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Policiais Militares salvam bebê de 11 dias que estava engasgado e desacordado em Guaraí

Um bebê de 11 dias foi salvo por militares na noite desta segunda-feira, 26, após se engasgar em um procedimento de inalação que obstruiu as vias aéreas da criança a deixando sem respirar.

Por volta das 22h uma jovem apavorada com uma criança de colo, acompanhada da avô e outra mulher, chegaram ao 7º Batalhão pedindo socorro pois sua filha, recém-nascida, estava desmaiada. Imediatamente, o subtenente Robson Pereira da Silva, avaliando o estado do bebê, iniciou os primeiros socorros com massagens cardíacas e dorsais, conseguindo assim reanimar a criança e estabilizar seus sinais vitais.

“Incrível o que aconteceu. No momento em que recebi a criança, percebi que seu estado era crítico, o bebê já estava bem roxo, sem respiração e com as mãozinhas e pezinhos gelados. Daí vi o desespero da mãe e pensei que não daria tempo de levar para o hospital, o bebê poderia morrer. Foi quando comecei o procedimento de primeiros socorros e graças a Deus deu tudo certo, a criança voltou a respirar”, relembrou o subtenente Robson Pereira da Silva.

Após estabilizar a recém-nascida, a equipe policial composta pelo 2º sargento Edilson da Silva Melo e 3º sargento Leonardo Lemos Macedo se deslocou com a criança e sua mãe para o Hospital Regional de Guaraí. Durante o deslocamento, a criança mais uma vez parou de respirar e com persistência e sem medir esforços, foram realizados novos procedimentos de massagem cardíaca e dorsal até que o bebê conseguiu expelir uma secreção que impedia a passagem de ar pelas vias aéreas, e voltou a respirar. Chegando ao hospital, o bebê foi entregue com vida à equipe médica plantonista.

“A primeira coisa que pensei foi na Polícia, pelo fato de terem treinamento para realizar os primeiros socorros. Eu iria demorar para chegar no hospital e conseguir o socorro necessário. Quando ela crescer saberá que foi salva por heróis de farda e estaremos aqui para reconhecer o trabalho de vocês com gratidão” desabafou a mãe após ver que a vida de sua filha não corria mais perigo.

 ASCOM – 7º BPM

Com Omar Aziz na presidência e Renan na relatória, CPI da Pandemia é instalada

A comissão parlamentar de inquérito (CPI) que vai investigar as ações do governo e o uso de verbas federais na pandemia de covid-19, elegeu seu presidente nesta terça-feira (27). Os trabalhos serão comandados pelo senador Omar Aziz (MDB-AM), que indicou Renan Calheiros (MDB-AL) para a relatória. O vice-presidente eleito é Randolfe Rodrigues (Rede-AP). 

Omar Aziz recebeu oito votos, entre os 11 membros da comissão, e derrotou Eduardo Girão (Podemos-CE), que foi autor do requerimento que estendeu o foco de atuação da CPI da Pandemia para abranger a aplicação por estados e municípios dos recursos repassados pelo governo federal.

Em seu primeiro discurso, o presidente disse que “não haverá prejulgamentos” de sua parte.

— Essa CPI não pode servir para se vingar de absolutamente ninguém. Essa CPI tem que fazer justiça a milhares de órfãos que a covid está deixando — afirmou.

 O primeiro encontro do colegiado foi feito de forma semipresencial, com parte dos parlamentares participando via internet. A eleição, no entanto, foi secreta, restrita aos que compareceram ao Senado.

Agora que está oficialmente instalada e com o comando definido, a comissão tem autonomia para decidir se os seus próximos compromissos serão presenciais, virtuais ou mistos.

Fonte: Agência Senado

Educação realiza formação on-line para implementação do estudo orientado na rede estadual de ensino

Na preparação para o retorno das aulas não presenciais, a Secretaria de Estado da Educação, Juventude e Esportes (Seduc) realizou nesta terça-feira, 27, a live ‘Estudo Orientado, Protagonismo e Aprendizagem’, voltada para os servidores das unidades escolares da rede e das 13 Diretorias Regionais de Educação, Juventude e Esportes (DREs).

A titular da Seduc, Adriana Aguiar, destacou o trabalho conjunto desenvolvido pela equipe da Seduc, em especial das unidades de ensino.

