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Falta de capacitação de pilotos contribuiu para queda do avião de Eduardo Campos

19012016DSC_7172-Uma série de fatores pode ter determinado a queda do avião na qual morreu o ex-governador de Pernambuco e então candidato à Presidência da República, Eduardo Campos. O relatório sobre o acidente foi revelado na tarde de hoje (19) por oficiais da Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa). Entre os fatores que contribuíram para o acidente estão a falta de capacitação da tripulação para operar a aeronave e a escolha de uma rota fora dos padrões previstos. O acidente foi na manhã de 13 de agosto de 2014, em Santos, no litoral paulista.

De acordo com o relatório, nem o piloto Marcos Martins, nem o copiloto Geraldo Magela da Cunha tinham feito cursos para pilotar aquela aeronave, modelo Cessna 560 XL. Martins tinha curso para operar uma aeronave de modelo anterior, mas o copiloto não tinha treinamento no modelo usado no dia do acidente, nem no anterior. “A falta de conhecimento da tripulação pode ter feito com que suas ações ficassem atrasadas em relação à sequência de eventos da cabine.”

Além de não ter feito o curso para operar a aeronave, os padrões de voz do copiloto gravados durante o voo demonstraram que ele aparentava fadiga e sonolência. Além disso, em treinamentos e voos anteriores, ele havia se comportado de forma “passiva no voo”, não respondendo adequadamente a situações de emergência, assinala o relatório.

O documento do Cenipa revelou que a tripulação da aeronave fez a aproximação da pista de pouso de modo diferente do padrão. Minutos antes do acidente, o piloto informou por rádio que tinha tomado os procedimentos para pouso, mas a posição da aeronave era outra. Ele deveria ter feito duas curvas no espaço aéreo próximo à pista de pouso – chamadas “bloqueio” e “rebloqueio” –, mas seguiu direto em direção à pista, em uma espécia de “atalho”.

Além disso, a tripulação não solicitou ao controle de tráfego aéreo informações sobre as condições de visibilidade da pista em nenhum momento. Na hora do acidente, chovia, havia névoa e a visibilidade era prejudicada. No momento do impacto, a aeronave voava em uma velocidade muito mais alta do que o comum. Os motores, que geralmente resistem a impactos, ficaram deformados.

As revisões do avião estavam em dia e os sistemas de funcionamento da aeronave eram adequados.

Relatório Alternativo

Um relatório alternativo será apresentado amanhã (20), às 9h30, pela Associação Brasileira de Parentes e Vítimas de Acidentes Aéreos, em São Paulo. Segundo a associação, todas as famílias concordaram com a confecção do relatório, mas três delas têm advogados acompanhando de perto as famílias do piloto, do co-piloto e de um passageiro. A associação adiantou que o relatório vai expor falha mecânica da aeronave, um Cessna 560 XL.

A aeronave, prefixo PR-AFA, decolou do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, com destino ao Aeroporto de Guarujá, no litoral paulista. Quando se preparava para pouso, por volta de 10h, o avião arremeteu devido ao mau tempo. Em seguida, o controle de tráfego aéreo perdeu contato com a aeronave.

Alem de Eduardo Campos, morreram no acidente os pilotos Geraldo Magela Barbosa da Cunha e Marcos Martins e Alexandre Severo e Silva, Carlos Augusto Leal Filho, Pedro Valadares Neto e Marcelo de Oliveira Lyra, assessores do ex-governador de Pernambuco.

Em relatório preliminar divulgado em janeiro do ano passado, o Cenipa já havia descartado as hipóteses de que o Cessna tivesse colidido com aves, drones ou outras aeronaves. Também foi desconsiderada a ocorrência de incêndio durante o voo. Segundo esse relatório, divulgado em janeiro, o avião não estava voando invertido antes da queda, e os motores funcionavam no momento do impacto com o solo.

