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Enem termina com 27,19% de ausentes, menor taxa desde 2009

O Exame Nacional do Ensino Médio terminou hoje (10). Ao todo, estiveram presentes nesse segundo dia de aplicação, 3,7 milhões, do total de 5,1 milhões de candidatos inscritos. Aqueles que faltaram ao exame correspondem a 27,19% do total. Os números foram divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

“Tivemos a menor abstenção de todos os tempos, tanto no primeiro dia, quanto hoje”, afirmou o ministro da Educação, Abraham Weintraub. A porcentagem de abstenção no segundo dia superou a menor taxa até então, que era a de 2015, quando 27,33% dos candidatos inscritos não compareceram ao exame.

A taxa do primeiro dia, que foi 23,1% superou a de 2018, até então a mais baixa, que foi de 24,76%. A contagem é feita desde 2009, quando o exame foi reformulado para selecionar estudantes para universidades brasileiras.

“Tivemos, acho que agora dá para afirmar, o melhor Enem de todos os tempos, tanto em execução, operação, logística, como também em termos de formulação”, disse Weintraub.

Eliminações

No total, foram eliminados, no Enem, 747 participantes, sendo 371 candidatos no segundo dia de exame e 376 pessoas no primeiro dia. Esses participantes descumpriram as regras do exame.

Neste ano, as regras de segurança ficaram mais rígidas. Participantes cujos celulares ou quaisquer outros objetos eletrônicos emitissem som foram eliminados, mesmo que esses aparelhos estivessem dentro do envelope porta-objetos que é entregue a cada participante e fica lacrado durante a aplicação.

Próximas datas

Os gabaritos oficiais serão divulgados na quarta-feira (13). Também serão divulgados os Cadernos de Questões, em todas as suas versões. No total, serão seis gabaritos para cada dia de aplicação e seis Cadernos de Questões, de acordo com as cores da prova e opções acessíveis.

Os participantes deverão ficar atentos para conferir o gabarito relativo à cor de prova que fez em cada domingo de aplicação.

Os resultados individuais do Enem 2019 serão divulgados na Página do Participante e no aplicativo do Enem, em janeiro de 2020, a partir de consulta com CPF e senha.

O resultado dos participantes eliminados, segundo o Inep, não será divulgado, mesmo que eles tenham realizado o Enem nos dois dias de aplicação. Para os treineiros, que fazem o exame para autoavaliação de conhecimentos, a consulta só será liberada em março do ano que vem.

Reaplicação

O estudante que se sentiu prejudicado no Enem poderá informar o Inep, pela Página do Participante, entre os dias 11 e 18. Cada caso será analisado e o participante poderá ter direito a fazer a prova novamente.

“[O candidato] vai entrar na Página do Participante e vai apresentar um recurso, vai contar a história do porquê se sentiu prejudicado. E no dia 27 de novembro daremos uma resposta”, diz o presidente do Inep, Alexandre Lopes, que orientou que mesmo que os participantes tenham dúvidas se têm ou não direito a reaplicação, que façam o recurso.

De acordo com o edital do exame, podem ter direito à reaplicação aqueles que foram afetados por problemas logísticos. São considerados problemas logísticos fatores como desastres naturais que prejudiquem a aplicação devido ao comprometimento da infraestrutura do local; falta de energia elétrica que comprometa a visibilidade da prova pela ausência de luz natural; e erro de execução de procedimento de aplicação pelo aplicador que leve ao comprovado prejuízo do participante.

Os estudantes que sentiram alguma indisposição ou problema de saúde e tiveram que sair da sala onde estava sendo aplicada a prova não terão direito à reaplicação, segundo as regras do exame.

O resultado da solicitação poderá ser consultado, também, na Página do Participante, no dia 27 de novembro. A reaplicação do Enem 2019 irá acontecer nos dias 10 e 11 de dezembro, para quem tiver o pedido aprovado.

Por Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil 

Homem é preso após invadir loja durante a madrugada e tentar levar mochilas cheias de roupas

Foto: Divulgação/Polícia Militar

Loja fica na Avenida Cônego João Lima, em Araguaína. O suspeito ainda tentou se esconder entre as araras com roupas expostas.

