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Força Sindical e Fesserto reúnem sindicatos filiados para preparar mobilização contra a Reforma da Previdência

Representantes de mais de dez categorias estiveram no encontro realizado nesta sexta-feira; na próxima semana, sindicalistas iniciam agenda de visita a deputados federais e senadores

A Força Sindical-TO e a Fesserto (Federação dos Sindicatos dos Servidores Públicos do Tocantins) reuniram, no final da tarde desta sexta-feira, 8 de março, na sede da Fesserto, em Palmas, representantes de 11 categorias para preparar mobilização contra a proposta de Reforma da Previdência apresentada pelo governo federal. A mobilização, que também vai ocorrer no resto do país, está prevista para o dia 22 de março.

A proposta, que no entendimento das entidades sindicais tira direitos dos trabalhadores e cria, em alguns casos, dificuldades intransponíveis para as pessoas poderem se aposentar, foi protocolada pelo próprio presidente Jair Bolsonaro (PSL) no Congresso Nacional no dia 20 de fevereiro. “Apenas com união, o trabalhador terá condições de lutar contra essa proposta abusiva do governo. Vivemos em um país no qual os bancos devem milhões de reais, os maiores devedores não são cobrados, o poder público é repleto de comissionados em todas as esferas, mas o governo mira apenas o trabalhador para tentar equilibrar suas contas”, destacou o presidente da Fesserto e da Força Sindical-TO, Carlos Augusto Melo de Oliveira (Carlão).

Participaram da reunião representantes de sindicatos dos fisioterapeutas, fiscais da Adapec, jornalistas, enfermeiros e técnicos em enfermagem, caminhoneiros, construção pesada, auditores fiscais (Sindifiscal), empregados em entidades culturais (sistema S incluso), frentistas, aposentados, inspetores do Naturatins, servidores da Assembleia Legislativa, guarda metropolitanos e fiscais de trânsito.

Já a parir de segunda-feira, 11 de março, os sindicalistas começam uma agenda de visita a deputados federais e senadores para convencê-los dos males da proposta do governo. “Vamos buscar o diálogo, apresentar os argumentos e esperar que os congressistas fiquem do lado dos trabalhadores”, ressaltou Carlão.

Daniel Machado

Governo prorroga concurso da Polícia Civil, mas não define cronograma de nomeações

Suspeitos estão sendo levados para o complexo de delegacias de Palmas — Foto: Wilton Dias/TV Anhanguera
Apesar do governo publicar no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira, 07, a prorrogação do concurso da Polícia Civil, que venceria nesta sexta-feira, 08, o Palácio Araguaia ainda não divulgou nenhum cronograma sobre a convocação dos 95 remanescentes que aguardam serem nomeados.
 
O decreto determina que o certame seja prorrogado por mais dois anos, a contar desta quinta-feira. Desta forma, os médicos legistas e peritos criminais, escrivães, delegados, papiloscopistas e agentes de polícia terão dois anos para serem chamados a ocuparem seus cargos na Administração Pública.
 
Mesmo com a notícia, o que segue preocupando os aprovados que aguardam a nomeação, é a falta de um cronograma sobre a possível ocupação dos futuros servidores nos cargos. Desde sua realização em 2014, o concurso vem sendo tratado pelo Estado com morosidade. O curso de formação só ocorreu dois anos após as provas e as primeiras nomeações só ano seguinte. Ao todo, são quase cinco anos de espera. 
 
”Nós ficamos felizes com a notícia de prorrogação porque estamos aguardando um desenrolar há anos, mas de fato, queremos ter uma certeza que realmente seremos chamados. Essas datas são necessárias até mesmo para organizarmos nossas vidas, que, de certa forma, estão paradas devido à demora de todo esse processo seletivo”, menciona Kayto Muriel, aprovado para o cargo de perito.
 
Na semana passada, o secretário de Segurança Pública do Estado, Cristiano Barbosa Sampaio, garantiu, em reunião com a Comissão de Aprovados no concurso da pasta, que em um prazo de 60 dias esse cronograma será divulgado pelo Governo.
 
Lei
 
Vale lembrar que a Lei Orçamentária de 2018 destinou um total de R$ 50 milhões para a Segurança Pública. Na legislação, um artigo pontuava que a Administração deveria reservar recursos para realização de fases finais de concursos, tal como a nomeação de membros do cadastro de reserva para o exercício de funções ou atribuições que estão sendo desempenhadas por titulares de contratos temporários.
 
