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Raul Filho, ex-prefeito de Palmas, é condenado a cinco anos e 10 meses de prisão

Além do ex-prefeito, outras 11 pessoas também foram condenadas, incluindo seus amigos próximos e parentes, a penas que variam de três a cinco anos de prisão.

Raul Filho, ex-prefeito de Palmas, foi condenado nessa segunda-feira (24 de janeiro), a cinco anos e 10 meses de prisão pela 3ª Vara Criminal de Palmas por corrupção. A sentença foi dada depois que ele foi considerado culpado por corrupção, lavagem de dinheiro, mas ele pode recorrer em liberdade.

O juiz, Rafael Gonçalves de Paula, da 3ª Vara Criminal de Palmas foi o responsável pela condenação. A apuração foi liderada pelo Grupo de Ação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Tocantins.

A alegação é de que houve extorsão na contratação da empresa Delta Construções S.A., chamada para fazer limpeza metropolitana na capital. O desvio ficaria em torno de R$ 13 milhões.

 Para obter os benefícios, uma empresa posterior chamada Plácido Correia da Silva ME seria utilizada como um terceiro encontro que ofereceu alguma vantagem à (Delta).

Por Geovane Oliveira

Prefeitura de Wanderlândia paga décimo quinto e décimo sexto salário aos professores municipais.

O prefeito de Wanderlândia Djalma Junior (PSC), anunciou nesta terça-feira, 25, de janeiro nas suas redes sociais o pagamento do décimo quinto e décimo sexto salário aos professores municipais.

“Em primeiro lugar muita graças a Deus por tudo de bom que acontece em Wanderlândia, depois agradecer nossa secretaria de educação Ana Celia Macena Botelho De Sousa por todo o empenho com sua equipe, pois, agora a tarde creditei na conta dos servidores efetivos da Educação o tão sonhado é inédito décimo quinto salário e décimo sexto salário! Isso é uma forma de valorizar os nossos educadores de uma forma geral, fazer com que os mesmos se sintam valorizados, eu tinha um sonho de lutar pelos professores e por toda a sua classe, tendo em vista que são os profissionais mais importantes da nossa sociedade! Fica um conselho aos nobres representantes do povo, valorizaremos nossos educadores, nós como, políticos, temos a obrigação de garantir uma educação de qualidade, professores valorizados e felizes para poder ensinar nossas crianças, nossos adolescentes e nossos adultos, pouco a pouco melhoraremos ainda mais as condições de trabalho dos nossos professores! Deus no comando” ecreveu.

Violência em Palmas, empresário é morto a tiros na noite de terça-feira

O empresário Nilton Alcântara Neves, 60 anos, foi morto a tiros na noite desta terça-feira (25) em Palmas. O crime aconteceu por volta das 19h30 quando apareceu em um posto de gasolina que possui na quadra ASR-SE 75 (Antiga 712 Sul), na zona moderna da cidade, em uma das ruas laterais da TO-050. Ainda não há dados sobre quem é o atirador.  

De acordo com a Polícia Militar, o empresário apareceu em um veículo, esposa e os filhos em outro. Ao sair do veículo para conversar com a família, Nilton Alcântara foi baleado várias vezes no peito.

O atirador fugiu da área correndo a pé. Foram feitas buscas pela polícia para encontrar o assassino, mas até as 22h ninguém havia sido capturado. De acordo com a PM, o suspeito trajava roupas escuras.

Crescimento de Lula e Filiação de Bolsonaro ao PL afetam disputas por Governos

Jaime Café, da Agricultura, e Juliana Passarin, da Infraestrutura estavam cotados para o parlamento estadual. O primeiro evento de importância política foi a chegada da vacina ao Tocantins ainda em janeiro. Carlesse foi a São Paulo receber, pessoalmente, as primeiras doses da Coronavac que chegariam ao Estado. Jardim lembrou que os benefícios haviam sido revogados pelo governador afastado Mauro Carlesse e o retorno desse incentivo passou a ser bandeira de Kátia desde então.

