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PDT bate o pé e diz que já tem candidato à Prefeitura de Araguaína

thumbsApesar da chuva, o ano começou quente na política araguainense. Nos últimos dias, a temperatura subiu nos bastidores políticos do município. E quem fez essa temperatura subir foi o PDT – Partido Democrático Trabalhista, presidido pelo empresário Paulo Couto.
Após reuniões com filiados e simpatizantes do PDT, ficou decidido que o partido vai lançar candidatura própria à Prefeitura de Araguaína. Para o presidente municipal da sigla, a decisão já está tomada e não há nenhuma possibilidade do partido voltar atrás sobre a decisão. “A possibilidade do PDT em desistir de uma candidatura própria é a mesma de secar o rio Araguaia com um copo”, disse Couto.
Para Paulo Couto, a decisão de impor uma candidatura própria do PDT, se deve ao fato de que Araguaína, pela primeira vez, corre o sério risco de ser obrigada a ter que fazer “escolhas trágicas”, com velhos candidatos que o povo já conhece e despreza. Couto diz ainda que o eleitor araguainense tem o direito de escolher entre marcar certo e errado. “Dos nomes que estão aí, o eleitor só tinha uma opção, que era marcar errado. Agora, com uma candidatura própria do PDT, o povo poderá decidir entre o trágico e a esperança, entre o certo e o errado”, afirma Couto.
Segundo Paulo Couto, o PDT já tem três prováveis nomes que poderão ser candidatos a prefeito. São eles: Um executivo administrador com conhecimento internacional e focado em gestão de resultado, uma historiadora especialista em administração bastante conceituada em Araguaína e o  jornalista e teólogo, Alberto Rocha, especialista em Educação pela UnB.
Os três nomes estão sendo discutidos em reuniões. Mas Couto afirmou que a porta está aberta e que outros nomes podem ser apresentados pelo partido.
Já o jornalista Alberto disse que ficou surpreso com a lembrança, mas que não fugirá ao desafio. Para ele, tanto o executivo quanto a historiadora e administradora, são capacitados para o desafio. Mesmo assim, não fugirá a luta. “Prefiro enfrentar os gigantes, pois  são previsíveis, carregam no cérebro o germe da prepotência  e  se alimentam da ilusão de serem invencíveis”, afirmou o jornalista, que aproveitou para filosofar. “Carecas têm menos riscos de pegar piolhos, mas têm grande chance de interceptar um raio”, finalizou  o jornalista. ( Texto da Assessoria do PDT- 9256-5309).

 

Deputado Eduardo do Dertins lança Paulo Roberto pré-candidato a prefeito de Araguaína

6119688f02O presidente estadual do PPS (Partido Popular Socialista) deputado Eduardo do Dertins, visitou a cidade de Araguaína na manhã desta terça-feira (26) e abonou a filiação do advogado Paulo Roberto, lançando-lhe como pré-candidato a prefeito de Araguaína, nas próximas eleições.

Na oportunidade, o deputado entregou a direção do partido em Araguaína para que Dr. Paulo Roberto tome de conta da sigla, fazendo o que achar melhor, para o crescimento e fortalecimento do grupo que começa a se formar.

“Confio plenamente em Paulo Roberto, é um nome novo com garra, coragem e apoio popular para disputar a prefeitura de Araguaína, tem todo nosso apoio”, disse Eduardo do Dertins.

Paulo Roberto
“O meu compromisso é zelar pelo bem público e administrar de forma transparente. Não roubar nem deixar roubar e colocar na cadeia os que roubam”, finalizou.

portalgilbertosilva

Equipe ordenha aranha mais venenosa da Austrália para produzir antídoto a veneno; assista

A aranha teia-de-funil é a terceira mais venenosa do mundo e, na ausência do soro, pode matar uma criança em apenas 15 minutos.

aranhaUma equipe de pesquisadores do Parque Australiano dos Répteis mostrou como faz a ordenha de uma aranha teia-de-funil, a mais venenosa da Austrália e a terceira mais fatal do mundo. Veja o vídeo.

O aracnídeo, apelidado de Big Boy por causa de sua perna de 10 centímetros de extensão, foi pego em uma mata nativa em Newcastle, na semana passada, e entregue ao parque por um “bom samaritano”.