Edição: Nádia Franco
Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil

Município de Araguaína começa vacinação antirrábica nos setores

baefdc5f-4aa7-4011-b833-ba9be543a94c - CopiaA primeira etapa da vacinação será nas próprias residências, onde equipes de agentes de endemias vacinarão cães e gatos
A Prefeitura de Araguaína, por meio da Secretaria da Saúde, começa amanhã, 20, a vacinação antirrábica nos setores. Sete equipes visitarão as residências e vão vacinar cães e gatos, a partir de três meses de idade. O Dia D de Vacinação canina e felina será dia 27 de fevereiro, em postos espalhados por todo Município.
 
A meta da Prefeitura é vacinar aproximadamente 18.795 mil animais entre cães e gatos nas zonas urbana e rural. A novidade este ano é que a campanha iniciará antes do Dia D. “Foram escolhidos 17 bairros mais afastados do Centro, onde nossos agentes de combate a endemias farão a vacinação casa a casa”, explicou a médica veterinária do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) Luciana Coelho Gomes.
 
A veterinária destaca que a vacinação nas zonas urbana e rural faz parte das estratégias para vigilância da doença, evitando assim o aparecimento de casos tanto em humanos quanto em animais. “A atenção maior é voltada pra cães e gatos por serem animais que convivem de forma mais estreita com humanos (animais de companhia)”, completou.  
 
Município livre da doença
A raiva é uma zoonose neurológica que não tem cura, com letalidade de 100%. Com dados da Superintendência em Vigilância em Saúde, o Município de Araguaína está livre desta doença, há mais de 10 anos e neste período não registrou nenhum caso nem em humanos nem em animais (cães e gatos).
 
Setores
A vacinação começa amanhã no Setor Novo Horizonte, às 8 horas e segue também no período vespertino, a partir das 14 horas. Os outros bairros que vão receber as equipes são: Ponte, Nova Araguaína, Bairro de Fátima, Xixebal, Monte Sinal, Vila Azul, Itatiaia, Barros, Jardim Belo, Lago Sul, Jardim dos Ipês I e II, Barra da Grota, Parque Bom Viver, Parque do Lago.

Deputado Wanderlei Barbosa se reúne com líderes do PRB em Palmas

Wanderlei Barbosa se reúne com lideranças do PRBNa manhã desta terça feira, 19, o deputado estadual e pré-candidato à prefeitura de Palmas, Wanderlei Barbosa se reuniu com o líderes do Diretório Metropolitano do Partido Republicano Brasileiro (PRB), que não ocasião, estavam acompanhados dos pré-candidatos a vereador da legenda.

Durante o encontro, que contou com a participação de líderes sindicais e empresários, Barbosa apresentou algumas de suas propostas para a capital e abordou temas como a questão do estacionamento rotativo, a alta carga tributária, a falta de vagas nas creches e escolas e o baixo investimento em setores importantes para o município.

Wanderlei Barbosa respondeu na oportunidade, diversas perguntas feitas pelos líderes e encerrou sua fala agradecendo o PRB pelo convite

O Presidente Metropolitano do PRB, Rui Simóm, agradeceu ao deputado pela exposição de alguns projetos para a capital. O encontro aconteceu de forma bem amistosa e descontraída. Rui ainda aproveitou para parabeniza-lo por sua postura firme na Assembleia Legislativa.

Wesley Safadão relembra viagem em família para Noronha: “Conheci o paraíso”

“Gratidão”, escreveu o cantor ao mostrar passeio com os filhos e a mulher em praia

wesley_1Wesley Safadão usou seu perfil no Instagram para relembrar a viagem em família que fez para Fernando de Noronha. Na terça-feira (19), ele compartilhou um clique do passeio com os filhos Ysis Yhudy, e a mulher Thyane Dantas nas areias da praia, que descreveu como paraíso. 