Concurso
 
O concurso da Polícia Civil tem atualmente 95 remanescentes, que já concluíram o curso de formação, e esperam ser convocados para atuarem na Segurança Pública do Estado. A última convocação nomeou 60 aprovados em junho do ano de 2018.

PGJ recebe parlamentar e pede apoio para construção da sede da Comarca de Araguaína

O Procurador-Geral de Justiça, José Omar de Almeida Júnior, recebeu na manhã desta quinta-feira, 07, a visita do senador Eduardo Gomes. O encontro ocorreu na sede da PGJ e foi acompanhado pela chefe de gabinete, promotora de Justiça Maria Cotinha Bezerra Pereira.

Na oportunidade, José Omar pediu apoio do senador no sentido de viabilizar emendas parlamentares para a construção da nova sede das promotorias de Justiça de Araguaína. Eduardo Gomes comprometeu-se em articular com a bancada federal do Tocantins, em Brasília, a destinação dos recursos ao Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO).

Ainda durante o encontro, o senador agraciou o PGJ com uma edição especial da Constituição Federal do Brasil, com capa trabalhada em couro e conteúdo atualizado.

Empresários de Paraíso são condenados a restituir mais de R$ 2 milhões em impostos sonegados

Uma atuação do Ministério Público Estadual (MPE) na área de combate a crime de ordem tributária garantiu a reparação de R$ 2.042.002,22 de impostos sonegados à receita estadual. Os réus condenados na ação criminal são os sócios-proprietários da empresa Tocantins Industrial de Bebidas e Alimentos Ltda, Hider Alencar e Eudes Afonso Pereira, da cidade de Paraíso do Tocantins.

A prática de sonegação de impostos ocorreu no ano de 2003, sendo viabilizada por meio do uso de notas fiscais “frias” para compensação de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Na época, o valor sonegado foi de R$ 272.813,45, que atualizado até 13 de fevereiro de 2017, alcança o patamar superior a R$ 2 milhões.

Para garantir a reparação à receita estadual, foi decretado na sentença condenatória o bloqueio judicial de bens dos réus, no valor devido à Fazenda Pública.

Os documentos fiscais foram reconhecidos como inidôneos pelo Conselho de Contribuintes e Recursos Fiscais do Estado, por não possuírem carimbo do Posto fiscal de divisa ou visto da repartição competente, não constarem no relatório de entradas de mercadorias da Secretaria Estadual da Fazenda (Sefaz), não constarem entre as notas fiscais declaradas aos Sistema Integrado de Informações sobre Operações Interestaduais com Mercadorias e Serviços (Sintegra) ou por não serem preenchidos corretamente.

Além da reparação, os réus foram condenados a pena privativa de liberdade, somada ao pagamento de multa.

Para Hider Alencar, foi fixada pena de 4 anos e 7 meses de reclusão, a ser cumprida inicialmente em regime semiaberto. A substituição desta por uma pena restritiva de direito foi declarada incabível na sentença. Para Eudes Afonso Pereira, a pena fixada é de 3 anos, 11 meses e 15 dias de reclusão, a ser cumprida inicialmente em regime aberto.

Na época dos fatos, Hider Alencar exercia o cargo de prefeito de Paraíso do Tocantins, mas não foi acatado o argumento de sua defesa, de que ele se encontrava afastado dos negócios e não teria participado das práticas ilegais, haja vista que depoimentos comprovam que, periodicamente, ele visitava a empresa, verificava relatórios, fiscalizava a produção e participava das reuniões e da contratação de funcionários.
Os fatos foram investigados pela 1ª Promotoria de Justiça de Paraíso, com o suporte de documentação enviada pela Secretaria Estadual da Fazenda.
Cabe recurso da sentença, que foi proferida no último dia 27 pela juíza Renata do Nascimento e Silva, da 1ª Vara Criminal de Paraíso do Tocantins. (Flávio Herculano)

Governo do Estado paga neste sábado salário de fevereiro a restante dos servidores

Os servidores estaduais que recebem acima de R$ 2600,00, líquido, irão receber o salário neste sábado, 9. Com o pagamento, irão circular no mercado tocantinense R$ 115.347.714,97, valor referente à remuneração de 16.040 servidores.

No último dia 1º de março, cerca de R$ 55 mil foram investidos na primeira etapa do pagamento da folha de fevereiro.

