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Carlesse abre oficialmente campanha de vacinação contra a febre aftosa

O governador Mauro Carlesse abriu oficialmente, nesta terça-feira, 6, a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa no Estado do Tocantins, que teve início no último dia 1º e se estende até 30 de novembro. O evento foi realizado na Fazenda São Sebastião, na região de Taquarussu Grande, que faz parte do município de Palmas, de propriedade do pecuarista Fenelon Barbosa.

A estimativa da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) é vacinar 4 milhões de bovídeos (bovinos e bubalinos) com até 24 meses de idade no Estado. A declaração do ato é obrigatória, até mesmo para os produtores rurais que não tenham animais nessa faixa etária. A medida objetiva a atualização cadastral para efetivo controle sanitário. O Tocantins conta com aproximadamente 8,6 milhões de animais.

Na primeira etapa realizada em maio, o Estado bateu recorde de vacinação contra a doença, atingindo o índice vacinal de 99,91% envolvendo 8,5 milhões de bovídeos, presentes em 55,5 mil propriedades rurais. Os municípios com maior número de animais são Araguaçu com 350,4 mil; Araguaína com 244,3 mil; Formoso do Araguaia com 240,2 mil; Peixe com 198,6 mil e Arraias com 194 mil.

Cuidados

A Adapec acompanha todo o processo da vacina, que vai desde a sua distribuição até a aplicação. Nas lojas agropecuárias, é preciso ter a presença do técnico da Agência no recebimento do produto, ele também faz o controle da temperatura na câmara fria diariamente durante a campanha.

Para manter a eficácia da vacinação, é preciso atenção especial na compra, no armazenamento, no bem-estar animal e na aplicação. Os técnicos da Adapec recomendam que o produtor rural deverá adquirir a vacina em lojas registradas; verificar se estão na temperatura correta entre 2°C e 8°C e transportá-las em caixa térmica, colocando três partes de gelo para uma de vacina e lacre.

Qualidade do rebanho

O governador destacou a qualidade do rebanho bovino tocantinense e o trabalho desenvolvido pela Adapec neste últimos 20 anos de existência do órgão. “A gente tem orgulho disso e agora vivemos a expectativa de adquirir o status de estado livre de aftosa sem vacinação”, ressaltou.

O vice-governador Wanderlei Barbosa também elogiou o trabalho do órgão de defesa agropecuária. “Ela é responsável pela segurança das nossas exportações de carne”, lembrou.

O presidente da Adapec, Alberto Mendes da Rocha, destacou que somente este ano, de janeiro a setembro, o Tocantins já exportou mais de 28 mil toneladas de carnes, produtos e subprodutos para 35 países e que isso é resultado do trabalho realizado pelo órgão.

“Esse desempenho prova que estamos evoluindo cada vez mais, cumprindo as exigências, com empenho dos técnicos e a parceria dos produtores, que são conscientes da importância da sanidade do rebanho. Quem ganha com isso é o Tocantins, por meio do fortalecimento da cadeia do agronegócio”, pontuou o presidente, que também destacou o status de estado livre de febre aftosa com vacinação.

O titular da pasta do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária, Tiago Dourado, também ressaltou o trabalho desenvolvido pela Adapec. “Esse trabalho é essencial para a sanidade do nosso rebanho e para alcançar os mercados mais exigentes. Hoje, somos o sexto estado com serviço de inspeção equivalente ao realizado pelo serviço de inspeção federal”, elogiou.

Também participaram do evento produtores rurais, o prefeito de Taguatinga, MirandaTaguatinga; o deputado estadual Toinho Andrade; vereadores de Palmas e auxiliares do governo.

Jarbas Coutinho/Governo do Tocantins

AL realizará sessão solene em homenagem aos 30 anos de criação do Tocantins

A Assembleia Legislativa realizará no próximo dia 20 de novembro sessão solene para celebrar os 30 anos de criação do Estado do Tocantins. Na oportunidade, fará entrega de Comendas do Mérito Legislativo a personalidades do estado. Em regime de urgência, o requerimento, de autoria da presidente da Casa, Luana Ribeiro (PSDB), foi aprovado na semana passada.

