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Prefeito Jackson já pavimentou 5 km de ruas em apenas 9 meses de Gestão

A gestão do prefeito de Darcinópolis, Jackson Soares, em apenas 9 messes já concluiu 5 Km pavimentação asfáltica das ruas da cidade, com investimento de 2 milhões de reais, recurso proveniente de fundos perdidos. As obras têm por objetivo melhorar a mobilidade e segurança de motoristas e pedestres.

O prefeito Jackson enfatizou que obras realizadas fazem parte do compromisso de campanha de reconstruir a cidade   de Darcinópolis: “Em primeiro lugar, sou filho de Darcinópolis. Sempre vou buscar o melhor para ela. Embora o país esteja passando por uma crise muito grande, tenho procurado horar meu compromisso de   campanha   com os eleitores   que   foi de trabalhar para reconstruir a nossa cidade de Darcinópolis”.

 O seu João, morador da cidade de Darcinópolis, expressou a alegria que sentia por ter votado no prefeito Jackson: “ Eu nunca havia dado um voto tão bem dado   como esse que dei em Jackson. Darcinópolis, em apenas 9 messes de gestão se transformou em um verdadeiro canteiro de obras”.

Governo do Tocantins participa de reuniões contra cortes no orçamento da Assistência Social

O Governo do Tocantins, representado pela secretária do Trabalho e da Assistência Social (Setas) do Tocantins, Patrícia do Amaral, participa nesta terça-feira, 3, às 9 horas, no Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), localizado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), de uma reunião conjunta entre o Fórum Nacional de Secretários de Estado da Assistência Social (Fonseas) e o Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas). Reunião visa debater os cortes no orçamento do Governo Federal para assistência social em 2018.

De acordo com uma nota emitida pelo Fonseas e Congemas em setembro deste ano, a proposta do orçamento federal para 2018, encaminhada para a Câmara Federal, apresenta o valor de R$ 78 milhões para a manutenção do Sistema Único de Assistência Social (Suas), além do corte de 11% para o Programa Bolsa Família. Em 2017, o orçamento foi de R$ 1,9 bilhão.

A reunião desta terça-feira, 3, também discutirá o alinhamento sobre as Medidas Socioeducativas em Meio Aberto; a apresentação e o debate da sistematização das oficinas técnicas regionais do Fonseas; o Impacto do fluxo descontinuado de recursos financeiros originados na gestão nacional do SUAS nos incentivos financeiros, a gestão do SUAS e do Bolsa Família, entre outros. (com informações do Fonseas)

Lara Cavalcante/Governo do Tocantins

Defesa de Temer deve ser apresentada nesta quarta-feira

Os advogados do presidente Michel Temer entregarão, nesta quarta-feira (4), à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, a defesa dele contra a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF).

Segundo o vice-líder do governo na Casa, Beto Mansur (PRB-SP), cada um dos três denunciados (Temer e os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e Moreira Franco, da Secretaria-Geral) deve se defender separadamente. Eles foram acusados dos crimes de obstrução da justiça e organização criminosa.

Beto Mansur, responsável pelo levantamento de votos dos parlamentares na primeira e nesta denúncia contra o presidente, demonstrou otimismo com o placar a ser alcançado na votação na CCJ. Segundo Mansur, o resultado desta votação deverá ser semelhante ao registrado na anterior.

“No parecer do deputado Paulo Abi-Ackel [PSDB-MG], que propôs o encerramento da primeira denúncia, ou seja o arquivamento, tivemos 41 votos pelo arquivamento, 24 contra e 1 voto de abstenção. Sinto que agora estamos muito perto disso. Lógico que tem alguns partidos que deixaram de ser base e foram para oposição, tem essa questão que envolve o PSDB, mas estamos buscando o mesmo número de votos pelo encerramento dessa denúncia também”, disse.

