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Estado do Tocantins reduz base de cálculo do ICMS para gado vivo após convênio com Confaz

Em acordo firmado com o Conselho de Política Fazendária (Confaz), nesta segunda-feira, 11, o Estado do Tocantins aderiu ao ICMS nº 114/22, alterando o Convênio de nº19/22. Isso significa que o Tocantins está autorizado a reduzir o Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS) em até 66,67% sobre as operações de saída interestaduais realizadas com gado bovino.

“O Tocantins vinha passando por um momento um pouco conturbado na pecuária, com preços baixos e pouca procura. Com essa medida em que o Estado autoriza a adesão a esse convênio, vamos dar mais competitividade para o nosso produtor”, pontuou o secretário de Agricultura, Pecuária e Aquicultura do Estado (Seagro), Jaime Café. O líder da Seagro destaca que essa demanda vem do setor produtivo, dos produtores, dos pecuaristas e das empresas de Leilão.

A tratativa tem como objetivo a negociação do boi vivo com os Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Roraima, Santa Catarina e São Paulo, conforme o documento publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira, 12.

Ainda de acordo com o texto, “os estados do Acre, Alagoas, Rondônia, Sergipe e Tocantins ficam autorizados a estabelecer limites e condições para a aplicação do disposto neste convênio, de acordo com o previsto na legislação tributária estadual”.

O secretário da fazenda Júlio Edstron Secundino considera a adesão do Estado ao Convênio 114/22 como uma vitória ao Tocantins. “O convênio prevê uma redução na alíquota do gado”, resumiu, e continuou: “estamos preocupados com toda a cadeia produtiva, e nesse sentido, entendemos que a assinatura desse convênio, já publicado no Diário Oficial, possibilita que o mercado do gado no Tocantins continue a progredir e, dessa forma, haja um ciclo produtivo de arrecadação do estado sem penalizar os produtores”.

Para Jaime Café, o momento é de comemoração. “Entendemos que este é o caminho. A forma com que o Estado tem pautado suas ações e o setor tem se mostrado contemplado, auxilia na direção de nossos passos e é muito importante para que continuemos produzindo mais e melhor o Tocantins”, disse.

Anúncio do Governo do Tocantins

No dia 30 de maio deste ano, o Estado do Tocantins havia informado sobre a redução da base de cálculo do ICMS para gado vivo, que hoje é de 12%. Essa redução era esperada pelos pecuaristas. Com ela, a alíquota atual vai ficar em aproximadamente, 4,7%. Este convênio entra em vigor já na data de hoje em decorrência de sua publicação e ratificação nacional no Diário Oficial da União.

Congresso aprova LDO sem emendas impositivas de relator

O Congresso Nacional aprovou, nesta terça-feira (12), o projeto de Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO), que estabelece regras para elaboração do Orçamento Geral da União do próximo ano. O relator, senador Marcos do Val (Podemos-ES), retirou do texto a execução obrigatória das emendas de relator, identificadas como RP 9. O projeto prevê reajuste, contratações e reestruturação de carreira para policiais federais e do Distrito Federal.

No Senado, o PLN 5/2022 obteve 46 votos a favor e 23 contra. Na Câmara dos Deputados, foram 324 votos favoráveis e 110 contrários.  

O projeto da LDO foi aprovado no dia 29 de junho pela Comissão Mista de Orçamento (CMO). Na ocasião, Marcos do Val havia previsto o caráter impositivo das emendas de relator como forma de assegurar mais recursos federais para estados e municípios. Elas somam R$ 16,5 bilhões neste ano e podem chegar a R$ 19 bilhões em 2023.

Na sessão conjunta da última segunda-feira (11), a proposta sofreu resistência de parlamentares. Nesta terça-feira, Marcos do Val apresentou um adendo ao relatório original para suprimir o artigo art. 81-A, que previa a impositividade das emendas RP 9.

A alteração repercutiu entre os parlamentares. Para o líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (PL-TO), o caráter impositivo “ainda carece de regulamentação e de discussão mais aprofundada”. Contrário às RP 9, o senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) avalia que as emendas de relator comprometem a isonomia entre os parlamentares.

— Isonomia é tudo o que não acontece com as RP 9. Não existe isonomia no orçamento secreto. O tratamento não é igual. Não criminalizo a política. Respeito quem quer levar verba para seu estado. Acho legítimo isso. Mas falta isonomia. Todos nós temos isonomia no que diz respeito às emendas individuais e de bancada. Aí sim é transparente e temos regras — disse.

