos fiscais, exceto aqueles listados na Constituição.

Mas a reforma já nasce com regimes favorecidos para alguns setores, divididos em três grupos. O primeiro terá cobrança reduzida, de 40% da chamada “alíquota padrão”: serviços de educação, saúde e transporte público urbano; produtos de higiene pessoal e de limpeza para famílias de baixa renda; produtos e insumos agropecuários; alimentos para consumo humano; medicamentos, produtos médicos e de acessibilidade para pessoas com deficiência; arte, cultura, esporte e jornalismo; e bens e serviços das indústrias bélica e de segurança da informação. O segundo grupo terá alíquota zero, como os itens da cesta básica. Por fim, alguns setores terão regime fiscal específico (não necessariamente com alíquotas menores): combustíveis, lubrificantes, serviços financeiros, operações com bens imóveis, planos de saúde, loterias, operações com a administração pública, cooperativas, hotelaria, parques de diversão, restaurantes, bares e aviação regional.

A PEC prevê também que IBS e CBS tenham regras diferenciadas para a intermediação financeira, de forma a não elevar o custo do crédito no país.

Braga incluiu diversos setores não previstos pelos deputados em regime diferenciado de tributação: operações relativas a tratados internacionais; saneamento e concessão de rodovias; compartilhamento de serviços de telecomunicações; agências de viagem e turismo; transporte coletivo rodoviário (intermunicipal e interestadual), ferroviário, hidroviário e aéreo.

O relator ainda retomou os benefícios fiscais ao setor automobilístico, cuja prorrogação até 2025 havia sido rejeitada pela Câmara em julho. O senador propõe que esses benefícios sejam convertidos em crédito presumido da CBS.

A grande novidade em relação ao texto original é a determinação de que esses benefícios sejam revisados a cada cinco anos, com base em metas de desempenho econômicas, sociais e ambientais. A depender dessa revisão, a lei determinará um regime de transição para a alíquota padrão.

Profissionais liberais

Outra mudança importante foi a criação de uma tributação específica para serviços prestados por profissionais liberais, como advogados, engenheiros e contadores, por exemplo, equivalente a 70% do valor da alíquota geral.

Uma parcela dos impostos também será devolvida às famílias de baixa renda (o chamado cashback).

Os novos tributos poderão ser incluídos no Simples Nacional, por opção do contribuinte, e permitirão que as vendas gerem crédito aos compradores. Caso o recolhimento seja pelo regime geral, tanto a empresa do Simples quanto seus clientes também poderão ter seus créditos de impostos.

IBS em detalhes

  • Uniforme em todo o território nacional: legislação e regulamentação únicas
  • Incide sobre todos os bens e serviços
  • Uma única alíquota, fixada livremente pelos entes federados
  • A alíquota de cada operação será a soma das alíquotas definidas pelo estado e pelo município
  • Princípio do destino: cobrado no estado/município do comprador do produto/serviço
  • Arrecadado e distribuído pelo Comitê Gestor do IBS, composto por representantes de todos os estados e municípios
  • Créditos acumulados terão prazo máximo para ressarcimento. O Conselho reterá os recursos necessários para efetuar a devolução
  • Transição gradual: deverá haver mecanismos para garantir que os impostos não aumentem

Imposto Seletivo

Já o Imposto Seletivo incidirá sobre a produção, comercialização ou importação de bens e serviços prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente. A maior parte do Imposto Seletivo (60%) vai para estados e municípios. O texto prevê que o tributo não incidirá sobre as exportações e poderá ter o mesmo fato gerador e a mesma base de cálculo dos outros impostos.

Outra mudança significativa feita por Braga foi excluir a incidência do Imposto Seletivo sobre os bens que concorrem com os produzidos na Zona Franca de Manaus. Os deputados tinham previsto a taxação desses produtos (bicicletas, motos, smartphones, TVs, condicionadores de ar, notebooks) para garantir a competitividade da zona franca. Braga decidiu que a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidirá sobre esses produtos no lugar do IS.

O novo texto também inclui a taxação do Imposto Seletivo sobre os produtos de extração, como combustíveis fósseis e minérios, com alíquota de 1%, por serem produtos com impacto ambiental (valendo para produtos exportados também); e sobre armas e munições, exceto as destinadas à administração pública.

Por outro lado, o relator decidiu pela não incidência desse tributo sobre os setores de telecomunicações e energia.

Braga ainda limitou o Imposto Seletivo, que só poderá ser cobrado a partir de 2027, com a extinção do IPI. O imposto só poderá ser regulado por lei complementar, que exige aprovação de dois terços de deputados e senadores, mas a alíquota poderá ser alterada por lei ordinária. As mudanças, no entanto, ao contrário do previsto no texto da Câmara, não poderão valer para o mesmo ano.

A proposta ainda prevê a criação de um Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais e Financeiro-Fiscais com recursos de, pelo menos, R$ 160 bilhões. O objetivo é compensar, até 2032, a redução dos incentivos fiscais a contribuintes do ICMS.

Braga alterou o texto prevendo que o fundo só distribuirá recursos a partir de 1º de janeiro de 2029, ano em que começará́, de fato, a transição de tributos. Ele ainda deixa claro que terão direito à compensação todos os titulares de benefícios concedidos até 31/05/2023, incluindo renovações ou prorrogações posteriores.

Outros tributos

O IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e o Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação, de Quaisquer Bens ou Direitos (ITCMD), estaduais, e dois tributos municipais (IPTU e Cosip – Contribuição sobre Iluminação Pública) também vão mudar.