Segundo a parlamentar, a proposta visa a dar visibilidade a fatos históricos e a todo o processo de criação do Tocantins. “Precisamos entender a saga do nosso Estado dentro do contexto da história geral do Brasil e, principalmente, conhecer suas particularidades, como sua formação social, formas de resistências e buscas de alternativas para enfrentar as adversidades encontradas no caminho”, justificou Luana.

A sessão solene está marcada para 20 de novembro, às 15 horas. Os nomes dos homenageados com a Comenda do Mérito Legislativo foram indicados pelos parlamentares, conforme prestação de serviços relevantes ao Estado do Tocantins e ao país. (Penaforte)

Dono de bar é condenado a 12 anos de prisão por atirar em cliente

Na comarca de Araguaína, o tribunal do júri condenou o empresário Raimundo Rodrigues Dias a 12 anos de prisão por tentativa de homicídio contra Renato Alves dos Santos. A audiência foi presidida pelo juiz Francisco Vieira Filho, titular da 1ª Vara Criminal da comarca de Araguaína.

Conforme conta nos autos, em 20 de janeiro deste ano, Renato estava no estabelecimento comercial que pertence a Raimundo e foi ferido ao tentar intervir em um briga do réu com a esposa e a filha. Armado, Raimundo acabou atirando contra a vítima, sendo que o tiro atingiu o olho de Renato e a bala ficou alojada próximo ao ouvido esquerdo.

Após a condenação do réu pelo conselho de sentença, o magistrado que presidiu o julgamento fixou a pena do acusado em 12 anos, três meses e seis dias de reclusão e pagamento de 11 dias multas referente a um trigésimo do salário mínimo.

Na sentença o magistrado destacou que apesar do crime de homicídio ter sido praticado na forma tentada, “o caminho percorrido foi longo demais, especialmente pela arma utilizada, de fogo, que possui máxima letalidade, e o local atingido, a face, sabidamente letal também”.

Confira a decisão.

Mês Nacional do Júri

Neste mês de novembro, os tribunais de todo o país estão mobilizados para julgar crimes dolosos contra a vida. O esforço concentrado para julgamento de crimes como  homicídio e tentativa de homicídio atende as determinações da Portaria nº 69/2017, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que fixou novembro como o mês em que o Poder Judiciário promoverá o julgamento popular desses processos.

Texto: Sthefany Simão / Comunicação TJTO

 

Dois homens são assassinados a tiros em Araguaína

Por G1 Tocantins

Ex-prefeito fica ferido após caminhonete capotar e cair em ribanceira

Caminhonete despencou de ponte em Palmas — Foto: Manuela Messias/TV Anhanguera
 

Situação financeira de estados e municípios está na pauta do Plenário

Projetos voltados para a situação financeira de estados e municípios estão na pauta do Plenário da próxima terça (6). Um deles é o que exclui do cômputo da receita corrente líquida (RCL) os recursos recebidos da União para atendimento das despesas com pessoal de programas sociais (PLS 15/2016). O objetivo é evitar que os municípios e estados descumpram o limite para as despesas com pessoal. Quando essa situação ocorre, esses entes ficam impedidos de receber transferências voluntárias voltadas à execução de investimentos, bem como de contratar operações de crédito.

Pela proposta, não serão considerados na receita corrente líquida dos municípios os recursos recebidos da União para atendimento das despesas com pessoal relativas aos membros eletivos dos conselhos tutelares. Também não serão contadas as despesas com pessoal, de municípios e estados, custeadas com recursos transferidos pela União em apoio a programas de saúde da família, de assistência social e de atenção psicossocial.