A contagem do prazo para o início dos trabalhos da CCJ se após a apresentação da última defesa. A partir daí, a comissão tem cinco sessões para apreciar a matéria, votar e encaminhar a deliberação ao plenário da Câmara. Depois de passar pela CCJ, a denúncia deve ser analisada em plenário. Para que a Câmara autorize o Supremo Tribunal Federal (STF) a iniciar a investigação, são necessários pelo menos 342 votos, o que corresponde a dois terços dos 513 deputados, quórum exigido pela Constituição. Se esse número não for atingido, a denúncia é suspensa até o término do mandato presidencial.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reiterou hoje que a votação em plenário deve acontecer entre os dias 23 e 24 deste mês. “Já avisei a Assessoria Internacional para que não libere nenhum parlamentar para viagem naquela semana, para que a gente tenha o maior número de deputados e que todos possam votar a denúncia”, disse.

Já Beto Mansur trabalha para que a votação da denúncia em plenário ocorra na semana seguinte ao feriado de 12 de outubro. O parlamentar considera possível que a votação do parecer na CCJ ocorra antes do feriado.

Maia também voltou a dizer que a tramitação na Câmara não será fatiada por denunciados. Apesar da negativa, deputados da oposição já anunciaram que entrarão com recurso contra a análise conjunta da denúncia.

“Tem diferença dentro da denúncia, mas isso não é problema da Câmara. O problema da Câmara é falar sim ou não. A segunda parte caberá ao Supremo: aceitar, ou não, se a decisão da Câmara for sim depois, se desmembrará por crime ou não. Esse papel não deve ser, segundo análise que fizemos com assessoria, da Câmara dos Deputados”, afirmou Maia.

Edição: Nádia Franco
Iolando Lourenço e Heloisa Cristaldo – Repórteres da Agência Brasil

MPE obtém condenação de ex-prefeito de Oliveira de Fátima por improbidade administrativa

Após Ação do Ministério Público Estadual (MPE), o ex-prefeito de Oliveira de Fátima Izídio Januário da Silva foi condenado por ato de improbidade administrativa e terá que devolver o valor total dos prejuízos causados aos cofres públicos municipais.

Segundo o Promotor de Justiça Vinícius de Oliveira e Silva sustentou no processo, o ex-gestor deixou de recolher ao INSS contribuições previdenciárias que foram descontadas dos salários dos servidores.

A conduta ilícita gerou juros e multas no valor de mais de R$285 mil, em prejuízo do erário municipal.

O ex-prefeito foi condenado à devolução integral do valor correspondente ao dano, com juros de 1% ao mês e correção monetária, ambos, a partir do desembolso, além de pagar multa civil  e ter os direitos políticos suspensos por oito anos.

Izídio Silva também ficou proibido de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de cinco anos.

Fachin é relator de pedido de Aécio para suspender afastamento do mandato

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sorteado relator do mandado de segurança em que o senador Aécio Neves (PSDB-MG) pede para que seja suspenso seu afastamento das atividades legislativas.

O afastamento de Aécio foi determinado pela Primeira Turma do STF na semana passada, quando foi imposto também que o senador não poderia se ausentar de casa à noite.

As duas medidas cautelares foram impostas a pedido da Procuradoria-Geral da República (PGR), no inquérito em que Aécio foi denunciado por corrupção passiva, após ser gravado em conversas suspeitas com o empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS.

Segundo o ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, o senador recebeu R$ 2 milhões em propina do empresário, em troca de sua atuação política. Aécio nega as acusações, afirmando que o dinheiro se refere a um empréstimo pessoal.

Fachin, que foi responsável por determinar liminarmente o primeiro afastamento de Aécio do cargo, foi escolhido por sorteio, realizado somente entre os ministro da Segunda Turma da Corte.

Pedido

No mandado de segurança, o advogado de Aécio, Alberto Toron, pede que o afastamento seja suspenso ao menos até que seja julgada a ação direta de inconstitucionalidade (ADI) sobre a necessidade ou não de aval do Legislativo para que o Judiciário possa aplicar medidas cautelares contra parlamentares.

A ADI foi pautada para o próximo dia 11 de outubro pela presidente do STF, ministra Cármen Lúcia, após o relator da ação, ministro Edson Fachin, ter liberado, na última sexta-feira, o processo para julgamento pelo plenário da Corte.

