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Guaraí: MPE assume investigação de tráfico de drogas em razão da falta de Delegados de Polícia

f7b94bbf11ebd6f70c546d8f903e372d-width-400O Ministério Público Estadual (MPE), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Guaraí, solicitou a prisão preventiva de Elenilson da Silva Aires e Ronielson Soares Calazans após a apreensão de 14,9 kg de maconha e 1,6 kg de cocaína. Os acusados foram detidos pela Polícia Rodoviária Federal nesta terça-feira, 26, por volta das 17h30. O Poder Judiciário atendeu ao pedido do MPE e decretou a prisão preventiva dos dois acusados.

O Promotor de Justiça Guilherme Goseling Araújo, responsável pelo caso, relata que em virtude da ausência de Delegado de Polícia de plantão para receber o flagrante após as 18h, e da falta de efetivo da Polícia Rodoviária Federal para deslocar os acusados até Palmas, coube ao MPE instaurar procedimento investigatório para apuração do crime de tráfico ilícito de drogas.

A decisão de solicitar a prisão preventiva levou em consideração o poder investigatório do Ministério Público, reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal, a gravidade do crime praticado e a eminente soltura dos detidos.

“A prisão preventiva tem a finalidade de garantir a aplicação da lei penal, visto que os dois não possuem qualquer vínculo com a cidade de Guaraí e tampouco têm endereço confirmado. Se permanecessem soltos, poderiam empreender fuga e jamais serem encontrados novamente”, comentou o Promotor de Justiça.

Após a prisão preventiva, os acusados foram encaminhados à cadeia pública de Guaraí.

 

Eduardo diz que o país precisa ser repensado e o Governo Federal deveria assumir ensino público fundamental

Eduardo Siqueira diz que decisão judicial não impediu Governo de realizar promoções de Policiais Militares

O deputado Eduardo Siqueira Campos (PTB) comentou a ida dos prefeitos tocantinenses e dos demais estados a Brasília, nesta quarta-feira, 27, para protestar contra a atual forma de divisão dos impostos que são arrecadados. Para Eduardo, o Brasil precisa ser repensado, pois a União arrecada os impostos em conjunto com estados e municípios, mas no caso das contribuições arrecada sozinha e deixa para os municípios a responsabilidade com a maior parte dos serviços diretos aos cidadãos.

Segundo Eduardo Siqueira, a União é “sócia” dos estados e municípios na arrecadação de impostos, mas ao instituir as chamadas “contribuições”, o Governo Federal arrecada sozinho um grande volume de recursos que não é repassado diretamente aos demais entes. “A União descobriu um jeito de abrir uma sociedade paralela, onde ela arrecada sozinha”, destacou.

Eduardo Siqueira destacou que cabe ao prefeito levar aos seus munícipes os serviços básicos como a coleta de lixo, asfalto, iluminação pública, além de saúde e educação, mas o município não recebe da União os recursos suficientes para implementar tais serviços. “É preciso que esse País seja repensado. Ou o Brasil faz uma transformação na forma de distribuir as receitas ou pouco valerá o cargo de pagador de folha de pagamento, que é o papel que está reservado aos prefeitos hoje”, afirmou.

O Parlamentar voltou a defender que o Governo Federal assuma a responsabilidade pelo ensino público fundamental e médio e citou as dificuldades dos prefeitos em angariar recursos para suas administrações. “Os prefeitos vivem “pires na mão” aqui (na Capital) e em Brasília, na busca por verbas que possam amenizar as dificuldades de suas gestões”, finalizou.

 

TCE mantém rejeição de contas de Elenil da Penha, Jorge Frederico e mais nove políticos de Araguaína

images-cms-image-000371236-horzO TCE tem adotado tolerância zero no combate a corrupção e desperdício de dinheiro público no estado do Tocantins. O tribunal de contas do estado julgou irregular as contas do  deputado  estadual Elenil  da Penha, referente ao   exercício de  2008 na sua  gestão  como presidente  da Câmara  de Araguaína.