Para a senadora Zenaide Maia (Pros-RN), as emendas parlamentares são responsáveis por levar recursos públicos aos municípios. Mas ela é contra a impositividade de execução dos recursos.

— Não sou contra os parlamentares distribuírem emendas. Acho que é uma maneira de chegar aos municípios e estados. Mas essa RP 9. Quem vai escolher quem vai distribuir os recursos previstos de R$ 19 bilhões? Sou contra a RP 9. Vamos conseguir que não seja obrigatoriedade de se pagar. Quero parabenizar por a gente tentar não ter a obrigatoriedade — afirmou.

O senador Eduardo Girão (Podemos-CE) leu uma carta-aberta em que a bancada defendia a execução das emendas parlamentares. Girão, no entanto, disse discordar da obrigatoriedade de execução das RP 9.

— As emendas parlamentares, caso sejam liberadas e executadas, podem ser um instrumento importante para atender as necessidades prementes de estados e municípios. É claro que os senadores têm plenas condições de contribuir, alocando corretamente tais recursos. Portanto, de forma a evitar interpretações distorcidas sobre critérios para liberação de emendas, esperamos que tal processo tenha plena transparência e ampla publicidade, atendendo todos os senadores independente de filiação partidária ou posicionamento em votações. Afinal todos foram eleitos da mesma forma, com a legitimidade do voto democrático — disse Girão.

Transparência

A LDO prevê medidas para ampliar a transparência e o controle das emendas de relator. De acordo com o projeto, as indicações e a ordem de prioridade das despesas devem ser sugeridas não apenas pelo relator-geral, mas também pelo presidente da CMO. Ainda segundo o PLN 5/2022, as indicações devem trazer o nome do parlamentar que solicitou a despesa, ainda que tenha sido apresentada por demanda de agentes públicos ou representantes da sociedade civil.

O substitutivo de Marcos do Val traz dispositivos para aumentar o controle político e social sobre as transferências especiais. Nesta modalidade, que corresponde a R$ 3,3 bilhões das emendas individuais deste ano, os recursos são enviados diretamente ao caixa da prefeitura ou do estado beneficiado, sem finalidade definida e sem precisar que antes seja celebrado um convênio ou apresentado um projeto.

Parâmetros macroeconômicos

O projeto de LDO prevê salário mínimo de R$ 1.294 para o próximo ano. Sem aumento real, o valor foi corrigido apenas pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) de 6,7% projetado para 2022.

A expectativa é de crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), mesmo percentual esperado para 2024 e 2025. O PIB expressa a soma das riquezas produzidas no país. Quanto à inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficaria em 3,3%. A taxa Selic (taxa básica de juros definida pelo Banco Central) é estimada em 10% para ano que vem.

Teto de gastos

O texto aprovado permite que o Congresso utilize a projeção mais atualizada para a inflação medida pelo IPCA em 2022. O objetivo é corrigir o cálculo do teto de gastos da União para 2023, estimado em R$ 1,711 trilhão na versão original do PLN 5/2022.

A Constituição proíbe o governo de fazer dívidas para pagar salários, aposentadorias e gastos para manter a máquina pública funcionando. As únicas despesas que podem ser cobertas por operações de crédito são o pagamento de dívidas (refinanciamento) e de juros. Quando essa norma — chamada regra de ouro — é descumprida, os gestores e o presidente da República podem ser enquadrados em crime de responsabilidade.

Pela LDO 2023, o limite para operações de crédito será de R$ 17,3 bilhões para 2023. Mas o texto mantém um dispositivo que permite a inclusão de operações de crédito acima do limite constitucional e de despesas a serem custeadas com esses recursos, desde que autorizado pelo Congresso.

Pelo texto não será mais necessário usar a projeção de inflação a ser informada pelo Ministério da Economia em 22 de novembro. A mudança também pode levar a um ajuste na meta de resultado primário, estimada em um déficit de R$ 65,9 bilhões. O valor previsto para 2023 equivale a 0,63% do PIB, menor que os R$ 66,9 bilhões (0,69% do PIB) projetados para 2022.

A projeção para o resultado primário dos estados, do Distrito Federal e dos municípios é de um déficit de R$ 100 milhões. A estimativa para esses entes federados é apenas um indicador, não uma meta, porque o Executivo federal não tem ingerência sobre o orçamento deles.

