quarta-feira, julho 22, 2026

55.3 F
Nova Iorque
quarta-feira, julho 22, 2026
Início Site Página 813

“A Toda Poderosa” da saúde e o Hospital Regional a beira de um colapso

Dinheiro a cidade de Araguaína tem. Representatividade política também, principalmente na área da saúde já que a Deputado Estadual Valderez Castelo Branco, além de ter perenidade na comissão da saúde do estado, também é a parlamentar que indicou a atual direção do hospital regional de Araguaína, e é a líder do Governo na Assembleia Legislativa. Mesmo assim os problemas só acumulam no hospital regional.

Um descaso com a cidade de Araguaína que hoje contribuí com mais de 17% do PIB do Estado.  Município com grande poder de voto, que elegeu 4 deputados estaduais, e não ver essa força econômica e política ser revertida em políticas públicas.

E para se constatar isso e só ir até o Hospital Regional de Araguaína. O local acumula relatos de pessoas que vivem situações constrangedoras. Um dos exemplos claros são os atendimentos feitos em meio aos corredores, no chão, em colchões improvisados. E na demora do atendimento médico

Para seu Antônio e lamentável que a saúde seja tratada assim, pelos políticos do estado. “É lamentável que nossos políticos tratem a saúde dessa forma. Casos de dengue e de viroses tomaram conta de nossa cidade. E o regional parece um hospital de guerra” lamentou.

A redação do portal tentou falar com deputado líder do governo para ouvir dela por que, com tanta força dentro governo, não pode ou não quer resolve os problemas da saúde de Araguaína. Mas não conseguimos o contato.

Por: Geovane Oliveira 

Bolsonaro extingue horário de verão

O Brasil não adotará mais o horário de verão a partir deste ano. O presidente Jair Bolsonaro assinou hoje (25) decreto que extingue a medida, em cerimônia no Palário do Planalto. A decisão foi baseada em recomendação do Ministério de Minas e Energia, que apontou pouca efetividade na economia energética, e estudos da área da saúde, sobre o quanto o horário de verão afeta o relógio biológico das pessoas.

“As conclusões foram coincidentes. O horário de pico hoje é às 15 horas e [o horário de verão] não economizava mais energia. Na saúde, mesmo sendo só uma hora, mexia com o relógio biológico das pessoas”, disse, ressaltando que não deve haver queda na produtividade dos trabalhadores nesse período.

A medida já havia sido anunciada pelo presidente no dia 5 de maio.

De acordo com o secretário de Energia Elétrica do MME, Ricardo Cyrino, a economia de energia com o horário de verão diminuiu nos últimos anos e, neste ano, estaria perto da neutralidade. “Na ótica do setor elétrico, deixamos de ter o benefício”, disse.

Cyrino afirmou que o horário de verão foi criado com o objetivo de aliviar o pico de consumo, que era em torno das 18 horas, e trazer economia de energia na medida em que a iluminação solar era aproveitada por mais tempo. “Com a evolução da tecnologia, iluminação mais eficiente, entrada de ar-condicionado – que deslocou o pico de consumo para as 15 horas – e também a substituição de chuveiros elétricos [por aquecimento solar, por exemplo], que coincidia com a iluminação pública às 18 horas, deixamos de ter a economia de energia que havia no passado e o benefício do alívio no horário de ponta, às 18 horas”, explicou.

O horário de verão foi criado em 1931 e aplicado no país em anos irregulares até 1968, quando foi revogado. A partir de 1985, foi novamente instituído e vinha sendo aplicado todos os anos, sem interrupção. Normalmente, o horário de verão começava entre os meses de outubro e novembro e ia até fevereiro do ano subsequente, quando os relógios deveriam ser adiantados em uma hora em parte do território nacional.

O secretário afirmou ainda que nos últimos 87 anos de instituição do horário de verão, por 43 anos o país ficou sem adotar a medida e que ela pode ser instituída novamente no futuro. “Tivemos muitas alternâncias. Vamos continuar fazendo avaliações anuais e nada impede que, no futuro, caso venha a ser conveniente na ótica do setor elétrico, vamos sugerir novamente a introdução do horário de verão. Por hora, ele não faz mais sentido.”

Novos decretos

Participaram da cerimônia, no Palácio do Planalto, parlamentares que apresentaram projetos no Congresso para extinguir o horário de verão. Bolsonaro se colocou à disposição para avaliar outras proposições que possam ser colocadas em prática via decreto presidencial.

