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Sine Tocantins disponibiliza 729 vagas de empregos em diversas áreas nesta quinta-feira, 19

O Sistema Nacional de Emprego (Sine/TO) gerido pelo Governo do Tocantins, por meio da Secretaria Estadual do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas), disponibiliza em suas nove unidades estaduais 729 vagas de empregos nesta quinta-feira, 19; são 709 vagas para o quadro Geral e 20 vagas para Pessoas com Deficiência.

A psicóloga do Sine de Palmas, Érica Lustosa, lembra que em todo o Estado o Sine já retornou com o atendimento presencial e que a unidade de Palmas disponibiliza 170 vagas de emprego para diversas áreas e qualificações. “São muitas vagas, com exigências de qualificação variadas, aguardando pessoas que se enquadrem nas características solicitadas. Para que isso ocorra de modo eficaz é necessário que o trabalhador esteja com seu currículo atualizado na plataforma do Sine”, alertou a psicóloga.

Palmas – Das vagas disponíveis para o Quadro Geral, no Sine da capital, destacam-se para as áreas de Açougueiro, Atendente de mesa, Auxiliar de Cozinha, Auxiliar de linha de produção, Auxiliar de Padeiro, Camareira de hotel, Caseiro, Copeiro, Costureira geral, cozinheiro geral, cozinheiro de restaurante, Empregada doméstica, Estoquista, Motofrentista, Office-boy, Padeiro, Pedreiro, Recepcionista de hotel e Soldador.

Vagas de emprego – Quadro Geral

Das 709 vagas para o Quadro Geral, 204 estão disponíveis na unidade de Araguaína, 170 em Palmas, 93 em Taquaralto, 72 em Porto Nacional, 70 em Gurupi, 66 em Paraíso do Tocantins, 14 vagas em Dianópolis, 12 em Guaraí, e oito vagas em Araguatins.

Araguaína – Destacam-se onze vagas para Ajudante de obras, três vagas para Açougueiro, três para Auxiliar de cozinha e uma vaga para Esteticista.

Taquaralto – Destacam-se duas vagas para Costureira de máquinas industriais, três para Costureira em geral, uma para Gerente administrativo, e nove vagas para Vendedor interno.

Guaraí – Destacam-se duas para Auxiliar administrativo, uma vaga para Padeiro e uma para Vaqueiro.

Gurupi – Das vagas disponíveis para o Quadro Geral destacam-se três vagas para Açougueiro, três vagas para Auxiliar de Padeiro, três vagas para Vaqueiro, e quatro para Vendedor interno.

Vagas para PCD

O Sine disponibiliza também 12 vagas para Pessoa com Deficiência (PCD). São sete vagas em Palmas, sendo uma para Auxiliar de cozinha, uma para Operador de Caixa, uma para Repositor em supermercados, e quatro para Oficial de serviços gerais na manutenção de edificações. Duas vagas em Taquaralto para Atendente de lanchonete. Em Paraíso do Tocantins está disponível uma vaga para Auxiliar administrativo. Em Gurupi são duas vagas; sendo uma para Auxiliar de Escritório e uma para Empacotador à Mão.

Painel de vagas

Para conferir, diariamente, a oferta de vagas nos nove postos do Sine Tocantins acesse o site da Setas, https://setas.to.gov.br/vagas-de-emprego ou as redes sociais, sendo no  Facebook o perfil @setasTo, e no Instagram Setas Tocantins.

O atendimento presencial nas unidades do Sine de Araguatins e Guaraí acontece das 8h às 14h, e as demais unidades atendem das 8h às 18h. Para agilizar os trabalhadores devem levar sua documentação original completa.

Além do atendimento presencial os trabalhadores interessados em concorrer às vagas podem acessar o Aplicativo Sine Fácil, seguindo o passo a passo no https://setas.to.gov.br/trabalho/passo-a-passo-aplicativo-sine-facil.