O projeto modifica a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF — Lei 101, de 2000), que estabelece que a despesa total com pessoal nos municípios não pode ultrapassar 54% para o Executivo. Nos estados, esse limite é de 49%. Autor do projeto, o senador Otto Alencar (PSD-BA) argumenta que a União criou inúmeros programas sociais com a obrigação de execução por parte dos municípios, “sem repassar recursos suficientes”. É notório, segundo o senador, que os municípios passam por grandes dificuldades financeiras com diminuição de arrecadação devido à crise e com menor repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Royalties

Os senadores ainda poderão votar o projeto que impede que as receitas de royalties sejam consideradas no cálculo do limite das despesas com pessoal nos estados, no Distrito Federal e nos municípios (PLS 334/2017). O projeto é considerado importante para a saúde financeira de estados, municípios e do DF.

A pauta do Plenário também inclui o projeto que assegura o apoio técnico e financeiro às iniciativas de regularização fundiária de assentamentos urbanos (PLC 64/2016) e o que determina a priorização das despesas com saúde e educação na execução orçamentária da União, de estados, do Distrito Federal e dos municípios (PLS 329/2017).

Agência Senado

 

Enem: bom uso do português será diferencial na redação, diz professor

A prova de redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) deverá ser mais exigente este ano, e os estudantes deverão estar atentos, sobretudo ao uso da língua portuguesa, segundo o coordenador pedagógico do Vetor Vestibulares, Rubens César Carnevale, que foi corretor da redação do Enem por três anos seguidos, de 2014 a 2016.

“O que aparece na correção do Enem é a gramática instrumental. O aluno tem que ser usuário do idioma. Não precisa ser especialista, não tem que saber nomenclatura, mas tem que saber usar”, diz.

Neste domingo (4), os 5,5 milhões inscritos no Enem farão as provas de linguagem, ciências humanas e redação. Terão para isso, o tempo de 5 horas e 30 minutos. O Enem continua no dia 11 de novembro, com as provas de ciências da natureza e matemática.

O rigor da correção, segundo o professor, tem aumentado a cada ano. Em 2018, a previsão é que os corretores estejam mais exigentes, principalmente em relação ao uso da língua portuguesa. Pelo menos duas competências das cinco avaliadas no Enem cobram explicitamente o idioma.

“O Enem tem aperfeiçoado o método de correção. Não tem mais a expectativa de que aconteça o que ocorreu há quatro anos, quando alunos colocavam receitas ou hinos e tiravam nota. A expectativa não é mais essa. O treinamento dos corretores está mais rigoroso. Vai ter treinamento depois da prova. Isso é feito em todas as bancas de vestibular”, afirmou.

Para ir bem na prova, o professor dá algumas dicas, como fazer um rascunho com os principais tópicos que pretende abordar no texto. Além disso, dar atenção ao primeiro parágrafo porque ele vai definir o estilo e a linha de discurso: “O melhor é já causar uma boa primeira impressão”. 

Se o tema for polêmico, Carnevale recomenda que os estudantes coloquem a visão contrária para que o avaliador entenda que o autor da dissertação compreende o panorama completo. Apesar disso, ressalta: “O texto deve ter uma conclusão clara e, embora seja possível listar outros pontos de vista na redação, não deve haver dúvida sobre a mensagem que o autor do texto pretende passar”. 

Na proposta de intervenção, exigida no texto, o estudante deve deixar claro alguns elementos, primeiro, o agente, que é quem vai tomar a medida; a ação necessária; depois o meio para que seja executada e a finalidade da intervenção. Desde o ano passado, desrespeito aos direitos humanos não é mais motivo para zerar a redação inteira, mas, ainda poderá zerar uma das competências, resultando em perda de 200 pontos.

Capacitação

Em 2018, a correção será de responsabilidade da Fundação Getúlio Vargas (FGV). O preparo dos corretores começou em agosto. Segundo a FGV, todos os supervisores e avaliadores de redação do Enem passaram por uma capacitação a distância por cerca de um mês. A seleção dos melhores foi baseada em uma série de avaliações realizadas ao longo desse curso. 

Além da capacitação a distância, os avaliadores também participarão, nos dias 24 e 25 de novembro, de uma capacitação presencial. Antes do início da correção efetiva, eles passam ainda por um pré-teste.