“Sabemos da dificuldade do parlamentar para aprovar uma lei ao longo de uma legislatura. Muito difícil. Agora, um decreto tem um poder enorme, como esse assinado agora. A todos os senhores, o governo está aberto a quem tiver qualquer contribuição. Em havendo o devido amparo jurídico, apresentaremos um novo decreto”, afirmou.

Por Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil 

juíza suspende contrato da Prefeitura de Araguaína com empresa para obra milionária na Via Lago

As acusações referem-se às supostas irregularidades em processo licitatório e processos de licenciamento ambiental [Foto: Flávio Herculano]

Parceria Público Privada em desacordo com a legislação, falta de transparência no edital de licitação com consequente subavaliação do imóvel e indício de direcionamento, consórcio vencedor tendo como sócia uma servidora do Município e licenças ambientais possivelmente irregulares foram quatro dos 11 pontos obscuros apontados pela juíza Milene de Carvalho Henrique para determinar, nesta terça-feira, 23 de abril,  a imediata suspensão do contrato firmado entre a Prefeitura de Araguaína e a empresa “Via Lago Empreendimentos Imobiliários S/A”, em dezembro de 2018, para a construção de um empreendimento no Complexo de Turismo e Negócios e, em troca, construir um centro administrativo municipal também no local.

Titular da 2ª Vara de Feitos da Fazenda e Registros Públicos da Comarca de Araguaína, a magistrada estipulou o prazo de 20 dias para a Prefeitura apresentar contestação e determinou ainda, na ação popular movida por Paulo Antônio Pereira Machado contra o Paço Municipal, a suspensão de qualquer obra referente à implantação do referido  empreendimento, “salvo benfeitorias necessárias, bem como qualquer pagamento com base no referido contrato, até ulterior deliberação judicial”.

 PPP irregular

Em sua argumentação, após analisar os atos administrativos da Prefeitura, entre os quais o Chamamento Público de Manifestação de Interesse (PMI), que antecedeu o processo licitatório, a juíza Milene de Carvalho Henrique entendeu que o contrato pelo qual a prefeitura transferira o domínio (alienara) da área pública de cerca de 69,9 mil metros quadrados, avaliada em cerca de R$ 60 milhões) na região conhecida como Via Lago, não se trata de parceria público-privada.

Segundo ela, o PMI tem por finalidade, entre outras ações, a apresentação de projetos para subsidiar a administração pública na estruturação de empreendimentos objetos de concessão ou permissão de serviços públicos, de parceria público-privada, de arrendamento de bens públicos ou de concessão de direito real de uso. “Diferentemente, apreendo, no caso concreto, ao menos nessa fase inicial do processo, que a destinação final do negócio em voga (a dita alienação condicionada), não se enquadra em nenhuma das hipóteses anteriores, tidas como regra geral para o manejo do PMI, ou seja, a licitação ocorreu totalmente dissociada da destinação do PMI”, arrematou a juíza, lembrando que parceria público-privada é o contrato administrativo de concessão, na modalidade patrocinada ou administrativa, e que ambas envolvem prestação de serviço público, não cabendo a aplicação de PPP em casos de exploração econômica exclusivamente pela iniciativa privada, sem a participação da Administração Pública.

 Imóvel subavaliado

 A magistrada também estranhou o fato de o PMI não trazer a informação de que a Prefeitura entregaria a área de 60.978,70 m2 totalmente pronta para a imediata construção, ou seja, que os eventuais licitantes receberiam a área – até então um buraco alagado na parte do Lago – com todo o aterro, desassoreamento e obras de contenção (construção de diques) realizadas com recursos do Município (R$ 11 milhões).

Para ela, é bastante provável que a avaliação do bem no estado em que efetivamente será entregue ao vencedor da licitação, pronto para edificação, será em valor superior ao preço médio de R$ 400,00 o metro quadrado, ressaltando ainda o fato de a área ficar na região mais valorizada da cidade.

E lembrou ainda que a segunda cláusula do Contrato nº 006/2018 informa a avaliação do metro quadrado construído em R$ 5,5 mil. “O próprio Município dá subsídios de que a área foi subavaliada, visto que incide aí uma valorização de 1.275% no metro quadrado construído”, diz a juíza em sua decisão, alertando para o fato de que no próprio relatório da Comissão Especial da Secretaria Municipal de Desenvolvimento, nomeada para analisar o PMI, foi sugerido que deveria haver outras avaliações da área por entes oficiais (Caixa Econômica Federal ou Banco do Brasil), mas que o procedimento só foi feito pelo corpo técnico da própria Prefeitura Municipal de Araguaína. E questionou se de antemão a Prefeitura já sabia que iria realizar às suas expensas o preparo do terreno.