Um homem de 21 anos foi preso na madrugada deste domingo (10) em Araguaína após invadir uma loja de roupas. A Polícia Militar informou que foi chamada por testemunhas que perceberam a movimentação estranha no local. Quando os policiais chegaram no local o suspeito ainda tentou se esconder entre as araras com roupas expostas. O caso foi na Avenida Cônego João Lima, no centro da cidade.

O suspeito não teve o nome divulgado. Ele já tinha enchido três mochilas com roupas que seriam furtadas. Foram encontrada cinco saias, dez calças e 16 bermudas, todas feitas de jeans, e ainda nove camisetas, quatro pares de chinelos, seis carteiras de mão femininas e 10 bonés.

Por G1 Tocantins

Governador Carlesse abre campanha de vacinação e destaca importância do status de Estado livre de aftosa

O governador do Estado do Tocantins, Mauro Carlesse, abriu oficialmente neste sábado, 9, a segunda etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa. O evento foi realizado na Fazenda Bahia, município de Gurupi, no sul do Estado, e contou com a presença de representantes da cadeia do agronegócio da região e do Tocantins. Nesta etapa, a expectativa da Agência Estadual de Defesa Agropecuária (Adapec) é imunizar cerca de 4 milhões de bovinos.

O Tocantins conta com cerca de 8,5 milhões de bovídeos (bovinos e bubalinos), destes, aproximadamente 4 milhões estarão envolvidos nesta etapa, já que serão imunizados apenas animais de 0 a 24 meses de idade. Desde 2009, os animais adultos são dispensados da vacinação. 

O governador Carlesse destacou a importância da vacinação e o trabalho realizado pela Agência de Defesa Agropecuária e pelos produtores, que fará do Tocantins um Estado livre de aftosa sem vacinação em 2021. Segundo ele, esse status é a prova de que o Governo do Estado trabalha para que o rebanho tenha sanidade e a carne tenha qualidade no mercado mundial. “O trabalho da Adapec e dos produtores tem sido feito com muita responsabilidade e isso está dando resultado. Daqui um a dois anos a gente não vai mais precisar vacinar o gado e isso dá credibilidade ao Tocantins, ao nosso empresário e vai valorizar a nossa carne no mercado. Além disso vai representar economia para o produtor”, destacou.

O presidente da Adapec, Alberto Mendes Rocha, lembrou que esse status de Estado livre de aftosa com vacinação é resultado de longos anos de trabalho do Governo do Estado, por meio da Adapec e dos próprios produtores, que tem a consciência da importância da sanidade do rebanho. “O produtor será o grande beneficiado com esse status de Estado livre de aftosa sem vacinação. O rebanho será muito mais valorizado nos mercados nacional e internacional e também terá reflexo direto no custo de produção do pecuarista tocantinense”, explicou

Vacina

A vacina deve ser adquirida em lojas licenciadas pela Adapec e mantida em temperatura ideal até o momento da aplicação. O correto é conservá-la em caixa de isopor com três partes de gelo para cada parte de vacina e preferir horários mais frescos do dia para o manejo do gado. O ideal também é aproveitar a oportunidade e vacinar os animais contra brucelose, raiva, além de realizar a vermifugação.

Multas

A multa para quem deixar de vacinar é R$ 5,32 por animal e R$ 127,69 por propriedade não declarada. A emissão da Guia de Trânsito Animal (e-GTA), documento obrigatório para movimentação dos animais, está condicionada a comprovação da vacinação.

Presenças 

O evento contou com a presença do deputado estadual e líder do Governo na Assembléia Legislativa, Gleydson Nato; do superintendente da Agricultura do Tocantins, Rodrigo Guerra; do secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Aquicultura,  César Halum; e produtores da região.

 Jarbas Coutinho/Governo do Tocantins

Bolsonaro reúne cúpula militar para discutir Lula, diz site

O presidente da República Jair Bolsonaro Foto: Jorge William / Agência O Globo

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) realiza reunião neste sábado (9) com a cúpula militar do governo e das Forças Armadas para tratar da liberdade do ex-presidente Lula.

A reunião é formada por Fernando Azevedo e Silva (ministro da Defesa), Luiz Eduardo Ramos Baptista Pereira (Secretaria de Governo), o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, além dos comandantes Ilques Barbosa Junior (Marinha), Edson Leal Pujol (Exército) e Antonio Carlos Moretti Bermudez (Aeronáutica), informa O Antagonista.