A decisão do tribunal foi baseada na lei 8.666|64(lei de licitações) e 4.320/64, e de prestação de contas de verba do gabinete.  Na sentença, órgão fiscalizador determinou a devolução de 220 mil reais aos cofres públicos. Do mesmo modo foram condenados 10 vereadores da época: Jorge Frederico, Mané Mudança, Alcivan, Gideon Soares, Baldão, Terezona, Gerônimo Cardoso, Cleudo Negão, Divino Bethânia e Gipão, receberam uma penalidade os conselheiro imputaram multa de 20 reais e mais mil reais para cada  vereador .

“Declaração, interpostos pelos vereadores acima citados, contra a Deliberação da Primeira Câmara deste Tribunal exarada por meio do Acórdão nº 012/2015- TCE/TO-1ª Câmara, de 20/01/2015, disponibilizado no Boletim Oficial do TCE/TO de nº 1.324/2015 do dia 22/01/2015, com data de publicação no dia 23/01/2015, a qual, julgou irregulares as contas do ordenador de despesas do Senhor Elenil da Penha Alves de Brito, Presidente da Câmara Municipal de Araguaína-TO à época, concernentes ao exercício financeiro de 2009, bem como imputou a todos os embargantes débito em decorrência de despesas sem a devida documentação comprobatória da destinação dos valores (verba de gabinete), bem assim aplicou-lhes multas. 8.2 A decisão atacada foi exarada por meio do Acórdão de nº 12/2015 – TCE/TO – 1ª Câmara, datada de 20/01/2015, a qual foi disponibilizada no Boletim Oficial do TCE/ TO de nº 1.324/2015 do dia 22/01/2015” informou órgão fiscalizador   no Boletim Oficial

Conforme o TCE, o valor do rombo encontrado na gestão de Elenil e de mais 10 vereadores é de 420.389.31. A maioria dos condenados a devolverem o dinheiro recorreu da decisão. Entretanto o pleno manteve a decisão anterior. 

Senado aprova MP que muda regras de acesso ao seguro-desemprego e abono salarial

imageO plenário do Senado aprovou, sem alterações em relação ao texto da Câmara, a Medida Provisória (MP) 665, que altera as regras para acesso do trabalhador ao seguro-desemprego, ao seguro-defeso e ao abono salarial. A matéria segue agora para sanção da presidenta Dilma Rousseff. 

Em longa e apertada votação, com 39 votos favoráveis e 32 contrários, o governo conseguiu o apoio da maior parte de sua base para garantir que o texto fosse aprovado sem mudanças e não precisasse retornar para última análise dos deputados, o que poderia fazer com que a MP perdesse a validade por decurso de prazo.

A maior polêmica em relação ao texto se deu em torno do artigo que traz as mudanças no abono salarial. Atualmente, o trabalhador que tiver trabalhado no ano anterior pelo menos 30 dias com carteira assinada e tiver recebido até dois salários-mínimos, tem direito ao abono de um salário-mínimo.

As novas regras aprovadas pelo Congresso estabelecem que ele terá que ter trabalhado pelo menos 90 dias no ano anterior e receberá o benefício proporcionalmente ao tempo trabalhado. Assim, ele receberá um doze avos do salário-mínimo por cada mês trabalhado, conforme as regras que valem para o pagamento de 13º salário.

Um requerimento propondo a retirada desse artigo foi apresentado pelos senadores Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Paim (PT-RS), Walter Pinheiro (PT-BA), Otto Alencar (PSD-BA) e Flexa Ribeiro (PSDB-PA), mas foi rejeitado pela maioria do plenário. Os senadores queriam que o governo também se comprometesse a vetar esse trecho do texto, mas só conseguiram a promessa de alguns líderes governistas de alcançar o veto na regra que estabelece os 90 dias de carência. “Nós, como líderes, assumimos o compromisso de que essa noventena é algo que pode ser retirado”, afirmou o líder do PT, senador Humberto Costa (PE).

Apesar disso, o senador Paulo Paim anunciou que a aprovação da MP 665 sem o veto integral sobre o artigo que trata do abono salarial poderá se refletir em prejuízos ao governo na votação da MP 668, que também trata do ajuste fiscal.