“Será que essa não foi uma das circunstâncias cruciais para que apenas uma empresa (ABL PRIME LTDA) manifestasse interesse no PMI e depois na Concorrência Pública 008/2018? Vou mais além, será que a empresa que se apresentou como interessada tinha conhecimento prévio que o terreno seria entregue pronto para construção, a despeito de tal informação não constar dos editais?”

Sócia-servidora e empresa em quitinete

 Em sua decisão, a magistrada também chamou a atenção para o fato de uma das empresas que formam o consórcio vencedor da licitação ter como sócia uma servidora que fazia parte dos quadros do Município de Araguaína à época do PMI e da licitação.  “Nesse esquadro, entendo, de toda sorte, que a verificação da existência de servidora do Município incluída no quadro societária de empresa fere norma prevista na Lei de Licitações, bem como no próprio edital.”

E considerou também estranho o fato de a DCCA Administração e Gestão Imobiliária Ltda, com maior participação no consórcio vencedor da licitação, com 48%, e com capital declarado de R$ 40,3 milhões, ter como sede uma quitinete, em rua esburacada e sem nenhuma identificação. E estranhou ainda o fato de a empresa ter sido aberta no dia 23 de agosto de 2018, apenas dois meses antes da licitação.

Risco de dano ambiental

A juíza destacou também o Relatório de Vistoria nº 048/2018, realizado pelo Centro de Apoio Operacional de Urbanismo, Habitação e Meio Ambiente (Caoma) em dezembro de 2018. Juntado pela parte autora da ação popular, o relatório aponta a existência de irregularidades nas licenças ambientais referentes ao empreendimento, lembrando que há previsão da construção de centro administrativo municipal, shopping center, hotéis e restaurantes na área e alerta que os estudos ambientais realizados não contemplam e/ou explicitam a utilização desta área para tal finalidade.

Além disso, tais obras não encontram respaldo na legislação vigente quanto à utilidade pública e/ou interesse social. Desta forma, ainda que fosse possível, a Prefeitura não obteve e/ou realizou os estudos ambientais necessários, como licenças ambientais pertinentes, e encerra sugerindo “a imediata paralisação das obras para que se busque regularizar os devidos estudos de impacto ambiental e licenças, tudo na tutela do meio ambiente”.

Ao analisá-lo, a magistrada afirmou estar adotando o relatório do Caoma juntado aos autos “apenas como mais um dos indícios de irregularidades para o meu convencimento quanto ao acerto da suspensão do empreendimento imobiliário nesta fase do processo; assim, deixo claro que as irregularidades apontadas no relatório do órgão técnico poderão ser objeto do devido contraditório e ampla defesa por parte do requerido, em momento processual próprio para se apurar ou sanar as irregularidades apresentadas”.

Prazos e expectativas

O prazo de cinco anos para elaboração de projetos e construção do centro administrativo municipal e de 20 anos para complexo que inclui shopping center, hotel,  entre outras edificações, também foi objeto de levantamento da juíza Milene em sua decisão. “O mais intrigante é que a empresa vencedora pode de imediato, a partir da assinatura do contrato e formalização da escritura pública, transferir/comercializar frações ideais do terreno a terceiros”, afirma, ao analisar o parágrafo único da cláusula sexta do contrato e observar ainda que, além da formalidade contratual de inserir cláusula de reversão e desalienação na escritura e aplicação de multa, a única garantia efetiva que o Município teve foi a caução prestada no valor de R$ 100.000,00 exigida no edital para apresentação de proposta. “Em contrapartida, vejo que a empresa vencedora poderá de pronto negociar lotes/frações do terreno por valores facilmente superiores aos cem mil reais caucionados, pois repito, a área objeto da licitação está situada na região mais valorizada de Araguaína.”

Por fim, ao analisar a cláusula sete do referido contrato, a magistrada Milene de Carvalho Henrique se permite avaliar que “o empreendimento imobiliário a ser desenvolvido nesta cidade, a depender dos reais interesses dos envolvidos no negócio e não apenas no discurso de autoridade que se propaga, pode não se traduzir em desenvolvimento e geração de empregos a curto e médio prazo como espera a população, e o tão sonhado shopping pode demorar – em tese – até 20 anos para ser concluído”.