Paralelo a outras obrigações financeiras, a quitação dos salários é  um compromisso  prioritário para o Governo do Estado, pois entende que, além de ser um direito dos servidores, é  uma forma de aquecer a economia  local.

 

Ministério Público Federal defende inconstitucionalidade da Medida Provisória 870

A Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do Ministério Público Federal (6CCR) emitiu nota técnica em que defende a inconstitucionalidade da Medida Provisória 870/2019 e dos Decretos 9.673/2019 e 9.667/2019. No documento, o MPF afirma que a política indigenista instituída pela MP e pelos decretos afronta o estatuto constitucional indígena e viola o direito dos povos originários à consulta prévia, previsto na Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). Além disso, ao transferir a demarcação de terras para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a MP coloca em conflito os interesses dos indígenas com a política agrícola da União, e com as atribuições do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, com prejuízo para os povos originários.

Na nota, o MPF defende que a demarcação de terras indígenas volte ao Ministério da Justiça, que seria um mediador isento no caso de conflitos de interesses. Assinado pelo coordenador da 6CCR, subprocurador-geral da República Antônio Carlos Bigonha, o documento será enviado ao Congresso Nacional, que analisa a MP, a ministros de Estado e à procuradora-geral da República, Raquel Dodge. A PGR deve se manifestar na ação direta de inconstitucionalidade que questiona a MP 870, proposta pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB). 

Consulta prévia – A nota técnica lembra que, desde 2002, o Brasil é signatário da Convenção 169 da OIT. A norma garante aos povos indígenas direito à consulta prévia, livre e informada nas matérias que afetam seus direitos e interesses. O próprio Supremo já conferiu à Convenção estatura constitucional. Assim, ao editar a MP no primeiro dia de governo, sem ouvir os povos indígenas, o novo governo não observou o direito básico à consulta prévia. Por isso, a medida provisória seria nula e deve ser rejeitada pelo Congresso Nacional, defende o MPF. 

Política integracionista – A Constituição de 1988 garantiu aos índios o reconhecimento de sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições. Também assegurou legitimidade das atividades produtivas indígenas, reservando-lhes o direito à preservação dos recursos ambientais necessários ao seu bem-estar e às suas atividades. Essas garantias estão previstas no artigo 231, afeto ao Título VIII “Da Ordem Social”, enquanto a política agrícola está disciplinada no artigo 187, contido no título VII “Da Ordem Econômica e Financeira”, deixando clara a distinção que o constituinte estabeleceu entre esses títulos e seus respectivos conteúdos. 

A nota técnica defende que, ao transferir para o Mapa a demarcação de terras indígenas, a MP desconsidera e despreza a distinção entre o desenvolvimento indígena e o não indígena, feita pela própria Constituição, e reconhecida pelo STF em julgamentos anteriores. Isso promove, na prática, a reedição de uma política integracionista superada pela constituição de 1988 e que gerou intensa violações dos direitos indígenas no século passado. Tal perspectiva pressupõe que devem os índios se aculturar, abrir mão de seu modo de vida e de produção tradicionais, para se integrar à sociedade como trabalhadores rurais conectados a uma política agrícola voltada para não indígenas.

“O índio não deve e não necessita ser integrado à sociedade brasileira, pois dela já faz parte desde sua gênese”, defende Bigonha na nota técnica. “Superado esse falso dilema da integração, como um dos atores que integram nossa sociedade, deve ele ser respeitado em sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições (art. 231, CF/1988)”. Segundo o texto, qualquer medida que promova o retorno da política indigenista integracionista vai contra a Constituição. 

Além disso, a transferência da demarcação de terras para o Mapa representa claro conflito de interesses entre a política agrícola e fundiária de caráter geral, defendida pelo ministério, e o direitos dos índios de preservar o modo de vida e suas terras tradicionalmente ocupadas. As atividades produtivas dos índios, garantidas pela Constituição, não são um subsistema da política agrícola, diz a nota técnica. O MPF defende que o Ministério da Justiça seria um “campo administrativo neutro, isento, não comprometido com a gestão dos interesses que se apresentavam antagônicos às peculiaridades culturais dos povos indígenas”.