“Acordei lembrando desse dia maravilhoso em Noronha! Coração cheio de gratidão a Deus por me proporcionar momentos como esse ao lado das pessoas que mais amo nessa vida!”, disse.  “Também quero agradecer pessoas que foram fundamentais para esse passeio perfeito. Meu novo irmão @tucanoronha, meu amigo @bosconoronha29 e o mentor da viagem @gregoryfarias! Eu conheci o Paraíso @amonoronha!”, elogiou.

Wesley Safadão usou seu perfil no Instagram para relembrar a viagem em família que fez para Fernando de Noronha. Na terça-feira (19), ele compartilhou um clique do passeio com os filhos Ysis Yhudy, e a mulher Thyane Dantas nas areias da praia, que descreveu como paraíso. 

“Acordei lembrando desse dia maravilhoso em Noronha! Coração cheio de gratidão a Deus por me proporcionar momentos como esse ao lado das pessoas que mais amo nessa vida!”, disse.  “Também quero agradecer pessoas que foram fundamentais para esse passeio perfeito. Meu novo irmão @tucanoronha, meu amigo @bosconoronha29 e o mentor da viagem @gregoryfarias! Eu conheci o Paraíso @amonoronha!”, elogiou.

 POR QUEM ONLINE; FOTOS: REPRODUÇÃO / INSTAGRAM

Liminar do TJ determina que servidor estadual em mandato de prefeito receba salário do Estado e não do município

martelo9597_350_233Em decisão liminar em Mandado de Segurança o Juiz Márcio Barcelos Costa, relator em substituição ao desembargador Marco Villas Boas, atendeu ao pedido do prefeito de Barra do Ouro, Gilmar Ribeiro Cavalcante, e determinou que o Estado o mantivesse na folha de pagamento do Estado do Tocantins.

O prefeito alegou no processo que é servidor estadual efetivo no cargo de perito criminal do qual se afastou em 2013 – para exercer o mandato de prefeito até o final de 2016 -, e optou por receber o salário pelo cargo estadual, cerca de R$ 13 mil, e não pelos cofres municipais, que oferece subsídio de R$ 6 mil ao chefe do Executivo.  No final do ano passado, argumenta no processo, recebeu comunicado da Secretaria da Administração avisando que a partir de janeiro deste ano seria excluído da folha de pagamento estadual e passaria a receber os vencimentos pelo município, o que motivou o Mandado de Segurança. 

Ao decidir, o relator afirmou que a opção por receber no cargo estadual tem previsão contida no artigo 38, inciso II da Constituição Federal e no artigo 107, inciso II, da Lei n o 1.818, de 2007, o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Tocantins.  Também observou que a mudança na forma de receber o salário é uma “situação potencialmente capaz de lhe causar sérios prejuízos”, pois o valor da remuneração atualmente percebida “certamente não está inclusa dentro do planejamento orçamentário da municipalidade” para este ano.

O juiz ressaltou ainda que a “a intensa crise” que os municípios enfrentam com a redução de repasses federais reforça a fundamentação de que, teoricamente, “o município não deve arcar, imediatamente, com uma despesa não planejada, e de expressivo valor”.

“Posto isso, defiro o pedido liminar, para determinar que a autoridade impetrada mantenha o impetrante na folha de pagamento do Estado do Tocantins até o julgamento de mérito”, anotou o juiz na liminar concedida no dia 14 de janeiro.

Confira a liminar. 

 

Câmera em tartaruga alerta para fragilidade de vida marinha

Câmara foi aclopada a tartaruga marinha devolcida ao Índico para mostrar a fragilidade da vida marinha (Foto: BBC)
Câmara foi aclopada a tartaruga marinha devolcida ao Índico para mostrar a fragilidade da vida marinha (Foto: BBC)
Câmara foi aclopada a tartaruga marinha devolcida ao Índico para mostrar a fragilidade da vida marinha (Foto: BBC)

Ambientalistas acoplaram uma câmera a uma tartaruga devolvida ao mar no oceano Índico para mostrar a perspectiva do animal e a fragilidade da vida marinha.