Confira a decisão aqui.

Texto: Marcelo Santos Cardoso / Foto: Divulgação

Comunicação TJTO

Estado tem prazo para sanar irregularidades antes de liberar serviços de radioterapia em Araguaína

Objetivando garantir a segurança dos pacientes em tratamento oncológico, a Justiça determinou, nesta segunda-feira, 23, o prazo de cinco dias para que o Estado informe as providências adotadas a fim de sanar as irregularidades no setor de radioterapia do Hospital Regional de Araguaína (HRA), antes de liberar os serviços na unidade. Foi constatada a falta de equipamentos, insumos, bem como de profissionais capacitados para atuar no setor.

As irregularidades foram detectadas em audiência extrajudicial realizada no último dia 10, quando foram elencados pelos representantes da Secretaria Estadual da Saúde (Sesau) e da Unidade de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON) do HRA a falta de manutenção no prédio, de utensílios básicos como materiais de higiene, de profissionais treinados para manuseio de laser externo do tomógrafo, ausência de enfermeiras e de coordenador capacitados no setor de radioterapia, bem como comprovação de existência de médico radioterapeuta e físico.

Com a decisão, a Secretaria Estadual de Saúde também fica obrigada, no prazo de cinco dias, a informar o estágio do pregão eletrônico destinado à compra de materiais e insumos, bem como as providências para reparação do prédio, situação dos profissionais necessários à execução dos serviços, entre outros.

Os serviços de radioterapia em Araguaína deveriam ter sido disponibilizados aos usuários no mês de março. Desde o ano de 2015, o Ministério Público do Tocantins busca, por meio de uma Ação Civil Pública, a adequação estrutural da Unidade de Oncologia do Hospital Regional de Araguaína (HRA) e a construção de sala especial (bunker) para instalação do acelerador linear.

A Ação Civil Pública é acompanhada pela Promotora de Justiça da Área da Saúde de Araguaína, Araína Cesárea D’Alessandro.

Bloqueio de recursos

No início do mês de abril, a Justiça manteve a decisão do bloqueio de R$ 1.410.000,00 (um milhão, quatrocentos e dez mil reais) na conta do tesouro estadual para garantir a reforma do antigo Hospital São José, onde funcionará um Centro Oncológico.

Até novembro do ano passado, 1400 pacientes de Araguaína tiveram que se deslocar até Imperatriz (MA) para buscar tratamento de radioterapia, justamente pelo descumprimento de decisões judiciais que fixaram prazos para atendimento das obrigações. (Denise Soares)

MPE recomenda a suspensão de outorga e licença de operação de três barragens

O Ministério Público Estadual (MPE), por meio da Promotoria de Justiça Regional Ambiental da Bacia Alto e Médio Araguaia, expediu nesta quarta-feira, 24, recomendação administrativa para que o Naturatins suspenda a outorga de Recursos Hídricos e as licenças de operação das Barragens Calumbi I, Calumbi II e Taboca e que revise as emitidas aos empreendimentos do Projeto de Irrigação do Distrito de Formoso do Araguaia e da Bacia Hidrográfica do Rio Formoso em nome do Estado do Tocantins, para atender fins privados.

O Promotor de Justiça Francisco Brandes Júnior expõe que as barragens foram classificadas pela Agência Nacional de Águas (ANA) em nível de Dano Potencial Alto ou Categoria de Risco, pois têm mais de três décadas de construção e apresentam sérios riscos em suas estruturas, não havendo previsão de qualquer intervenção de engenharia emergenciais para saná-los. As constatações também estão em relatório do Naturatins apresentado ao Ministério Público Federal emitido em maio de 2018.

O MPE também destaca que tanto as referidas barragens, quanto os empreendimentos do Projeto de Irrigação do Distrito de Formoso do Araguaia e da Bacia Hidrográfica do Rio Formoso estão com as titularidades em nome do Estado do Tocantins, através de suas Secretarias, na condição de empreendedores e não em nome dos verdadeiros beneficiários e responsáveis pelas atividades privadas.