Nas demais unidades do Sine o contato só pode ser feito por telefone convencional os números podem ser acessados no site da Setas https://setas.to.gov.br/vagas-de-emprego/contatos-do-sine-tocantins-/

Contatos

Araguaína – 3414.3634 (8h às 18h)

Araguatins – 3474.1100 (8h às 14h)

Dianópolis – 3692.1628 (8h às 18h)

Guaraí – 3464.1710 (8h às 14h)

Gurupi – 3351.2477 WhatsApp (8h às 18h)

Palmas – 3218.1960/1975 (8h às 18h)

Paraíso – 3602.3340 Whatsapp (8h às 18h)

Porto Nacional – 3363.2717 (8h às 18h)

Taquaralto – 3218.1962/1936 (8h às 18h)

PF e CGU apuram desvios em contratos de transporte escolar em municípios tocantinenses

Araguaína/TO – A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta quinta-feira (19/5), no Tocantins, a Operação Catilinárias. O trabalho, realizado em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), tem como objetivo investigar irregularidades em contratos de transporte escolar executados nos municípios tocantinenses de Araguaína, Araguatins, Babaçulândia, Filadélfia, Goiatins, Nova Olinda, Riachinho, São Bento e Xambioá.

Estão sendo cumpridos 73 mandados de busca e apreensão em 9 cidades do Tocantins, além de 5 medidas de afastamento da função pública e proibição de acesso a órgãos públicos. Os trabalhos contam com a participação de 260 policiais federais e de 11 auditores da CGU.

As irregularidades foram identificadas pela CGU durante apurações realizadas em 2017 nos municípios de Araguaína e Gurupi, no âmbito do 4º Ciclo do Programa de Fiscalização em Entes Federativos. Os auditores da CGU identificaram indícios de montagem processual, simulação de pesquisas de preços e restrição à competitividade nos processos licitatórios analisados.

No decorrer das investigações, a PF identificou que a empresa responsável pelo transporte escolar dos nove municípios teria desviado, no período de 2013 a 2018, mais de R$ 23 milhões do Programa Nacional de Apoio ao Transporte Escolar (PNATE). Os indícios foram reforçados através de provas obtidas por meio de acordo de colaboração premiada firmado entre a empresa e o Ministério Público Federal (MPF).

Os investigados revelaram a existência de rotas fantasmas e adulteração de documentos nos processos para permitir o recebimento de recursos por serviços não prestados, assim como o pagamento de mais de R$ 5 milhões em vantagem indevida a ex-prefeitos e ex-secretários.

A empresa envolvida recebeu mais de R$ 105 milhões dos cofres públicos municipais entre os exercícios de 2013 a 2018. A má aplicação desses recursos restringe o direito de acesso à educação de alunos da educação básica residentes em área rural. Somente em 2018, 5.835 alunos estavam matriculados nas escolas municipais rurais dos municípios investigados.

Os investigados poderão responder pelos crimes de fraude à licitação (art. 90 da lei 8.666/93), desvio de recursos públicos (art.1º, I e II do decreto-lei 201/67), organização criminosa (art.2º da lei 12.850/13), falsidade ideológica (art. 299 do CP), corrupção ativa (art. 333 do CP), corrupção passiva (art. 317 do CP) e lavagem de dinheiro (art.1º da lei 9.613/98) cujas penas máximas somam até 63 anos de pena privativa de liberdade.

Catilinárias são uma série de quatro discursos célebres de Cícero, o cônsul romano Marco Túlio Cícero, pronunciados em 63 a.C. Os discursos são um ato de denúncia contra a conspiração pretendida pelo senador Lúcio Sérgio Catilina, que logo de início destila: “Até quando, Catilina, abusarás de nossa paciência?

     Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins 

TCU aprova privatização da Eletrobras

Fachada de um prédio da Eletrobras.

O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (18), por 7 votos a 1, o modelo de privatização da Eletrobras, estatal considerada a maior empresa energética da América Latina. Esta era a última etapa pendente para que o governo pudesse executar o processo de desestatização da companhia, o que pode ocorrer ainda em 2022.

Votaram a favor os ministros Aroldo Cedraz (relator), Benjamin Zymler, Bruno Dantas, Augusto Nardes, Jorge Oliveira, Antonio Anastasia e Walton Alencar Rodrigues. O ministro Vital do Rêgo, que era o revisor do processo, votou contra.

Aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República em meados do ano passado, a privatização da Eletrobras aguardava uma análise do TCU para ser concluída. A Corte de contas já havia aprovado, em fevereiro deste ano, a modelagem financeira da desestatização e, agora, validou a forma como a empresa será repassada para controle acionário privado, nos moldes propostos pelo governo federal, por meio da venda de papéis.

