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Laurez Moreira participa da cerimônia de posse do novo comando do PDT Nacional em Brasília

O vice-governador do Tocantins e presidente do Partido Democrático Trabalhista (PDT/TO) no estado, Laurez Moreira, participou nesta quinta-feira, 2, da cerimônia de transmissão do cargo de Presidente Nacional do PDT, em que o titular, Ministro Carlos Lupi, transferiu o comando do partido ao Deputado Federal André Figueiredo. A posse ocorreu durante reunião da Executiva Nacional, na sede do partido, em Brasília.

O ministro falou da sua nova missão e ressaltou a competência do deputado federal André Figueiredo. “Assumi a missão de conduzir o Ministério da Previdência para melhorar a vida dos brasileiros através de políticas públicas. Essa é a missão do PDT desde sua fundação, e para dedicação exclusiva, passo a presidência nacional ao deputado André. Não tenho dúvidas de que o partido está em excelentes mãos. É hora de união para reconstruir o Brasil”, afirmou Carlos Lupi.

O Deputado André Figueiredo relembrou sua trajetória no PDT, desde a década de 80, e disse que recebe a missão como soldado do partido. “É muito simbólico assumir a presidência do partido que milito minha vida inteira. Passei por todas as estruturas, da Juventude à liderança da bancada. Nossa missão agora é olhar para 2024 e nos preparar para as eleições municipais. Eleger o maior número de prefeitos e vereadores e colocar o partido onde Brizola sempre sonhou, como uma verdadeira alternativa baseada na educação”, disse.

O vice-governador Laurez Moreira desejou sucesso ao ministro Carlos Lupi e parabenizou o novo presidente do partido. “Dedicação exclusiva é importante para cuidar bem de uma função tão essencial. Desejo sucesso ao ministro Carlos Lupi, que seja uma caminhada de bons resultados. Ao deputado André Figueiredo, os meus parabéns e reforço a minha parceria na missão de fortalecimento do PDT”, declarou.

A escolha do novo comando do PDT Nacional foi referendada de forma unânime pela Executiva.

A cerimônia de posse contou com a presença de membros do partido, integrantes da bancada federal, representantes estaduais e a militância do PDT.

Deputado Federal André Figueiredo

André Figueiredo tem uma trajetória de muito trabalho como deputado federal. Eleito para a primeira legislatura em 2005. Liderou a bancada pedetista desde o início de 2022. O parlamentar é responsável pelo projeto que destinou os royalties do pré-sal para educação e saúde. Também foi ministro das Comunicações.

Filiado ao PDT desde 1984 – seu único partido –, André Figueiredo foi presidente da Juventude do PDT e do Instituto Alberto Pasqualini Ceará, além de vice-presidente nacional da Fundação Leonel Brizola/Alberto Pasqualini.

Marcos do Val diz que Daniel Silveira planejava golpe de Estado

O senador Marcos do Val (Podemos-ES) disse, nesta quinta-feira (2), que participou de uma reunião com o ex-presidente Jair Bolsonaro e o ex-deputado Daniel Silveira, que tinha como objetivo induzir o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, a ”reconhecer” que ultrapassou as quatro linhas da Constituição com o ex-presidente da República.

A missão, segundo o parlamentar, foi passada em dezembro pelo ex-deputado Daniel Silveira, que marcou e conduziu todo o encontro. O senador acrescentou que Silveira pediu que a reunião com Moraes fosse gravada. O áudio, segundo teria planejado o ex-deputado, seria vazado de modo que parecesse legal. O parlamentar disse ainda que o presidente Jair Bolsonaro permaneceu o tempo todo calado e que ninguém mais participou da conversa.

Do Val disse que como nunca havia sido chamado para nenhum encontro com Jair Bolsonaro, procurou Moraes a quem falou sobre o convite para a reunião e pediu orientações sobre se deveria ou não ir. Na versão do parlamentar, o magistrado o aconselhou a ir ao encontro e ouvir o que o deputado e o presidente queriam.

O parlamentar disse que para que ele não fosse identificado, Silveira marcou um ponto de encontro onde o senador passou para um carro descaracterizado rumo à Granja do Torto, onde teria ocorrido o encontro. Disse ainda que prontamente rechaçou a ideia, mas depois, diante da insistência de Daniel Silveira, para sair da situação, disse que ia “pensar”. Alguns dias depois o senador retornou o contato com o ex-deputado, afirmando que não poderia cumprir a missão.