Saúde

O valor mínimo a ser aplicado em ações e serviços públicos de saúde (ASPS) pela União é obtido pela correção do montante mínimo de 2022 (R$ 139,8 bilhões) pelo IPCA de janeiro a dezembro de 2022, ainda a ser apurado. Considerando a estimativa de 6,5% para o índice de inflação prevista na LDO 2022, o piso para 2023 será de aproximadamente R$ 148,9 bilhões.

Além desse valor, devem ser incluídas no Orçamento as despesas com ASPS custeadas com recursos de royalties e da participação especial na exploração de petróleo e gás natural. Pelo projeto, o Orçamento de 2023 não precisa prever a totalidade dos recursos necessários para atendimento do mínimo constitucional em saúde.

Orçamento impositivo

A Constituição permite que senadores e deputados apresentem emendas impositivas destinando recursos para a saúde. As emendas impositivas são um instrumento em que o deputado, senador, Comissão ou a bancada estadual indicam ações, projetos e obras que o governo é obrigado a executar. 

O montante destinado a essas emendas será equivalente aos valores desse item em 2017, no caso das emendas individuais, e em 2021, no caso das emendas de bancada estadual, corrigidos pelo IPCA acumulado de janeiro a dezembro de 2022. No Orçamento deste ano, para alcançar os R$ 135,4 bilhões obrigatórios para gastos em saúde, o Executivo considerou que R$ 8,1 bilhões viriam das emendas impositivas, sem contar as emendas do relator-geral.

Educação

O piso constitucional para o investimento na educação foi de R$ 62,6 bilhões em 2022 e deverá ser corrigido pelo IPCA para 2023. De 2016 a 2021, o investimento em educação caiu de 6,5% para 5,3% das despesas totais do Executivo federal, ou 22,1%. Foram R$ 74 bilhões contingenciados e remanejados para pagamento de outras despesas no período.

Com a aprovação do Novo Fundo do Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), por meio da Emenda Constitucional 108, de 2020, a complementação devida pela União a estados e municípios, que antes era de 10% das receitas totais do fundo, passou para 12% em 2021, 15% em 2022 e deverá ser de 17% em 2023.

Para 2022, o Orçamento da União previu mais de R$ 30,1 bilhões para a complementação do Fundeb. Em 2023, considerando-se a projeção de crescimento real do PIB, estima-se que esse investimento atinja R$ 35 bilhões, dos quais R$ 33,4 bilhões serão gastos para equalizar as condições de financiamento das redes de ensino. Pela primeira vez serão distribuídos recursos segundo indicadores de melhoria da aprendizagem. Para isso está previsto R$ 1,6 bilhão.

Assistência social

Quanto aos sistemas de assistência social, estão reservados R$ 80,2 bilhões para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC), que desde 1996 vem substituindo a Renda Mensal Vitalícia (RMV). As despesas com o BPC crescem ano a ano, em função do aumento do salário mínimo e do número de beneficiários.

Em 2023 serão mais de 4,9 milhões de pessoas beneficiadas. Esse número deve aumentar porque, segundo o governo, há um estoque de mais de 710 mil requerimentos.

Já as despesas com o Auxílio Inclusão — benefício de meio salário mínimo pago às pessoas com deficiência que recebem o BPC e entram no mercado de trabalho com salário de no máximo dois salários mínimos — estão estimadas em R$ 333,9 milhões para 2023, R$ 345 milhões para 2024 e R$ 355,6 milhões para 2025.

Previdência

A arrecadação do regime geral de previdência social (RGPS, do setor privado) é estimada para 2023 em R$ 484,1 bilhões (equivalentes a 5,61% do PIB). Já a projeção da despesa com o pagamento dessas aposentadorias para 2023 é de R$ 846,4 bilhões (8,08% do PIB). Nesse cenário, o Poder Executivo deve cobrir um déficit de mais de R$ 259,1 bilhões (2,47% do PIB).

As receitas e despesas do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que financia o seguro-desemprego, o abono salarial e os programas de desenvolvimento econômico do BNDES, estão previstas em R$ 114,12 bilhões e R$ 69,5 bilhões, menores que nos anos anteriores. No trimestre encerrado em dezembro de 2021, a taxa de desemprego atingiu 11%, segundo o IBGE, o equivalente a 11,7 milhões de pessoas desocupadas.