Divergências

O julgamento foi suspenso no final de abril após pedido de vistas do ministro revisor, Vital do Rêgo. O relator do processo, ministro Aroldo Cedraz, já havia apresentado seu voto a favor do modelo de privatização na sessão anterior. Ao retomar o voto nesta quarta, Vital do Rêgo afirmou que a desestatização apresenta seis ilegalidades e defendeu que o processo não poderia prosseguir sem que fossem corrigidas.  

Antes do julgamento do mérito, Vital do Rêgo pediu que o tribunal suspendesse o processo até que a área técnica do tribunal concluísse a fiscalização sobre dívidas judiciais vinculadas à companhia, que poderiam impactar em seu valor de mercado. O pedido, no entanto, foi negado por 7 votos a 1. 

Já em seu voto divergente, Vital do Rêgo apontou as possíveis irregularidades no processo. Uma delas seria os dividendos acumulados e não pagos pela Eletronuclear à Eletrobras e, consequentemente, à União. Os valores atualizados chegam a R$ 2,7 bilhões. Sem esse pagamento, após ser privatizada, a Eletrobras manteria o controle da Eletronuclear, anulando a transferência do controle acionário da Eletronuclear para a Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBpar). 

Essa nova estatal foi criada em setembro do ano passado para controlar a Eletronuclear e a Itaipu Binacional, duas companhias públicas que foram retiradas da privatização da Eletrobras.

“Enquanto não for resolvida, senhores, a questão dos dividendos, a Eletrobras privada terá a maior participação orçamentária votante na Eletronuclear, desvirtuando a premissa imposta pela Lei 14.182, de que a Eletronuclear deve seguir controlada pelo poder público”, argumentou o ministro. A Constituição Federal define que a energia nuclear é tema de segurança nacional e deve ter sua geração controlada pelo Estado.

Vital do Rêgo também questionou a valoração da Itaipu Binacional. Pela lei da privatização, a nova estatal ENBPar deve pagar um valor à Eletrobras pela aquisição do controle acionário da Itaipu Binacional. Esse valor, de R$ 1,2 bilhão, foi considerado “irrisório” pelo ministro.  

Outro ponto questionado pelo ministro foram as avaliações independentes contratadas pelo governo, que teria errado em estimativas sobre ativos da Eletrobras. “Temos erros de R$ 40 bilhões que precisam ser revisados antes de concluir essa privatização.”

Maioria

Apesar das ponderações do revisor, todos os demais ministros presentes, com exceção da presidente do TCU, Ana Arraes – que só vota em caso de empate -, votaram por dar prosseguimento ao processo de privatização da Eletrobras.

O ministro Augusto Nardes, em seu voto favorável, por exemplo, citou a expectativa de crescimento do mercado de energia elétrica, com a chegada dos veículos movidos a eletricidade, em substituição aos movidos a combustíveis fósseis.

“O mundo está mudando de forma muito rápida, e se nós não nos adaptarmos, e continuarmos com uma empresa que não tem capacidade de se auto manter e necessite de subsídios do governo federal, certamente o Brasil não terá capacidade de crescimento”, disse. 

Já o ministro Jorge Oliveira elogiou o processo de capitalização da empresa, que seria diferente de uma “privatização clássica”. “A União deverá ter ainda uma parcela considerável do capital dessa empresa.Ela está indo para esse processo em uma condição de alta vantajosidade, a meu ver, que é a de ter dado lucro nos últimos quatro anos”, observou.

Ao proferir voto complementar, o ministro-relator, Aroldo Cedraz, classificou a sessão como “histórica” e disse que o TCU deu uma contribuição para a sociedade. 

“Não tenho qualquer dúvida de que as próximas gerações saberão reconhecer as contribuições do Tribunal de Contas da União que essa operação possa ser realizada de forma a proteger os interesses do Estado e, acima de tudo, os usuários, que somos nós, a sociedade brasileira, com essa perspectiva que temos hoje de viabilizar a modernização do setor elétrico nacional.”

Desestatização

O processo de privatização prevê uma capitalização da companhia. Isso significa que, a princípio, o governo não irá vender a sua participação atual. Serão emitidas ações para entrada de novos investidores, diluindo assim o capital da empresa até que a fatia da União seja de, no máximo, 45%. Apenas se essa oferta primária não der o resultado esperado é que haverá nova oferta incluindo a venda de ações da própria União.