Ainda de acordo com a publicação, o objetivo do encontro é “avaliar o cenário político após a soltura de Lula”. 

Em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo, Lula criticou Bolsonaro, afirmou que ele governa para “os milicianos do Rio de Janeiro”, classificou o ministro Sergio Moro como “canalha” e prometeu percorrer o país.

Bolsonaro ainda não comentou publicamente a libertação de Lula, mas afirmou em seu Twitter: “Não dê munição ao canalha, que momentaneamente está livre, mas carregado de culpa.”

sputniknews.com

Lula discursa para multidão, chama Moro de canalha e apresenta pauta contra governo de Bolsonaro

Em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, Lula discursou para sindicalistas, militantes do PT e de movimentos sociais no Sindicato dos Metalúrgicos, apresentando a pauta política do partido contra o atual governo.

Preso desde 7 de abril de 2018 na Superintendência da Polícia Federal (PF), Lula discursou para seus apoiadores em São Bernardo do Campo, apresentando sua leitura da atual situação do país.

Lula agradeceu a seus apoiadores que permanecerma por 580 dias nas proximidades da sede da PF em Curitiba.
“O lado podre do estado brasileiro, da Justiça, do MP, da PF e da Receita trabalharam para tentar criminalizar a esquerda, o PT e o Lula”, declarou o ex-presidente.

Além de criticar o Sergio Moro, atual ministro da Justiça, Lula disse ter “vontade de provar que este país pode ser muito melhor na hora em que tiver um governo que não minta tanto quanto o Bolsonaro pelo Twitter”.

“Porque como um homem que tem clareza de sua inocência e de que seus algozes estão mentindo, tomei a decisão de ir pra provar que o Moro não era juiz e sim um canalha que estava me julgando”, disse o político.

O líder do PT reiterou pretender contestar o processo jurídico movido contra ele, mas pontuou que ainda não se trata de uma vitória.

“Espero que a Globo filme. Que tirem fotos. Uma salva de palmas para os meus advogados: a Valeska e o Cristiano. Ainda não ganhamos nada, porque o que queremos é que seja julgado o habeas corpus anulando os processos contra mim”, declarou o ex-presidente de cima de um caminhão, acompanhado das principais lideranças do seu partido.

Lula afirmou que pretende percorrer o Brasil para se reunir com seu apoiadores e unificar a oposição.

“Tô disposto a percorrer esse país. Porque não é possível que a gente viva num país em que todo dia os ricos ficam mais ricos e os pobres ficam mais pobres”, disse ele.

“Eu acho que não tem outro jeito. Não tem ninguém que conserta esse país se não quiser consertar. A gente não pode permitir que esses milicianos acabem com nosso país”, acrescentou o ex-metalúrgico, alfinetando o atual presidente do país.

Luiz Inácio Lula da Silva criticou a recém aprovada Reforma da Previdência, atacou o presidente Jair Bolsonaro e cobrou uma investigação mais dura sobre o assassinato da vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco.

“Eu quero saber porque que esse cidadão (Bolsonaro), que se aposentou muito jovem, resolveu acabar com a aposentadoria do povo brasileiro”, questionou o estadista. “A gente tem que saber quem mandou matar a nossa guerreira Marielle”, acrescentou.

“O Bolsonaro tem que entender que foi eleito pra governar para o povo brasileiro e não para os milicianos do Rio de Janeiro”, concluiu Lula, que terminou o discurso sendo carregado nos braços da multidão visivelmente emocionada.

O ex-presidente fez uma apresentação programática e formulou de forma concisa a pauta com a qual pretende unir a oposição contra o governo de Jair Bolsonaro, na iminência do 7º Congresso Nacional do PT, que será realizado entre os dias 22 e 24 de novembro.

sputniknews

PGR pede ao Supremo para reabrir investigação que apurava se senadora Katia Abreu usou caixa 2

 

A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) o desarquivamento de um inquérito que investigava se a senadora Kátia Abreu (PDT-TO) cometeu caixa 2. Os procuradores argumentam que surgiram novas provas que justificam a reabertura do caso.