“Todos nós, que somos o time da Educação, temos uma missão muito importante neste momento, que é garantir o processo de ensino e aprendizagem dos nossos alunos. Esse material visa facilitar o trabalho de cada profissional na elaboração dos roteiros de estudo”, ressaltou.  

Pensando inicialmente como um componente da Parte Diversificada do Currículo dentro das inovações em conteúdo, método e gestão das Escolas de Ensino Médio em Tempo Integral e das Escolas do Campo e Quilombola, em função do cenário da pandemia da Covid-19, o Estudo Orientado passa a ser direcionado para toda a rede estadual de ensino.

“Como o material veio ao encontro do trabalho de orientação dos estudantes nas suas rotinas de estudos, considerando que as aulas retornam no formato não presencial, optamos por trabalhar o material com todos os estudantes da rede”, explicou a Diretora de Educação Básica da Seduc, Larissa Ribeiro. 

A proposta da live foi capacitar os profissionais para acompanhar os estudantes, enquanto o uso do Guia de Estudo Orientado, que trabalha com técnicas de estudo, auxiliarão os estudantes em seu processo de aprendizagem. O Estudo Orientado visa à excelência acadêmica, por meio de uma rotina de estudos, e a concretização do Projeto de Vida do estudante.

A diretora pedagógica do Instituto de Corresponsabilidade pela Educação (ICE), Thereza Barreto, destacou a importância das técnicas de estudos para o desenvolvimento do protagonismo e da aprendizagem.

“A aplicação correta do conhecimento é a determinante mais importante para transformação na vida de uma pessoa. Estamos apoiando a formação protagonista”, pontuou.

Uma das experiências positivas, do Tocantins, com o Estudo Orientado, foi a da Escola Estadual Professor Aureliano, de Taguatinga. A unidade escolar aderiu ao Programa Jovem em Ação em 2019 e teve o aumento do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), que passou de 3,9 para 5,2.

“Com as técnicas que eram apresentadas pelos professores, eu consegui achar um método que se encaixou melhor na minha aprendizagem e que desenvolveu melhor as minhas capacidades. Foi muito importante na hora de revisar os conteúdos, na minha autoaprendizagem e na minha evolução dos estudos”, contou a estudante Daniela dos Santos Costa.

A especialista pedagógica da equipe de implantação da escola Jovem em Ação, que atua na equipe de formadores da Seduc, Laurita Gerbis, destacou a importância da utilização do material pela rede estadual de educação, no planejamento dos roteiros de estudos.

“Os roteiros de estudos precisam trazer as habilidades que queremos desenvolver, com sugestões para conduzir claramente o estudante por meio do conhecimento”, ressaltou.


A diretora de Operações do Instituto Sonho Grande, Ludmila Serpa, destacou a importância do trabalho colaborativo na elaboração do material de estudo orientado.

“Somos muito felizes com essa parceria. Em 2020 tivemos os grupos de estudos, que contou com a experiência de outros estados, e o resultado desse trabalho é o material que será compartilhado pela rede”, pontuou.

Cláudio Paixão/Governo do Tocantins

RFPI vê razões políticas por trás da decisão da Anvisa sobre vacina russa Sputnik V

O Fundo Russo de Investimentos Diretos (RFPI, na sigla em russo) acredita que a decisão da Anvisa de não aprovar a importação da vacina russa contra COVID-19 seja uma decisão política.

“A decisão da Anvisa de adiar o registro da Sputnik V pode ser motivada politicamente. Isso é confirmado pelos dados do relatório do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos de 2020, que fala abertamente dos esforços do departamento de pressionar as autoridades brasileiras e forçá-las a recusar a compra da vacina russa”, enfatizou o RFPI.

A RFPI também ressaltou que os “comentários técnicos” da Anvisa sobre a Sputnik V “não correspondem com a realidade”.

De acordo com o diretor do Centro Nacional de Pesquisa de Epidemiologia e Microbiologia Gamaleya, Aleksandr Gintsburg, a Anvisa não solicitou visita ao local de fabricação da vacina russa, lembrando que o centro não nega isso a ninguém, mas há regras.

“A agência reguladora do Brasil [Anvisa] não me solicitou [a visita] na qualidade de diretor do centro, isso posso dizer com certeza. O regulador argentino nos contatou e já os recebemos diversas vezes. Não negamos o acesso a ninguém, mas há determinadas regras, estas visitas são coordenadas com o Ministério da Saúde da Rússia”, afirmou Gintsburg.