A modelagem também prevê a segregação de Itaipu Binacional e da Eletronuclear. As ações que a Eletrobras possui nessas empresas serão repassadas à Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional (ENBpar), nova estatal criada em setembro do ano passado. Dessa forma, a União manterá controle sobre elas.

A Eletrobras registra lucros líquidos anuais desde 2018 – em 2022, a empresa anunciou lucro líquido de R$ 2,7 bilhões no primeiro trimestre.

Em março de 2021, o governo federal informou a inclusão da Eletrobras no Programa Nacional de Desestatização, alegando que a medida possibilitará à empresa melhorar sua capacidade de investimento e contribuir para o desenvolvimento do setor energético brasileiro. A Eletrobras detém um terço da capacidade geradora de energia elétrica instalada no país. A companhia também possui quase a metade do total de linhas de transmissão.

Próximos passos

Após a validação da desestatização da Eletrobras pelo TCU, o próximo passo é fazer o registro da operação na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), autarquia federal responsável por fiscalizar o mercado de valores e na Securities and Exchange Commission (SEC), que seria o equivalente à CVM nos Estados Unidos. Isso ocorre porque a Eletrobras possui ações negociadas na bolsa de valores do país norte-americano. 

Em seguida, começa uma etapa de apresentações da Eletrobras para potenciais investidores, chamada road show e, por fim, o leilão da companhia é realizado na Bolsa de Valores brasileira (B3), ainda sem data prevista.

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Fux defende vigília permanente do STF contra a desinformação

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, apresentou, na manhã desta quarta-feira (18), as parcerias do Programa de Combate à Desinformação (PCD) no âmbito da Corte, que envolverá 35 instituições, entre entidades de classe, universidades públicas e empresas de tecnologia. Segundo Fux, o programa não pretende blindar o Tribunal de críticas, mas impedir a proliferação de informações falsas.

“As críticas fazem parte da vida do homem público, pois temos que prestar contas à sociedade”, afirmou. “O programa se propõe a ser um canal para ouvir e ajudar a esclarecer dúvidas. Quer impedir, ainda, a proliferação de falas inventadas de ministros, que nem sequer se pronunciaram, e evitar que pessoas se confundam quanto à competência do Supremo Tribunal Federal”.

O ministro lembrou o inquérito em trâmite na Corte que investiga atos antidemocráticos. “Estamos em vigília permanente contra esses movimentos de milícias digitais que atacam o STF. No inquérito, havia notícias de atos preparatórios de terrorismo contra o Supremo, daí a necessidade de ser um processo sigiloso”, ponderou.

Judicialização

Ao rebater a falsa impressão de que o Supremo invade a esfera dos outros Poderes, Fux lembrou que a Corte só se manifesta quando é provocada por alguma parte e que, em muitos julgamentos, tem rejeitado decidir matérias internas de outro Poder. “A judicialização da política nada mais é do que os políticos provocando a judicialização. E a criminalização da política nada mais é do que o Supremo Tribunal Federal instado a decidir sobre crimes praticados pelos políticos”, resumiu.

Por isso, considera essencial a parceria do programa com universidades, para que os estudantes compreendam melhor as funções da Justiça.

Aliança estratégica

Na abertura do evento em que serão apresentadas as parcerias, foi assinado um termo de cooperação entre o STF e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para combater as fake news envolvendo o Judiciário e divulgar informações sobre as eleições deste ano.

Para o ministro Edson Fachin, presidente do TSE, o programa vem na hora devida. “Estamos vivendo tempos espinhosos, marcados por ameaças insistentes, em que se descobre que, política e economicamente, é rentável contraditar irresponsavelmente a ciência e a realidade, erodir os consensos e promover a hostilidade e a cultura anticívica a partir de ideias distorcidas que pretendem fixar como reais narrativas inventadas”, observou.

Na sua avaliação, o Programa de Combate à Desinformação é uma aliança institucional estratégica entre os tribunais e entidades relevantes da sociedade civil para combater a fraude informativa. “Também é um programa de defesa da democracia, que está sendo desafiada pela cultura da falácia”, sustentou. “Atacar o STF é agredir as instituições do Estado Democrático de Direito, que são fundamentais para a estabilidade social, a segurança jurídica, o respeito e a tolerância”.