“Quanto à terceira medida [MP 668], não há nenhum compromisso nosso de votar favorável. Votaremos contra”, disse o senador. “Nós entendemos que essa outra medida não trata do interesse do trabalhador. Se eles derrubarem a que trata do interesse do trabalhador [emenda que retirava as mudanças sobre o abono salarial], nós vamos debater internamente para votar até mesmo contra essa medida”.

No que se refere ao seguro-desemprego, pelo texto aprovado, o trabalhador terá que comprovar ter trabalhado por pelo menos 12 meses consecutivos para ter acesso ao benefício pela primeira vez. Nos casos em que o trabalhador tiver acessando o seguro pela segunda vez, o prazo de carência será de nove meses. E nos casos em que o acesso se der pela terceira vez, o trabalhador terá que comprovar ter trabalhado por pelo menos seis meses para receber o seguro.

Para acesso ao seguro defeso, o pescador profissional terá que comprovar ter trabalhado por um ano para ter acesso ao benefício. Ele terá direito ao seguro mesmo que já esteja recebendo outros benefícios provenientes de programas sociais do governo.

A votação foi acompanhada por diversos sindicalistas que protestaram nas galerias do plenário do Senado contra a MP. Em alguns momentos o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) precisou suspender a sessão para que as manifestações das galerias fossem controladas. O principal alvo dos sindicalistas eram os senadores do PT, que eram acusados de traição aos trabalhadores.

 

Ucrânia: Obama denuncia postura “cada vez mais agressiva” da Rússia

capture-20150527-053457A crise na Ucrânia esteve no centro do encontro entre o secretário-geral da NATO e o presidente dos Estados Unidos, na Casa Branca. Depois da reunião com Jens Stoltenberg na Sala Oval, Barack Obama acusou aRússia de endurecer a postura no terreno.

Nas declarações à imprensa, o chefe de Estado norte-americano explicou que tiveram “a oportunidade de debater a situação [no leste da] Ucrânia, bem como a postura cada vez mais agressiva da Rússia. E ambos reafirmamos que a NATO é o pilar, não só da segurança transatlântica, como, em muitas formas, da segurança global”.

Tanto Obama como Stoltenberg frisaram a importância do respeito do cessar-fogo no leste ucraniano, quando se continuam a registar combates esporádicos.

O secretário-geral da NATO apelou “a todas as partes para que implementem de forma integral os acordos de Minsk” e, em particular, à Rússia para “parar de apoiar os separatistas e retirar as suas forças do leste da Ucrânia”.

A Rússia, que sempre negou ter soldados na Ucrânia, lançou esta semana exercícios militares em larga escala no seu território, à semelhança do que já fez inúmeras vezes desde a anexação da região ucraniana da Crimeia, em março de 2014.

Câmara rejeita distritão e mantém modelo atual de eleição para deputados e vereadores

No distritão, os deputados e vereadores seriam eleitos apenas de acordo com a quantidade de votos recebidos. Foi mantido o sistema atual, que leva em conta os votos recebidos individualmente pelos candidatos e os recebidos pelo partido

img201505262231308109046MEDO Plenário da Câmara dos Deputados rejeitou nesta terça-feira o principal ponto da reforma política (PEC 182/07) proposto pelo deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ): o chamado “distritão”, modelo em que os deputados e vereadores seriam eleitos apenas de acordo com a quantidade de votos recebidos, no sistema majoritário. A proposta foi rejeitada por 267 votos a 210 e 5 abstenções.

A Câmara manteve o modelo atual, com sistema proporcional, que leva em conta os votos recebidos individualmente pelos candidatos de um partido e os recebidos pela legenda. Esses votos são usados para um cálculo de quantas vagas cada partido consegue preencher. Outras mudanças nesse sistema – como a cláusula de barreira e mudanças nas coligações – poderão ser discutidas nesta quarta-feira, quando o Plenário vai retomar a discussão da reforma.