Na segunda-feira (26), a Anvisa decidiu não recomendar a importação excepcional e temporária da vacina russa Sputnik V. A análise dos diretores justificou o posicionamento alegando falta de dados e risco de doenças por falhas na fabricação.

A vacina russa Sputnik V contra a COVID-19 foi o primeiro imunizante contra o novo coronavírus a ser registrado, ainda em agosto de 2020. De acordo com resultados de estudos clínicos publicados em fevereiro na revista médica The Lancet, a Sputnik V tem eficácia de 91,6%.

Dados da inoculação de 3,8 milhões de pessoas na Rússia mostram que a eficácia da Sputnik V é de 97,6%.

Até agora o imunizante já foi aprovado em 60 países, sendo a segunda vacina mais aprovada por órgãos sanitários no mundo. Diversos países sul-americanos já aprovaram o imunizante, incluindo México, Argentina, Bolívia, Venezuela e Paraguai.

br.sputniknews

Anvisa não aprova importação da vacina Sputnik V

Avaliação de dados disponíveis até o momento aponta falhas no desenvolvimento e na produção do imunizante. Há ausência ou insuficiência de dados de controle de qualidade, segurança e eficácia do produto.
 

Por falta de dados consistentes e confiáveis, a Diretoria Colegiada (Dicol) da Anvisa decidiu, por unanimidade, não recomendar a importação em caráter excepcional da vacina russa Sputnik V. O pedido foi avaliado nesta segunda-feira (26/4), portanto dentro do prazo de 30 dias estabelecido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em decisão proferida pelo ministro Ricardo Lewandowski.

A decisão foi tomada com base em dados levantados e avaliados pelas equipes técnicas das gerência-gerais de Medicamentos e Produtos Biológicos (GGMED), de Inspeção e Fiscalização Sanitária (GGFIS) e de Monitoramento de Produtos Sujeitos à Vigilância Sanitária (GGMON). Também participaram do levantamento de informações a Gerência-Geral de Portos, Aeroportos e Recintos Alfandegados (GGPAF) e a Assessoria de Assuntos Internacionais (Ainte).

De acordo com o relator do processo, diretor Alex Machado Campos, a decisão é um retrato do momento. Ele destacou que a Agência é conhecida por viabilizar o acesso a medicamentos e vacinas e que, neste momento de pandemia, a instituição tem atuado no limite, mas que não há flexibilização em relação à segurança dos produtos.

O relator afirmou também que o desafio diário da Anvisa é estabelecer se os benefícios das vacinas superam os riscos relacionados ao produto. “A segurança é um aspecto inalienável diante da incerteza do risco. Chegamos até aqui de mãos dadas com a ciência e amparados por evidências”, disse o diretor.

Até o momento, 14 estados enviaram pedidos de importação da vacina Sputnik V para a Anvisa: Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Rondônia, Sergipe e Tocantins, além dos municípios fluminenses de Maricá e Niterói.

Falhas e inconsistências

De acordo com a GGMED, foram identificadas falhas no desenvolvimento do produto, em todas as etapas dos estudos clínicos (fases 1, 2 e 3). Também há ausência ou insuficiência de dados de controle de qualidade, segurança e eficácia. Uma das informações preocupantes com relação à avaliação dos dados disponíveis até o momento é que as células onde os adenovírus são produzidos para o desenvolvimento da vacina permitem sua replicação. Isso pode acarretar infecções em seres humanos, podendo causar danos e óbitos, especialmente em pessoas com baixa imunidade e problemas respiratórios, entre outros problemas de saúde.

Esse aspecto foge dos padrões de qualidade recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Conselho Internacional para Harmonização de Requisitos Técnicos de Medicamentos para Uso Humano (International Council for Harmonisation of Technical Requirements for Pharmaceuticals for Human Use – ICH), seguidos pelas principais agências reguladoras do mundo, incluindo a Anvisa.

Além disso, foram detectados estudos de caracterização inadequados da vacina, inclusive com relação à análise de impurezas e de vírus contaminantes durante o processo de fabricação, além de ausência de validação/qualificação de métodos de controle de qualidade, entre diversos outros aspectos. Foi verificada, ainda, a ausência de testes de toxicidade reprodutiva, que permitem verificar se o produto pode ou não ser prejudicial às células reprodutivas.  