Como o seguro-desemprego, o abono salarial e a transferência para o BNDES compõem grande parte das despesas do FAT (mais de 99% do total), Marcos do Val afirma que resta um espaço mínimo para o financiamento do incentivo ao emprego, como a qualificação profissional e a intermediação de mão de obra.

Segurança pública

A proposta autoriza a reestruturação e a recomposição salarial da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Polícia Penitenciária, além das polícias Civil e Militar e dos bombeiros militares do Distrito Federal. Para que isso ocorra, as medidas devem ser incluídas pelo Poder Executivo no projeto da lei orçamentária de 2023, que deve ser enviado ao Legislativo até 31 de agosto.

O PLN 5/2022 também autoriza o provimento de cargos e funções relativos a concursos vigentes das carreiras, até o limite previsto pelo Orçamento do próximo ano. O texto proíbe reajuste do auxílio-alimentação ou refeição e da assistência pré-escolar em percentual superior à variação acumulada do IPCA desde a última revisão de cada benefício.

O projeto traz uma seção específica que prevê proteção a algumas despesas de contingenciamento. De acordo com o texto, não podem ser bloqueados gastos nas áreas de educação; assistência a estudantes; ciência, tecnologia e inovação; inclusão digital; esporte; promoção e defesa dos direitos da criança, do adolescente, da mulher e do idoso; regularização e fiscalização de terras indígenas; acolhimento humanitário de migrantes e controle de fronteiras; segurança pública; projetos das Forças Armadas; Seguro Rural; defesa agropecuária; saúde animal; rodovias, ferrovias e infraestrutura do transporte aquaviário e aeroviário; saneamento básico; desenvolvimento regional; monitoramento das mudanças climáticas; gestão de riscos e desastres; e combate à pandemia de covid-19.

 Com Agência Câmara 

Fonte: Agência Senado

Mais de 3 mil peças de artesanato foram comercializadas pelos artesãos em apenas cinco dias de feira

A feira acontece de 6 a 17 de Julho no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda/PE e celebra a sua 22° edição e comemora os 30 anos do movimento Manguebeat. Considerada a maior feira de artesanato da América Latina. O Tocantins não poderia ficar de fora da Fenearte, ao todo oito artesãos, sendo eles individuais e de entidades representativas, expõem e comercializam suas peças no estande do Tocantins, são peças de Capim Dourado, Madeira, Sementes, Cerâmica e Palha de Buriti que encantam os visitantes que passam pela feira.

A comerciante, Elizabeth Vasilio, compra as peças tocantinenses há mais de 20 anos para revender em suas lojas no estado de São Paulo. Para ela é preciso valorizar ainda mais o artesanato estado, “O Tocantins produz peças que são únicas. Em nenhum outro estado encontramos o Capim Dourado,é preciso valorizar essa riqueza.” Elizabeth, enfatiza ainda que participa de todas as feiras nacionais sempre em busca das peças tocantinenses. Para o artesão gurupienses, Josias Meneses, a Fenearte é a melhor feira de artesanato do Brasil.”Eu gosto dessa  feira, faço boas vendas aqui.” Josias expõe suas peças em madeira como tábuas, mesas, pilões, farieiro e bancos feito a mão, para ele a Fenearte é sempre um bom negócio.

A 22º edição da feira acontece até o próximo domingo, 17 e já vem se destacando com excelentes números para os artesãos tocantinenses, apenas nos primeiros cinco dias foram comercializadas 3.807 peças, uma receita de R$119.222,00 mil reais até o momento. Além do Tocantins cerca de 5 mil expositores distribuídos em 700 espaços, em uma área de 30 mil m². Com investimento de R$ 7 milhões, o evento vai gerar cerca de 2,5 mil postos de trabalho temporário e tem uma expectativa de movimentação financeira de R$ 40 milhões. Sempre muito concorrida, esta vigésima segunda edição espera atrair mais de 200 mil visitantes.

Em visita ao estande do Tocantins a pernambucana, Roberta Guedes se diz apaixonada pelo artesanato tocantinense, para ela a união dos elementos como pedras e sementes, deu ainda mais beleza às peças. “Estou encantada com a beleza das peças, essa mistura de elementos naturais deu ainda mais beleza ao Capim Dourado.” Roberta lembra ainda das primeiras peças de Capim Dourado que comprou “Tenho várias peças das primeiras edições da Fenearte, são peças que duram muito.”