Pacheco é empresário, fundou a farmacêutica Crisália e, por mais que tenha destaque em sua atuação político-empresarial, tem pouca ligação com o Tocantins. Já o segundo suplente é um dos principais empresários do ramo de medicamentos da América Latina. Em 2018, o portal de notícias UOL noticiou que Pacheco a época o terceiro candidato mais rico a concorrer na eleição daquele ano com patrimônio estimado em mais de R$ 497 milhões. Segundo o portal El País, Pacheco, e mais sete executivos do laboratório Cristália, investiram R$ 2,1 milhões na candidatura de Gomes, o que representa 87% de tudo arrecadado pela campanha.

Na lista de senadores que irão encerrar seus mandatos, figuras centrais do jogo político como o ex-presidente do Senado Davi Alcolumbre (DEM-AP), Omar Aziz (PSD-AM), Otto Alencar (PSD-BA) e Simone Tebet (MDB-MS). Figuram ainda nesta lista outros nomes como Fernando Collor (Pros-AL), o líder do governo Fernando Bezerra (MDB-PE) e a senadora Kátia Abreu (PP-TO), por exemplo. Outro ponto que poderá complicar a eleição fluminense é a eventual candidatura ao governo do prefeito carioca, Eduardo Paes.

Ex-governador de São Paulo, Márcio França também é um potencial candidato no cenário paulista. Querendo ampliar a representação no campo da centro-esquerda, o PSB deve priorizar o estado de Pernambuco, governado pelo partido há dezesseis anos. O candidato deve ser o ex-prefeito do Recife Geraldo Júlio, que poderá receber apoio do PT. Em Minas, a aposta é o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil para polarizar com o governador Romeu Zema, que concorrerá à reeleição e tem recebido afagos de Bolsonaro. O PSD ainda mira o governo do Rio com Felipe Santa Cruz, presidente da OAB. Na maior parte dos estados, os nomes mais competitivos devem adotar a estratégia de palanques múltiplos na eleição nacional, buscando atrair o maior número possível de partidos na formação das alianças locais.

A decepção com a atual vaga com a exposição de Ciro até aqui e com a possibilidade de demissão de muitos candidatos também tem a ver com questões monetárias. A maior parte dos candidatos geralmente recebe dinheiro adicional do partido e debilita as missões de quem procura assentos na Câmara dos Deputados e reuniões reguladoras. Os comunistas precisam do apoio petista a Márcio França, mesmo como sócio de uma associação pública em torno do ex-presidente (que incorporaria o reconhecimento, pelo PSB, da inevitável aliança do ex-líder Geraldo Alckmin, que poderia ser o delegado de Lula)

O ex-tucano foi convidado a ser o vice-presidente na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva para Presidência em 2022, o que o tiraria da disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Após se filiar ao PL, Bolsonaro passou a insistir em uma candidatura de Tarcísio ao governo de São Paulo. O partido deixou as portas abertas para discutir isso, apesar das recomendações do presidente da legenda Valdemar Costa Neto em lançar o ministro ao Senado por Goiás. No Tocantins, a senadora Katia Abreu pretende tentar sua reeleição com apoio do PT na região. Mesmo assim, Alcolumbre ainda pretende disputar o governo e, ao mesmo tempo, lançar o seu irmão Josiel Alcolumbre para sua vaga no Senado.

Na ocasião, foram apresentadas as principais demandas de interesse do setor agrícola, como a disputa territorial na divisa entre a Bahia e Tocantins, por exemplo. Agora, o Doria acabou gerando dentro do próprio partido uma insatisfação com o seu estilo, que muitas vezes passou por cima de lideranças estabelecidas, especialmente o Geraldo Alckmin, que foi quem, de fato, apoiou a sua candidatura em 2016”, lembra. As disputas internas para as eleições presidenciais mais acirradas no PSDB desde a fundação do partido dão o tom da importância que o pleito de 2022 terá para os tucanos. Além de viabilizar uma terceira via que seja competitiva ao embate até o momento polarizado entre Lula e Bolsonaro, as prévias de novembro colocam em jogo a própria sobrevivência da sigla enquanto protagonista no cenário nacional.