O parque incentiva o público a capturar e enviar as aranhas para que possa usá-las para produzir o soro antídoto ao veneno.

O supervisor do programa, Billy Collett, disse que nunca ouviu falar de espécimes maiores – embora eles existam.

“Pode haver uma aranha maior em algum museu, mas esta é a maior que já tivemos em nosso programa”, disse Collett.

A picada dessa aranha australiana inclui uma dose total de veneno – ao contrário de outros espécimes, que só o injetam parcialmente – e pode matar uma criança em apenas 15 minutos.

As picadas são relativamente comuns porque a teia-de-funil vive em habitats úmidos, como arbustos ou partes de árvores em decomposição. Às vezes elas caem em piscinas, onde podem viver até 30 horas sob a água.

Seu veneno pode levar ao colapso cardíaco, afetar o sistema nervoso e o intestino e causar dificuldade em respirar, o que provoca a morte.

Ao todo, 13 pessoas já morreram por causa do aracnídeo na Austrália. Desde a criação do antídoto, no entanto, nenhum caso foi relatado.

A aranha brasileira armadeira é reconhecida como a mais perigosa do mundo pelo Guinness World Records em 2010.

Da BBC

MPE recorre ao TJ para manter Emsa e Rivoli impedidas de contratar com o poder público

fae285f51139153bc0607aa879e15325-width-400O Ministério Público Estadual (MPE) apresentou recurso ao Tribunal de Justiça (TJ), na última sexta-feira, 22, solicitando a revisão de uma decisão da 3ª Vara da Fazenda Pública da Capital que suspendeu a liminar que proibia as construtoras Emsa e Rivoli SPA de contratarem com o poder público no Estado do Tocantins.

O recurso foi interposto pela 5ª Procuradoria de Justiça. Na peça, é alegado o risco de as empresas voltarem a praticar atos lesivos ao erário. Isso porque, durante a execução de um contrato com o Governo do Estado, elas teriam superfaturado dezenas de obras públicas, causando prejuízos estimados em R$ 458 milhões. Tais irregularidades são alvo de 67 ações propostas pelo MPE, sendo 57 ações de improbidade administrativa e 10 ações de ressarcimento ao erário, embasadas no resultado de perícias técnicas e em relatórios de inspeção do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

O recurso apresentado ao TJ destaca que o superfaturamento de obras públicas foi realizado pelas empresas de forma “profissional e repetida, por anos a fio”, durante a construção de dezenas de pontes no Estado. Ressalta que o risco das irregularidades voltarem a acontecer é agravado pelo fato de uma das construtoras, a Rivoli SPA, ter vencido uma licitação do Governo do Estado que envolve recursos públicos na ordem de R$ 150 milhões, voltada à construção de uma ponte sobre o rio Tocantins, entre os municípios de Porto Nacional e Fátima. A Emsa também participou da licitação.

Um dos principais argumentos sustentados pelo MPE é o de que existe jurisprudência por parte do Superior Tribunal de Justiça (STJ) apontando a proibição preventiva de agentes ímprobos de contratarem com o poder público como meio para evitar a prática, a continuação ou a repetição de atos de improbidade administrativa.

 

Amastha recebe apoio de Ataídes, do PSDB, e ambos celebram união histórica de empresários na gestão pública

Amastha e Ataides_2601O prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), recebeu na manhã desta terça-feira, em Palmas, o apoio à sua gestão do PSDB (Partido da Social Democracia Brasileira), presidido no Tocantins pelo senador Ataídes Oliveira. Para o chefe do Executivo municipal, a adesão é importante para reforçar a política administrativa implementada pela prefeitura. Já, para o senador, a aliança é um marco da história política do Tocantins por unir dois empresários com visão empreendedora em benefício da administração pública.  Empreendedores em suas áreas (comércio, shoppings e construção civil), ambos atuam no Estado há muito tempo e já geraram milhares de empregos.

“É a construção de um princípio, à união de duas siglas para um objetivo comum. O PSDB, com sua ação combativa, se une ao PSB que busca a renovação do modelo político”, afirmou Amastha.

