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Cursos do Pronatec na área de turismo são oferecidos no Tocantins

Em parceria com a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura (Seden) e as prefeituras do Estado, o Ministério do Turismo (MTur) e o Ministério da Educação (MEC) disponibilizaram vagas para cursos na área de turismo, por meio do Pronatec Educação a Distância (EAD), nos municípios das regiões turísticas do Tocantins. Os cursos oferecidos são na modalidade Formação Inicial e Continuada (FIC) e fazem parte do esforço do governo federal em implementar uma Política Nacional de Qualificação em Turismo. Cerca de 40 munícipios ofertarão cursos variados sobre o setor turístico. As regiões turísticas do Tocantins contempladas pelas capacitações são: Serras e Lago, Serras Gerais, Vale dos Grandes Rios, Bico do Papagaio e Encantos do Jalapão. Os interessados devem procurar a prefeitura dos municípios listados no seden.to.gov.br e verificar a oferta de vagas e do curso pretendido. Segundo o superintendente de Desenvolvimento Turístico da Seden, James Possapp, a qualificação turística e a melhoria da qualidade dos serviços de turismo no Estado são algumas das prioridades da Seden. “Essa é uma ação prioritária para os próximos anos para que os produtos e serviços de turismo do Tocantins sigam crescendo em qualidade e competitividade, alcançando melhores níveis de satisfação do turista. Para que o turista, além de vir conhecer o Tocantins, volte trazendo familiares e amigos e indique os nossos destinos e roteiros”, explicou. O objetivo da realização do Pronatec EaD, nos municípios tocantinenses que fazem parte de rotas turísticas, é investir na qualificação dos diversos tipos de profissionais que integram ou desejam ingressar na cadeia produtiva do turismo. Pronatec FIC O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) oferece cursos na modalidade FIC, destinados a trabalhadores e alunos do ensino médio ou concluintes. São cursos rápidos, com carga horária de no mínimo 160 horas e no máximo 300 horas.

Marina Bitar/Governo do Tocantins

Comprovante de Rendimentos já está disponível no site da Secad

Secretaria de Estado da Administração (Secad) já disponibilizou aos servidores da administração pública estadual o comprovante de rendimentos para a declaração do Imposto de Renda referente ao exercício 2016. Para retirá-lo, basta acessar o Portal do Servidor (http://sistemas2.secad.to.gov.br/map/) no site da Secad. O prazo para a entrega da declaração começa nesta quinta-feira, 2 de março, e segue até 28 de abril. Quem perder esse prazo pagará multa mínima de R$ 165,74.    Estão obrigados a entregar a declaração os contribuintes que, em 2016, receberam rendimentos tributáveis, sujeitos ao ajuste na declaração, cuja soma foi superior a R$ 28.559,70, ou rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil. A restituição do Imposto de Renda será feita em sete lotes entre junho e dezembro. O primeiro será em 16 junho. A Receita Federal já disponibilizou, em seu site, o programa para a declaração de 2017. Além disso, quem já tem o programa antigo instalado no computador poderá atualizar automaticamente a versão utilizando o campo ‘verificar atualizações’ dentro do menu ‘ferramentas’. O sistema recupera os nomes e demais informações já cadastradas previamente ao digitar o número do CPF ou CNPJ do contribuinte. Com relação ao preenchimento da declaração, passa a ser obrigatória a inclusão do CPF de dependentes a partir de 12 anos, completados até o último dia 31 de dezembro.

Hellen Nunes/Governo do Tocantins

O que aconteceria se um asteroide atingisse Berlim ou Londres?

Um grupo de pesquisadores britânicos tentou simular o efeito devastador que a queda de enormes asteroides nas capitais britânica e alemã poderia provocar, de acordo com o site de artigos científicos arXiv.org.

Os pesquisadores simularam a queda de um objeto esférico de 200 metros de diâmetro, com uma densidade de 3,1 toneladas por metro cúbico, que atingisse a superfície da Terra a uma velocidade de 20 km/h com um ângulo de 45 graus, comunica site arXiv.org.