Ambiente informacional saudável

O termo de cooperação entre o STF e o TSE considera a importância da união de esforços na construção de um ambiente informacional saudável e transparente, mediante o desestímulo à criação e à disseminação de notícias falsas e discursos de ódio. Os tribunais se comprometem a desenvolver, juntos ou separadamente, atividades voltadas à conscientização da ilegalidade e do caráter antidemocrático das práticas de desinformação. Atuarão, ainda, para difundir, em seus canais oficiais de comunicação, informações corretas e serviços sobre as eleições gerais de 2022 e o funcionamento do Judiciário.

Rodadas de conversa

Hoje (18) e amanhã (19), o STF promove rodadas de conversas para apresentar as parcerias institucionais do programa, que abrangem representantes de tribunais, instituições dos setores público, privado e da sociedade civil e universidades públicas estaduais e federais.

Informações corretas

O programa foi inspirado na iniciativa do TSE criada na gestão da ministra Rosa Weber e aprimorada nas gestões dos ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin (atual presidente). O PCD envolve ações para difundir informações corretas e explicar o funcionamento do STF de forma mais clara, usando as redes sociais do Tribunal e a TV Justiça. Não há uso de recursos públicos.

Entre as práticas, estão um espaço para desmentidos (#verdadesSTF), uma parceria com a Turma da Mônica para veicular informações sobre as funções do Supremo, diálogos institucionais com universidades para projetos nessa área e o Projeto Liberdades, em conjunto com o Instituto Justiça e Cidadania, que publicará um livro com artigos científicos sobre as 11 liberdades previstas na Constituição Federal e cartilhas para estudante do ensino médio.

RP//CF

Criminosos aplicam golpe de R$ 6 mil e SISEPE-TO reforça alerta aos servidores públicos

Nesta terça-feira, 17 de maio, o Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (SISEPE-TO) recebeu a confirmação de prejuízo financeiro da primeira vítima dos criminosos que estão se passando por advogados desta entidade sindical, pedindo dinheiro para pagar supostas custas processuais. Uma sindicalizada, cujo nome será preservado, recebeu contato telefônico de alguém que se identificou como um dos advogados que prestam serviços para o SISEPE-TO e para o qual transferiu R$ 6 mil, via PIX. Após ser avisada de que a cobrança não partiu do Sindicato e que caiu num golpe, a sindicalizada também foi orientada a procurar a Polícia Civil e sua instituição financeira sobre a possibilidade de devolução do PIX.

Segundo o advogado do SISEPE-TO, a servidora o procurou querendo um recibo do pagamento e também querendo saber quando receberia o precatório. “Imediatamente, eu expliquei a ela que não há necessidade de fazer adiantamento de valores para receber precatório ou um alvará judicial, por exemplo. O dinheiro sai direto do Judiciário, do processo judicial para a conta bancária indicada pela própria pessoa”, contou o advogado que relatou ainda que os relatos de golpe não param de chegar.

Desde a semana passada, o SISEPE-TO vem alertando seus sindicalizados para que tomem cuidado com ligações ou mensagens de pessoas pedindo dinheiro em nome do Sindicato.

De acordo com as denúncias dos próprios servidores públicos, os criminosos entram em contato apresentando dados pessoais dos servidores e se identificando com os nomes completos dos nossos advogados. Eles conseguem essas informações a fim de tentar convencer as vítimas sobre a veracidade do que estão falando, quando, de fato, o que querem é aplicar um golpe para roubar dinheiro do servidor.

“É importante perceber que os criminosos estão utilizando os nomes dos nossos advogados e o SISEPE-TO, quando entra em contato com o sindicalizado, ele faz isso através de um e-mail institucional ou então através dos telefones e funcionários das nossas sedes. Se o servidor receber qualquer contato suspeito em nome do SISEPE-TO, em primeiro lugar, ele deve imediatamente entrar em contato conosco por meio de nossos telefones fixos das sedes, nos celulares dos nossos diretores sindicais, ou ainda através do whatsapp da entidade que é o (63) 99239-4990. Assim, ele vai saber se aquele contato partiu do Sindicato ou não”, orienta o presidente do SISEPE-TO, Cleiton Pinheiro.

