sáb. jan 23rd, 2021

Arcebispo se coloca a disposição de policiais para conversar com governador

Dom Pedro - Policiais 2Comitiva de policiais civis visitou, nesta quinta-feira, 5 de março, o arcebispo de Palmas Dom Pedro Brito Guimarães. O religioso ouviu atentamente todos os detalhes dos motivos pelos quais a Polícia Civil do Tocantins está em greve geral desde o dia 25 de fevereiro.

“Já visitamos a OAB-TO (Ordem dos Advogados do Brasil no Tocantins), o arcebispo e várias outras entidades. O nosso movimento sabe da necessidade de não confundir ninguém e de toda a sociedade compreender quais são as nossa reivindicações”, destacou o presidente do Sinpol-TO (Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins), Moisemar Marinho.

Na reunião, o arcebispo fez várias perguntas para entender como começou o processo das conquistas dos policiais civis que foram suspensas por decreto. Dom Pedro, também, se colocou como parceiro dos policiais e disse que vai procurar o governador Marcelo Miranda para que a categoria o Executivo estadual possam, enfim, começar um diálogo com propostas para os policiais. “Vou procurar o governador e tentar intermediar esse contato direto”, salientou o arcebispo, ao manifestar preocupação com a situação.

Os policiais civis lutam contra a suspensão, por decreto, dos efeitos financeiros da lei 2.851/2014, sancionada em abril do ano passado. A lei, resultado de mais de oito anos de negociações com o governo, regulamenta uma conquista de 2007, quando na sua penúltima gestão Marcelo Miranda fez o alinhamento das carreiras da Polícia Civil.

No entanto, ele não regulamentou esse alinhamento, algo que só foi ocorrer em abril de 2014 para ter efeitos financeiros a partir de março de 2015. Ao todo, são cerca de 1,3 mil que foram prejudicada pelo decreto do governador.

 Preocupação

As visitas a entidades e autoridades da sociedade vão prosseguir todos os dias. Para o Sinpol, a equipe de comunicação do governo do Estado vem tendo uma postura altamente temerária ao tentar colocar, nos seus materiais de divulgação, a Polícia Militar contra os policiais civis. “Somos polícias irmãs. Sempre trabalhamos juntos pelo bem da população. Mesmo na greve, nós colaboramos com a PM e com o Estado em várias ações. Isso que a equipe de comunicação do governo está fazendo é de uma irresponsabilidade nunca vista no Tocantins”, frisou Moisemar Marinho.

 

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