Acontece, contudo, que ela também não deseja a disputa do governo distrital. O objetivo pessoal de Faria é ser candidato ao Senado pelo Rio Grande do Norte. Ele só não conta com o apoio de Bolsonaro porque o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, igualmente potiguar, almeja o mesmo posto. A ideia de Faria é se desfiliar do PSD assim que a janela de mudanças partidárias se abrir e se filiar ao PP. Como existe um acordo para o partido de Nogueira indicar o vice na chapa com Bolsonaro filiado ao PL.

O senador Telmário Mota vai tentar renovar o seu mandato pelo estado de Roraima. Mota deve ter como principal adversário o ex-senador Romero Jucá, que foi derrotado em 2018 após denúncias envolvendo seu nome na operação Lava Jato. Em outra frente, o ex-governador Marcelo Miranda também tem reunido lideranças da região e sinalizado suas intenções de entrar na disputa. Além dele, a deputada federal, Dorinha, também tem se movimentado e cotada para disputar vaga no Senado.  

Sempre lembrado para o Palácio Araguaia, o senador Eduardo Gomes é bem próximo de outro pré-candidato a governador, Ronaldo Dimas. O congressista e o ex-prefeito de Araguaína já sinalizaram algumas vezes que estarão juntos na eleição de 2022. Ronaldo Dimas vem sendo cotado para ser vice de Eduardo Gomes.  O governador em exercício, Wanderlei Barbosa, com o afastamento de Carlesse ganhou força   na disputa pelo governo do Tocantins.

O próprio Bolsonaro já demonstrou a interlocutores que gostaria de ter Damares como sua vice. Até meados de novembro, na verdade, a ministra não demonstrava vontade de sair candidata a nenhum cargo eletivo. A partir da metade de novembro, porém, ela admitiu a alguns deputados e senadores que poderia sair candidata ao Senado e que estaria avaliando por qual estado.

Por Geovane Oliveira

Governo do Tocantins abre o orçamento de 2022, nesta terça-feira, 25

Com cerca de R$ 11,4 bi, o Executivo tocantinense começa a execução orçamentária e financeira do exercício de 2022.

O Governo do Tocantins começa nesta terça-feira, 25, a execução orçamentária e financeira do exercício de 2022, com a abertura do Sistema Integrado de Administração Financeira do Estado do Tocantins (Siafe-TO), dentro das exigências da Secretaria do Tesouro Nacional (SNT) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE), quanto à classificação das fontes ou às destinações de recursos a serem utilizadas por estados, Distrito Federal e municípios.

“A implantação dessa nova classificação de fontes vai facilitar o controle e o acompanhamento da execução orçamentária pelos órgãos de controles, e, consequentemente, possibilitará maior transparência na aplicação dos recursos públicos”, explica o secretário de Estado da Fazenda, Júlio Edstron Secundino Santos. Ele acrescenta que essa implantação deixa o Tocantins em uma situação confortável, já que a obrigatoriedade de sua implantação, de acordo com a Portaria 710/21 da Secretaria do Tesouro Nacional, seria apenas em 2023.

A Lei n° 3.843/2021, que estima a receita e fixa a despesa do Estado do Tocantins para o exercício de 2022, traz o valor de R$ 11.453.132.911,00 para o Governo do Estado investir em políticas públicas e na destinação de recursos à Assembleia Legislativa, ao Tribunal de Justiça, ao Ministério Público Estadual e à Defensoria Pública.