Recuo

As declarações de Marcos Do Val vieram horas depois de ele ter feito uma live nas redes sociais na qual disse ter sido pressionado pelo então presidente da República Jair Bolsonaro a participar de um plano para dar um golpe de Estado. “Vocês esperem. Eu vou soltar uma bomba aqui para vocês: sexta-feira, vai sair na [revista] Veja, a tentativa do Bolsonaro, que me coagiu para que eu pudesse dar um golpe de Estado junto com ele. Só para vocês terem ideia. E é lógico que eu denunciei”, disse o senador na transmissão.

Na manhã de hoje, Do Val voltou atrás na declaração sobre o ex-presidente e repetiu várias vezes que Bolsonaro se manteve calado o tempo todo no encontro. Outro recuo de Do Val foi sobre seu futuro parlamentar. Durante essa madrugada ele chegou a dizer que sairia da vida politica, mas hoje disse recebeu muito apoio de colegas de vários partidos e sinalizou que deve continuar no mandato até 2026.

Durante sessão na manhã de hoje no plenário do Senado o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), disse que a denúncia de do Val não configura “nenhuma espécie de crime”. “Eu peço aqui, obviamente, que todos os esclarecimentos sejam feitos e eu não peço aqui nem abertura de inquérito, porque a situação narrada não configura nenhum tipo de crime. Mas que todos os esclarecimentos sejam feitos para que não fiquem narrativas em cima de narrativas no intuito de superar os fatos. Fato é que dia 31 de dezembro o presidente Bolsonaro deixou a presidência”, disse.

PF

Nesta quinta-feira, o ministro Alexandre de Moraes aceitou pedido da Polícia Federal (PF) e determinou que o senador Marcos do Val preste depoimento em até cinco dias. A PF quer ouvir o parlamentar sobre uma suposta tentativa de golpe articulada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e pelo ex-deputado Daniel Silveira (PTB-RJ).

Por Karine Melo – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Governador Wanderlei Barbosa reforça importância da parceria entre poderes durante posse do presidente do TCE-TO

O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, participou da posse da nova mesa diretora do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), que ocorreu na manhã desta quinta-feira, 2.  Na ocasião, o conselheiro André Luiz de Matos Gonçalves foi empossado o novo presidente do TCE-TO. Ele foi eleito unanimemente por seus pares e assumiu o comando da Corte de Contas para o biênio 2023/2024.

Em seu discurso, o líder do poder Executivo reforçou a necessidade de parceria entre os poderes para que o Tocantins permaneça sendo um Estado que cuida do seu povo. “Quero parabenizar três entidades, aqui representadas, por tão nobre missão que vocês assumem ao tomar conta de poderes importantes da nossa federação a partir de agora”, afirmou Wanderlei Barbosa, direcionando os parabéns aos recém-empossados, presidente do Tribunal de Contas, o conselheiro André Luiz de Matos Gonçalves; presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ-TO), a desembargadora Etelvina Maria Sampaio Felipe; e o presidente da Assembleia Legislativa (Aleto), o deputado estadual Amélio Cayres. Os dois últimos tomaram posse nos seus respectivos mandatos nesta quarta-feira, 1° de fevereiro.

A cerimônia de posse ocorreu no Auditório Brigadeiro Felipe Antônio Cardoso, localizado no prédio do Tribunal de Contas, e reuniu líderes políticos, o secretariado estadual e presidentes de órgãos, autarquias e entidades de classe. A mesa diretora do TCE-TO para os próximos dois anos ficou composta pelos conselheiros Alberto Sevilha, cumprindo seu segundo mandato como vice-presidente; e Severiano Costandrade, indo ao quarto mandato como corregedor. A eleição ocorreu no dia 14 de dezembro do ano passado e os cargos foram votados conjuntamente. Eles foram eleitos unanimemente, por sete votos.

Ao governador Wanderlei Barbosa, o conselheiro André Luiz agradeceu a presença e a cordialidade do líder do Executivo. “Fico feliz com sua presença aqui. Em todas as oportunidades que estivemos juntos, a sua simplicidade no trato, de maneira cortês com que se referiu a essa corte, e em especial a minha pessoa, foram coisas marcantes que guardo comigo pela simplicidade”, salientou ao destacar, no seu discurso, a predisposição que o Governador tem para ouvir e buscar acertar.