Durante a correção efetiva, que começará no dia 28 de novembro, os supervisores e coordenadores acompanham diariamente o desempenho dos avaliadores por meio de relatórios gerados pelo software de correção, com números em tempo real, para que os alinhamentos ocorram de forma rápida, sem prejuízos aos participantes.

Correção

Os textos serão avaliados por, pelo menos, dois professores, sem que um conheça a nota atribuída pelo outro. A redação será avaliada considerando-se cinco competências. Para cada uma delas, os avaliadores darão uma nota de 0 a 200. A soma desses pontos comporá a nota total de cada avaliador, que pode chegar a 1 mil pontos.

A nota final do participante será a média aritmética das notas totais atribuídas pelos dois avaliadores.

Caso as notas atribuídas individualmente pelos avaliadores tiverem uma diferença de mais de 100 pontos, ou a nota de qualquer uma das competências tiver uma diferença de mais de 80 pontos, a redação passará por um terceiro avaliador. Nesse caso, a nota final será a média aritmética das duas notas totais que mais se aproximarem.

Se a diferença continuar depois da terceira avaliação, a redação será avaliada por uma banca presencial composta por três professores, que atribuirá a nota final do participante.

Competências

As competências avaliadas nas redações são:

Competência 1: Demonstrar domínio da modalidade escrita formal da língua portuguesa. Competência 2: Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo em prosa.

Competência 3: Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista.

Competência 4: Demonstrar conhecimento dos mecanismos linguísticos necessários para a construção da argumentação.

Competência 5: Elaborar proposta de intervenção para o problema abordado que respeite os direitos humanos.

Redação nota zero

As redações do Enem receberão a nota zero nos seguintes casos:

Fuga total ao tema;

Não obediência à estrutura dissertativo-argumentativa;

Caso tenham até sete linhas, tamanho considerado insuficiente;

Cópia integral de um ou mais textos motivadores da Proposta de Redação e/ou de textos motivadores apresentados no Caderno de Questões;

Impropérios, desenhos e outras formas propositais de anulação, tais como números ou sinais gráficos fora do texto;

Parte deliberadamente desconectada do tema proposto;

Assinatura, nome, apelido ou rubrica fora do local devidamente designado para a assinatura do participante;

Texto predominantemente em língua estrangeira;

Folha de redação em branco, mesmo que haja texto escrito na folha de rascunho.

Mais detalhes e exemplos de redações de edições anteriores podem ser acessadas 

Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil 

Criminosos explodem banco e Correios no norte do TO

Criminosos explodem agência bancária e dos Correios — Foto: Divulgação
Criminosos explodem agência bancária e dos Correios — Foto: Divulgação

China alerta Bolsonaro: ‘Trump Tropical’ pode encarar ‘custo’ se romper seu maior parceiro

© REUTERS / Ricardo Moraes

Criticada ao longo de toda a campanha de Jair Bolsonaro (PSL), a China reagiu com um sério alerta ao presidente eleito no Brasil. O governo chinês indicou que o país tem mais a perder do que ganhar se adotar uma retórica agressiva como a do presidente dos EUA, Donald Trump.

Em um editorial do jornal China Daily, principal jornal estatal do país asiático, os chineses avisaram que criticar Pequim “pode servir para algum objetivo político específico, mas o custo econômico pode ser duro para a economia brasileira, que acaba de sair de sua pior recessão da história”.

O texto também exalta que as exportações brasileiras “não apenas ajudaram a alimentar o rápido crescimento da China. Mas também apoiaram o forte crescimento do Brasil”. Assim, não faz sentido, pelo ponto de vista de Pequim, a retórica agressiva do ex-capitão do Exército.

“Ainda que Bolsonaro tenha imitado o presidente dos EUA ao ser vocal e ultrajante para captar a imaginação dos eleitores, não existe razão para que ele copie as políticas de Trump”, continuou o editorial, artifício já utilizado antes pelo governo chinês para mandar recados.

