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Mídia: soberba de Lira com Lula teria instigado votação no STF; aliados tentam novo nome para Câmara

Na segunda-feira (19), o Supremo Tribunal Federal (STF) – em voto de desempate concedido pelo ministro Ricardo Lewandowski – formou maioria para considerar o orçamento secreto inconstitucional, conforme noticiado.
O voto de Lewandowski foi uma surpresa até para os próprios membros do Supremo, uma vez que, nos bastidores, entre um “cafezinho e outro” dentro do prédio do órgão, o ministro havia defendido pontos que legitimavam continuar com a dinâmica do orçamento secreto, segundo o jornal O Globo.
Entretanto, a virada do voto do magistrado pode ter ocorrido por um fato além do Supremo: uma “conversa ruim” no último final de semana entre o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente da Câmara dos Deputados – e defensor do orçamento secreto – Arthur Lira (PP).
Segundo a mídia, para vários dos interlocutores com quem Lula falou entre domingo (18) e segunda-feira (19), a conversa que ele teve com o presidente da Câmara no próprio domingo (18) sobre a aprovação da PEC da Transição ajuda a explicar o que aconteceu, visto que duas coisas teriam irritado o petista:
Primeiro, que não conseguiria aprovar na Câmara a PEC com a “licença para gastar” de pelo menos R$ 145 bilhões acima do teto por dois anos com programas sociais como o Bolsa Família. De acordo com relato de Lula a aliados, Lira disse que os líderes partidários só aceitavam o prazo de um ano, e não de dois.
Ao mesmo tempo, para dar o prazo que o petista queria, ele precisaria de cargos e espaço no governo – como o Ministério da Saúde, o comando da Funasa e do FNDES, e até mesmo a garantia de que teria R$ 25 bilhões em emendas do orçamento secreto para aplicar.
Lula teria respondido que o PT já cumpriu sua parte no acordo com Lira ao apoiar sua reeleição para presidente da Câmara em fevereiro. Lira, então, teria rebatido que os líderes dos partidos no Congresso queriam mais, diz a mídia.
Em segundo lugar, o presidente eleito teria ficado incomodado também com o fato de que o líder da Câmara afirmou que “nem discutiria” a questão do orçamento secreto, porque considerava que o voto favorável de Lewandowski já estava garantido – graças a Lula.
Lula tentou argumentar que não tinha influência sobre a decisão de Lewandowski e que o orçamento secreto era uma questão do Judiciário, mas Lira não deu confiança.
Segundo o próprio Lula também relatou a aliados, a conversa e o tom usado por Lira o teriam feito concluir que precisava “botar um freio” no presidente da Câmara – e, na tradução livre dos interlocutores, mostrar quem de fato manda, diz o jornal O Globo.

Articulação para tirar Lira

Após o “revés” sofrido por Lira com a votação no Supremo, o fato teria estimulado aliados do petista que fazem oposição ao presidente da Câmara para articularem uma candidatura que consiga derrotá-lo na campanha pela reeleição ao cargo, que está marcada para fevereiro.
De acordo com a Folha de São Paulo, a oposição a Lira foi esvaziada logo depois da eleição de Lula, já que o PT decidiu apoiar a reeleição dele para o comando da Câmara em troca da aprovação da PEC da Transição, medida que liberaria uma série de gastos acima do teto, permitindo que o presidente eleito cumprisse parte de suas promessas eleitorais.
 
No entanto, a decisão do STF de permitir que o Bolsa Família seja excluído do teto, seguida da que afirmou que o orçamento secreto é inconstitucional, no entanto, esvaziou o poder de Lira. E agora seus opositores decidiram partir para o contra-ataque, mesmo sem o aval de Lula.
Entre os nomes ventilados para a disputa estão os de Marina Silva (Rede) e Guilherme Boulos (PSOL), por exemplo, e também o de Luciano Bivar, que preside o União Brasil.
 

sputniknewsbrasil.

Wanderlei Barbosa prorroga MP sobre pagamento de indenizações para cumulação de responsabilidades administrativas do efetivo da Polícia Civil

O Governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, prorroga até 31 de dezembro de 2023, o Art. 9º da Lei nº 3.718/2020, que trata sobre a cumulação de responsabilidades administrativas do efetivo da polícia civil e pagamento de indenizações. A Medida Provisória nº 30, que trata da prorrogação, está publicada no Diário Oficial do Estado (DOE), edição desta segunda-feira, 19.