Com base nessas observações, o documento recomenda que sejam revisadas as outorgas e licenciamento ambiental, bem adotadas medidas administrativas, a fim de excluir o Estado do Tocantins e as Secretarias da condição de empreendedores, atribuindo as responsabilidades ambientais administrativas aos verdadeiros beneficiários e responsáveis pelas atividades privadas. (Denise Soares)

Unitins lança edital de Vestibular com 160 vagas para o Câmpus de Palmas

A Universidade Estadual do Tocantins (Unitins) publicou nesta quarta-feira, 24, o edital do Vestibular 2019/2 para o Câmpus de Palmas. São ofertadas 160 vagas no total, sendo 40 para cada curso oferecido na unidade: Direito, Engenharia Agronômica, Serviço Social e Sistemas de Informação. Os cursos de graduação da Universidade Estadual são totalmente gratuitos e presenciais.

As inscrições para o processo seletivo começam no dia 29 de abril e seguem até 15 de maio. O valor da taxa de inscrição é de R$ 120. As provas, objetiva e de redação, serão aplicadas em Palmas no dia 23 de junho.

Já dando início ao cumprimento da Lei 3.458/2019, sancionada pelo governador Mauro Carlesse na última semana, o certame destina 50% das vagas para alunos egressos de escolas públicas. Dentro desse percentual, 10% são destinados para cota racial – autodeclarados pretos, pardos e indígenas. A legislação destaca que a instituição de ensino tem quatro anos para implementar completamente os percentuais determinados, que consideram dados do Censo do IBGE.

O reitor da Universidade Estadual, Augusto Rezende, pontua que gradativamente nesses quatro anos, com a realização dos certames, irá mensurar os resultados e ampliar as vagas até chegar ao total estipulado na lei.

Para Augusto Rezende, com a realização do vestibular semestral em Palmas, a Unitins cumpre seu papel social abrindo 160 novas vagas para ingresso no ensino superior público e totalmente gratuito. “Nós sabemos que ainda vivemos um momento de recessão econômica e as famílias têm mais dificuldade de pagar mensalidade numa faculdade particular, por isso a Unitins é tão importante, são 160 novas vagas, ou seja, serão mais 160 pessoas fazendo um curso superior público graças a essa oportunidade. Isso reflete no desenvolvimento do nosso Estado e da população tocantinense. E a Universidade Estadual representa isso: desenvolvimento”, destaca o reitor.

Outros Câmpus

Quanto à realização do vestibular semestral nos outros câmpus da Unitins – Augustinópolis, Araguatins e Dianópolis – o reitor explicou que “está no nosso planejamento, contudo nos outros câmpus nós ainda temos estrutura física compartilhada com a Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes do Tocantins (Seduc) e isso nos limita muito quanto à ampliação de uso das salas de aula para abertura de novas turmas. Mas com certeza, a partir do momento em que formos conquistando espaços mais exclusivos e reservados para a Unitins, realizaremos o vestibular semestral para todas as unidades”.

Matrícula dos aprovados e início das aulas

Conforme cronograma do certame, a matrícula dos aprovados no Vestibular 2019/2 serão realizadas no mês de julho e o início das aulas, conforme previsão do calendário acadêmico, está marcado também para o mês de julho.

Charlyne Sueste/Governo do Tocantins

Hackers invadem sistema interno da Câmara de Vereadores de Palmas e pedem resgate em bitcoins

Por G1 Tocantins

Pai e filho são encontrados mortos em fazenda de Lagoa da Confusão

Os corpos de Luís Gonzaga Coelho, de 80 anos, e Luís Gonzaga Coelho Filho, de 44, foram encontrados na tarde desta terça-feira (23) em uma fazenda a cerca de 30 quilômetros de Lagoa da Confusão, no oeste do Tocantins. Eles eram parentes da ex-primeira dama de Lagoa da Confusão, Karina Café, que concorreu a prefeitura da cidade nas últimas eleições.

A Polícia Civil e a Polícia Militar mandaram equipes até a fazenda para o que aconteceu. Segundo a família, pai e filho foram eletrocutados enquanto trabalhavam em uma chocadeira na fazenda. A Polícia Civil e a Polícia Militar foram ao local apurar as circunstâncias do acidente.

O Instituto Médico Legal confirmou que foi até o local fazer o resgate dos corpos. A Prefeitura de Lagoa da Confusão informou que decretou luto oficial e enviou condolências à família.

Por G1 Tocantins

Greve dos fiscais da Adapec chega ao fim

O Governo do Tocantins por meio da Agência de Defesa Agropecuária (Adapec) apresentou na tarde desta terça-feira, 23, uma proposta ao Sindicato dos Profissionais de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (Sindagro), que pôs fim, a greve deflagrada pelos fiscais agropecuários.