A defesa da senadora, que já se manifestou no caso, alega que a PGR já possuía as informações apresentadas agora desde 2017 e que elas não são suficientes para a reabertura do caso. Os advogados pedem que o inquérito seja mantido arquivado.

A investigação começou a partir da delação da Odebrecht e foi arquivada pela Segunda Turma do STF em setembro do ano passado.

À época, a PGR pedia prorrogação da investigação, mas os ministros da Suprema Corte entenderam que o caso estava se prolongando demais e que não havia provas que justificassem mais tempo para os investigadores.

O inquérito foi aberto em março de 2017 para investigar a informação de delatores de que a senadora teria recebido da empreiteira R$ 500 mil em caixa 2 para a campanha eleitoral de 2014. Os delatores apresentaram registros do sistema “Drousys”, que era utilizado pela empresa para gerenciar o pagamento de propinas para políticos.

Neste sistema, a senadora teria recebido o codinome “Machado”, e os R$ 500 mil teriam sido pagos em duas parcelas de R$ 250 mil. Além de Kátia Abreu, o inquérito também investigava o marido da senadora, o engenheiro Moisés Pinto Gomes.

Entre os documentos entregues pelos delatores, estavam planilhas que apontavam dois pagamentos de R$ 250 mil feitos ao codinome Machado, com datas estimadas e senhas utilizadas na entrega.

O primeiro teria sido feito, de acordo com os documentos, em 2 de outubro de 2014, utilizando a senha “bigode”. Já o segundo teria sido feito na semana seguinte, em 9 de outubro, utilizando a senha “volante”.

Registros de transportadora

Para pedir a reabertura das investigações, a PGR argumentou que novas provas sobre o caso foram obtidas em um HD apreendido da transportadora de valores Transnacional, utilizada pela empreiteira para fazer pagamentos ilícitos em São Paulo.

No disco rígido da transportadora estão registros de conversas entre empregados com detalhes para entregas de valores. Os investigadores apontaram a existência de registros de entregas em dinheiro, feitas em outubro de 2014, com as senhas “bigode” e “volante” citadas nas planilhas da Odebrecht.

A primeira, utilizando a senha “bigode”, começou a ser planejada no dia 2 de outubro, e foi concluída no dia seguinte. Já a segunda entrega, com a senha “volante”, foi feita em 9 de outubro, segundo os dados da transportadora.

Ambas as entregas, no valor de R$ 250 mil, foram feitas em hotéis da capital paulista para uma pessoa chamada “Álvaro”.

“Vale destacar que valores, senhas e datas anotadas nos diálogos (…) coincidem com informações prestadas pelo colaborador Mário Amaro, bem como com as planilhas encontradas no sistema Drousys”, afirmam os investigadores no pedido ao STF.

Além da reabertura do caso, o vice-procurador-geral da República, José Bonifácio de Andrada, pede que o inquérito seja enviado à Justiça Eleitoral de Tocantins para ter continuidade.

O relator do caso, ministro Gilmar Mendes, ainda não analisou o pedido da PGR.

Por Marcelo Parreira, TV Globo — Brasília

Governador Carlesse cumpre agenda em Portugal visando atrair investimentos para o Tocantins

O governador do Estado do Tocantins, Mauro Carlesse, embarca neste domingo, 10, para Portugal onde cumpre agenda de trabalho na segunda e terça-feira, 11 e 12, em Lisboa. O objetivo da missão tocantinense é estreitar as relações comerciais com os portugueses, visitar empresas e atrair investimentos para o Tocantins. Acompanham o Governador, os secretários de Estado da Fazenda e Orçamento, Sandro Henrique Armando, e de Parcerias Público Privadas, Claudinei Quaresemim.

Um dos principais compromissos da agenda do Governador será na sede da Daymon, onde o Chefe do Poder Executivo e a comitiva do Governo do Tocantins vão discutir e explorar o potencial de negócios de marcas e produtos para exportação. A Daymon é referência mundial no desenvolvimento de marca própria, com presença em mais de 50 mercados e atende mais de 100 varejistas. A empresa auxilia em todos os aspectos de desenvolvimento de marca própria, da construção da estratégia, à execução até a interação com o consumidor.

