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Polícia Civil autua em flagrante suspeito de furtar energia elétrica em Palmas

Polícia Civil autua em flagrante suspeito de furtar energia elétrica em Palmas

No final da tarde da última segunda-feira, 15, policiais civis da Delegacia Especializada na Repressão a Crimes Praticados contra Concessionárias de Serviços Públicos (DERFAE), comandados pelo delegado Elírio Putton Júnior, efetuaram a prisão do empresário Sandro Júnior Pereira Cerqueira, pela prática do crime de Furto de Energia Elétrica.

Segundo o delegado, foi identificado que na distribuidora de gás do suspeito, a qual fica localizada no Jardim Taquari, região Sul da Capital, havia uma ligação clandestina efetuada com a finalidade de praticar furto de energia elétrica, sendo que um funcionário da Energisa informou que no dia 12/01/2018, uma equipe da empresa já havia estado na empresa e retirado uma ligação clandestina que estava causando furto de energia, e agora constataram que a mesma foi refeita.

  Ao chegarem ao local, os policiais civis identificaram o responsável pelo estabelecimento e, ao ser ouvido, o homem informou que comprou a empresa há três meses, e que já recebeu ela com o “gato” de energia, e que, após o desligamento da gambiarra feito pela Energisa no dia 12/01/2018, contratou um eletricista para fazer outra ligação clandestina, mas não soube informar o nome nem telefone dele.

Durante a vistoria feita no imóvel, os policiais civis constataram que estava sendo furtada energia através de ligação direta sem medição. Desta maneira, os agentes acionaram uma equipe da perícia e conduziram Sandro Júnior até a sede da Derfae.

 Após a lavratura do flagrante, o suspeito pagou fiança e, com isso, obteve o direito de responder ao processo em liberdade conforme determina a legislação vigente. O delegado Elírio, titular da Derfae, alerta que o prejuízo financeiro desse tipo de crime não é arcado somente pela companhia de distribuição de nergia, mas em parte, esse custo é repassado para o cidadão de bem. Além disso, é grande o risco de acidentes fatais que são causados por essas ligações clandestinas.

Rogério de Oliveira/Governo do Tocantins

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