Em sua análise, a GGMON reforçou aspectos apontados pela GGMED, mas chamou atenção especialmente para a questão do desconhecimento de efeitos adversos de curto, médio e longo prazos decorrentes do uso da vacina.

Fiscalização

A área de Fiscalização também detectou uma série de problemas relacionados à vacina Sputnik V, inclusive como resultado de uma missão de inspeção enviada à Rússia. De acordo com a GGFIS, por falta de relatório técnico de aprovação do produto, não foi possível identificar os fabricantes do insumo farmacêutico biológico utilizado na produção da vacina russa. Também não foram identificadas condições de fabricação que demonstrassem que os produtos são consistentemente produzidos e controlados. A GGFIS informou ainda que, em solo russo, foi negado à equipe de inspeção o acesso às instalações do Gamaleya, instituto desenvolvedor da vacina.   

Confiança

De acordo com a diretora Meiruze Freitas, a sociedade espera celeridade e responsabilidade da Anvisa na aprovação que garanta a qualidade, segurança e eficácia dos medicamentos e vacinas. “Expresso aqui com sinceridade que estamos fazendo tudo o que podemos para garantir que as vacinas para a Covid-19 cheguem às pessoas desta nação e que atendam aos padrões de qualidade, segurança e eficácia. Toda vez que uma brasileira ou brasileiro, incluindo membros de nossa própria família, recebem uma dose da vacina contra a Covid-19, quando seus braços são oferecidos, eles precisam ter a confiança no trabalho dos servidores públicos da Anvisa”, afirmou a diretora.

Meiruze Freitas reforçou também que as vacinas contra a Covid-19 são medicamentos desenvolvidos e produzidos para salvar vidas humanas, por isso há a exigência de dados consistentes sobre o produto. “Espero que, de fato, o processo da vacina Sputnik V adeque as suas informações e resolva rapidamente as questões de conformidade, porque milhões de pessoas precisam ter acesso a vacinas seguras e eficazes”, finalizou.

A diretora Cristiane Rose Jourdan Gomes reforçou que a análise feita pela equipe técnica parece não contemplar ainda o mínimo de dados suficientes que contraste com as inúmeras incertezas existentes. “De fato, trata-se de uma questão delicada, pois a disponibilização de mais uma vacina, desde que aprovada pela Anvisa, é prioritária para compor um leque de imunizantes para o combate à Covid-19. Como otimista que sou, espero que, no menor prazo possível, a carência de informações da Sputnik V seja superada”, disse Cristiane.      

Em sua fala, o diretor-presidente Antonio Barra Torres fez questão de reforçar que a instituição é respeitada nacional e internacionalmente e que não irá abdicar de sua missão. Ressaltou que a Agência já autorizou cinco vacinas, duas delas em tempo recorde no mundo. “Mas também, no escopo da nossa competência, jamais permitiremos, sem que existam as devidas provas necessárias, que milhões de brasileiros sejam expostos a produtos sem a devida comprovação de sua qualidade, segurança e eficácia ou, no mínimo, em face da grave situação que atravessamos, uma relação favorável risco-benefício”.

Lei

A avaliação do pedido de importação excepcional da vacina Sputnik V foi feita com base na Lei 14.124/2021, que determinou que os entes que solicitarem autorização para uso emergencial e temporário de vacinas contra a Covid-19 devem apresentar uma série de informações à Anvisa. Entre as exigências consta o relatório técnico da avaliação, emitido por determinadas autoridades sanitárias internacionais, capaz de comprovar que a vacina atende a padrões de qualidade, de eficácia e de segurança preestabelecidos. Na ausência do relatório técnico, o prazo de decisão da Agência é de até 30 dias. A avaliação também segue normas da Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) 476/2021.

Portanto, para o diretor Romison Rodrigues Mota, a Lei 14.124/2021, que possibilita e trouxe ao arcabouço jurídico a figura da importação excepcional, reconhece na Agência a competência para avaliar as solicitações dessa natureza. “Nós não podemos abrir mão da nossa responsabilidade, da competência da Anvisa de atuar nas questões relativas à vigilância sanitária, que é o objetivo da instituição existir”.