A divisão do orçamento ficou da seguinte forma:

Poder Legislativo do Estado do Tocantins: R$ 417.827.440,00;

Poder Judiciário do Estado do Tocantins: R$ 694.855.187,00;

Ministério Público do Estado do Tocantins: R$ 222.487.115,00;

Defensoria Pública Do Estado Do Tocantins: R$ 159.343.731,00;

Poder Executivo – Administração Direta: R$ 4.459.400.575,00;

Poder Executivo – Administração Indireta: R$ 5.499.218.863,00.

Arlete Carvalho/Governo do Tocantins

Polícia Militar do Tocantins divulga retificação na data de resultado provisório na investigação social do Concurso Público

Prazo foi ampliado para que não haja prejuízo aos candidatos nesta fase do certame.

A Polícia Militar do Tocantins (PMTO), por meio do presidente da Comissão do Concurso Público, coronel QOPM Marizon Mendes Marques, torna pública a retificação do subitem 5.4 do Edital n°  12 – PMTO – CFP; do subitem 5.4 do Edital nº 14 – PMTO – CFPE e do subitem 5.4 do Edital nº 12 – PMTO – CFP/QPS de 5 de novembro de 2021, conforme a seguir especificado:

[…] 5.4 O edital de resultado provisório na investigação social será publicado no Diário Oficial do Estado do Tocantins e divulgado na internet, no endereço eletrônico https://www.to.gov.br/pm/, na data provável de 23 de fevereiro de 2022.

A Comissão informa ainda que, caso o candidato tenha dificuldades na inserção de dados, deve enviar um e-mail para duvidasconcursopmto2020@gmail.com, solicitando a correção de informações pessoais que foram enviadas pela banca do Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e Promoção de Eventos (Cebraspe) e que, caso haja a inconsistências no sistema, pode dificultar o acesso ao link.

O prazo foi ampliado para que não haja prejuízo aos candidatos nesta fase do certame. Ressalta-se que as fases de responsabilidade da banca organizadora, Cebraspe, foram encerradas, e as próximas fases do concurso público serão de responsabilidade da PMTO.

Portanto, os candidatos deverão acompanhar apenas o site da PM no endereço eletrônico https://www.to.gov.br/pm/ na aba “concursos”, na página principal, para obter informações sobre as próximas etapas do certame.

Por Polícia Militar/Governo do Tocantins

Queiroga diz que prioridade é ampliar vacinação contra covid-19

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, participa do programa Sem Censura, na TV Brasil

Em entrevista ao Sem Censura, ministro elencou preocupações do SUS.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse hoje (24) que a prioridade da pasta é ampliar a vacinação contra a covid-19 com a segunda dose e a dose de reforço diante do aumento de casos de contaminação pela variante Ômicron. 

Queiroga participou do programa Sem Censura, exibido pela TV Brasil, e também falou sobre o novo programa lançado pelo ministério para ampliar o acesso de gestantes ao Sistema Único de Saúde (SUS). 

Segundo o ministro, o país deve registrar aumento de casos nas próximas semanas e chegar ao pico de contaminações. Na avaliação de Queiroga, após esse período, poderá ser registrada uma queda rápida, conforme ocorreu em outros países. 

“A prioridade é ampliar a cobertura vacinal com segunda dose e a dose de reforço. O Brasil já tem uma campanha bem sucedida, mas há estados onde a cobertura é baixa, que é justamente na região Norte, a capacidade do sistema de saúde nesses locais é menor”, explicou. 

Além da vacinação, o ministro afirmou que o governo trabalha no fortalecimento das unidades básicas de saúde (UBS) para realizar o tratamento preventivo de outras doenças durante a pandemia. Segundo Queiroga, o investimento na atenção básica aumentou de R$ 17 bilhões para R$ 25 bilhões. O país conta com mais de 53 mil equipes de saúde da família e 41 mil unidades de saúde em todo o país. 