O assunto colocou os poderes Judiciário e Legislativo em oposição após o Senado ter aprovado, na sexta-feira, um requerimento de urgência para que o plenário da Casa revise a decisão sobre o afastamento de Aécio.

Por prevenção, Fachin vai relatar também um segundo mandado de segurança, protocolado pelo PSDB, no qual o partido pede que o afastamento de Aécio seja suspenso de forma definitiva, sendo declarado ilegal.

Edição: Amanda Cieglinski
Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil

Estados querem que operadoras de telefonia bloqueiem sinais nas unidades prisionais

Os secretários e dirigentes estaduais que compõem o Conselho de Justiça, Cidadania, Direitos Humanos, Segurança e Administração Penitenciária (Consej), que se reuniram em Palmas, na última sexta-feira, 29, fizeram vários encaminhamentos ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Torquato Jardim, de demandas de interesses coletivos quanto à gestão prisional e à gestão penitenciária brasileira. Esta reunião foi a primeira no Tocantins e ocorreu no Palácio Araguaia, com a participação de gestores representantes de 17 estados mais o diretor-geral do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Marcos Antônio Severo Silva, representando a União.

Uma das demandas apresentadas é que o Ministério da Justiça e Segurança Pública apresente um projeto de lei federal que determine que as operadoras de telefonia celular bloqueiem sinais de celulares nas unidades prisionais de todo país, sem ônus para o poder público, bem como vede a instalação de antenas e ou estações de rádio base nas proximidades de penitenciárias, vinculando isso, inclusive, a futuras concessões.

Outra demanda apresentada e encaminhada ao ministro é quanto a uma legislação específica para construção de unidades penais, às quais devem ser livres da interferência dos municípios selecionados para edificação, e livres de consulta popular. Ainda com o objetivo de instrumentalizar os sistemas penitenciários, no que diz respeito aos serviços de vigilância e escoltas de presos, o Consej deliberou ofício ao governo federal solicitando que faculte, via lei, ao Poder Judiciário, a doação de equipamentos armas e munições apreendidas.

Facções

Impedir que lideranças de facções criminosas e presos com atuação em dois ou mais estados retornem às penitenciárias estaduais também foi pauta de debate pelo Consej, que solicitou, ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, que crie legislação que verse sobre essa tema. Também foi solicitado, ao Ministério, a criação de um sistema integrado, sediado no Departamento Penitenciário Nacional (Depen), que promova a remoção interestadual de presos com amparo no atendimento das questões relativas aos processos criminais e à execução penal.

Segundo o presidente do Consej, Lourival Gomes, que é secretário de Administração Penitenciária de São Paulo, as reuniões do Conselho servem para a apresentação de demandas individuais e coletivas dos estados. “É uma troca de experiências, onde as boas são aplicadas nos estados. Assim, entendemos a realidade de cada um e seus potenciais”, explicou. Quanto aos grupos criminosos organizados, ele disse que o Consej trabalha na formação de uma equipe de auxílio mútuo com banco integrado de inteligência, pois o crime organizado no país também está integrado, lembrando que cada estado rege suas ações de acordo como elas se configuram.

Na pauta da reunião, também foi discutida a ampliação de cursos de formação para agentes de inteligência prisional, que abranja todo sistema penitenciário brasileiro. Ainda constou, na pauta, a constituição de uma Força Nacional de Intervenção Penitenciária, com legislação específica mediante pacto nacional.

Fundo

O Consej entende ainda que é necessária uma alteração legislativa para as normas que regem o Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), possibilitando que esta lei atenda despesas de custeio; desta forma, ampliando seus horizontes de aplicação e ao mesmo tempo socorrendo os estados na gestão prisional. O grupo de trabalho requereu ainda a liberação de recursos do fundo para repasse na modalidade Fundo a Fundo, a exemplo do que foi realizado no final de 2016.