Por outro lado, o senador comentou que a adesão de seu partido à base do Executivo municipal é por “necessidade e responsabilidade”. “É uma necessidade de ver esse modelo de gestão continuar à frente da nossa Capital Palmas, uma necessidade de ver Amastha como prefeito dessa cidade. E a responsabilidade disso é nossa, de votarmos e trabalharmos para que isso se concretize”, declarou.

PROPÓSITOS

Tanto Amastha quanto Ataídes fizeram questão de afirmar que a união de ambos se deu por propósitos e objetivos comuns. “Somos dois empresários, graças a Deus, bem sucedidos na vida. Não precisamos de dinheiro público, nossa causa é fazer algo maior, mudar a situação pois não podemos ficar impacientes e inertes diante do que está aí”, disse Ataídes Oliveira. “Por isso, tem político por aí, que não é do bem, que vai ficar atordoado e perturbado com essa aliança pois sabe que conosco é diferente”, completou.

Amastha, entretanto, ao dar as boas vindas lembrou que o senador foi o primeiro apoiador de sua campanha a prefeito. “Por esse e outros motivos é uma satisfação contar com o senador para nos ajudar a trabalhar por Palmas. Penso que, pelo seu perfil, se tivesse ganho a eleição para governo o Estado estaria numa situação bem diferente”, finalizou.

PRESTÍGIO

O anúncio foi feito no auditório do Hotel Pousada dos Girassóis II, em Palmas, e reuniu lideranças de várias siglas, como os vereadores Folha, Marilon Barbosa, Hiran Gomes, secretários municipais, além da presidente do PSDB Mulher, Cíntia Ribeiro, viúva do senador João Ribeiro.  

Com alta do dólar e queda da economia, contas externas têm menor déficit

tulio_maciel_bcCom a alta do dólar e a queda da atividade econômica, a demanda por produtos e serviços do exterior caiu em 2015. Com isso, o déficit das contas externas do Brasil, que são as compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com o mundo, fechou o ano passado em US$ 58,942 bilhões, o que correspondeu a 3,32% de tudo o que o país produz – o Produto Interno Bruto (PIB).

O resultado ficou abaixo da projeção do Banco Central para o ano, que era US$ 62 bilhões ou 3,48% do PIB, e é o menor valor da série histórica iniciada em 2010. Em 2014, o déficit em transações correntes (contas externas) chegou a US$ 104,181 bilhões ou 4,31% do PIB.

“O menor dinamismo da atividade econômica em 2015 afeta a demanda por bens e serviços do exterior. É um resultado positivo [redução do déficit das contas externas], favorável, em quadro de instabilidades e incertezas no cenário global e mesmo interno”, disse o chefe do Departamento Econômico do Banco Central, Tulio Maciel.

Segundo ele, o dólar, cerca de 42% mais caro em 2015 em relação ao ano anterior, também causou impacto sobre as contas externas. “Isso torna o custo de bens e serviços no exterior mais elevado”, disse. Por outro lado, o dólar mais caro estimula as exportações e leva a um resultado melhor da balança comercial (exportações e importações).

Além desses aspectos – a atividade econômica e o câmbio –, classificados por Maciel como conjunturais, ele citou características “estruturais” do país que contribuíram para a redução do déficit. Destacou o regime de câmbio flutuante, com cotação da moeda oscilando conforme a oferta e demanda no mercado. “O regime de câmbio flutuante se portou como primeira linha de defesa das contas externas”, afirmou.

Maciel destacou ainda que diferentemente do que ocorreu nos anos 80 e 90, o passivo do país está concentrado em investimentos. Nessas décadas, diz o diretor, a situação era diferente: o passivo estava relacionado a empréstimos. “No passado, você tinha na conta de juros o seu principal gargalo. Hoje, pelo fato de a maior parte do passivo ser de investimentos, a contraparte desse passivo é formada pelos lucros e dividendos, o que é uma despesa pró-cíclica. Em momentos de bonança, o fluxo cresce, em momento adversos, ele se retrai”, enfatizou.

Maciel também citou como aspecto estrutural o fato de o país ter um mercado consumidor robusto. “São quase 200 milhões de consumidores, com oportunidades de investimentos em diversos setores. E um volume de reservas [internacionais] elevadas, isso também é fundamental destacar”, disse.