A organização The Local Ocean Trust, no Quênia, é especializada em reabilitar tartarugas marinhas presas em redes de pesca.

Assista ao vídeo.

As imagens feitas pela câmera são transmitidas ao vivo na internet. 

Da BBC

 

Autoridade fiscalizadora do futebol ajudará clubes a modernizar gestão

994817-df_19012016assinatura contratodsc_6663a-A presidenta Dilma Rousseff anunciou hoje (19) a criação da Autoridade Pública de Governança do Futebol que vai fiscalizar o esporte no país. O órgão contará com a participação paritária de atletas, dirigentes, treinadores e árbitros e será a instância fiscalizadora do Programa de Modernização da Gestão e de Responsabilidade Fiscal do Futebol Brasileiro (Profut). De acordo com presidenta, a finalidade é garantir a efetiva modernização da gestão dos clubes de futebol.

Segundo a presidenta, com essa autoridade, será possível acompanhar “com rigor e transparência” o cumprimento das contrapartidas assumidas pelos clubes no Profut e permitirá que os patrocinadores tenham mais confiança na boa aplicação dos recursos investidos.

“Demos um passo decisivo em favor dessa sustentabilidade em 2015 com o início da vigência do Profut. Ele propiciou o refinanciamento das dívidas dos clubes estabelecendo como contrapartida o compromisso com regras de governança, de transparência e de responsabilidade fiscal. Foi instituído com o Profut uma verdadeira lei de responsabilidade do futebol para que nossos clubes possam se tornar empresas lucrativas”, afirmou a presidenta, durante cerimônia de assinatura de contratos de patrocínio com dez times no valor de R$ 83 milhões.

Com o prazo de adesão encerrado no final de novembro, o Profut teve a adesão de 111 entidades esportivas.

Dívidas

Aprovado em julho pelo Congresso Nacional e sancionado no fim de agosto, o Profut permite o parcelamento de dívidas tributárias e não tributárias de dívidas de clubes de futebol com a União em até 240 meses (20 anos). Em troca, as entidades esportivas precisam adotar critérios de transparência, de equilíbrio financeiro e de melhoria de gestão, como fixar mandato de quatro anos para os cargos eletivos de direção e publicação na internet de prestação de contas com auditoria independente.

De acordo com a Receita Federal, as entidades que aderiram ao programa têm dívidas estimadas em R$ 3,83 bilhões com o Fisco e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. No entanto, não necessariamente o total desses débitos será renegociado.

Para permanecer no programa, os clubes precisam ficar em dia com as obrigações fiscais e trabalhistas. Caso algum clube deixe de pagar três parcelas, será excluído do parcelamento e não poderá ter acesso a benefícios de incentivo fiscal da União.

Estatuto do Torcedor

Dilma também disse que ainda este ano encaminhará ao Congresso Nacional a proposta de revisão da Lei Pelé e do Estatuto do Torcedor. “Queremos também propor uma legislação trabalhista própria para o futebol que deixe mais claras as responsabilidades dos clubes e proteja os atletas. Todas essas mudanças vão dar velocidade ao processo de modernização da indústria do futebol”, completou.

Edição: Talita Cavalcante
Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

Contratação de crédito para custeio cresce 20% na safra atual

Os produtores rurais brasileiros expandiram a tomada de crédito para custeio na safra 2015/2016

637x325De julho a dezembro do ano passado, houve crescimento de 20% no volume contratado da modalidade em relação ao mesmo período de 2014, totalizando R$ 51,2 bilhões. Os dados foram apresentados nessa quinta-feira (14.01) pelo ministro interino da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, André Nassar, durante entrevista coletiva.

Os empréstimos nos seis primeiros meses da atual safra – incluídos custeio, comercialização e investimento – tiveram ligeira alta em relação a 2014, passando de R$ 76,304 bilhões para R$ 76,491 bilhões. O valor representa 41% do total disponibilizado pelo governo federal, de R$ 187,7 bilhões, de acordo com dados do Sistema de Operações do Crédito Rural e do Proagro (Sicor), do Banco Central.