“Nós queremos que a unidade básica de saúde cadastre todos os municípios, que consiga controlar o peso das pessoas, controlar a pressão arterial, combater a hipertensão arterial, o sedentarismo, o tabagismo, o diabetes e saber onde está cada um dos brasileiros”, disse. 

Marcelo Queiroga também falou sobre o programa Cuida Mais Brasil, que foi lançado no início deste mês, para ampliar o acesso de gestantes ao serviço público de saúde. 

“Precisamos reduzir a mortalidade materna, cuidar da pressão arterial das nossas gestantes, cuidar do peso, fazer com que as gestantes não tenham hemorragia. Quem cuida da infância cuida do futuro do país”, comentou. 

Por André Richter – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Vacinação infantil contra a covid-19 é eficiente e evita mortes, reforça infectologista

Nessa etapa da vacinação pediátrica, serão contempladas as crianças de 5 a 11 anos.

Maria Eduarda, de 10 anos, foi uma das primeiras crianças a serem imunizadas no Tocantins contra a covid-19. A menina, que tem asma crônica, recebeu a dose da vacina no último dia 20 de janeiro, em Palmas, acompanhada dos pais Liane Brito e Frederico Jesus Brito. Nesta etapa da vacinação pediátrica, estão sendo contempladas as crianças de 5 a 11 anos. 

Desde o início da pandemia, em março de 2020, Maria Eduarda não saía de casa, nem mesmo para ir à escola, pois caso contraísse a doença poderia evoluir para um quadro grave. A mãe, Liane, relatou que já aguarda a segunda dose para que a filha possa voltar a ter uma vida normal. “Agora, é esperar a segunda dose para que a gente se sinta mais confiante de liberar ela para voltar à escola, ter aulas presenciais, porque nesses dois anos ela estudou de forma remota. E esperar também que mais pais tragam suas crianças para vacinar. Têm muita fake news rolando por causa da vacina, mas nós temos que confiar em Deus, na tecnologia e na ciência”, destacou Liane Brito.

A menina, apesar da pouca idade, já reconhece a importância da vacinação. “Estou muito feliz de ter sido vacinada, agora me sinto mais segura de sair com meus pais, e acho que todos devem se vacinar para poder evitar essa doença”, destacou Maria Eduarda.

De acordo com dados do Boletim Epidemiológico da Covid-19 no Tocantins, gerenciado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), desde o início da pandemia foram registradas dez mortes de crianças na faixa etária entre 0 e 9 anos. Se ampliarmos a faixa etária para 0 a 19 anos, o número sobe para 22 mortes causadas pela doença.

Apesar dos números, há pais que ainda têm dúvidas quanto à segurança e à eficácia da vacina. O médico infectologista que atua no Hospital Geral de Palmas (HGP), Alexandre Janotti, explica que a vacina pediátrica foi desenvolvida pensando nas particularidades desse público, ou seja, os pais podem vacinar seus filhos sem medo. “A realidade é que ela é segura. Assim como a vacina para adultos, os efeitos adversos que podem ocorrer são apenas no primeiro ou segundo dia, após a aplicação, como febre, mal-estar, dor no corpo, mas sem nenhuma complicação grave. Ou seja, são efeitos que não justificam o medo da vacina”, ressalta. 

Informação segura

Esse cenário de dúvidas, quanto à segurança do imunizante, se deve principalmente à disseminação de notícias falsas, e mensagens virais compartilhadas nas redes sociais. Nesse sentido, o infectologista recomenda que, em caso de dúvidas, os pais devem procurar informações nas instituições de conhecimento científico e que sejam reconhecidas socialmente. Entre elas, as sociedades especializadas como de Pediatria (https://www.sbp.com.br/), Infectologia (https://infectologia.org.br/) e Imunologia (https://sbi.org.br/). No site dessas instituições, é possível acessar informações fidedignas quanto à segurança e à eficácia da vacina. 