E por fim, os gestores nacionais pediram a intervenção do Ministério da Justiça e Segurança Pública na Comissão Mista da Câmara dos Deputados, que analisa uma medida provisória proibindo o contingenciamento do fundo penitenciário, para permitir que representantes do Consej sejam ouvidos relativamente à matéria.

Para Gleidy Braga, vice-presidente do Consej e secretária de Estado da Cidadania e Justiça do Tocantins, é essa convergência de ideais e propostas que resultam em benefícios para os estados. “Fico muito feliz que da primeira reunião do Consej, em Palmas, tenham sido encaminhadas propostas tão bem elaboradas ao governo federal”, avaliou.

Regionalização

No que tange ao Tocantins, Gleidy Braga argumentou no grupo do Consej que trabalha para a regionalização do Sistema Penitenciário. “Hoje, temos 40 unidades prisionais para uma população carcerária de pouco mais de 3.400 presos. A ideia é reduzir para até 20 unidades, ao mesmo tempo em que aumentamos a oferta de vagas construindo unidades com maior capacidade, processo esse que está em andamento”, explicou.

Carlesse reuniu-se com centenas de líderes políticos no Bico do Papagaio

Depois de percorrer todas as cidades do Bico do Papagaio, o presidente da Assembleia Legislativa do estado   do Tocantins, Mauro Carlesse, reuniu-se neste sábado, 30 de setembro, com centenas de líderes políticos da região. Entre eles dezenas de prefeitos e deputados estaduais e vereadores.

De acordo com Carlesse, o objetivo   do   encontro foi agradecer a cada líder político da região   do Bico do Papagaio pela receptividade durante suas visitas institucionais aos municípios. “Eu não podia   deixar de agradecer ao povo do Bico do Papagaio pela receptividade durante minhas visitas a todas as cidades por onde passei levando a massagem da Assembleia Legislativa, que tonou-se um parlamento municipalista. E o resultado está aí, como podem ver, pela quantidade   de líderes políticos presentes nesta confraternização.  Estou muito feliz e grato por isso”.

A prefeita da cidade de Riachinho, Diva Ribeiro, falou da importância   do trabalho do presidente da Assembleia Legislativa do estado, Mouro Carlesse: “ Deputado Carlesse, quero me dirigir a população que está aqui presente neste momento e dizer que este projeto que senhor idealizou vai entrar para a história   do Bico do Papagaio.  Tenho certeza que, se você chegar a governar este estado, vai fazer muito mais do que já fez como deputado estadual”.

Educação promove mudanças no Regimento Escolar da rede estadual de ensino

A Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc) promove mudanças no Regimento Escolar para a rede estadual de ensino. Pautadas principalmente na avaliação dos alunos, as alterações tem como objetivo fortalecer o processo ensino-aprendizagem na educação pública tocantinense. As alterações no documento base para a gestão das escolas vêm sendo discutidas desde 2016 e passaram pela aprovação do Conselho Estadual de Educação (CEE-TO).

A partir do novo regimento, que havia sido revisado pela última vez há oito anos, os alunos passam a ter direito a fazer recuperação no final do ano, caso não atinjam a média de aprovação que permanece 7,0. Desta forma, os alunos que ao final do ano letivo obtiverem médias entre 5,0 e 6,9 em qualquer disciplina poderão fazer a recuperação e ser aprovado para o próximo ano ou série, caso obtenha a média 7,0 nas disciplinas que participar.

Outra mudança é para os estudantes da 3ª série do ensino médio, que terão a chance de utilizar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para conseguir a certificação pela escola.  Lembrando que a nota mínima a ser alcançada no Enem para aprovação é de 450 pontos em cada área de conhecimento, exceto para a redação que são 500 pontos a serem conquistados.

“Tudo isso foi apresentado à comunidade escolar em março de 2017 e todos puderam participar, via online, da pesquisa disponibilizada no site da Seduc e amplamente divulgada nas escolas”, destacou a secretária da pasta, professora Wanessa Zavarese Sechim.