As indenizações são pagas a partir da cumulação de responsabilidades administrativas das atribuições da Polícia Civil, inclusive de funções de chefia, direção e assessoramento.

A medida se aplica aos integrantes da carreira jurídica de delegado de polícia, e também às demais carreiras da polícia civil: agente de polícia, escrivão, agente de necrotomia, papiloscopista e perito, que cumulativamente, atuam em outras unidades da Secretaria de Estado da Segurança Pública (SSP), conhecidas no âmbito da lei como Cumulação de Unidades e no cumprimento de Plantão Extraordinário e Sobreaviso Extraordinário.

O valor da indenização é estabelecido dentro dos limites de percentuais fixos, observando ainda os critérios de população ou de quantidade de ocorrências das unidades policiais, conforme definido em regulamento.

Laiane Vilanova/Governo do Tocantins

Governo do Tocantins paga salário de dezembro aos servidores nesta sexta-feira, 23, antes do Natal

O Governo do Tocantins efetua, nesta sexta-feira, dia 23, o pagamento dos servidores. “Neste dia vamos disponibilizar R$ 207.620.561,00, encerrando os pagamentos das folhas do exercício de 2022 e garantindo um Natal com dinheiro no bolso do servidor”, comemora o governador Wanderlei Barbosa, lembrando que a entrada do dinheiro nas contas antes do Natal permite ao servidor se programar e também impulsionar as vendas nos setores de comércio e serviços. “O que é bom para todos”, reforça.

Com o pagamento da folha de dezembro, nos últimos 30 dias, o Governo do Tocantins terá provocado a movimentação de quase meio bilhão de reais no Estado. Nesse período foram liberados, aproximadamente, R$ 234 milhões da folha de novembro, R$ 32,5 milhões do complemento da folha do 13º salário (o servidor recebe o 13º salário sempre no mês de seu aniversário) e mais o valor da folha de dezembro.

“São valores importantes para o comércio local, pois sabemos que grande parte permanece no Estado, retroalimentando o ciclo da economia, a arrecadação e o financiamento das políticas públicas”, observa o secretário da Fazenda, Júlio Edstron Secundino Santos, ao destacar a significância da quitação dos salários dentro dos prazos legais e adiantamentos dos mesmos quando possível. “Este ano conseguimos antecipar o pagamento de todas as folhas”, comemorou o secretário.

Governo do Tocantins

STF conclui julgamento e declara orçamento secreto inconstitucional

Por 6 votos a 5, o STF decidiu pela inconstitucionalidade do chamado orçamento secreto. O julgamento foi retomado nesta segunda-feira (19) com o voto do ministro Ricardo Lewandowski, que acompanhou a relatora, Rosa Weber, e foi decisivo, formando a maioria no plenário. Em seguida, votou Gilmar Mendes, encerrando o julgamento.

As ações julgadas pelo STF foram apresentadas por quatro partidos: PV, PSOL, PSB e Cidadania.4

A posição de Lewandowski consolidou a maioria no sentido de que a falta de transparência do orçamento secreto viola a Constituição. Lewandowski afirmou em seu voto que, apesar dos esforços, o Congresso não conseguiu se adequar às exigências, aos parâmetros constitucionais de transparência.

Na última sexta-feira (16), o Congresso Nacional aprovou um projeto de resolução para redistribuir os recursos das emendas de relator conforme o tamanho das bancadas partidárias da Câmara e do Senado. Na prática, as mudanças acabaram com o sigilo das emendas.

No mesmo dia, Lewandowski havia dito que as alterações aprovadas pelo Congresso atende a preocupações externadas por ministro da Corte.

“Paralisamos [o julgamento] em homenagem ao Congresso. Agora, temos uma resolução e certamente levaremos essa resolução em consideração no julgamento”, afirmou. “Muito daquilo proposto pela resolução atendia preocupações dos ministros ventiladas no julgamento”, acrescentou.

Na semana passada, nove ministros haviam apresentado seus votos, deixando o placar em 5 a 4. Acompanharam totalmente o voto de Rosa Weber os ministros Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia. Nesta segunda, Gilmar entendeu que as ações apresentadas são parcialmente procedentes.