Os deputados também rejeitaram, por 402 votos a 21 e duas abstenções, o sistema de votação em listas fechadas, que previa a distribuição das vagas de acordo com listas preordenadas. O sistema distrital misto – em que metade das vagas seria preenchida por lista e a outra metade pelo voto majoritário em distritos – também foi rejeitado pelo Plenário por 369 votos a 99 e 2 abstenções.

Antes de encerrar a votação, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, ressaltou que manteve “rigorosamente” a promessa de votar a reforma política em Plenário, permitindo que os deputados votem todos os modelos propostos. Segundo ele, os deputados terão de arcar com o resultado das votações. “Não aprovar nenhum modelo significa votar o modelo de hoje, uma decisão que a Casa tem de assumir a responsabilidade”, disse.

Intenso debate
O distritão foi alvo de intenso debate até mesmo durante a votação dos outros modelos. Deputados contrários chegaram a empunhar cartazes explicando os motivos pelos quais votaram contra o modelo: excesso de personalismo, diminuição da força dos partidos, entre outros. Para os favoráveis, o distritão é um modelo simples de ser entendido e capaz de diminuir a pulverização de votos que levou ao Parlamento 28 partidos e baratear as campanhas com menos deputados.

Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Sessão para análise e discussão da Reforma Política
Deputados levantaram cartazes em protesto contra o “distritão”
 

O relator da matéria, deputado Rodrigo Maia, responsabilizou o PT pela derrota. “O PT mobilizou uma parte da sua base, virou votos da semana passada para essa e provou que não quer mudar nada”, disse.

O líder do PMDB, deputado Leonardo Picciani (RJ), outro partidário do distritão, também lamentou a derrota. “A decisão da maioria foi de não promover mudança no sistema eleitoral. O PMDB cumpriu o seu papel e defendeu a mudança do sistema”, disse.

O partido, no entanto, contou com dissidências. O deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), que foi relator da comissão especial da reforma política e teve o parecer preterido por decisão dos líderes, chegou a distribuir um panfleto aos deputados denunciando falhas do distritão.

Quem comemorou o resultado foi o deputado Henrique Fontana (PT-RS). “Derrotamos o que era o grande risco de retrocesso para a democracia do País, que era o distritão, um sistema que seria o paraíso do abuso do poder econômico e o fim dos partidos”, disse.

Argumentos
O líder do PR, deputado Maurício Quintella Lessa (PR-AL), chamou o “distritão” de “canto da sereia”. “Em princípio, parece um sistema que prega a simplicidade, mas é o sistema que personifica a eleição e fragiliza os partidos e ideias. Cada deputado seria um partido político”, disse ele, afirmando que o modelo de eleger os mais votados inviabiliza as minorias.

Para o deputado Vinicius Carvalho (PRB-SP), o distritão não atenderia aos que foram às ruas desde 2013 pedindo mudanças nos rumos do governo. “No Japão, chegou-se à conclusão de que o distritão favorecia a disputa individualizada, a disputa entre os parlamentares e estimulava também os casos de corrupção e caixa dois. É isso que nós queremos dar como resposta ao clamor das ruas?”, questionou.

Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Sessão para análise e discussão da Reforma Política. Dep. Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Rodrigo Maia, que propôs o sistema do “distritão”, responsabilizou o PT pela derrota em Plenário
 

O líder do Psol, deputado Chico Alencar (RJ) também avaliou que o voto majoritário fortalece o personalismo e iria piorar a política. “Aprovar esse sistema majoritário individualista, que mata a ideia de solidariedade partidária, é colocar no alto do trono da política brasileira o cada um por si, a campanha rica, o partido como um mero carimbador”, criticou.

Para o deputado Miro Teixeira (Pros-RJ), no entanto, não haveria problema em aumentar o personalismo. Ele defendeu a aprovação do “distritão”. “Sejamos individualidades, nós representamos o povo, não temos de ser usados como cabos eleitorais de luxo ou para cumprir ordens dos donos da política”, avaliou.

O líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), argumentou que o distritão poderia ser a solução para o excesso de partidos. “Este Parlamento, do ponto de vista partidário, está uma verdadeira zorra, são 28 partidos com assento, recorde mundial”, disse. Hoje, segundo ele, os aspirantes a candidato já buscam partidos não pela ideologia, mas pela facilidade de se eleger. “Esse é o mundo real, não adianta aula de cientista político”, ressaltou.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Carol Siqueira e Eduardo Piovesan
Edição – Pierre Triboli

DATA-BASE: SINDICATOS RECHAÇAM PARCELAMENTO E QUEREM PAGAMENTO EM PARCELA ÚNICA

dsc08712_site_400_266Em reunião conjunta realizada na sede do SISEPE-TO na manhã desta terça-feira, dia 26, as entidades classistas representativas dos servidores públicos estaduais rechaçaram a proposta apresentada pelo Governo do Estado para pagamento da data-base. As entidades fizeram um ofício endereçado ao Governador Marcelo Miranda no qual comunicam oficialmente a rejeição da proposta de parcelar o índice de 8.3407%, em 03 parcelas, sendo somente 1% em 2015 e o restante, em 2016, em duas parcelas que seriam incluídas nas folhas de janeiro e maio.

Após a reunião, as entidades seguiram para o Palácio Araguaia na tentativa de se encontrar com o Governador Marcelo Miranda para discutir o pagamento da data-base, já que o secretário da Administração, Geferson Barros, sinalizou um fechamento na negociação ao dizer que a proposta apresentada no último dia 25 é inflexível. “Infelizmente, é a única proposta que podemos fazer”, afirmou Geferson aos sindicalistas.

No ofício, as entidades comunicam todas as deliberações da reunião conjunta desta terça-feira. Além de não aceitar o parcelamento, as entidades solicitaram que a data-base seja cumprida em parcela única. “Solicitam, a Vossa Excelência, o cumprimento da data-base, EM PARCELA ÚNICA, na folha de pagamento do mês de maio do corrente ano, obedecendo-se os termos da legislação em vigor e aplicando-se o índice de 8.3407% referente ao INPC apurado nos últimos 12 meses”, ressalta o ofício.

As entidades também solicitaram que a negociação do pagamento das progressões seja feita de forma separada da data-base, tendo em vista as especificidades de cada categoria.

Outra solicitação foi uma reunião com o Governador, em caráter de urgência, para tratar do assunto.

No Palácio Araguaia, após esperar, sem sucesso, para serem recebidos pelo Governador, os presidentes dos Sindicatos e Associações dos Militares foram recebidos pelo secretário-chefe da Casa Civil, Télio Leão Ayres. Télio recebeu o ofício e afirmou que irá atuar junto ao Governador para o agendamento da reunião sobre o pagamento da data-base.

ENTIDADES PRESENTES

Participaram da reunião desta terça: NCST-TO, SISEPE-TO, SINTRAS-TO, SINDARE, SINPEF, SINDEPOL, SINDIFISCAL, SEET, SICIDETO, SINTEDIT, SINDEFESA, AOMETO, ASMIR, ASSPMETO, APRA-TO, ASPRA-TO. (Assessoria de Comunicação SISEPE-TO, Ana Mariana Araújo) 

MPE assina termo de cooperação técnica com Escola Superior do Ministério Público da União

166d8fd734f9415202060a557cdb8521-width-400O Procurador-Geral de Justiça, Clenan Renaut de Melo Pereira, e o Coordenador do Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional do Ministério Público Estadual (Cesaf/MPE), Procurador de Justiça José Maria da Silva Júnior, assinaram, na manhã desta segunda-feira, 25, um Termo de Cooperação Técnica, Científica, Educacional e Cultural com a Escola Superior do Ministério Público da União (ESMPU)

O Subprocurador-Geral do Trabalho e diretor adjunto da ESMPU, Maurício Correia de Mello, também assinou o documento, que estabelece parceria visando a troca de experiências, informações e tecnologias e a oferta mútua de cursos de capacitação nas modalidades presencial e a distância, bem como atividades complementares de interesse comum.