Em apoio a feira, membros da Secretaria de Cultura e Turismo do Tocantins, aproveitaram a oportunidade para um intercâmbio cultural e visitaram o Vice-presidente da Fundarpe, Júnior Afro. A secretaria executiva da Sectur, Jocélia Costa, destacou a importância da visita “É sempre importante trocar experiências e assim ter  cases de sucesso que possamos aplicar no Tocantins com base no que vem sendo desenvolvido em outros estados.” estiveram presentes no encontro o Superintende de Cultura, Relmivam Milhomem e a Gerente de de Cultura, Edlusa Portela.

por Kamila Gonçalves / Governo do Tocantins

Governador Wanderlei Barbosa se reúne com lideranças e visita obras de infraestrutura no norte do Estado

O governador e pré-candidato à reeleição, Wanderlei Babosa (Republicanos), participou neste sábado, 9, de três eventos esportivos na região norte do Tocantins. Pela manhã, ele jogou uma partida de futebol no distrito de Brasilênio (conhecido como Cantão), no município de Bandeirantes.  À tarde disputou outra em Axixá e à noite assistiu à final do campeonato municipal de Augustinópolis entre os times “Benfica” e “Chapecoense.”
Em todas as localidades, o governador foi recebido por deputados, prefeitos, vereadores, ex-prefeitos e ex-vereadores, lideranças e amigos da região. Em Bandeirantes, por exemplo, ele foi acompanhado, entre outras autoridades, pelo deputado Eduardo do Dertins (Cidadania) e pelo prefeito Zé Mario (PP).
Já em Augustinópolis o chefe do Executivo estadual esteve sempre ao lado dos deputados Amelio Cayres (Republicanos) e Fabion Gomes (PL), além do vice-prefeito, José Mendonça, vereadores e secretários municipais.
TO-335
Na sexta-feira, 8, Wanderlei visitou as obras da TO-335, entre Colinas do Tocantins e Palmeirante, orçadas em R$ 46,9 milhões. Com ordem de serviço assinada por ele no final de maio deste ano, o trecho, de aproximadamente 70 KM de extensão, está passando por reciclagem e incorporação do asfalto velho para compor a nova base da rodovia, além da reconstrução de uma nova capa asfáltica, assim como novos dispositivos de drenagem para o escoamento da água pluvial sobre a nova pista.
Reunião
Ainda na noite de sexta o governador participou de uma grande reunião na residência do deputado Edurado do Dertins, em Bandeirantes, que contou com a participação de inúmeras autoridades locais e regionais. Entre elas, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores e lideranças politicas expressivas.
Balanço
Wanderlei definiu como “muito produtiva” a viagem deste fim de semana. “Foi agenda esportiva, que fizemos para prestigiar os amigos da região, bem como os campeonatos locais. No caso de Augustinópolis, apenas como torcedor. E também uma forma de estar próximo das lideranças da região, mas principalmente da comunidade, que é o mais importante”, resumiu.
Redação

Inflação oficial sobe para 0,67% em junho, diz IBGE

Real Moeda brasileira

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial, registrou 0,67% em junho deste ano. A taxa é superior ao 0,47% de maio e ao 0,53% de junho de 2021. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No acumulada no ano chegou a 5,49%. Em 12 meses, o IPCA acumulado atingiu 11,89%, acima dos 11,73% acumulados em maio.

Todos os nove grupos de despesas registraram inflação em junho, com destaque para alimentação e bebidas, com uma alta de preços de 0,80%. Entre os itens, com maior alta estão a refeição fora de casa (0,95%) e o lanche fora de casa (2,21%).

“Assim como outros serviços que tiveram a demanda reprimida na pandemia, há também uma retomada na busca pela refeição fora de casa. Isso é refletido nos preços”, afirmou o gerente da pesquisa, Pedro Kislanov.

Também tiveram aumento de preços itens consumidos no domicílio como o leite longa vida (10,72%), o feijão-carioca (9,74%), o frango em pedaços (1,71%) e o pão francês (1,66%).

Também apresentaram altas de preço relevantes, os grupos de saúde e cuidados pessoais (1,24%), puxado pelo aumento dos planos de saúde (2,99%), e pelos transportes (0,57%).

Entre os itens que pressionaram os transportes estão o óleo diesel (3,82%), o gás veicular (0,30%) e as passagens aéreas (18,33%).