Confira o resultado da deliberação e os votos dos diretores

Fonte: https://www.gov.br/anvisa

Governador Carlesse destaca contribuição dos servidores para redução dos números de casos e mortes por Covid-19 no Tocantins

Os números de casos novos de Covid-19, registrados no Tocantins, tiveram uma forte redução no comparativo entre os meses de março e abril de 2021, que também aponta queda no número de óbitos. A redução de casos novos chega a menos 41,2%, já a redução de mortes 47,7%, conforme dados apresentados abaixo.

O governador do Estado do Tocantins, Mauro Carlesse, considera que as reduções é resultado das medidas tomadas pelo Executivo Estadual, principalmente, quanto a instituição do trabalho remoto para todos os servidores.

“Se olharmos os dados de março, percebemos um cenário terrível, com muitos casos novos e muitas mortes. Chegou um momento que a palavra de ordem era evitar aglomeração, por isso, resolvemos adotar o trabalho remoto para todos os servidores, exceto é claro, aqueles que estão na linha de frente e cujas atividades têm que ser desempenhadas de forma presencial”, analisa.

A compreensão e o empenho dos servidores em exercer suas atividades de forma remota e evitar, ao máximo, sair às ruas é destacada pelo Governador.

“Eu sempre digo que temos o melhor quadro de servidores do Brasil. São pessoas comprometidas em servir bem o povo e sempre que são chamados a uma missão maior, não se furtam em atender esse chamado. Eu fico muito feliz em ver que os casos reduziram e as mortes também, ainda mais por saber, que isso se deve ao empenho dos nossos servidores públicos do Estado, que realizaram o trabalho de casa, que evitaram aglomerações nos comércios, nas ruas. E o resultado é esse que estamos vendo”, comemora.

O Chefe do Executivo Estadual também destaca o trabalho realizado pelos profissionais da área da Saúde.

“Eu não posso esquecer jamais de agradecer aos profissionais da Saúde, que estão na linha de frente desde o início da pandemia, atuando nos hospitais, cuidando daqueles que foram acometidos pela Covid-19 e que tiveram o seu quadro de saúde agravado. Para mim são heróis e heroínas que deixam suas famílias em casa e vão trabalhar com o intuito único de salvar vidas. Muitos deles estão exaustos, mas se Deus quiser, em breve vamos ter mais vacinas e os casos vão reduzir ainda mais e vamos vencer essa pandemia”, ressalta.

Além do trabalho remoto, o Governo do Tocantins adotou o pagamento antecipado e escalonado do funcionalismo.

“É uma medida simples, mas importante, que tem o objetivo de evitar aglomerações em agências bancárias ou supermercados, por exemplo. Pois, a gente sabe que todo trabalhador quando recebe seu pagamento prioriza esses locais para fazer a feira do mês e colocar as contas em dia. Quando a gente divide esse pagamento, da forma que fizemos por áreas, com certeza esses locais terão menos pessoas circulando nesses dias”, destaca o Governador.

Dados

De acordo com os Boletins Epidemiológicos, divulgados pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), de 1º de março a 26 de abril deste ano, houve uma redução de 41,2% no número de casos novos de Covid-19, de um mês para outro. Em março, a soma dos boletins contabilizava 28.298 novos casos. Já nos 26 boletins do mês abril (1º a 26) foram registrados 16.639 novos casos da doença. Ou seja, 11.659 casos a menos, considerando que o mês de abril ainda não acabou.

Analisando apenas o período, de 1º a 26 de março e de 1º a 26 de abril, observa-se que no primeiro período houve o registro de 24.218 novos casos; e no segundo período 16.639 como citado anteriormente. Ou seja, 7.579 casos a menos, o equivalente a 31,3% de queda.

Quanto ao número de mortes causadas pela Covid-19, os boletins de março apontam 503 óbitos, dos quais 447 ocorreram em março. Já os boletins de abril apontam 444 mortes, das quais 304 ocorreram em abril e 134 ainda são referentes ao mês de março. Ou seja, ao analisar os dados desses dois meses, vê-se que 581 tocantinenses vieram a óbito em março e 304 em abril, uma redução de 47,7%.

Os boletins de março e abril, ainda registram 42 mortes em fevereiro, 7 mortes em janeiro e 13 mortes em diferentes meses de 2020.