O ministro André Mendonça divergiu parcialmente da relatora, assim como Alexandre de Moraes. O ministro Nunes Marques também divergiu de Rosa Weber e votou pela rejeição das ações por questões processuais. Dias Toffoli estabeleceu critérios ainda mais específicos para as emendas do orçamento secreto, além da transparência e proporcionalidade.

Fonte: 247

Dois afogamentos são registrados por bombeiros militares no final de semana

Mergulhadores do Corpo de Bombeiros Militar atenderam duas ocorrências de afogamentos no final de semana, com dois óbitos, sendo duas crianças. Os episódios só reforçam o quanto é importante que adultos estejam por perto quando se tratar de lazer na água envolvendo menores.

O primeiro chamado ocorreu na cidade de Sampaio, no extremo norte do estado, que está às margens do Rio Tocantins. O atendimento foi feito pela Companhia de Bombeiros Militar de Araguatins, cerca de 50 quilômetros de distância. O afogamento ocorreu por volta das 15h30, deste sábado, 17, quando a família da vítima estava numa ilha, localizada em frente ao cais do porto.

A família relatou aos bombeiros militares que a vítima, de dez anos de idade, brincava com outras crianças na beira da ilha. Em determinado momento, os pais perceberam a ausência de E. M. S. B., e iniciaram buscas nas redondezas. Contudo, um dos amiguinhos relatou que a vítima estava fazendo mergulhos no local onde tomavam banho.

De imediato, vários mergulhos foram realizados pelos parentes da criança. Mas sem sucesso.

Os bombeiros militares chegaram em seguida, iniciando as ações com mergulhos livres nos locais próximos de onde E. M., estava brincando. O corpo da vítima foi encontrado cerca de 40 minutos depois, já por volta das 18h30, a uma distância de dez metros da margem da ilha, a cerca de quatro metros de profundidade.

Rio Javaés

No domingo, 18, o segundo afogamento do final de semana ocorreu no Rio Javaés. A família da vítima pescava numa propriedade localizada no Assentamento Lagoa da Onça, no município de Formoso do Araguaia.

Os bombeiros militares do 3º Batalhão, em Gurupi, foram acionados por familiares para o atendimento. Segundo relataram, o garoto tinha 10 anos e estava pescando junto com os demais integrantes da família, quando desapareceu.

Inicialmente, suspeitava-se de que ele havia se perdido no matagal. Porém, mais tarde, constatou-se que a vítima teria escorregado do barranco e caído no rio. O corpo já foi localizado e resgatado pelos mergulhadores do CBMTO.

Os dois casos elevam os índices de afogamentos a 67 óbitos, no Tocantins. Entre os dados levantados pelo CBMTO, constam que 12% das vítimas são crianças, 67% dos afogamentos foram em rios, 19% estavam pescando e 26% estavam em acampamentos.

Luiz Henrique Machado/Governo do Tocantins

Concurso para Guarda Metropolitana de Palmas: inscrições a partir de hoje

As inscrições para o concurso da Guarda Metropolitana de Palmas (GMP) vão começar nesta segunda-feira (19). São ofertadas 100 vagas, sendo 50 para preenchimento imediato e o restante para cadastro reserva. O salário inicial é de R$ 3.440,77.

O concurso será realizado pela Fundação para o Vestibular da Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (Vunesp). Conforme o edital, a prova está prevista para 2 de abril de 2023.

O período de inscrição começa às 10h desta segunda-feira (19) e segue até as 23h59 do dia 2 de fevereiro de 2023, exclusivamente pelo site da Fundação Vunesp. A taxa é de R$ 90, mas são isentos da cobrança os candidatos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal os doadores voluntários de sangue.

A seleção dos guardas metropolitanos será composta de seis etapas. Além da prova objetiva, os selecionados vão passar por exame físico, avaliação psicológica, avaliação médica e comprovação de idoneidade moral. Por fim ainda será realizado o curso de formação.

A jornada é 40 horas semanais, podendo ser ajustada em turnos ou jornadas de trabalho que atendam às especificidades do cargo. Além do salário inicial, os guardas vão receber adicional de periculosidade.