O presidente da Adapec, Alberto Mendes da Rocha, que intermediou a negociação com a categoria disse que o governo nunca teve a intenção em atrasar o pagamento do Ressarcimento de Despesas para Atividades de Defesa (Redad), porém, todas as despesas do Estado dependiam do orçamento que foi aprovado no início deste mês. “O Governador entende a importância do setor agropecuário para a nossa economia e por isso, apresentou esta proposta que contempla o Redad, e as demais exigências pontuadas pela categoria já estão sendo resolvidas”, frisou o presidente.

O presidente do Sindagro, Wiston Gomes confirmou que, após consultar a categoria, os profissionais em greve decidiram acatar a proposta do governo e retornarão aos postos de trabalho nesta quarta-feira, 24.

Pelo acordo firmado entre o Governo do Estado e o sindicato, a regularização do pagamento do Redad será feito em quatro etapas, sendo que o pagamento referente ao mês de janeiro será efetuado até o próximo dia 26; os meses de fevereiro e março serão pagos até o dia 20 de maio; os meses de abril e maio serão pagos até 20 de junho, e a partir de junho, os pagamentos serão feitos até o dia 20 dos meses subsequentes.

Também foi acertado que até junho, a gestão da Adapec apresentará um cronograma de cursos de capacitação para fiscais e inspetores de defesa agropecuária.

Welcton de Oliveira/Governo do Tocantins

CCJ aprova parecer a favor da reforma da Previdência

A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados aprovou na noite dessa terça-feira (23), por um placar de 48 votos a 18, o texto do relator Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG) pela admissibilidade da Prosposta de Emenda à Constituição (PEC 6/19), que trata da reforma da Previdência. A PEC segue agora para análise de uma comissão especial que, segundo a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann, deve ser instalada nesta quinta-feira (25).

A PEC da reforma da Previdência está em tramitação na Câmara há dois meses. Para concretizar a aprovação de seu relatório, o deputado  Delegado Marcelo Freitas, apresentou uma complementação de voto para retirar quatro prontos da proposta, que, segundo ele, estavam em desacordo com a Constituição. O parlamentar anunciou a medida ontem acompanhado do secretário especial de Previdência, Rogério Marinho.

Os quatro itens que foram suprimidos da proposta foram negociados com líderes da base governista. O primeiro é o fim do pagamento da multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do recolhimento do fundo do trabalhador aposentado que voltar ao mercado de trabalho.

O segundo ponto é a concentração, na Justiça Federal em Brasília, de ações judiciais contra a reforma da Previdência. Os outros pontos são a exclusividade do Poder Executivo de propor mudanças na reforma da Previdência e a possibilidade de que a idade de aposentadoria compulsória dos servidores públicos (atualmente aos 75 anos) seja alterada por lei complementar, em vez de ser definida pela Constituição, como atualmente.

A sessão

A votação do parecer sobre a PEC da reforma da Previdência do relator Delegado Marcelo Freitas durou mais de oito horas e foi aprovada sob protestos da oposição. A líder da minoria, deputada Jandira Feghali (PCdoB –RJ), apresentou um requerimento de pedido de adiamento da votação do relatório por 20 sessões até que fossem apresentados os dados que embasam a proposta de reforma da Previdência. Um dos argumentos é que a PEC é inconstitucional pois não está acompanhada da estimativa do impacto orçamentário e financeiro, como determina o Artigo 113 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 

Embora a deputada tenha argumentado que o requerimento tinha assinatura de 110 deputados, durante a sessão, o presidente da comissão, Felipe Francischini (PSL-PR), informou que o protocolo de requerimento não atingiu as 103 assinaturas suficientes para ser aceito, pois segundo Francischini, algumas assinaturas não foram reconhecidas, o que gerou um dos vários tumultos que ocorreram durante a sessão. O deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) disse que deve entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a decisão do presidente da CCJ.

Durante a sessão da comissão foram rejeitadas diversos requerimentos pedindo o adiamento por diferentes prazos, como duas, três ou mais sessões. Um dos principais argumentos para os pedidos de adiamento era a falta de mais dados que embasaram o Executivo na elaboração da proposta de reforma da Previdência.

A sessão também teve tumulto e obstrução por parte da oposição e muita discussão entre parlamentares favoráveis e contra o projeto.

* Com informações da Agência Câmara

Últimas notícias