Vania Machado/Governo do Tocantins

Lewandowski nega pedido da Anvisa e mantém prazo de análise para Sputnik V

Nesta segunda-feira (26), o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter o prazo até o fim de abril para a análise da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre a importação da vacina russa Sputnik V.

Na decisão, o ministro negou um pedido da Anvisa para suspender o prazo dado ao órgão para avaliar a possibilidade de o país importar doses do imunizante, conforme publicado pelo G1.

Com isso, a agência se reunirá na noite desta segunda-feira (26) para a avaliação.

No início deste mês, Lewandowski estipulou o prazo para a Anvisa sobre a “importação excepcional e temporária” após analisar uma ação protocolada pelo governo do Maranhão, que diz ter negociado 4,5 milhões de doses da vacina produzida pelo Instituto Gamaleya, da Rússia.

Além do Maranhão, o ministro também já autorizou que Ceará, Piauí e Amapá possam importar o imunizante, caso se confirme a liberação.

Ao STF, a Anvisa havia alegado que os dados sobre qualidade, eficácia e segurança precisam ser juntados ao processo de pedido de compra para tomar a decisão.

Mas o ministro determinou que o prazo tem previsão legal e que a intenção é garantir a celeridade da imunização no Brasil.

“Ora, a Lei no 14.124/2021, ao substituir os prazos da Lei 13.979/2020 por outros mais alargados, não modificou a racionalidade inerente aos lapsos temporais anteriores, cuja essência consiste na superação de obstáculos burocráticos para a aprovação das vacinas em um momento de aguda crise sanitária”, disse o ministro na decisão.

Para o ministro, uma eventual negativa do uso da Sputnik V precisaria ser justificada tecnicamente, e não devido à falta de documentos.

“No caso, uma eventual recusa da autorização pleiteada pelo estado do Maranhão, por parte da Anvisa, deverá estar calcada em evidências científicas de que a vacina em questão desatende os requisitos técnicos estabelecidos pela comunidade científica doméstica e internacional, não se admitindo a mera alegação de insuficiência da documentação ou a simples alusão a potenciais riscos”, afirmou. 

br.sputniknews.com/

Governador Mauro Carlesse determina nova edição da Agrotins 100% Digital

A Feira Agrotecnológica do Tocantins (Agrotins) de 2021 ocorrerá de 15 a 18 de junho e será realizada de maneira 100% digital, assim como ocorreu no ano passado, devido à pandemia da Covid-19. A determinação foi dada pelo governador do Estado do Tocantins, Mauro Carlesse, nesta segunda-feira, 26, em reunião com o secretário de Estado da Agricultura, Pecuária e Aquicultura, Jaime Café.

O governador Mauro Carlesse destacou o desejo de que a Feira fosse realizada de maneira presencial, mas ressaltou que o momento exige dos gestores medidas que evitem a propagação do novo Coronavírus. “As medidas que o Estado vem adotando para impedir a propagação do novo Coronavírus no Tocantins não podem impedir a realização de um evento tão importante para os nossos produtores e investidores, como é a Agrotins. Por isso, determinei a realização da Agrotins de maneira totalmente digital, assim garantimos que todos possam fazer seus negócios, cursos e oficinas de maneira segura”, afirmou.

Com o tema Agro 4.0: Tecnologia no Campoa feira deste ano pretende deixar o produtor rural mais conectado e apresentar maneiras inovadoras de gestão, planejamento, monitoramento e controle de produção.

O titular da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Aquicultura (Seagro), Jaime Café, informou que todo o processo de planejamento, organização, convites para expositores e parceiros já está ocorrendo e reforçou o caráter inovador da feira. “O compromisso novamente do Governo é de apoiar todas as cadeias produtivas do Estado com discussões sobre ferramentas tecnológicas que facilitem para o produtor, com agilidade para a tomada de decisão e, consequentemente, aumente a eficiência na gestão dessa propriedade”, pontuou.

A última edição da Agrotins, em 2020, capacitou 5 mil pessoas e registrou mais de 470 mil visualizações na plataforma do evento na internet provenientes de 62 países. A programação completa da edição deste ano ainda está sendo elaborada pela Seagro e o lançamento oficial da feira deverá ocorrer em maio.

Agrotins

A Agrotins é realizada anualmente pelo Governo do Tocantins, por meio da Seagro e parceiros, e conta com uma programação diversa com: palestras, workshops, seminários e conteúdos fundamentais para o mundo do agronegócio. Além disso, há também exposição de maquinários, veículos, produtos e serviços.