Para concorrer a uma das vagas, o candidato deve ter idade entre 18 e 45 anos, ser brasileiro nato ou naturalizado e ter concluído o ensino médio. O concurso terá 20% das vagas destinadas para os candidatos autodeclarados negros ou pardos e 5% para pessoas com deficiência compatíveis.

Por g1 Tocantins

Recursos para Bolsa Família estão fora do teto de gastos, decide Gilmar Mendes em liminar no STF

O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu liminarmente neste domingo (18) que os recursos necessários para manter o programa social Bolsa Família estão de fora do teto de gastos orçamentários, o que facilita a ampliação do programa, pretendida pelo presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Conforme noticiou o G1, Mendes atendeu a uma ação movida pela Rede Sustentabilidade que pedia que os recursos necessários para o financiamento do Bolsa Família ficassem de fora do teto constitucional.
“Reputo juridicamente possível que eventual dispêndio adicional de recursos com o objetivo de custear as despesas referentes à manutenção, no exercício de 2023, do programa Auxílio Brasil (ou eventual programa social que o suceda […] pode ser viabilizado pela via da abertura de crédito extraordinário […], devendo ser ressaltado que tais despesas […] não se incluem na base de cálculo e nos limites estabelecidos no teto constitucional de gastos”, afirmou o ministro.
“Os recursos financeiros existem para fazer frente às inúmeras despesas que decorrem dos direitos fundamentais preconizados pela Constituição”, disse ainda.
Com a decisão, o governo do presidente eleito poderá ampliar, através de crédito suplementar, o valor do benefício dos R$ 405 previstos no orçamento de 2023 para o Auxílio Brasil para os R$ 600 pretendidos com a retomada do nome Bolsa Família.
Essa medida diminui a urgência da aprovação da PEC da Transiçãoapresentada por Lula ao Congresso. A proposta foi aprovada no Senado, mas está travada na Câmara dos Deputados.
sputniknewsbrasil

Após ser diplomado deputado federal, Antonio Andrade reafirma compromisso com Tocantins

Na tarde desta sexta-feira, 16, os candidatos eleitos na última eleição para os mandatos de deputados estaduais, deputados federais, senador e governador foram diplomados pelo Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO).

Entre os diplomados, o deputado Antonio Andrade, que conquistou 63.813 votos e foi o deputado federal mais votado do Tocantins. Ele reafirmou seu compromisso com a população do Estado.

“Quero agradecer a Deus e ao povo do Tocantins, que me confiou o seu voto; quero que todos saibam que podem sempre contar com meu apoio. Irei orgulhar a cada eleitor que me confiou o voto e vou trabalhar diuturnamente pelo nosso Estado”, afirmou o Deputado.

Conduzida pelo presidente da Corte, desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, a cerimônia teve no dispositivo de honra os membros do TRE-TO, representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e da seccional Tocantins da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-TO).

Foram diplomados 24 deputados estaduais, oito deputados federais, uma senadora,  governador e vice. A solenidade aconteceu no auditório da Corte Eleitoral do Tocantins.

Por Rogério Tortola

Congresso aprova regras para garantir transparência das emendas de relator no Orçamento

O Congresso Nacional aprovou a resolução (PRN 3/22) que fixou novas regras para as emendas de relator ao Orçamento da União, privilegiando a distribuição dos recursos de acordo com o tamanho das bancadas partidárias. A aprovação ocorreu por 398 votos a 66 na Câmara e por 66 votos a 20 no Senado. Quatro parlamentares se abstiveram na Câmara e 2 no Senado.

A norma diz que o valor das emendas, de R$ 19,4 bilhões para 2023, deve ser distribuído para as Mesas da Câmara e do Senado em 7,5% para cada; para a Comissão Mista de Orçamento em 5%; e o restante, 80%, para as bancadas dos partidos na Câmara e no Senado conforme os seus tamanhos, sendo que dois terços para a Câmara. Pelo texto, 50% do valor terá que ser direcionado para ações nas áreas de saúde, assistência social e educação.

Hoje o relator do Orçamento tem o poder de destinar os recursos conforme as solicitações que receber, e o volume de recursos é equivalente à soma das emendas individuais e de bancadas estaduais, que são de execução obrigatória.

Julgamento no STF
Alguns parlamentares disseram que seria melhor o Congresso esperar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a constitucionalidade das emendas de relator, o que deverá ocorrer na segunda-feira. Foi o caso do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que também se manifestou contrariamente ao projeto por acreditar que ele não trata igualmente os parlamentares.