O presidente Cleiton Pinheiro também alerta que está recebendo denúncias de que há criminosos tentando se passar por funcionários do Sindicato, a fim de conseguir dinheiro dos sindicalizados. “Nesse caso, o que eu oriento sempre é que a pessoa entre em contato com a gente para confirmar se aquele contato foi feito pela nossa equipe ou não. Os nomes dos nossos colaboradores e os telefones das nossas sedes e da nossa Diretoria estão disponíveis em nosso site, basta pesquisar. E se for realmente constatado que houve golpe, o que a gente orienta é que o sindicalizado busque imediatamente a Polícia e denuncie para que haja investigação do fato”, orientou o presidente do SISEPE-TO. (Assessoria de Comunicação SISEPE-TO)

 

Bolsonaro processa Alexandre de Moraes por abuso de autoridade

O presidente Jair Bolsonaro participa da solenidade de assinatura dos decretos do Auxílio Gás e do Programa Alimenta Brasil, no Palácio do Planalto

Jair Bolsonaro ajuizou uma ação contra o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes por abuso de autoridade.

Na ação, que corre em segredo de Justiça, Bolsonaro acusa o ministro de cometer abuso em razão do inquérito das fake news, que mira aliados do governo. 

A notícia-crime pede “a instauração de investigação em face do ministro Alexandre de Moraes para apurar cinco fatos e o possível cometimento dos delitos”. 

Entre os fatos citados estão a duração não razoável da investigação, negativa de acesso aos autos, prestar informação inverídica sobre procedimento, exigir cumprimento de obrigação sem amparo legal e instauração de Inquérito sem justa causa.

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Polícia Civil indicia ex-presidente da Câmara de Vereadores de São Miguel por crimes contra a administração pública

A Polícia Civil do Tocantins (PC-TO) concluiu as investigações referentes a desvios de verbas públicas ocorridos na Câmara Municipal de São Miguel do Tocantins de janeiro a março do ano de 2019.

O inquérito foi instaurado pela 16ª Delegacia de Polícia Civil de São Miguel do Tocantins, sob a coordenação do delegado Antônio Bandeira e apontou que uma vereadora e ex-presidente da Câmara Municipal, de 56 anos, juntamente com o chefe de controle interno  da casa de leis foram indiciados pelos crimes de peculato e também fraude a licitação.

Segundo o delegado Antônio Bandeira, as investigações tiveram início após a ex-vereadora deixar a presidência da casa. “Durante as investigações, apurou-se que a presidente e a tesoureira passaram a senha pessoal para que o chefe do controle interno tivesse total acesso e controle sobre as finanças da câmara”, disse o delegado.

Desse modo, a Polícia Civil apurou que foram realizadas inúmeras transferências bancárias no período de janeiro a março de 2019, diretamente para a conta dos investigados e também de terceiros, subtraindo-se assim a quase totalidade das finanças da casa de leis.

“Para dar transparência às transações fraudulentas, os investigados falsificaram dados contábeis como por exemplo, notas de empenho, nota de liquidação, ordem de pagamento, além de documentação simulando viagens e presença em cursos”, informou o delegado.

Somente as guias de previdência fraudadas resultaram em um prejuízo aos cofres públicos de mais de R$ 25 mil reais.  Durante as investigações também ficou constatado que houve dispensa de licitações em alguns contratos firmados com particulares.   

Após a conclusão do inquérito policial, a ex-vereadora foi denunciada pelo crime de peculato, falsificação de documento público, e fraude a licitação sendo que se condenada, a soma total das penas, ultrapassa os 21 anos de prisão. Já o chefe de controle interno foi denunciado de peculato e falsificação de documento público.

De acordo com o delegado Antônio Bandeira, a ação é de grande importância, uma vez que trata-se de uma grande soma de dinheiro público que teria sido desviado de maneira fraudulenta.

“As investigações da Polícia Civil trouxeram à tona os casos de desvio de dinheiro público, praticados na Câmara de Vereadores e que beneficiaram além de ex-vereadora, o chefe do controle interno. Os atos foram praticados com total desprezo às leis e ao erário, demonstrando a falta de compromisso dos investigados com a população e com a coisa pública”, disse o delegado. 