A queda de um tal corpo celeste sobre a capital da Alemanha levaria à morte de mais de 3,5 milhões de pessoas de um total de 6 milhões de habitantes, ou seja, mais de metade.

br.sputniknews.com

Exploração petrolífera na foz do Amazonas ameaça comunidades locais

The coast of Amapá state, in the extreme north of Brazil, is in the crosshairs of the international oil industry. The site brings together various biomes such as tropical forests and mangroves, and an important biome still little known to science, the Reef of the Mouth of the Amazon River, newly discovered and already threatened by oil exploration. A costa do Amapá, no extremo norte do Brasil, está na mira da indústria internacional de petróleo. O local abriga vários biomas, como florestas tropicais e mangues, sendo um bioma importante ainda pouco conhecido pela ciência, os Corais da Foz do Amazonas, recém-descobertos e já ameaçados pela exploração de petróleo.

Da pesca ao açaí, as pequenas comunidades na costa do Amapá que dependem diretamente dos recursos naturais da região já se organizam para defender seus direitos e produzir de forma cada vez mais sustentável.

Antes da expedição que fez as primeiras imagens dos Corais da Amazônia, o navio Esperanza recebeu a bordo, ainda no porto de Santana, em Macapá, cerca de 40 representantes da sociedade civil, entre comunidades, organizações socioambientais e lideranças do Amapá. Em comum, o grupo compartilha o esforço de proteger a Floresta Amazônica.

A intenção de nosso encontro foi iniciar com eles as discussões sobre atividades que geram grandes impactos socioambientais na região, entre elas a exploração petrolífera planejada, a partir do ponto de vista de quem está na floresta e faz parte dela. Em breve, o Greenpeace realizará um seminário na região, com parceiros, para discutir temas como o uso da terra, a barragem do Rio Araguari, os impactos da mineração, além da própria exploração de petróleo.

Em tempos de ataques aos direitos das comunidades tradicionais por parte do Governo e do Congresso Federal, as iniciativas que estimulam o empoderamento e a autogestão dessas populações se tornam cada vez mais importantes. Nesse sentido, foi  muito interessante conhecer a brilhante experiência de organização local do Bailique, por meio dos protocolos comunitários.

Qualidade e sustentabilidade na Foz do Amazonas

O Bailique é um arquipélago de oito ilhas a leste do estado do Amapá, onde vivem cerca de 11 mil habitantes distribuídos em 52 comunidades, e cujo acesso é exclusivamente fluvial. A principal atividade econômica é a pesca artesanal e o açaí.

Há cerca de três anos, a rede Grupo de Trabalho Amazônico (GTA), em parceria com diversos colaboradores, como a Regional GTA do Amapá; o Conselho Comunitário do Bailique (CCB); a Colônia Z-5 de Pescadores; o Instituto Estadual de Florestas (IEF) do Amapá; e o DPG / CGEN) / MMA), iniciaram um projeto para desenvolver um “Protocolo Comunitário” no Bailique, a partir da aprovação da maioria das comunidades que habitam o arquipélago.

Segundo a Rede GTA, protocolos comunitários “são regras internas criadas pela própria comunidade que definem os procedimentos, critérios e instrumentos de gestão territorial e de manejo e uso de recursos naturais na região”. Os protocolos norteiam as atividades econômicas que serão desenvolvidas, mas o ponto mais importante é que eles devem refletir as características tradicionais, o modo como a comunidade se relaciona interna e externamente, o conhecimento local popular.

Assim, como explica a cartilha produzida pelo GTA, a construção de protocolos comunitários visa empoderar os povos e comunidades tradicionais para dialogar com qualquer agente externo de modo igualitário, especialmente na hora de fazer negócios com terceiros, fortalecendo o entendimento da comunidade sobre seus direitos e deveres e estabelecendo a importância da conservação da biodiversidade e de seu uso sustentável. Além disso é uma importante ferramenta de gestão de territórios, assim como do controle e da forma de uso de recursos naturais.

Depois de três anos do início desta articulação, muitas iniciativas caminham em direção à consolidação do Protocolo Comunitário, como a criação da Associação das Comunidades Tradicionais do Bailique (ACTB). Ela é a instância comunitária responsável pela participação social e a execução das ações estabelecidas no território.