Cuidados continuam

O infectologista reforça ainda que a vacina não impede o novo Coronavírus de circular, assim como a vacina da gripe não impede a transmissão do vírus da gripe, mas o que a vacina impede é que as pessoas evoluam para casos graves de infecção ou até mesmo a morte.

“Com a vacina além de evitar mortes, o que já é muito bom, nós conseguimos evitar ainda as hospitalizações diminuindo assim aquela situação de falta de leitos em hospitais. Neste momento, em que estamos novamente tendo um aumento nos casos, quanto mais pessoas completarem as doses de vacinação, mais nós vamos estar evitando a sobrecarga do sistema de saúde e as mortes, que é o que mais queremos evitar”, frisa o  médico Alexandre Janotti. 

Além da vacinação, os cuidados no dia a dia também ajudam a diminuir as chances de se contrair com o novo Coronavírus. “Mesmo com a vacina, devemos manter os cuidados usuais, como evitar aglomerações, usar a máscara corretamente, não adianta usar máscara para ficar na orelha. Lavar com frequência as mãos e usar álcool em gel”,  reforçou o médico. 

Vacinação nos municípios

Para saber os dias da vacinação nos municípios, os tocantinenses devem procurar os canais de comunicação de sua prefeitura, que é o ente responsável pela aplicação do imunizante na população.

A gerente de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde, Diandra Rocha, ressalta a importância de vacinar as crianças. “Os pais podem escolher se querem ou não vacinar seus filhos, mas o que é importante nesse momento é que as crianças sejam vacinadas, pois apesar de acontecer em menor número que nos adultos, há sim registro de mortes em crianças devido à covid-19, e a vacina reduz significativamente as chances de um quadro de infecção evoluir para um óbito”, finaliza. 

Por Laiane Vilanova/Governo do Tocantins

O acerto de contas do eleitor com Bolsonaro, Lula e Lava Jato em 2022

Já o presidente da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco, professor Paulo Rocha, acredita que a eleição tende a ser reflexo do que for construído nos meses anteriores. Precisamos seguir lutando por distribuição de renda justa e por serviços públicos para todos. E temos que organizar a classe trabalhadora e manter nossas mobilizações com o movimento sindical”, pontua ele.

“O Consórcio nordeste se contrapôs abertamente às políticas do governo federal. A importância do Consórcio foi muito mais política do que de ações concretas, até porque ele é muito novo”, explica a professora da Universidade Federal de Alagoas, Simone Affonso da Silva. Falando de estereótipos e negligência da cobertura jornalística tradicional sobre determinados grupos, Lenne Ferreira, do Alma Preta, afirma que esse é um contexto que vem mudando, ainda que impulsionado pelas reações nas redes sociais, e que o próximo ano deve espelhar essas transformações. Para ela, o jornalismo deve buscar a pluralidade e mostrar as realidades diversas que compõem o país, nas questões raciais, sociais, econômicas ou religiosas.

Conflitos políticos e tribais na África também têm chamado cada vez mais a atenção da ONU, em especial os conflitos entre grupos rivais no Sudão e as violações de direitos humanos na Etiópia. Kalout avalia que a volta do Brasil ao conselho não se deu como um reconhecimento das ações do atual governo na cena internacional. O seminário poderá ser acompanhado, em tempo real, pelo web site do Correio e por meio das redes sociais de jornal.

A Confederação Nacional da Indústria defende que apolítica industrial brasileira deve ter como foco o aumento da competitividade. A FGV Conhecimento possui ampla experiência na organização e gestão de Exames, Concursos Públicos e Avaliações Educacionais para diversas instâncias da administração pública e do setor privado. Altamente comprometida com a disseminação do conhecimento, a Unidade desenvolve estudos, pesquisas e publicações, além de ambientar debates que contribuem para o direcionamento de políticas públicas no país.