No caso do IPVA, a proposta prevê alíquotas diferentes em função do valor e do impacto ambiental do veículo e a incidência também sobre barcos e aviões de uso particular.

Quanto ao ITCMD, há mudanças na progressividade e no ente que tributará a doação ou herança deixada no exterior. Para Braga, esse tributo deve ter alíquotas maiores para as grandes heranças, como veio da Câmara, mas não calculado sobre o valor total, e sim sobre cada quinhão: “afinal, uma herança dividida por vários herdeiros pode não representar um acréscimo patrimonial significativo a ponto de merecer alíquota majorada”, argumenta o senador.

A PEC também autoriza os municípios a atualizarem a base de cálculo do IPTU e ainda prevê como finalidade da Cosip a expansão e melhoria do serviço de iluminação pública.

Os consultores do Senado destacam que, ao contrário da transição do IBS e da CBS, não há garantia de manutenção da carga tributária em relação ao IPVA, ao ITCMD e ao IPTU. Ou seja, esses impostos poderão aumentar.

Por outro lado, Braga extinguiu a possibilidade de os estados e o Distrito Federal criarem uma nova contribuição sobre produtos primários e semielaborados para substituir a contrapartida à concessão de benefícios relativos ao ICMS, prevista na versão da Câmara. “É possível que essa nova contribuição implique aumento da carga tributária, pois não há previsão de equivalência de arrecadação com o fundo que irá substituir”, já alertavam os consultores.

Transição

Há três prazos nas regras de transição: o primeiro, para os contribuintes, terá duração de sete anos (2026 a 2033), durante os quais o IBS será implementado gradualmente e os tributos substituídos serão reduzidos até serem extintos. Um segundo prazo refere-se à partilha federativa e durará 50 anos, de forma a garantir à União, estados e municípios uma participação na arrecadação semelhante à atual, além de prever uma transição gradual para a divisão baseada exclusivamente no princípio do destino. A extinção do IPI, o terceiro prazo da PEC, deverá ocorrer até 2033.

Quanto à CBS, praticamente não haverá período de transição. A contribuição será cobrada com uma alíquota de 0,9% em 2026, apenas para que se possa observar seus efeitos sobre a arrecadação, e com alíquota plena a partir de 2027.

Para suavizar a transição para os entes federativos, o texto prevê a retenção de parte da arrecadação do IBS para redistribuir entre os entes que tiverem a maior perda de recursos, desde que não tenham receita per capita superior a três vezes a média nacional do conjunto dos estados, no caso de estado ou do Distrito Federal, ou do conjunto dos municípios do país, em caso de município.

Fundo de Desenvolvimento

Outro instrumento previsto na PEC 45/2019 é o Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional (FNDR), com recursos transferidos pela União, para estimular a atividade produtiva e investir em infraestrutura, inovação e conservação do meio ambiente visando reduzir as desigualdades regionais e sociais.

Pelo texto da Câmara, os recursos para formar o fundo começariam em R$ 8 bilhões em 2029, chegando a R$ 40 bilhões em 2033 e permanecendo nesse valor pelos anos seguintes. Após negociações com os governadores, o governo federal concordou em elevar o FNDR para R$ 60 bilhões anuais a partir de 2043. Em 2034 serão R$ 40 bilhões, e até 2043 haverá um aumento de R$ 2 bilhões ao ano, atingindo os R$ 60 bilhões acordados. Os estados queriam entre R$ 75 bilhões e R$ 80 bilhões por ano.

Os critérios de distribuição dos recursos entre os estados foram definidos por Braga, suprindo lacuna deixada pela Câmara dos Deputados. A proposta do relator é de que 70% dos recursos sejam distribuídos com base nos critérios usados pelo Fundo de Participação dos Estados, que privilegiam os mais pobres, e 30% sejam divididos com base no número de habitantes.

A PEC 45/2019 tramita em conjunto com outras duas (PEC 110/2019 e 46/2022). O relator decidiu pela rejeição das duas e reformulou a PEC 45, argumentando que “a reforma por ela proposta é a mais madura das três. Entre outros motivos, justamente porque incorporou todas as discussões já havidas desde 2019, seja na própria Câmara dos Deputados, seja na Comissão Mista constituída para analisá-la”.

Foram apresentadas 669 emendas ao texto da Câmara, das quais 183 foram acolhidas parcial ou totalmente por Eduardo Braga.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Senadora Dorinha confirma apoio de Janad e Josi Nunes em conversa por WhatsApp

Foto: Divulgação

No cenário político do Tocantins, a recente campanha eleitoral trouxe à tona apoios que, por vezes, não foram amplamente divulgados pela imprensa política da região de Araguaína. Um exemplo disso foi o apoio da Janad e Josi Nunes à senadora Dorinha, o qual se tornou claro por meio de uma conversa no WhatsApp.

Neste domingo, 29 de outubro, a senadora Dorinha manteve uma conversa com Geovane Oliveira pelo aplicativo de mensagens, na qual ela destacou sua firme parceria com o Governador Wanderlei, reforçando que ele é o seu candidato ao Senado. Em relação a Wagner, ela confirmou que ele não a apoiou, embora tenha destacado que essa informação já estava presente no texto em questão. Veja trecho da conversa com a senadora.

“Janad é do PL e me apoiou sim. Foi uma das principais dobradinhas. Josi Nunes também me apoiou. Sou e continuo firme na parceria com o Governador Wanderlei, que é o meu candidato ao Senado. Wagner, por outro lado, não me apoiou, mas como você mencionou no texto”.

Por Geovane Oliveira

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