Edição: Graça Adjuto

Bananas correm risco de extinção

637x325A banana é a fruta mais popular do mundo. E além dos seus predicados gastronômicos, ela já foi usada tanto para designar governos corruptos em países tropicais – as Repúblicas das Bananas – quanto para sinalizar algum comportamento estranho – no inglês “going bananas”. Também tem se mostrado útil a atletas, como repositora de nutrientes. Quem não lembra do tenista Gustavo Kuerten comendo bananas no intervalos de jogos?

Atualmente, mais de 100 milhões de bananas são consumidas anualmente no planeta.

Mas agora o mundo enfrenta uma nova ameaça que pode provocar, segundo especialistas, a extinção da variedade mais comum da banana, a Cavendish (no Brasil, banana d’água e/ou nanica). E talvez da fruta em todas as suas espécies.

Tal possibilidade tem a ver com uma propriedade rural no condado de Derbyshire, Inglaterra. Ali, há 180 anos, foi desenvolvida a variação da fruta que se tornaria a mais consumida no mundo.

‘Planta exótica’

O jardineiro da propriedade de Chatsworth, Joseph Paxton, recebeu, em 1830, um cacho de bananas importadas das Ilhas Maurício. Paxton havia visto bananas em um papel de paredes de um dos 175 quartos da propriedade. Na esperança de cultivar o fruto, o jardineiro plantou o que seria a primeira bananeira daquela propriedade.

“Paxton sempre esteve atento a novas plantas exóticas e era bem relacionado, o que lhe permitiu saber que bananas haviam chegado à Inglaterra”, comenta o atual jardineiro-chefe da propriedade, Steve Porter.

Em novembro de 1835 a bananeira de Paxton finalmente deu frutos. Mais de 100, o que rendeu ao jardineiro a medalha durante a exposição da Sociedade Horticultural britânica.

A banana acabou batizada pelos empregados da propriedade de Cavendishii, já que Cavendish era o nome de família dos donos do local, a duquesa e o duque de Devonshire.

“Naquela época, era muito interessante para uma família inglesa plantar bananas e servir a fruta a seus visitantes”, diz Porter. “E ainda é”, comenta.

Missionários acabaram levando as bananas Cavendish para o Pacífico e Ilhas Canárias. Com a epidemia da Doença do Panamá, que dizimou as plantações de outros tipos de bananas a partir de 1950, mas não afetou a Cavendish, esta variação da fruta passou a ser a preferida de agricultores mundo afora.

A Cavendish era imune ao fungo assassino. E acabou sendo o tipo-exportação. A fruta rendeu, em 2014, US$ 11 bilhões em exportações da fruta, sendo o Equador o principal vendedor. O Brasil é o sexto maior produtor, com mais de 7 milhões de toneladas produzidas, mas consome quase toda a banana que produz.

O problema é que, enquanto produtores aperfeiçoavam a banana Cavendish, encontrada em supermercados do Ocidente quase sempre com o mesmo tamanho e sem manchas, o fungo da Doença do Panamá também evoluiu. E, agora, ameaça seriamente as Cavendish.

O novo fungo é ainda mais poderoso do que o que atacou o tipo mais popular de banana antes dos anos 50, a Gros Michel, e agora afeta plantações em diversos lugares no mundo. Mais de 10 mil hectares de plantações foram destruídos.

Como o todas as Cavendish produzidas atualmente são clones daquela plantada pelo jardineiro Joseph Paxton há quase dois séculos, se uma for atingida, as demais também serão.

Perigo

O fungo foi redescoberto em 1992, no Panamá, e detectado desde então na China, Indonésia, Malasia e Filipinas. E, de acordo com a Panama Disease.org, – entidade formada por pesquisadores holandeses para alertar sobre o perigo da doença- afetará logo, e em larga escala, plantações da América do Sul e África.

“O problema é que não temos outra variação da banana que seja imune à doença e que possa substituir a Cavendish”, diz Gert Kema, especialista e produção da planta na Wageningen University and Research Centre, na Holanda, e um dos membros do Panama Didease.org.

Pesquisadores trabalham com duas linhas de ação para salvar a banana. Primeiro, conter o avanço da doença através de campanhas.

Mas é mais fácil falar do que fazer, alerta Alistair Smith, coordenador internacional da organização Banana Link, que reúne cooperativas de agricultores ao redor do mundo.