Outros grupos apresentaram as seguintes taxas de inflação: vestuário (1,67%), artigos de residência (0,55%), habitação (0,41%), despesas pessoais (0,49%), comunicação (0,16%) e educação (0,09%).

Por Vitor Abdala – Repórter da Agência Brasil – Rio de Janeiro

Lázaro Botelho retorna à Câmara Federal

No início da tarde desta quinta-feira (07), Lázaro Botelho (Progressistas) tomou posse como deputado federal no Congresso Nacional em Brasília. O fato se dá em razão do afastamento da deputada Dorinha Seabra, que anunciou licença do cargo e é pré-candidata a única vaga aberta no Tocantins para o Senado.

Em 2018, Lázaro recebeu 40.270 votos, ficando como primeiro suplente do seu grupo. Representante político de Araguaína e região ganhou destaque por destinar diversas emendas para todo o Estado durante os três mandatos que exerceu. É casado com a deputada estadual e ex-prefeita de Araguaína, Valderez Castelo Branco.

Ao assumir a vaga de Deputado Federal, Lázaro Botelho, que é vice-presidente do Partido Progressista no estado, vem com força para a reeleição em outubro, fortalecendo o grupo do governador Wanderlei Barbosa.

“Assumo hoje com a consciência de ajudar homens e mulheres de bem, trabalhadores em todos os setores, pessoas que lutam diariamente por suas famílias e contam com o poder transformador da boa política. Sabemos da nossa responsabilidade, do trabalho que deve ser realizado e do apoio que será necessário para manter Tocantins no caminho certo do desenvolvimento e do progresso”, declarou Lázaro.

Redação 

Liderança de Ronaldo Dimas abalada com a fuga dos aliados

Ronaldo Dimas, pré-candidato a governador do Tocantins, tem sua liderança ser exposta com a debandada de aliados políticos.

Segundo alguns analistas políticos, parece que a pré-candidatura do ex-prefeito de Araguaína Ronaldo Dimas tem seus piores momentos e que se não houver uma reação do pré-candidato a governador para administras sua pré-campanha ela poder se dissolver antes das convenções.

Várias lideranças ligadas ao ex-prefeito de Araguaína decidiram unilateral apoiar pré-candidaturas de senadores de diversas frentes políticas não aliadas do pré-candidato. A mais recente delas foi a do pré-candidato a deputado estadual pelo (PL) Gipão que subiu no palanque do pré-candidato ao senado Carlesse em Gurupi, isso pode refletir negativamente na sua pré-campanha ao governo do Estado do Tocantins.

Dimas praticamente perdeu a candidatura de Dorinha, do partido União Brasil, mas sonha em ter um representante no senado. Ronaldo está pensando em lançar a pré-candidatura de Eli Borges, no entanto, como sua base política em Araguaína está bastante dividida, Ali Borges pode não aceitar o convite de ser senador na chapa de Ronaldo Dimas.

Por Geovane Oliveira

Agir lança pré-candidatura de Carlesse ao Senado

Mauro Carlesse, ex-governador do Tocantins, é pré-candidato ao Senado Federal pela Agir 36. O lançamento aconteceu nesta quinta-feira, 6 de julho, no auditório do Centro de Convenções Mauro Cunha, em Gurupi.

Carlesse relembrou a situação em que recebeu a gestação do governo em 2018, lembrou as dificuldades e problemas com as contas públicas que exigiram um gesto firme para reequilibrar o orçamento e restaurar a credibilidade do Estado. Colocamos as contas do estado em equilíbrio, resgatamos a credibilidade do estado, reduzimos, economizamos. Na história do Tocantins, nenhum governo jamais fez”, disse Carlesse

Sobre sua candidatura ao Senado,

Carlesse afirmou que buscava motivação para continuar na vida pública por causa das injustiças e perseguições que enfrentou, bem como para concluir projetos que havia iniciado, mas estava paralisado. “Eu não concorreria a mais nada; eu tinha acabado de terminar meus projetos atuais e projetos que já haviam começado. Mas quem achou que eu não tinha coragem se enganou!! Demais é meu trabalho ainda não está finalizado. Ainda vou ajudar muito os Tocantins”, reforçou Carlesse.