Somente o custeio respondeu por 67% dos recursos já contratados, num total de 298 mil operações (incluídos grandes e médios produtores). Esses recursos são usados, por exemplo, para compra de insumos, plantio, tratos culturais e colheita.

Juros controlados

Nassar destacou o aumento de 13% nas operações de crédito e comercialização a juros controlados, que saltaram de R$ 49,4 bilhões em 2014 para R$ 55,7 bilhões no ano passado. Do total de R$ 96,5 bilhões disponibilizados para essa modalidade, 58% já foram contratados.

“Quando lançamos o Plano Agrícola e Pecuário, enfatizamos a necessidade de se priorizar a ampliação do custeio controlado. O resultado nos primeiros seis meses mostra que nossa aposta estava correta. Estamos cumprindo a meta e isso está se refletindo em aumento de produção mesmo depois de uma supersafra no ano anterior”, afirmou André Nassar, que é o secretário de Política Agrícola do Mapa e ocupa interinamente o cargo de ministro.

O governo trabalha para ampliar a oferta a juros livres pelas Letras de Crédito do Agronegócio, instrumento pelo qual os produtores contrataram R$ 1,1 bilhão até dezembro de 2015. O montante, segundo Nassar, poderia ter sido ainda maior.

“Os financiamentos com recursos da LCA tiveram início na atual safra, então os bancos ainda estão se adaptando. Estamos estudando com calma o cenário e vamos propor medidas que permitam às instituições financeiras serem mais agressivas no uso da LCA”, ressaltou.

Comercialização e investimento

A comercialização se manteve estável em R$ 12 bilhões e o investimento recuou de R$ 21,4 bilhões em 2014 para R$ 13 bilhões nesta safra. A retração pode ser explicada pela diminuição da demanda por parte dos produtores, que ampliaram seus investimentos nas safras passadas por meio de programas de incentivo, como o Programa de Sustentação de Investimentos (PSI).

“A agricultura veio em uma tendência de fortes investimentos. Então, este é um momento em que é natural que o produtor reduza o apetite por investir. Além disso, o agricultor está enxergando maior risco, preferindo se endividar em curto prazo. Foi uma decisão de gestão”, observou Nassar.

Médios produtores

Tiveram destaque as linhas de financiamento para custeio do médio produtor (Pronamp) – com faturamento de até R$ 1,6 milhão ao ano –, que atingiram R$ 9,8 bilhões. O valor representa incremento de 38% em relação ao consolidado de julho a dezembro do ano anterior (R$ 7,1 bilhões). Os bancos públicos aumentaram em 38% a oferta crédito para a categoria e em 37% para os grandes produtores.

“Esse aumento muito expressivo se deve ao direcionamento que nós demos neste Plano Agrícola, tirando os extra tetos e aumentando a obrigação dos banco em emprestarem para o Pronamp”, disse o minis tro interino. Ele também destacou a participação majoritária dos bancos públicos e das cooperativas de crédito nesta modalidade de financiamento.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
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Polícia Civil desvenda crime de tentativa de homicídio em Colinas