Nosso país representa cerca de 72% do PIB e uns 80% da população do Mercosul, enquanto a Argentina responde por cerca de 24% e 17% de cada um desses dois agregados, respectivamente. Juntos, os dois países, com mais de 95% dos habitantes e do produto interno do agrupamento sub-regional, praticamente são o Mercosul ou poderão sê-lo na medida em que suas percepções dos objetivos da integração coincidam ou, pelo menos, sejam mutuamente compatíveis algo que até agora não se verificou. Sem tal coincidência ou compatibilidade de objetivos, não haverá condições para realizar a ampla integração do Cone sul preconizada pelo Presidente Lula. Ela seria a base necessária para as concessões que os dois parceiros maiores terão de fazer-se mutuamente para a construção da estrutura institucional necessária ao êxito do empreendimento comum defendido pelo atual governo brasileiro. Isso cria uma área de entendimento possível ainda que de difícil operacionalização que não pode deixar de ser explorada.

O ponto central é que, além das possibilidades de cooperação concreta no plano bilateral, esses países têm, em comum com o Brasil, interesse em “estimular os incipientes elementos de multipolaridade da vida internacional contemporânea”, para repetir as já citadas palavras do Presidente em seu discurso de posse. E é justamente essa a questão em torno da qual se decidirá a ordem mundial neste começo de século. Raphael Tsavkko Garcia é jornalista e doutor em Direitos Humanos pela Universidade de Deusto, na cidade de Bilbau, no País Basco. Ainda possui graduação em Relações Internacionais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo –PUCSP e mestrado em Comunicação pela Faculdade Cásper Líbero.

A FGV Projetos é a unidade de assessoria técnica da FGV, responsável pela aplicação do conhecimento acadêmico gerado e acumulado em suas escolas e institutos. Auxilia organizações públicas, empresariais e do terceiro setor, no Brasil e no exterior, desenvolvendo projetos nas áreas de economia e finanças, gestão e administração, e políticas públicas. Diante desse quadro, o pesquisador do FGV IBRE defende a ideia de que a política econômica não pode se acomodar em relação ao baixo ritmo de crescimento econômico e à longa permanência de alto nível de desemprego, que hoje são projetados pelo consenso para o Brasil.

Uma publicação no  blog do Ibre, Borges recomenda, de forma sintética, uma reação de política econômica, que envolve agendas macro e micro, além do aproveitamento da necessária transição no Brasil para uma economia mais verde e, na área energética, menos dependente da hidroeletricidade. De qualquer forma, a queda da taxa de desemprego para níveis próximos da média entre 1995 e 2019, de 9,7%, depende de uma aceleração muito forte da economia brasileira em relação ao padrão de crescimento recente.

Por Geovane Oliveira

Com PP, PL e Republicanos, Centrão controla mais de R$ 149,6 bilhões do governo Bolsonaro

Especialistas veem controle “sem precedentes” pelo Centrão desde a redemocratização.

Jair Bolsonaro (PL) está completamente entregue ao Centrão, que ganha cada vez mais força no atual governo. Levantamento feito pelo jornal O Globo mostra que os três principais partidos do bloco — PP, PL e Republicanos – comandam pelo menos 32 postos-chave na administração federal e, com isso, têm o controle de mais de R$ 149,6 bilhões. 

Deputados e senadores dessas legendas também foram beneficiados com ao menos R$ 901 milhões do orçamento secreto.

Para efeito de comparação, a verba nas mãos do Centrão é maior que o orçamento total estimado para 2022 dos ministérios da Defesa (R$ 116,3 bilhões) e da Educação (R$ 137 bilhões). O Ministério da Saúde tem um pouco mais: R$ 160 bilhões.

É significativo que um governo como o de Bolsonaro, controlado pelos partidos do Centrão, tenha na Casa Civil um representante deste grupo. O ministro Ciro Nogueira era presidente do PP e foi nomeado para o cargo em um aceno de Bolsonaro ao grupo, para que este lhe desse sustentação em tempos de crise política.

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