“É mais ou menos possível conter (o fungo) com medidas severas, mas isso não significa que a doença não será transmitida”, diz.

Temos tecnologias mais avançadas agora do que tínhamos quando perdemos a Gros Michel”, complementa Kema. “Podemos detectar e rastrear o fungo muito melhor do que antes, mas o problema persiste, pelo fato de que a Cavendish é muito vulnerável à doença”.

Outra banana

Daí surge a segunda linha de atuação: achar uma banana não vulnerável ao fungo.

“Continuar plantando a mesma banana é burrice”, alerta Kema. “Podemos tentar aperfeiçoar a Cavendish geneticamente. Mas, em paralelo, precisamos aumentar a diversidade”.

A eventual extinção da banana traria impacto severo para a economia e a dieta de vários países, lembram os pesquisadores.

Enquanto isso, ainda distante da crise, a plantação de bananas iniciada por Joseph Paxton em 1830 segue firme em Chatsworth, na Inglaterra, onde são colhidos de 30 a 100 cachos por ano.

“Elas parecem mais com plântano, mais densas e não tão doces”, comenta o atual jardineiro, Steve Porter. “Mas ficam bonitas na decoração e são usadas também em alguns pratos da casa. Equanto pudermos, vamos manter nossa plantação”.

Fonte: BBC Brasil
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PRF Registra primeira apreensão de drogas em 2016

Guaraí 25-01.2No último dia 25, na Unidade Operacional da PRF em Guaraí/TO, às 10h00 foi abordado um ônibus, que saiu de Goiânia/GO com destino à Imperatriz/MA para fiscalização de rotina. Durante revista, foram encontrados no bagagiero 25,1 kg de substância análoga a maconha alocados em duas malas.

O passageiro responsável, um jovem de 18 anos, declarou que receberia o valor de R$ 1.000,00 (UM MIL REAIS) para levar a droga de Cuiabá/MT para uma cidade no estado do Maranhão. Por se tratar de crime de tráfico de drogas, foi dada voz de prisão e o rapaz foi conduzido juntamente com a substância apreendida à central de flagrantes da Policia Civil de Guaraí.

Além das ações de controle do fluxo de veículos, para redução das taxas de mortalidade e acidentes nas rodovias federais, a PRF está atenta ao combate à criminalidade. Devido a sua localização, o Tocantins é estratégico para o combate ao narcotráfico, pois além de ser destino de boa parte dos entorpecentes, é uma rota de tráfico entre as fronteiras da região norte/nordeste bem como outros países.

A PRF no Estado do Tocantins, somente no ano de 2015 apreendeu 1,4 tonelada de maconha, 39 kg cocaína e 5 kg crack, além de outros crimes verificados.

 

Gestores e colaboradores aprendem a administrar tempo e vendas durante treinamento na ACIARA

Colaboradores 5O ano começou com muito conhecimento para gestores e colaboradores do comércio de Araguaína. A Associação Comercial e Industrial de Araguaína – Aciara promoveu dois treinamentos com o treinador Silvério Freitas, nos dias 21 e 22 de janeiro, com foco na gestão do tempo e estratégias de vendas. “Este foi o primeiro módulo de outros treinamentos que faremos na associação. Prevemos pelo menos três por mês. A melhor forma de nos reinventarmos é adquirindo novos conhecimentos e aplicando abordagens diferentes para atendermos melhor as demandas dos consumidores”, afirmou o presidente da Aciara, Márcio Parente.

Gestão do tempo

“Quem não tem agenda, vira agenda dos outros”. Silvério pediu que todos os gestores presentes no primeiro dia de treinamento repetissem a frase exaustivamente para criar a disciplina entre os empresários. Segundo o treinador, existem três tipos de tempo: importante, urgente e circunstancial. “É preciso dedicar tempo para o que é importante na sua vida pessoal e profissional. Se não fizer isso, você vai gastar muito tempo com o que é urgente e nada vai sair como o pretendido. 75% dos empresários brasileiros vivem no tempo urgente e isso é um erro”, taxou Silvério.