Uma dessas iniciativas é a capacitação técnica para o bom manejo florestal na produção do açaí. Com o apoio da Associação, do GTA, e da Oficina-Escola de Lutheria da Amazônia, 79 produtores de açaí da região receberam, em novembro do ano passado, a certificação FSC, após serem auditados pela equipe do Instituto de Manejo e Certificação Florestal (IMAFLORA). Isso atesta que o seu produto não está vinculado a degradação florestal.

Em janeiro deste ano, o Greenpeace foi convidado a participar do 9° Encontrão do Protocolo Comunitário. Foi um momento muito importante para os produtores, pois foi quando receberam em mãos o certificado emitido pela FSC.

Para o presidente da Associação das Comunidades Tradicionais do Bailique, Geová de Oliveira Alves, isso é importante pois o processo como um todo faz com que os produtores de açaí adotem uma postura diferente na forma de tratar seus recursos, sua cultura e meios de vida. “Eles passam a valorizar mais ainda o que cada um tem de melhor nas suas terras. E tendem a se capacitar mais para manter isso. É um processo de aprendizagem contínuo e com resultados excelentes, tanto para o homem quanto para a floresta”, avalia Alves.

Para ele, outra vantagem da certificação é que o processo produtivo como um todo ganha outro status: há maior agregação de valor. “O mundo passa a reconhecer que você tem um produto de altíssima qualidade, que respeita os valores comunitários, a natureza e os direitos de todos”.

Neste encontro, outras questões importantes foram discutidas, como a criação de uma cooperativa para garantir a melhor inserção do produto no mercado. Com a certificação em mãos, alguns desafios ainda preocupam os produtores, como o escoamento da produção, à procura de um mercado diferenciado para a aquisição do seu açaí certificado.

Benefícios para quem?

No modelo de desenvolvimento seguido em nosso país, a comunidade do Bailique pouco conhece seus bônus. Já os ônus são diariamente vivenciados pelos habitantes. O abastecimento de energia, por exemplo, é inadequado e deficiente, apesar de a população estar ao lado da barragem do Rio Araguari. Desta grande obra para a geração hidroelétrica, construída há três anos, o efeito mais marcante sentido pelos moradores locais do Bailique é a aceleração do processo de erosão na região.

A deficiência no abastecimento de energia, inclusive, afeta as duas principais atividades econômicas da região, a pesca e a produção de açaí, afetando a segurança alimentar dos habitantes.

O desenvolvimento a todo custo que é perseguido pelo país, traz agora uma nova ameaça socioambiental para a região: a possibilidade da exploração de petróleo na foz do Rio Amazonas. No caso de um acidente com vazamento, ele poderia ter graves consequências para o Bailique, que depende totalmente dos recursos naturais.

Porém, apesar dos desafios e da deficiência do Estado em garantir os direitos fundamentais dessa população, a comunidade do Bailique é um excelente exemplo de como uma população tradicional pode usar ferramentas e mecanismos para fazer a gestão de seu território. Ao mesmo tempo em que assegura a reprodução física e cultural do seu  modo de vida e transmite seus saberes tradicionais, também conserva o seu meio, que é a Floresta Amazônica. São comunidades que estão buscando uma inserção diferenciada no mercado, mostrando que é possível, sim, produzir e se desenvolver economicamente em sintonia com o meio ambiente.  Um sopro de esperança em tempos tão difíceis.