Após concluído, o inquérito foi remetido ao Ministério Público que, baseado nas investigações da PC-TO, ofereceu denúncia contra os envolvidos nos casos investigados.

por Rogério de Oliveira

Governo do Tocantins destina mais R$ 44 milhões para municípios beneficiados com o Programa de Fortalecimento da Economia e Geração de Emprego

Mais vinte e dois municípios tocantinenses foram beneficiados pelo Programa de Fortalecimento da Economia e Geração de Emprego do Governo do Tocantins. A assinatura dos convênios com as prefeituras e liberação da primeira parcela foi realizada nesta terça-feira, 17, pelo governador Wanderlei Barbosa, em solenidade no auditório do Palácio Araguaia, com a presença dos gestores municipais das localidades beneficiadas. O convênio prevê a destinação de R$ 2 milhões para cada município, o que equivale a R$ 44 milhões em investimentos.

Os recursos do Programa são liberados em três etapas, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc) e da Agência Tocantinenses de Transportes e Obras (Ageto). Pela Seduc foram liberados recursos referentes a 18 convênios. Já pela Ageto, são seis convênios, envolvendo cinco municípios. A segunda e a terceira parcelas são liberadas posteriormente à medida que as obras são realizadas pelas prefeituras.

Foram beneficiados nesta etapa os municípios Abreulândia, Aliança do Tocantins, São Valério da Natividade, Sampaio, Cariri do Tocantins, Novo Acordo, Marianópolis do Tocantins, Barrolândia, Lagoa da Confusão, Sucupira, Santa Tereza, Novo Alegre, Mateiros, Arraias, Campos Lindos, São Bento, Novo Jardim, Tabocão, Miracema do Tocantins, Natividade, Ipueiras e Dois Irmãos do Tocantins.

O governador Wanderlei Barbosa destacou a importância do Programa principalmente para as localidades de menor porte, que vão poder levar obras estruturantes, bem como de lazer e esporte para melhorar a qualidade de vida das comunidades. Também destacou que essas ações estão sendo possíveis em virtude da responsabilidade da gestão com os gastos públicos, que hoje permite o equilíbrio fiscal.

“Hoje a nossa folha de pagamento é menos de 40% da nossa receita. Há mais de 20 anos isso não acontecia no nosso Estado”, afirmou o Governador, explicando que todas as ações do seu governo são discutidas e planejadas e o bom desempenho da arrecadação é fruto da austeridade, sem aumento de tributos.

O governador Wanderlei Barbosa destacou ainda que a política de austeridade e equilíbrio fiscal permitiu aumentar os investimentos em todos os setores e que somente na área da educação estão licitadas 70 obras, que vão mudar a realidade da estrutura física das unidades escolares nas cidades, comunidades quilombolas e aldeias indígenas. Ressaltou também que todos os direitos dos servidores da educação foram pagos e que o balanço financeiro dá conta de mais de R$ 600 milhões para investimentos nas estradas, que estão em péssimo estado de conservação. “Com simplicidade e coerência estamos atendendo as demandas das comunidades no Estado”, frisou.

O secretário de Estado da Educação, Fábio Vaz, ressaltou que por meio do Programa de Fortalecimento da Economia e Geração de Emprego os prefeitos podem escolher o que é mais importante para o seu município. Das 41 cidades que já assinaram o convênio, 24 já receberam a primeira parcela. “O governador Wanderlei Barbosa tem um olhar especial pela educação e já determinou a aquisição de mais 10 mil computadores para a educação”, afirmou.

O titular da pasta dos Esportes e Juventude, Flávio Cabanas, destacou a importância dos recursos para o incentivo ao esporte em todo o Tocantins. “Agora os prefeitos podem investir em quadras esportivas e políticas de incentivo ao esporte para os nossos jovens e para os adultos”, disse.

O programa

Programa de Fortalecimento da Economia e Geração de Emprego foi idealizado e implantado na atual gestão com o principal propósito de fortalecer a economia, gerar empregos e renda para a população nos 139 municípios. Por meio dessa iniciativa, o Governo do Tocantins está injetando R$ 278 milhões nos 139 municípios e a expectativa é que os investimentos gerem algo em torno de 100 mil empregos.

Jarbas Coutinho/Governo do Tocantins

 

Jackson, prefeito de Darcinópolis, lidera frente no município

Jackson, prefeito de Darcinópolis, se posiciona com trabalhadores à frente de serviços na zona rural da cidade. O vídeo foi postado na página do Facebook do prefeito em Aço.

O prefeito de Jackson aparece em vídeos trabalhando com o público em uma variedade de projetos, incluindo a construção de casas, habitações públicas, pontes e ruas de bairros, entre outros.