O governador Mauro Carlesse também foi convidado a visitar a sede da empresa Águas de Portugal. O objetivo é conhecer o trabalho da empresa no que diz respeito aos domínios da água e do saneamento. A empresa é uma sociedade gestora de participações sociais, que tem por missão conceber, construir, explorar e gerir sistemas de abastecimento de água e de saneamento de águas residuais, com foco na sustentabilidade econômica, financeira, técnica, social e ambiental.

Jarbas Coutinho/Governo do Tocantins

Alberto Fernández, Bernie Sanders e Nicolás Maduro comemoram liberdade de Lula

Autoridades de esquerda de vários países se manifestaram nas redes sociais em apoio ao ex-presidente Lula, solto nesta sexta-feira (8).

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi solto nesta sexta-feira (8), beneficiado pela decisão tomada na véspera pelo Supremo Tribunal Federal de derrubar a prisão após condenação em segunda instância.

O presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández, através do Twitter, destacou a coragem de Lula e classificou o seu processo como uma perseguição política.

​Comove a fortaleza de @LulaOficial para enfrentar essa perseguição (apenas essa definição se encaixa no processo judicial arbitrário ao qual foi submetido). Sua força demonstra não apenas o compromisso, mas a imensidão desse homem.

Já o pré-candidato à presidência dos EUA, o democrata Bernie Sanders, declarou ter ficado “satisfeito” com a liberdade de Lula. De acordo com ele, “Lula fez mais do que qualquer um para diminuir a pobreza no Brasil e apoiar os trabalhadores”.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, também comemorou a soltura de Lula, afirmando que “a verdade triunfou no Brasil”. “Em nome do povo da Venezuela, expresso minha profunda alegria pela libertação de meu irmão e amigo”, disse.

sputniknews.com

Lula deixa prisão

O ex-presidente Lula deixou a Polícia Federal em Curitiba nesta sexta-feira (8) após decisão judicial.

Detido desde abril de 2018, o ex-presidente discursou na vigília Lula Livre, acampamento montado nas proximidades de sua carceragem. Logo após ser solto, o ex-presidente agradeceu aos militantes que o cumprimentavam todo dia ao gritar seu nome. 

“Vocês não tem dimensão do significado de eu estar aqui junto com vocês”, disse Lula. “A vida inteira tive conversando com o povo brasileiro, eu não pensei que no dia de hoje eu poderia estar aqui conversando com homens e mulheres que durante 580 dias gritaram ‘bom dia, Lula'”.

O petista também criticou “o lado podre da Justiça” que, segundo o ex-presidente, tentou “criminalizar a esquerda, o PT e o Lula”.

Lula falou ao lado da presidente do PT, a deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR), e do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, a quem chamou de “quase presidente, se não fosse roubado”.

“Eles não prenderam um homem, eles tentaram matar uma ideia, uma ideia não se mata e uma ideia não desaparece. Eu quero lutar para mostrar que se existe uma quadrilha e um bando de mafioso era para tentar, liderados pela Rede Gobo, criar a imagem que o PT precisava ser criminalizado”, disse. 

O ex-presidente também afirmou que, desde sua prisão, “a vida do povo piorou” e que pretende “percorrer o país”. Lula agora segue para São Paulo e para o Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo. 

“Saio daqui aos 74 anos, no meu coração só tem espaço para o amor, porque o amor vai vencer o ódio”, afirma o petista.

sputniknews.com

A defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entrou nesta sexta-feira (8) com um pedido à Justiça para que Lula deixe a prisão.

Juiz dá a Lula acesso a mensagens da Operação Spoofing

A solicitação foi feita exatamente um dia após o Supremo Tribunal Federal (STF) ter entendido que ninguém pode ser considerado culpado até o trânsito em julgado e que a execução provisória da pena fere o princípio da presunção de inocência.

O advogado do ex-presidente, Cristiano Zanin Martins, esteve com Lula em Curitiba, onde cumpre pena, na manhã desta sexta-feira.

“(…) Em razão de condenação não transitada em julgado e (ii) seu encarceramento não está fundamentado em nenhuma das hipóteses previstas no art. 312 do Código de Processo Penal, torna-se imperioso dar-se imediato cumprimento à decisão emanada da Suprema Corte”, diz um trecho da petição, citado pelo portal G1.

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