Carolina Santos faz parte da campanha de Florestas do Greenpeace Brasil

greenpeace.org/brasil

Postado por Carolina Santos

Escola de Araguaína lança livro de poesias

Os educadores da Escola Estadual Vila Nova, em Araguaína, apostam na produção de textos para melhorar o ensino e a aprendizagem. Um desses projetos é a edição de um livro de poesias escritas pelos alunos. Neste início de ano, eles lançaram a 8ª edição do livro Poetas na Escola, uma coletânea com mais de 100 criações. A iniciativa é uma das ações do programa Vamos Ler, desenvolvido pela Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes. Para selecionar os trabalhos que estarão no livro, a equipe da escola promove todos os anos um concurso de poesias e os melhores trabalhos fazem parte do livro. A seleção é feita por um corpo de jurados composto por assessores de currículo da Diretoria Regional de Educação de Araguaína, escritores da Academia de Letras de Araguaína e Norte Tocantinense (Acalanto) e professores convidados. O diretor da escola, Carlos Ribeiro Lopes, explicou que a leitura e a produção de textos são um dos focos de todos os educadores. “Sempre estamos criando situações para promover a leitura e a escrita e essa prática de letramento faz com que os alunos expressem sua concepção de vida, de sociedade e de mundo, possibilitando o exercício da cidadania”, frisou. O estudante Walikes Vinícius, do 8º ano do ensino fundamental, escreveu a poesia Criança. Ele disse que essa prática é um incentivo para o aluno se interessar mais pela escola. “Ter o nosso texto no livro, faz com que nos envolvamos mais com a escola e também aprendamos mais”. A Escola Estadual Vila Nova conta atualmente com 476 alunos, e oferta o ensino fundamental de 6º ao 9º ano, e a Educação de Jovens e Adultos (ensino médio), contando com uma Sala de Recursos. Cartas No estudo dos vários gêneros literários, os alunos também escreveram cartas para algumas empresas multinacionais, uma delas respondeu e enviou à escola um kit de cosméticos para estudantes e professores. De acordo com o diretor Carlos, essas ações atuam na redução da evasão escolar.

Josélia de Lima/Governo do Tocantins

Vala comum com 4.000 corpos é descoberta no Iraque

A maior cova coletiva do Iraque, com cerca de 4.000 corpos, foi encontrada perto de Mossul, cidade iraquiana onde atualmente se realiza uma operação contra o Daesh .

De acordo com o jornal Telegraph, uma enorme cratera localizado em Khasfa, perto da estrada que liga Mossul com a capital do Iraque, Bagdá, tem sido usada por terroristas para “guardar” os cadáveres de milhares de pessoas. Segundo os moradores da região, os assassinatos começaram cerca de seis meses de os terroristas terem tomado Mossul em 2014.

Em Khasfa, milhares de policiais e soldados foram mortos em um único dia, afirmou Mahmud, um morador local, que contou ter sido obrigado a assistir as execuções em massa em quatro ocasiões diferentes. O homem foi mesmo obrigado a ver o assassinato de seu próprio primo, que trabalhava como agente de polícia.

O Telegraph informou que em junho de 2015 os terroristas do Daesh cobriram o buraco (e os corpos), com terra. Testemunhas contaram que os jihadistas empurraram dezenas de contêineres de carga, bem como destroços de muros de concreto para o buraco antes de usar escavadeiras para cobri-la com terra.Na semana passada, Haider al-Abadi, premiê iraquiano, anunciou o começo da operação para reconquistar a parte ocidental de Mossul. No decurso da operação, as forças governamentais tomaram sob controle a base militar e o aeroporto. Mais cedo tinha sido completamente libertada a parte oriental de Mossul.

MPE recomenda suspensão de concursos em Gurupi

O Ministério Público Estadual (MPE) recomendou ao prefeito de Gurupi a suspensão dos concursos públicos do quadro geral e da Secretaria de Saúde do município. A medida deve ser realizada por meio de decreto até o dia 02 de março.

Segundo o Promotor de Justiça Roberto Freitas Garcia, não foram disponibilizadas vagas para diversos cargos públicos que hoje são ocupados por servidores contratados. “Estima-se que centenas de vagas deixaram de ser oferecidas nos editais dos concursos, privando assim os interessados de concorrer a tais cargos e permitindo que a Prefeitura de Gurupi prossiga contratando servidores públicos temporariamente”, frisou.

A Recomendação ainda aponta que há outros casos em que alguns cargos estão sendo oferecidos com o número de vagas inferior ao devido. Também foi verificado pela promotoria que os salários previstos para os cargos de nível superior, em sua maioria, são significativamente mais baixos do que os previstos em diversas leis federais regulamentadoras de profissões. Tal fato levanta suspeitas de que o gestor público tem o propósito de despertar o desinteresse da população em ser servidores públicos efetivos e, ao mesmo tempo, manter nos quadros da administração pública um elevado número de servidores contratados.