261340_300Na tarde deste sábado, 16, policiais civis da Delegacia Regional de Colinas do Tocantins, comandados pela delegada Olodes Maria Oliveira Freitas,  cumpriram  três mandados de prisão temporária, na cidade de Pequizeiro. De acordo com a polícia, Advaldo Pereira da Silva, de 39 anos, José Antônio Alves da Silva, de 27 anos e Wagner Gomes da Silva, de 24 anos de idade, são suspeitos de participação na tentativa de homicídio contra o dono de um mercado,  no dia 3 de dezembro de 2015, em Colinas. Na ocasião, a vítima foi atingida no abdômen por três disparos de arma de fogo, mas foi socorrida e levada, em estado grave, ao hospital Regional de Araguaína, onde passou por cirurgia, ficou internada na UTI, mas sobreviveu. Conforme apurado pelos investigadores da Delegacia Regional de Colinas, o crime teria sido cometido a mando de Advaldo, também conhecido como “Devaldino”. Durante as investigações também foi apurado que a motivação do crime seria passional e que José Antônio teria dado suporte ao autor, indo até o estabelecimento comercial de propriedade da vítima e filmado o local, em companhia do executor identificado até o momento pelo nome de “Jordânio”. Wagner teve participação no crime, uma vez que conduziu a motocicleta que levou o executor até o mercado no dia do crime. Durante o cumprimento dos mandados de prisão, Advaldo também foi autuado em flagrante pela prática do crime de posse irregular de arma de fogo e munições de uso permitido. Após os procedimentos cabíveis, os três suspeitos presos foram recolhidos à carceragem da Cadeia Pública de Bernardo Sayão, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário. Com mais essas três prisões realizadas, a Polícia Civil de Colinas do Tocantins já elucidou um caso de homicídio e uma tentativa de homicídio, em menos de cinco dias. 

Governo limita em R$ 135,6 bilhões as despesas até fevereiro

notas_50_20_10_05_02-1Até 12 de fevereiro, o governo federal poderá gastar R$ 135,6 bilhões. O montante consta de decreto publicado hoje (18) em edição extraordinária do Diário Oficial da União limitando os gastos federais até a definição da programação orçamentária para este ano.

De acordo com o Ministério do Planejamento, que publicou nota explicando os cortes orçamentários, o montante equivale a um doze avos do orçamento de cada ministério e órgão do Poder Executivo. O limite valerá tanto para despesas discricionárias (não obrigatórias) quanto para gastos obrigatórios.

Em relação aos gastos discricionários, o decreto limita o total a R$ 11,02 bilhões. Desse total, R$ 2,560 bilhões são do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), R$ 753,6 milhões relativos a emendas parlamentares impositivas e R$ 7,703 bilhões de demais despesas discricionárias.

Os gastos obrigatórios estão limitados a R$ 124,5 bilhões. No entanto, diversas despesas estão excluídas do corte, como o Bolsa Família e gastos obrigatórios na saúde, como o Piso de Atenção Básica e o Teto de Média e Alta Complexidade. Nesses casos, o volume liberado equivale a toda a dotação aprovada na Lei Orçamentária de 2016.

Necessidades

O Planejamento explicou que outras despesas obrigatórias também estão fora do corte, como pagamento de pessoal e encargos sociais e gastos financeiros como juros e encargos da dívida, amortização da dívida e despesas financeiras. A limitação também não atinge as despesas custeadas com recursos de doações e convênios, que estão 100% liberadas.

De acordo com o Planejamento, os valores liberados são suficientes para atender às necessidades de diversos ministérios até a publicação definitiva da programação orçamentária, em 12 de fevereiro. Para preservar o atendimento das demandas da sociedade diante de situações emergenciais, o decreto prevê que o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão possa ampliar o limite de gasto de cada órgão caso seja necessário.

A limitação ficará valendo até que Dilma e a equipe econômica estabeleçam a programação financeira e o cronograma de execução mensal de desembolso, nos quais devem constar os cortes de gastos.

Com a medida, os valores autorizados para movimentação e empenho de cada órgão ficam restritos ao previsto no decreto e não mais no Orçamento Geral da União de 2016, sancionado semana passada.

No ano passado, o governo limitou mensalmente em um doze avos do Orçamento o que poderia ser utilizado por cada pasta em despesas de custeio antes que a Lei Orçamentária Anual de 2015 fosse sancionada, o que ocorreu no fim de abril <http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2015-04/dilma-sanciona-….

*Colaborou Paulo Victor Chagas

Edição: Armando Cardoso

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