Após os profissionais da rede estadual escolherem, por meio da pesquisa, o sistema de avaliação e os critérios de avanço dos alunos, a Seduc solicitou análise e parecer do Conselho Estadual de Educação. A aprovação ocorreu no dia 3 de agosto, por meio da Resolução 08/2017, com publicação no Diário Oficial do Estado, no dia 15 do mesmo mês. Com isso, a recuperação paralela e a recuperação final foram regulamentadas em todas as unidades escolares da rede estadual.

Outras mudanças

Com as alterações no Regimento Escolar Interno, foram feitas outras mudanças necessárias no Calendário Letivo 2017. Entre elas está a antecipação do Conselho de Classe Pedagógico do 4º bimestre, que era previsto para o dia 22 dezembro, para o dia 15. O período de 18 a 22 de dezembro será letivo regular destinado ao fortalecimento da aprendizagem, e a recuperação final será realizada até duas semanas após o encerramento do ano letivo.

Todas as orientações dos procedimentos a serem adotados serão encaminhadas para as diretorias regionais e para as unidades escolares, assim como estarão à disposição para acesso no site da Seduc.

Para a secretária Wanessa Sechim, o momento é de reconhecimento do trabalho de todos. “Agradeço e reconheço o trabalho desenvolvido pela equipe técnica, equipe escolar, diretores, coordenadores pedagógicos, professores, e também a comunidade escolar que acredita e apoia o trabalho desenvolvido para a garantia de uma educação de qualidade para todos os tocantinenses”, finalizou.

STF dará prioridade a ação sobre autorização para afastar parlamentares

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, afirmou hoje (28) que dará “prioridade” de julgamento à ação sobre a necessidade de autorização legislativa para que a Corte aplique medidas cautelares contra parlamentares.

“Será muito bom que a ação seja julgada prontamente”, afirmou a ministra, ao anunciar que o assunto será levado a plenário “em breve”. Para isso, resta apenas que o relator, ministro Edson Fachin, conclua seu voto e libere a ação para que seja pautada para julgamento.

O assunto mobilzou os Poderes Judiciário e Legislativo após a Primeira Turma do STF ter decidido, nesta semana, afastar o senador Aécio Neves (PSDB-MG) do exercício do mandato, impondo a ele também recolhimento domiciliar noturno, medidas cautelares descritas como alternativas à prisão preventiva.

Após ser notificado, o Senado aprovou, nesta quarta-feira, um requerimento de urgência para que o plenário revise a decisão sobre o afastamento de Aécio. Segundo o vice-presidente do Senado, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), a votação sobre o assunto deve ocorrer na próxima terça-feira (3), mas alguns senadores querem que o STF julgue primeiro a ação que trata do tema, de modo a evitar mais desgaste entre os poderes.

Em seguida à decisão dos senadores de revisar decisão do Supremo, Cármen Lúcia evitou falar sobre a existência de crise institucional. Ela confirmou ter conversado com o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), na noite de ontem (27), com quem disse estar “numa boa”. “O fim do direito é a paz, a finalidade do direito é a paz. Nós construímos a paz”, afirmou a ministra na noite de quarta-feira.

Edição: Nádia Franco
Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil

Fazendeiro é autuado pela PM por construir canais de drenagem sem a licença ambiental

Na tarde de terça-feira, 26, no município de Santa Rosa do Tocantins, uma equipe do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA), autuou o proprietário de uma fazenda por estar construindo canais de drenagem sem a licença ambiental exigida.

Os policiais militares receberam denúncias sobre irregularidades nas propriedades rurais da região. Diante das informações, a equipe fiscalizou algumas fazendas e em uma delas foi constatada a infração. No local havia vários canais de aproximadamente 500 metros de comprimento que adentravam a área de lavoura seguindo até um possível curso de água intermitente, que atualmente está seco.

A obra foi embargada e conforme prevê a legislação ambiental, artigo 66 do decreto federal nº 6.154/08, o fazendeiro foi atuado com multa no valor de R$ 5 mil.

A multa pela falta de licenciamento da obra de construção dos canais varia de R$ 500 a R$ 10 milhões.

Mariele França/Governo do Tocantins

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