Segundo o Promotor de Justiça, na prefeitura existem centenas de servidores públicos contratados pelo Município com remunerações superiores às recebidas pelos servidores efetivos, principalmente na área da saúde. “Ora, se há disponibilidade orçamentária para o custeio de centenas de servidores contratados, que ganham salários condizentes com os pagos no mercado de trabalho, então não há motivos para que a prefeitura de Gurupi queira pagar salários tão baixos aos servidores de nível superior”, apontou o promotor.

Caso a Recomendação não seja cumprida, o MPE deve ajuizar Ação Civil Pública solicitando a suspensão dos concursos públicos e requerendo que seja determinado ao Município de Gurupi o aditamento dos editais de concursos, com vistas à correção das ilegalidades verificadas.

Os concursos

Os concursos do quadro geral do município e da Secretaria Municipal de Saúde de Gurupi ofertam, atualmente, 501 vagas e têm provas agendadas para acontecerem a partir do dia 12 de março de 2017.

Daianne Fernandes

Ações de segurança e campanha educativa reforçam “Carnaval do Bem” no Tocantins

Os foliões que se preparam para curtir ou viajar durante o período de Carnaval no Tocantins contarão com orientações e ações promovidas pelas forças de segurança do Governo do Estado e com a realização de campanha educativa que visa debater com a população, em especial os jovens de 15 a 24 anos, temas emergentes e importantes sobre sexo seguro, direção responsável, violência contra a mulher e os riscos do uso de drogas. “A campanha Carnaval do Bem é uma ação de Governo e envolve diversos parceiros. Acreditamos que essa época do ano é muito boa para levantarmos discussões e conscientizarmos os jovens sobre temas importantes, como gravidez na adolescência, acidente de trânsito e doenças sexualmente transmissíveis. As ações ocorrem nas 13 cidades do Estado que possuem Diretoria Regional de Ensino e em 68 municípios, por meio de uma audaciosa parceria com o Proerd [Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência] da Polícia Militar”, explicou o superintendente de Estado da Juventude, Ricardo Ribeirinha. A programação do Carnaval do Bem conta com palestras e apresentações culturais em escolas estaduais e municipais, além de diversas blitze educativas com a distribuição de material informativo e preservativos. Desde o início de fevereiro, já foram visitadas escolas nos municípios de Araguatins, Araguaína, Tocantinópolis e Colinas. Na segunda-feira, 20, as atividades aconteceram em Pedro Afonso e Guaraí. Nesta terça-feira, 21, forma visitados os municípios de Miracema e Paraíso. No dia 22, foi a vez das unidades escolares de Porto Nacional e Gurupi. Na quinta-feira, 23, a caravana do Carnaval do Bem chegou a Arraias e a Dianópolis. No dia 24, o encerramento das ações ocorreu com os estudantes da Capital. De acordo com a Secretaria de Estado da Comunicação Social (Secom), a campanha contará com jingles, que serão veículos nos canais oficiais de comunicação do Governo e nas rádios do Estado, banners, adesivos, flyers com dicas de segurança, posts em redes sociais e carro de som para divulgação nas cidades do interior. “O Carnaval do Bem é uma campanha permanente que está na sua terceira edição. Nossa intenção é levar a mensagem para o maior número possível de foliões em todo o Estado”, disse a titular da Secom, Kênia Borges. A campanha Carnaval do Bem é realizada pelo Governo do Tocantins, por meio das secretarias de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc); da Comunicação Social (Secom); da Saúde; da Cidadania e Justiça (Seciju); além do Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO), da Polícia Militar (PM) e prefeituras. As atividades iniciaram no dia 15 deste mês e seguem até o fim do período de Carnaval. Operação Carnaval e Infraestrutura Entre os dias 24 e 28 de fevereiro, a Polícia Militar realizará a Operação Carnaval 2017, que tem o objetivo de promover a ordem e a tranquilidade durante o feriado prolongado. A ação empregará o efetivo administrativo e operacional de policiais nas cidades onde ocorrem festividades de Carnaval com grande aglomeração de pessoas.  Dentre as ações policiais a serem realizadas, estão o policiamento ostensivo a pé e motorizado durante a folia, a realização de blitze e a abordagem pessoal e veiculação nos perímetros urbanos e rurais, além da intensificação da presença da Polícia Militar, transmitindo ao cidadão um aumento de segurança e a redução nos índices de ocorrências.  O intuito da Operação Carnaval 2017 é coibir delitos praticados por infratores, visando assim, proteger o patrimônio, garantir a segurança, o bem-estar e a tranquilidade social. Já o Corpo de Bombeiros Militar inicia nesta sexta-feira, 24, a fiscalização dos espaços que irão promover eventos de Carnaval em todo o Tocantins. Até essa terça-feira, 21, a Diretoria de Serviços Técnicos havia recebido 22 projetos. Destes, 12 foram aprovados e 10 reprovados. Mais de 480 mil preservativos A Secretaria de Estado da Saúde está disponibilizando preservativos masculinos e femininos para atender a todos os municípios do Tocantins no período de carnaval. A pasta possui em estoque mais de 440 mil unidades de preservativos masculinos e 40 mil de preservativos femininos, além de mais de 160 mil unidades de gel lubrificante. A meta é ampliar cada vez mais o acesso aos preservativos pela população e em especial aos jovens. Já a Hemorrede, no período que precede o feriado de Carnaval, vem realizando coletas programadas e externas, bem como reuniões/palestras orientativas com foco na sensibilização e na conscientização da importância da doação de sangue como ato altruísta e de responsabilidade social.  O Projeto Vida no Trânsito também integrará o time da Saúde que dará apoio ao Carnaval do Bem.“Estamos traçando estratégias para o Carnaval e nossas ações serão voltadas para o público de escolas e rodovias, porque temos como parceira a Seduc, que vai realizar ações em 13 regionais, e a Polícia Rodoviária Federal [PRF]”, disse Simone Gondim, da Gerência de Doenças e Agravos Não Transmissíveis da Secretaria de Estado da Saúde. Também são parceiros do Projeto Vida no Trânsito no Tocantins, o Corpo de Bombeiros Militar, a Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP), a Secretaria Municipal de Saúde, a Secretaria Municipal de Acessibilidade, Mobilidade, Trânsito e Transporte (SMAMTT), o Detran e a Polícia Militar. Recomendação do MPE Por orientação do Ministério Público Estadual (MPE), o Governo do Tocantins não irá promover eventos ou apoiar as festas carnavalescas realizadas neste período no Estado. A Recomendação 008/2016 pede que o Executivo se abstenha em realizar eventos, tendo antes que investir em Saúde, Educação e Segurança Pública.