Laiane Vilanova/Governo do Tocantins

Araguaína não registra casos locais por malária desde 2006

Esse domingo, 25 de abril, foi o Dia Mundial de Combate à Malária, data criada para reconhecer o esforço global para controle da doença. Um dos exemplos desse combate é Araguaína, que não registra nenhum caso local desde 2006 e é referência no tratamento dos casos na região.
 
A responsável pelo programa de controle municipal da Malária do CCZ (Centro de Controle de Zoonoses), Ketren Carvalho, ressaltou que o resultado é devido à agilidade para identificar os doentes e eliminar criadouros de mosquitos. “Os agentes de saúde e de endemias percorrem fazendo busca ativa. O mosquito transmissor está presente e o fluxo de pessoas vindas de áreas de transmissão que buscam assistência aqui é frequente, gerando risco de transmissão local”.
 
Esses casos têm acompanhamento da Prefeitura para evitar novas transmissões. Assim que o paciente é notificado ou tem suspeita para malária, rapidamente é iniciado o monitoramento. “É um risco potencial de transmissão porque a doença é transmitida quando o mosquito anofelino pica uma pessoa doente e depois uma saudável”, alertou a coordenadora.
 
No Brasil, a malária é mais comum na Amazônia Legal, ao qual o Tocantins está incluso. No ano passado, foram registrados nove casos positivos para a doença de pessoas que contraíram fora de Araguaína. Todos passaram por tratamento gratuito no Hospital de Doenças Tropicais e dois deles continuam recebendo a medicação devido ao retorno dos sintomas da doença.
 
Sintomas
O protozoário que é transmitido ao homem, geralmente através da picada da fêmea do mosquito Anofelini, causa calafrios, febre alta (no início contínua e depois com frequência a cada três dias), dores de cabeça e musculares, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), aumento do baço e, por vezes, delírios.
 
Em caso de alguma suspeita, o morador deve procurar a unidade básica de saúde mais próxima de casa ou a UPA 24 horas (Unidade de Pronto Atendimento), no setor Araguaína Sul.
 
Como evitar o mosquito
A coordenadora orienta que a maneira mais eficaz de evitar o contato com o mosquito é não ficar exposto em horários próximos do amanhecer e do entardecer, principalmente na proximidade de locais ribeirinhos. “Ajuda usar repelente e roupas que cubram quase todo corpo. Já nas casas, é indicado que coloque telas nas janelas e portas para dificultar a entrada do mosquito”.
 
Dados
Na curva histórica, o Brasil vem experimentando uma redução dos casos desde 2005, quando o total anual passou dos 600.000. Nesse mesmo ano, Araguaína havia registrado os últimos três casos de contaminação local. O surto da região aconteceu no ano anterior, 2004, quando 18 pessoas foram diagnosticadas no município.

Marcelo Martin
Foto: Marcos Sandes/Ascom

 

 

Número de mortes por Covid-19 em 2021 no Brasil já supera todo ano de 2020

Em apenas quatro meses, o País superou o número de óbitos registrados em todo o ano passado, desde março. No total, são 390.797 mortes por coronavírus, sendo 195.848 apenas em 2021, ante as 194.949 vítimas do ano passado

Com a soma de 1.305 óbitos pela Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), o Brasil ultrapassou neste domingo (25), em apenas quatro meses de 2021, o total do número de mortes em decorrência do coronavírus em todo o ano passado, que registrou vítimas fatais desde março.

O País já soma 390.797 mortes por coronavírus desde o início da pandemia, sendo 195.848 apenas em 2021, ante as 194.949 vítimas do ano passado. 

O número de novos casos nas últimas 24 horas foi de 32.572, somando até hoje 14.340.787 pessoas infectadas pela doença. 

Abril é o mês mais mortal da pandemia

O mês de abril de 2021 já é o mais mortal da pandemia da Covid-19 no Brasil. Nesse sábado (24) foram registradas mais 2.531 mortes, o que aumentou para 67.723 o número de vidas perdidas no País, contra os 66.868 registrados em março.

O país tem a segunda maior quantidade de mortes causadas pela pandemia, atrás apenas dos Estados Unidos. 

Fonte: 247 

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