Além da grande participação do público, o evento contou com a presença de lideranças comunitárias, pastores, vereadores, ex-vereadores, ex-prefeitos e lideranças políticas de todo o estado. Além da grande participação do público, o evento contou com a presença de lideranças comunitárias, pastores, vereadores, ex-vereadores, ex-prefeitos e lideranças políticas de todo o estado e dos pré-candidatos a deputado estadual e federal.

Por: Redação

Postos anunciarão preço de combustível válido antes da redução do ICMS

Petrobras reajusta em 12% o preço da gasolina nas refinarias a partir desta quinta-feira

A partir desta quinta-feira (7), os postos de combustíveis de todo país estão obrigados a divulgar, de forma “correta, clara, precisa, ostensiva e legível”, os preços dos combustíveis que eram cobrados, em cada empresa, no dia 22 de junho de 2022, “de modo que os consumidores possam compará-los com os preços praticados no momento da compra”.

A determinação, com vigência até 31 de dezembro de 2022, consta do decreto nº 11.121, publicado no Diário Oficial da União de hoje.

Com a medida, o governo pretende possibilitar ao consumidor comparar o preço atual com o que era cobrado antes de vigorar a lei que não permite às unidades federativas cobrar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) com percentual acima da alíquota de 17% ou 18%, dependendo da localidade. A lei foi sancionada no dia 24 de junho.

O decreto publicado hoje destaca,  ainda, que os donos dos postos deverão informar também, em separado, o valor aproximado relativo ao Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS); o valor relativo à Contribuição para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep); e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social – Cofins; e, ainda, o valor relativo à Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados, gás natural e seus derivados, e álcool etílico combustível (Cide-combustíveis).

Por Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Patriotas do Tocantins declara apoio a Wanderlei Barbosa para governador

A cúpula do partido Patriotas se reuniu nesta quinta-feira, 06, para declarar apoio ao governador e pré-candidato a reeleição, Wanderlei Barbosa (Republicanos). Numa reunião com vários líderes e pré-candidatos a deputados, tanto estaduais quanto Federais, também foi lançada a candidatura do pastor Claudemir Lopes ao senado federal. Discursos efusivos, pró-Bolsonaro, foram  proferidos pelo referido candidato ao senado, como também, pelo seu presidente estadual, Walisson Silva. Além disso, ambos Patriotas exaltaram a gestão do atual governador ressaltando que, exatamente por suas qualidades enquanto gestor público, abririam mão de candidatura própria, para apoiá-lo.

“Falo aqui da minha satisfação de estar com vocês, recebendo o manifesto de apoio que, para mim, é importantíssimo no nosso projeto. Nós fazemos política de um modo diferente, não fazemos ‘oba-oba’ e nem atropelamos concorrentes, porque não achamos que é dessa forma que vamos crescer. Faço política respeitando as opiniões divergentes, congregando e convergindo para que possamos construir um bom projeto, agregando forças, buscando espaços” ponderou o governador e pré-candidato Wanderlei Barbosa, no início do seu discurso. “Por isso, buscamos pessoas, nos mais diversos segmentos da política, que tenham ideologia parecida com a nossa. São brasileiros, republicanos, patriotas, que acreditam nesse país e que fazem a boa política. O que trouxe o Patriotas para esse projeto foi a maneira que estou conduzindo os destinos do Estado do Tocantins”.

Wanderlei Barbosa discorreu, ainda, sobre seu passado político e suas realizações à frente do poder executivo do Estado do Tocantins a partir de outubro de 2021. Exaltou, principalmente, os gastos públicos concernentes aos servidores públicos, bem abaixo dos limites que a lei de responsabilidade fiscal permite, bem como, as efetivas ações de recuperação das estradas e vias de locomoção, por onde se dá o escoamento da produção agrícola.

No tocante ao grupo que pretende formar para disputar o pleito, Barbosa  disse que, “nós temos várias discussões em curso com alguns partidos, como é o caso do SD. Também estamos conversando com outros partidos, como também, temos líderes federados, que nutrem simpatia pela nossa candidatura. Nosso projeto é de junção de forças e projetos que vão, seguramente, nos ajudar a governar esse Estado a partir de janeiro de 2023”.

Sobre o que representava a adesão do partido Patriotas ao seu projeto político e de que forma a sigla poderia agregar, “o Patriotas é uma grande legenda, uma nomeclatura interessante, que traz uma ideologia muito forte, bem parecida com a nossa e que vai estar junto conosco, ajudando a construir esse projeto” pontuou Barbosa.

Redação

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