Jesuino Santana Jr/Governo do Tocantins

Operadores alvos da 38ª fase da Lava Jato chegam ao Brasil amanhã

Os dois operadores financeiros que tiveram a prisão preventiva decretada na 38ª fase da Operação Lava Jato estão retornado espontaneamente ao Brasil, onde devem chegar na noite desta sexta-feira (24). Jorge Luz e seu filho, Bruno Luz, ainda não foram presos pela Polícia Federal (PF) porque estão em Miami, nos Estados Unidos, onde embarcam hoje (24) à noite para o Brasil, com chegada prevista para as 8h de amanhã (25) no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília.

Os advogados dos investigados protocolaram hoje uma petição informando à Justiça Federal sobre o retorno de ambos. Jorge e Bruno Luz são os principais alvos desta fase da Lava Jato, batizada de “Blackout”, em referência ao sobrenome dos investigados. Eles vão responder pelos crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

Segundo o Ministério Público Federal (MPF), a atuação de ambos junto à Petrobras teria resultado no pagamento de R$ 40 milhões em propinas ao longo de 10 anos, especialmente na compra dos navios-sonda Petrobras 10.000 e Vitória 10.000; na operação do navio sonda Vitoria 10.000 e na venda, pela Petrobras, de sua participação acionária na Transener (maior companhia de transmissão de energia elétrica da Argentina) para a empresa Eletroengenharia.