O líder do PT na Câmara, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), defendeu o texto, afirmando que ele vincula metade do valor das emendas a projetos nacionais na área social.

Debate
O senador Jean Paul Prates (PT-RJ) lembrou que o partido sempre foi contrário ao uso dado às emendas de relator nos últimos anos, o que teria favorecido a troca de apoio político de maneira não transparente. Mas o senador explicou que não existem votos suficientes para acabar com as emendas de relator e que, portanto, seria melhor regular o que existe. Ele chamou o projeto de “regra de transição” e lembrou que as emendas de relator não têm execução obrigatória. “Como não há impositividade, o novo governo não vai, certamente, usar esse dispositivo para cooptar ninguém”, assegurou.

O líder do governo, senador Carlos Portinho (PL-RJ), rejeitou a ideia de que o governo Bolsonaro tenha usado as emendas de relator como instrumento de troca. “No Senado Federal, nunca foi o Orçamento objeto de barganha do governo. Nunca precisei de voto para vencer as batalhas que venci por conta de Orçamento secreto”, destacou.

Para a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS), é errado que, além das bancadas, as Mesas da Câmara e do Senado tenham o poder de distribuir recursos orçamentários. Ela acredita que a discussão orçamentária tem que ser feita a partir de políticas nacionais. “Mas vai ter uma figura do líder que vai dizer: esse aqui vota comigo e vou dar R$ 20 milhões; esse aqui não, vou dar R$ 10 mil… O que é isso?”, questionou.

O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) disse que a distribuição de recursos para as bancadas não elimina a barganha política com as emendas. “Ele não está dando mais transparência. Ele está apenas fazendo com que o orçamento outrora secreto se torne um orçamento descarado”.

Já o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) acredita que a nova norma traz publicidade aos atos públicos. “O que mais eu critiquei aqui durante todo este ano e o ano passado no que diz respeito à emenda de relator foi justamente a falta de publicidade. Mas isso foi sanado com a proposta dessa resolução”, afirmou.

O senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do projeto e relator-geral do Orçamento, voltou a dizer que a elaboração das emendas de relator foi feita de maneira totalmente transparente para 2023 porque é obrigatória a assinatura de cada emenda pelo parlamentar que a solicitou.

Os parlamentares rejeitaram duas emendas ao texto, destacadas para votação em separado. Uma que dividia igualmente o valor das emendas do relator entre todos; e outra que determinava que, na distribuição dos recursos para as bancadas partidárias, seria verificado o tamanho de cada uma quando do envio da proposta orçamentária ao Congresso.

O senador Alessandro Vieira (PSBD-SE) anunciou que vai questionar a regulamentação aprovada pelo Congresso no STF.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Deputados eleitos são diplomados pela Justiça Eleitoral

Citando o trecho do livro de Provérbios da Bíblia Sagrada – “Quando os justos governam, o povo se alegra” –, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO), desembargador Helvécio de Brito Maia Neto, deu início à Sessão Solene de Diplomação das deputadas e deputados estaduais eleitos no Tocantins nas Eleições Gerais Estaduais, ocorridas no dia 2 de outubro deste ano. A solenidade foi realizada na tarde desta sexta-feira 16, no auditório da Corte Eleitoral do Tocantins em Palmas.

Além da entrega dos diplomas aos 24 deputados(as) estaduais, foram diplomados os oito deputados federais eleitos, entre eles Antonio Andrade, presidente da Assembleia Legislativa, e Ricardo Ayres, ambos do Republicanos; o governador reeleito, Wanderlei Barbosa (Republicanos); o vice-governador eleito, Laurez Moreira (PDT); e a deputada federal, eleita senadora, Professora Dorinha (União Brasil).

Conduzida pelo presidente da Corte, a cerimônia teve no dispositivo de honra os membros do TRE-TO, representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário e da seccional Tocantins da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-TO).

Prevenção

Em função da limitação do espaço disponibilizado e as medidas de prevenção ao contágio da Covid-19, a participação presencial na sessão foi restrita. Entretanto, o evento foi transmitido pela TV Assembleia e pelo canal do Tribunal no YouTube.

Por Rubens Gonçalves

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