Outro ponto importante abordado pelo treinador foi a necessidade de delegar atividades entre os colaboradores. “Não existe equipe ruim, existe gestor fraco. O empresário tem que ensinar o colaborador a fazer as coisas, dar tempo para o aprendizado, corrigir os erros e aí sim supervisionar a atividade. Se não fizer isso, ele vai ter que fazer o trabalho e não terá tempo para o que é importante”.

Os gestores também fizeram um teste escrito sobre uma auto-avaliação do uso do tempo. De acordo com a soma dos pontos, os participantes descobriram se gastam mais tempo com atividade importantes, urgentes ou circunstanciais, aquelas que roubam o tempo útil do trabalhador.

O empresário Fernando Schmaltz aprendeu bem a lição. “No meu organograma, descobri que uso muito do meu tempo para coisas urgentes e sempre achei que eram importantes. Vou me dedicar mais tempo também para delegar melhor as funções entre os meus colaboradores. Esta palestra foi fundamental para que a gente acordasse para a realidade porque, muitas vezes, achamos que estamos fazendo o certo, mas, na verdade, não estamos”.

Venda é relacionamento

No segundo dia, o foco foram os colaboradores, os grandes responsáveis pelas vendas das empresas. “O intuito foi que a concepção de vendas e atendimento seja outra após este treinamento. É uma nova abordagem sobre como vender um produto, conquistar um cliente por meio de comentários, gestos e atitudes”, ressaltou Silvério.

O treinador usou atividades lúdicas para incentivar a comunicação durante a palestra, propondo que os colaboradores se apresentassem para o colega sentado ao lado com um abraço. “O nosso negócio é conquistar pessoas. Para sermos bons profissionais, precisamos ser boas pessoas. O profissionalismo fala mais de ética e caráter do que qualquer outra coisa”, enfatizou.

Silvério também lembrou que relacionamento, poder de influência, conquista de pessoas e criação de empatia são habilidades que as pessoas podem adquirir com treinamento, não são dons. “A palestra foi um incentivo muito bom pra gente que lida com vendas. Mas não só nisso, valeu também para o lado pessoal”, contou o assistente técnico, Jairo Ferreira de Sousa. As novas informações também serão bastante úteis para o vendedor Bruno Aparecido. “Foi bastante interessante, consegui receber muito conhecimento de vendas, de como me comunicar melhor com as pessoas. São coisas que eu vou levar para a empresa e usar para atender melhor os clientes.”

 

Prefeitura notifica loteamentos de Araguaína para adequação em obras

88724efd-7cd5-4659-99a4-bba07da3c433De 17 loteamentos da cidade, 11 ainda não foram entregues ao Município por apresentarem irregularidades na infraestrutura
A Prefeitura de Araguaína, por meio da Secretaria do Planejamento, Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, notificou loteamentos que estão com infraestrutura irregular. Os empreendedores devem receber um documento durante essa semana com o cronograma de data e hora que deverão comparecer à secretaria para apresentarem cronogramas de obras adequado a realidade atual os empreendimentos.  
Em seguida, a Prefeitura irá convocar os empreendedores para a elaboração da minuta de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), que deverá ser firmado entre os empresários, o Município e o Ministério Púbico Estadual (MPE).

Visita

Na tarde da última sexta-feira, 21, o prefeito Ronaldo Dimas, acompanhado dos secretários da Infraestrutura, Simão Moura Fé; do Planejamento, Meio Ambiente, Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, Joaquim Quinta Neto; secretário executivo da mesma pasta, Frederico Minharro Prado; e a diretora de Empreendimentos Imobiliários, Ana Celles Zum Bach, visitaram pessoalmente as obras.
A visita constatou que a maioria dos loteamentos ainda não entregues à Prefeitura encontram-se com irregularidades em infraestrutura, como sistema de drenagem, pavimentação, redes de água, energia e iluminação pública. Alguns apresentaram também problemas ambientais.

Loteamentos

Desde 2006, 22 loteamentos já foram aprovados em Araguaína. Desses, 17 encontram-se com irregularidades e 11 deveriam ter sido entregues para a municipalidade e ainda não foram.  Seis estão com obras em andamento, porem com atraso. Os mesmos já foram notificados nesta gestão. Todos os empresários responsáveis serão convidados mais uma vez pelo Município para sanar novos problemas encontrados.

Gláucia Mendes
Foto/Crédito: Marcos Filho/Ascom

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