Além de estar sempre com as pessoas, Jackson vive uma vida muito simples. O prefeito está completando seu segundo mandato.

Por: Geovane Oliveira 

Senado realiza sessão especial em homenagem aos 30 anos da Justiça Federal no Tocantins

Os 30 anos de instalação da Justiça Federal no Tocantins foram comemorados nesta segunda-feira (16), com uma Sessão Especial no Senado Federal, em Brasília (DF). Na oportunidade, várias autoridades prestaram homenagens às conquistas e ao trabalho desenvolvido pelo Poder Judiciário Federal em solo tocantinense. A sessão foi presidida pelo senador Eduardo Gomes (PL). A gravação está disponível no canal da TV Senado, no YouTube.  

O secretário geral do Conselho da Justiça Federal (CJF), juiz federal Miguel Ângelo de Alvarenga Lopes, fez a leitura do pronunciamento do presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, que não pôde estar presente. Segundo ele, esses 30 anos da Justiça Federal no Tocantins foram marcados por conquistas  que refletem um Judiciário de qualidade e atento à sua função constitucional. “A Seção Judiciária do Tocantins conta com magistrados e servidores de excelência, comprometidos com a sua missão”, destacou.   

Para a corregedora regional da Justiça Federal da 1ª Região, desembargadora federal Mônica Sifuentes, a homenagem do Senado reforça o compromisso de magistrados e servidores de lutar pela justiça e pela paz social. “Nos últimos dois anos, período em que as medidas de combate ao novo coronavírus foram intensificadas, o trabalho desenvolvido pela Justiça Federal no Tocantins foi destaque entre os 14 estados que compõem o TRF da 1a Região. E por dois anos consecutivos, a Seção Judiciária do Tocantins recebeu o Selo Diamante – premiação máxima concedida pela Corte Regional da 1a Região, em reconhecimento ao alcance das metas do Judiciário”, ressaltou.  

O vice-diretor do Foro da Seção Judiciária do Tocantins, juiz federal José Márcio da Silveira e Silva, relembrou fatos importantes da história de criação do Estado do Tocantins. Ele falou sobre a expansão da Justiça Federal no Estado e agradeceu a toda a equipe pelo trabalho que resultou nas conquistas dos últimos anos. “Esse resultado só foi obtido em razão do comprometimento, satisfação e apreço que nossos magistrados, servidores, prestadores de serviço e estagiários têm pelo que fazem. As pesquisas de clima organizacional, realizadas periodicamente, demonstram que na Justiça Federal no Tocantins, existe um clima favorável e propício ao bom desempenho funcional dos colaboradores. O resultado da última pesquisa, realizada em 2020, revelou que 81,4% dos colaboradores estão satisfeitos com seu ambiente de trabalho”, revelou o magistrado.  

O Senador Eduardo Gomes  lembrou que o primeiro prédio público federal construído na mais nova capital do Brasil, Palmas, foi o da Justiça Federal. “Uma justiça que naquele momento cumpria um papel social relevante”. Ele também agradeceu a homenagem póstuma feita a seu pai, o poeta e escritor José Gomes Sobrinho, que deu nome ao Espaço Cultural da Seção Judiciária do Tocantins. “A Justiça Federal se desenvolveu de maneira rápida e intensa, em nosso Estado”, concluiu. 

Ainda durante a sessão, por meio de vídeos gravados, o ex-governador do Tocantins, José Wilson Siqueira Campos, a deputada Federal Professora Dorinha (DEM) e o prefeito de Araguaína, Wagner Rodrigues (PL), elogiaram a atuação da Justiça Federal.  

Autoridades presentes 

Também estiveram presentes na Sessão Especial em comemoração aos 30 anos da Justiça Federal no Tocantins: os desembargadores federais I’talo Fioravanti Sabo Mendes, Daniele Maranhão Costa, Eduardo Morais da Rocha e Rafael Paulo Soares Pinto; a juíza federal aposentada Ionilda Maria Carneiro Pires; os juízes federais Marcelo Albernaz, Denise Drumond, Bruno Apolinário, Cleberson José Rocha, Pedro Felipe de Oliveira Santos; o procurador da república Zilmar Antonio Drumond; e o diretor da Secretaria Administrativa da Seção Judiciária do Tocantins, Ricardo Antonio Nogueira.    

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