Foro privilegiado

Segundo a investigação, a maior parte da propina era repassada aos membros da Diretoria Internacional da Petrobras, enquanto o restante era destinado a agentes políticos. O procurador da República Diogo Castor de Mattos afirmou ontem que estes políticos gozam atualmente de foro privilegiado, principalmente senadores.

Os integrantes da força-tarefa do MPF disseram ainda que Jorge e Bruno atuavam na Diretoria Internacional da Petrobras, área de indicação política do PMDB. Eles também agiam esporadicamente na Diretoria de Abastecimento e na Diretoria de Serviços da estatal, áreas de influência do PP e do PT, respectivamente.

Ontem, o PMDB publicou nota afirmando que os operadores financeiros “não têm relação com o partido e nunca foram autorizados” a falar em nome da sigla. O PP e o PT não se manifestaram sobre o assunto.

Edição: Augusto Queiroz

Associação de delegados federais pede a Temer troca de diretor-geral da PF

A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) enviou ao presidente Michel Temer uma sugestão de nomes para substituir o atual diretor-geral da corporação, Leandro Daiello. O pedido de troca do comando da PF foi protocolado nesta tarde no Palácio do Planalto e contém uma lista tríplice aprovada em maio do ano passado pelos membros da associação.

Os delegados querem aproveitar a licença do atual ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, que foi indicado por Temer para o Supremo Tribunal Federal, para cobrar autonomia da PF e reforço à Operação Lava Jato.

De acordo com José Augusto Versiani, membro da diretoria da associação, a escolha de um diretor-geral pela própria categoria é importante para que a população saiba que as operações de combate à corrupção terão continuidade. Versiani cita como exemplo o cargo máximo do Ministério Público, onde se tornou praxe, há alguns anos, a nomeação do procurador-geral da República pertencente a lista tríplice promovida pela Associação Nacional dos Procuradores da República.

Os delegados Érika Marena, Rodrigo de Melo e Marcelo Eduardo Freitas foram selecionados para a lista tríplice em 2016, ainda durante a interinidade de Temer na Presidência. Da eleição, participaram 1.338 delegados dos 2.257 membros da ADPF. No documento encaminhado a Temer, a associação aponta a saída de Daiello como “necessária” e justifica que a atual direção está no cargo há seis anos “sem modernização e avanços na gestão”.

“Em assembleia na sexta-feira passada, 70% dos delegados que estiveram [presentes] no Brasil inteiro disseram que é necessária uma renovação da Polícia Federal”, disse Versiani, ao ser perguntado se a ADPF é contra a permanência de Daiello à frente da instituição. “Nós esperamos que neste momento crítico, em que são colocadas tantas dúvidas quanto à lisura e mesmo à continuidade da Operação Lava Jato, que o presidente saiba da necessidade de uma ação efetiva para garantir à população brasileira que será dada a continuidade e que a atuação da Polícia Federal será cada vez mais isenta, respeitada e autônoma.”

Lava Jato

Versiani não descartou que o movimento por mudança na corporação tenha ganhado força após a notícia da saída do delegado Márcio Anselmo da força-tarefa da Lava Jato. Segundo Versiani, três delegados que deixaram Curitiba anteriormente eram “considerados principais para o começo da Lava Jato”.

“O delegado Márcio é um excelente delegado. Ele é o pai da Operação Lava Jato, é muito respeitado. A pergunta é: por que ele alega estar cansado, e não o procurador Delton Dallagnol [coordenador da força-tarefa pelo Ministério Público]? Por que a parte do Ministério Público Federal em Curitiba está de vento em popa, continua trabalhando, e você vê esse tipo de crise interna na Lava Jato em Curitiba?”, questionou.

Na semana passada, o presidente da associação, Carlos Eduardo Sobral, também lamentou a saída de Márcio Anselmo e a creditou à “falta de apoio da direção geral”, o que o teria levado ao “esgotamento físico e mental”.

Edição: Fábio Massalli
Paulo Victor Chagas – Repórter da Agência Brasil

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