“Esta parceria é muito importante para o MPE, pois amplia as opções de cursos de aperfeiçoamento para membros e servidores”, considerou Clenan Renaut de Melo Pereira.

A cerimônia que selou a parceria entre MPE e ESMPU aconteceu durante a programação de reunião ordinária do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais dos Estados e da União (CNPG), ocorrida em Brasília (DF).

Tornado e chuvas torrenciais matam no México e EUA

606x340_306710Um tornado atípico de seis segundos provocou 13 mortos e mais de duas centenas de feridos no México. A tragédia ocorreu ao nascer do dia em Ciudade Acuña, no norte do país, junto à fronteira com os Estados Unidos. A população foi surpreendida por ventos com rajadas entre os 270 e os 300 quilómetros por hora. De acordo com as autoridades, o tornado provocou importantes estragos materiais num milhar de casas. Entre os mortos contam-se dez adultos e três crianças. Uma pessoa está dada como desaparecida.

Do outro lado da fronteira, há também vítimas a lamentar. As autoridades americanas dão conta de pelo menos seis mortos e doze desaparecidos nos estados de Oklahoma e do Texas. O presidente da câmara de San Marcos, Steve Thurber, refere que muitas pessoas perderam as casas, os bens e os negócios e que a comunidade vai agora ajudar quem foi afetado. As chuvas repentinas provocaram um fenómeno que o governador do Texas comparou a um tsunami. Greg Abbot declarou o estado de emergência em 24 condados.

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Primeiro dia de inscrições no Enem registra mais de 400 mil candidatos

site_receita_federalBalanço divulgado na noite de hoje (25) pelo Ministério da Educação (MEC) mostra que 410 mil estudantes se inscreveram no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) até as 19h. O período de inscrições começou e vai até o dia 5 de junho. O MEC espera que mais de 9 milhões de pessoas se candidatem para fazer o exame.

Os candidatos poderão se inscrever exclusivamente pela internet, no site do Enem. A taxa de inscrição custa R$ 63, que deverão ser pagos até o dia 10 de junho. As provas serão aplicadas nos dias 24 e 25 de outubro em mais de 1,7 mil municípios em todo o país.

O Enem foi criado para avaliar os alunos que estão concluindo o ensino médio ou que já o concluíram em anos anteriores. Não importa a idade nem o ano do término do curso, basta que o interessado faça sua inscrição na página eletrônica do Enem. Estudantes que não terminarão o ensino médio este ano podem participar como treineiros ou seja, o resultado não poderá ser usado para participar de programas de acesso ao ensino superior.

A nota das provas pode ser usada para o candidato participar de programas como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), que disponibiliza vagas no ensino superior público; o Programa Universidade para Todos (ProUni), que oferece bolsas em instituições privadas; e o Sistema de Seleção Unificada do Ensino Técnico e Profissional (Sisutec), que garante vagas gratuitas em cursos técnicos. A participação no Enem é pré-requisito para firmar contratos pelo Fundo de Financiamento Estudantil, obter bolsas de intercâmbio pelo Programa Ciência sem Fronteiras e certificação do ensino médio.

Estudantes que vão concluir o ensino médio este ano em escolas públicas e participantes que declararem carência são isentos da taxa. Podem solicitar a isenção por carência aqueles que têm uma renda renda familiar por pessoa igual ou inferior a um salário mínimo e meio e que cursaram todo o ensino médio em escola da rede pública ou como bolsista integral em escola da rede privada. As informações devem ser comprovadas. O participante deve acompanhar na página de inscrição se o pedido de isenção foi aceito.

É também ao fazer a inscrição que o participante pode solicitar atendimento especializado ou específico. O atendimento especializado é oferecido a pessoas com baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, deficiência auditiva, surdez, deficiência intelectual, surdocegueira, dislexia, déficit de atenção, autismo, discalculia (alteração neurológica que dificulta a aprendizagem de números) ou com outra condição especial.

Após fazer a inscrição, participantes transexuais e travestis podem pedir o uso do nome social, também pela internet, entre os dias 15 e 26 de junho.

Aline Leal – Repórter da Agência Brasil

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