A nota técnica ressalta que a política fundiária indígena esteve submetida à pasta da Agricultura até 1967, com o Serviço de Proteção ao Índio. Isso resultou no massacre de milhares de índios e nas atrocidades descritas no Relatório Figueiredo, o que acabou levando o governo a criar a Funai e subordiná-la, após 1988, ao Ministério da Justiça. “A experiência extraída do assassinato indígena e da impunidade administrativa é um alerta contra o retrocesso ao período do horror e da barbárie”, diz o texto. Da mesma forma, a transferência da Funai, sem as atribuições de demarcação, para o Ministério da Família, Mulher e Direitos Humanos, viola o direito dos índios à sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições. 
Por fim, o MPF lembra que há uma convergência entre os interesses indígenas e a preservação do meio ambiente. Estudos comprovam que as terras demarcadas estão entre as mais bem preservadas. Segundo o texto, a MP 870, ao retirar da Funai a competência para realizar os estudos para a demarcação de terras indígenas, transferindo a matéria para o Mapa, inviabilizou a promoção de uma política ambiental que respeite a convergência entre o usufruto exclusivo das terras indígenas e a preservação do meio ambiente nesses territórios, o que implica retrocesso repudiado pelo sistema da Constituição, como já afirmou o STF na ADI 4.717.

Íntegra da nota técnica

Secretaria de Comunicação Social

Suspeito de integrar organização criminosa de tráfico de drogas é preso pela Polícia Civil em Paraíso do Tocantins

Encontra-se recolhido à carceragem da Casa de Prisão Provisória de Paraíso do Tocantins, Marco Antônio Negri, de 39 anos. Ele é suspeito de liderar uma organização criminosa que atuava na venda de drogas naquele município e foi capturado, no início da tarde desta quinta-feira (7), por policiais civis da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC), Núcleo de Paraíso do Tocantins.

A ação da Polícia Civil se deu em um restaurante localizado no Setor Pouso Alegre e foi coordenada pelo delegado Eduardo de Meneses, que deu cumprimento a mandado de prisão da Justiça Federal em nome de Marco Antônio.

De acordo com o delegado, no mês de fevereiro, a Polícia Federal deflagrou a Operação ‘SINGER’, visando a desarticular uma organização criminosa responsável pela venda de drogas em Paraíso do Tocantins, liderada por um cantor Sertanejo da cidade. Naquela fase da operação, o suspeito não foi encontrado, passando, desde então, a ostentar a condição de foragido da Justiça.

“Desde a época da deflagração da operação Singer, vínhamos trocando informações e mantendo cooperação técnica com a Polícia Federal, a fim de localizar o seu paradeiro e efetuar a prisão. E nessa quinta-feira, após investigações e buscas, obtivemos êxito em capturar o indivíduo no momento em que ele almoçava em um restaurante na cidade”, pontuou Eduardo de Meneses.   

Após as providências legais cabíveis, Marco Antônio permanecerá na CPP de Paraíso do Tocantins, à disposição da Justiça Federal do Estado do Tocantins.

Rogério de Oliveira/ Governo do Tocantins

Governador Carlesse comanda reunião integrada de secretários visando soluções para a Saúde

Governo do Estado espera por fim à discussão sobre a jornada de trabalho e pretende apresentar uma nova alternativa nos próximos dias  

O governador do Estado do Tocantins, Mauro Carlesse, retomou a agenda oficial já no início da tarde desta quarta-feira (de cinzas), 6, e convocou o secretário de Estado da Saúde, Renato Jayme, e também secretários de outras pastas para uma discussão conjunta em busca de soluções para as questões da Saúde. A reunião ocorreu durante toda a tarde e só terminou no início da noite, no Palácio Araguaia, em Palmas.

“Esta é uma reunião integrada, pois várias secretarias têm condições de ajudar a solucionar os problemas da Saúde. Tanto na parte de Segurança, evitando acidentes de trânsito, como na Educação que pode realizar acompanhamento e orientação, a Infraestrutura pode agilizar a conclusão de obras como a do centro cirúrgico do Hospital Geral de Palmas (HGP), a Administração averiguando a situação dos contratos de trabalho. Enfim, todos têm uma parcela de contribuição e precisamos fortalecer a Saúde do Estado para resolver esses problemas e melhorar a qualidade no atendimento”, disse o governador.

A primeira determinação do governador, já cobrando uma solução imediata, é sobre a qualidade da alimentação fornecida nos hospitais da região sul do Estado. O governador Mauro Carlesse concedeu 24 horas para que a empresa fornecedora da alimentação adeque seu produto ao estabelecido em contrato, sob pena de cancelamento da contratação e a convocação da próxima classificada na licitação.