O texto, que parte de uma pergunta – “até que ponto o próximo líder da maior economia da América Latina vai afetar a relação Brasil-China?” –, chama Bolsonaro de “Trump Tropical” e ressalta que o presidente eleito poderia seguir a cartilha do atual morador da Casa Branca

“Além disso, ele [Bolsonaro] se mostrou menos que amistoso em relação à China durante a campanha. Ele apresentou a China como um predador buscando dominar setores-chave da economia brasileira”, afirmou o editorial.

As dúvidas dos chineses sobre qual é o verdadeiro Bolsonaro com o qual terá de negociar – “que o Bolsonaro presidente coma naturalmente as palavras extremas do Bolsonaro candidato” –, e foram externadas em encontros de diplomatas e empresários chineses com assessores do ex-capitão ao longo da campanha presidencial.

Tanto Paulo Guedes, economista que deve ser o ministro da superpasta da Economia, quanto Onyx Lorenzoni, deputado federal que será o ministro-chefe da Casa Civil, já trataram de colocar panos quentes nas críticas de Bolsonaro aos chineses. O agronegócio, aliado importante do presidente eleito, tem a China como sua grande cliente e, assim, pode ter um papel relevante para o recuo das palavras do presidente brasileiro.

Um dia antes, outro jornal chinês, o Global Times, já havia publicado críticas à retórica de Bolsonaro. Segundo a publicação, o presidente eleito do Brasil depreciou injustamente a China na sua campanha, afirmando ser “inconcebível que o novo governo de Bolsonaro vá abrir mão do mercado chinês”.

“A cooperação entre o China-Brasil é totalmente recíproca. A China é o maior parceiro comercial do Brasil e o maior superávit comercial do Brasil foi registrado com a China. Em 2017, o Brasil registrou superávit comercial de US$ 20 bilhões com a China, que também é o maior comprador de soja e de minerais brasileiros”, destacou o texto.

A China também espera ouvir de Bolsonaro o que ele pensa a respeito de Taiwan, país que ele visitou e considerou independente da China, algo que Pequim considera inaceitável.

/br.sputniknews.com/

Deputados rejeitam aumento do teto salarial dos servidores públicos

Por 13 votos a dois, os deputados rejeitaram na tarde desta quarta-feira, 31, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que aumentaria o teto do funcionalismo público, de R$ 24 mil para cerca de R$ 30 mil.

A matéria chegou a ser retirada de pauta pela manhã, a pedido do autor, deputado Nilton Franco (MDB), mas foi incluída novamente à tarde por decisão da presidente da Assembleia, deputada Luana Ribeiro (PSDB), a pedido da maioria dos deputados.

A decisão da presidente causou controvérsia entre os parlamentares. O deputado Paulo Mourão (PT) protestou porque a votação aconteceu na ausência do autor e a despeito de um pedido do emedebista, que acompanha uma cirurgia de emergência da esposa.

Mourão chamou o fato de “rolo compressor” e disse que “o governo não pode determinar o que pode ou não ser votado aqui”, em alusão a um suposto pedido do governador Mauro Carlesse (PHS), conforme a imprensa, em um almoço com deputados nesta quarta.

Em resposta, a presidente da Assembleia disse que “o governo não determinou nada” e que respeitou o pedido do autor da PEC, Nilton Franco. “A matéria entrou na sessão subsequente”, explicou Luana, ao destacar que não havia novo pedido para a retirada da proposta da ordem do dia, em relação à sessão vespertina.

Também em resposta a Mourão, o deputado Zé Roberto (PT) disse que jamais nenhum governador vai lhe dizer o que deve ou não votar. “Em nenhum momento o governador Carlesse pediu para que a gente votasse essa PEC. No final do almoço, estimulado por dois deputados, ele falou de sua preocupação com as contas públicas”. 

Zé Roberto relembrou que seu posicionamento sempre foi contrário à PEC. Também lembraram o mesmo posicionamento em relação à proposta os deputados Ricardo Ayres (PSB), Elenil da Penha (MDB) e José Bonifácio (PR).

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