Em seguida, ficou definido que a Secretaria da Saúde apresentará um levantamento de todas as demandas referentes ao abastecimento dos hospitais. A determinação do governador é que todos os entraves burocráticos que impedem o abastecimento estejam resolvidos em 10 dias, incluindo pagamentos e soluções com aos fornecedores de medicamentos.

Em relação aos atendimentos médicos, o Governo do Estado espera por fim à discussão sobre a jornada de trabalho e pretende apresentar uma nova alternativa nos próximos dias. Da mesma forma, o governador Mauro Carlesse já determinou que o Estado pague melhores salários para médicos especialistas, visando valorizar melhor os profissionais que já atuam no Tocantins e também atrair novos para trabalhar nos hospitais da Capital e do interior.  

Outra decisão já tomada na reunião, é que a Procuradoria Geral do Estado irá designar um procurador para atuar dentro da Secretaria da Saúde, na análise dos processos jurídicos visando reduzir os entraves burocráticos que retardam o abastecimento dos hospitais.

Pauta também discutida na reunião, foi a possibilidade de descentralização da gestão dos hospitais regionais. A medida visa dar maior autonomia às unidades, agilizando a solução de problemas pontuais e evitando que tais demandas prejudiquem os atendimentos nas demais unidades. Esta medida passará por análise jurídica.

 Ao secretário da Infraestrutura, Renato de Assunção, o governador Mauro Carlesse determinou que seja agilizada a conclusão das obras do centro cirúrgico do Hospital Geral de Palmas.

 Opera Tocantins

Outra medida visando amenizar os problemas da Saúde, é a reativação do programa Opera Tocantins. O governador pretende que o programa volte a realizar cirurgias ainda neste mês de março, sendo que o Governo já estuda a forma de remuneração dos profissionais que estarão envolvidos nesta etapa do programa.

Outra definição desta reunião é que toda segunda-feira haverá uma reunião temática entre o governador e secretários, sendo a Saúde a prioridade. Decisões serão encaminhadas até que a situação esteja normalizada.

Presentes

Também participaram da reunião, a secretária da Educação, Juventude e Esportes, Adriana Aguiar; o secretário da Infraestrutura, Renato de Assunção; o secretário da Casa Civil, Rolf Vidal; o secretário da Administração, Edson Cabral; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Jaizon Veras; o secretário da Casa Militar, tenente coronel Silva Neto; o secretário da Comunicação, João Neto; o procurador-geral do Estado, Nivair Borges; a secretária-executiva da Governadoria, Juliana Passarin; e o chefe de gabinete do Governador, Divino Alan Siqueira.

Élcio Mendes/Governo do Tocantins

Moradores de Muricilândia estão sem água nas torneiras há mais de quatro dias

 

Ação rápida da PM leva autor de roubo para prisão em Araguanã

Na manhã desta segunda-feira, 04, na TO-164, no Distrito de Jacilândia, zona rural do município de Araguanã-TO, uma vítima acionou a PM para atendimento de ocorrência de roubo. Diligências foram realizadas e o autor localizado. Com ele, a PM ainda retirou de circulação uma arma de fogo, drogas e os produtos roubados da vítima. Todos os materiais, autor e vítima foram encaminhados para a delegacia para procedimentos.

A ocorrência foi solicitada por uma mulher de 27 anos, a qual mencionou ter sido vítima de roubo de celular, por um autor armado. Repassadas as características, bem, como veículo utilizado pelo autor, uma motocicleta Honda Fan, cor vermelha, os Policiais Militares diligenciaram e conseguiram localizar e capturar o autor do roubo em plena ação de fuga.

Na abordagem, além de recuperar o celular roubado, os Policiais Militares encontraram na cintura do infrator da lei, de 32 anos, um revólver calibre 38, dez munições intactas tipo expansivas, um canivete, uma pequena porção de substância análoga a maconha e outros produtos de origem duvidosa, tais como: um cartão de banco de outra pessoa, um coldre de cor preta, R$ 10,00 reais em dinheiro, mais um aparelho celular e mais duas notas de moeda estrangeira.

A Polícia Militar deu-lhe voz de prisão e o conduziu juntamente com o celular recuperado, a arma, munições, drogas e demais produtos de origem duvidosa para a DP de Plantão onde foi devidamente autuado por roubo. A proprietária do celular recuperado demonstrou grande satisfação ao reaver seu pertence recuperado de volta ao alcance de suas mãos.

Ascom PM

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