O presidente eleito, conselheiro André Luiz, continuou seu discurso, sinalizando disposição e interesse em fazer parcerias a fim de levar desenvolvimento ao Estado do Tocantins. “O Tribunal de Contas funciona como fiscal, mas também conduz políticas públicas que busquem levar desenvolvimento para os municípios. Nós precisamos colocar um projeto de direção para que o Tribunal, além da lógica foucaultiana de vigiar e punir, também possa contribuir para o desenvolvimento local e regional”, pontuou e concluiu, ainda direcionando-se ao Governador: “espero que esse Tribunal ajude a sua gestão a concluir as obras do HGP na maior brevidade possível, já que é fundamental”.

Perfil do novo presidente

André Matos é natural de Fortaleza (CE), pós-doutorando em Gestão de Políticas Públicas pela Universidade de São Paulo (USP) e em Sociedade, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional pela Universidade Federal do Tocantins (UFT). É conselheiro Titular da Segunda Relatoria do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins desde junho de 2014 e fundador do Instituto de Direito Aplicado ao Setor Público (Idasp).

Possui graduação no Curso de Comunicações pela Academia Militar das Agulhas Negras (1999) e graduação em Direito pela Universidade de Fortaleza (2005). Foi oficial do Exército de 2000 a 2007, tendo alçado ao posto de Capitão. Foi reitor da Universidade do Tocantins (Unitins) no ano de 2010 e professor universitário de Direito Constitucional.

Ocupou o cargo de procurador efetivo do Estado do Tocantins, sendo chefe da Consultoria Especial do Gabinete do Procurador-Geral e Procurador-Geral do Estado do Tocantins até junho de 2014. O conselheiro ainda é doutor em Direito pelo Centro Universitário de Brasília (UniCEUB), na linha de pesquisa de Políticas Públicas, Constituição e Organização do Estado, e Mestre pela Universidade Federal do Tocantins, em parceria com a Escola Superior da Magistratura Tocantinense (Esmat) e a Escola Paulista de Magistratura (EPM).

Kaio Costa/Governo do Tocantins

Senadores elegem com 66 votos nova Mesa Diretora da Casa

Com 66 votos “sim”, 12 “não” e duas abstenções, um dia após a recondução de Rodrigo Pacheco (PSD-MG), à presidência do Senado, nesta quinta-feira (2), foi eleita a nova Mesa Diretora da Casa. A formação da Mesa considera a participação proporcional das representações partidárias ou dos blocos parlamentares, mas por acordo, a bancada do PT abriu mão da disputa pela 1ª vice-presidência da Casa que continuará com o senador Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).

Com a desistência de Wilder Morais (PL-GO), o senador Rodrigo Cunha (União-AL) garantiu a vaga da 2ª vice-presidência, a qual classificou como uma candidatura “de consenso”. É papel dos vice-presidentes substituir, nessa ordem, o presidente nas suas faltas ou impedimentos, assumindo as mesmas atribuições definidas à Presidência do Senado, como convocar e presidir as sessões da Casa.

Secretários

Rogério Carvalho (PT-SE), que ocupava o cargo de 3º secretário, assume a 1ª secretaria, responsável pela condução administrativa do Senado.Compete ao 1º secretário rubricar a listagem especial com o resultado de votação promovida por meio do sistema eletrônico, fazer a leitura em Plenário da correspondência oficial recebida pelo Senado e de todos os documentos que façam parte do expediente da sessão. Além disso, ele assina e recebe a correspondência do Senado e é responsável pela supervisão das atividades administrativas da Casa, entre outras competências.

A 2ª secretaria ficou a cargo do senador Weverton (PDT-MA), que até então estava à frente da 4ª secretaria. Caberá a ele lavrar as atas das sessões secretas, proceder à leitura delas e assiná-las depois do primeiro secretário. Chico Rodrigues (PSB-RR) e Styvenson Valentim (Podemos-RN) ficaram com as 3ª e 4ª secretarias, respectivamente. Eles serão responsáveis por fazer a chamada dos senadores, nos casos previstos no regimento, contar votos e auxiliar o presidente da Casa na apuração de eleições.

Não foram votadas as indicações para as suplências dos secretários. Segundo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, oportunamente marcará sessão para essa deliberação. Os membros da Mesa integram a Comissão Diretora, encarregada da organização e do funcionamento da Casa e da redação final de todas as proposições que são aprovadas pelos senadores.

Protesto

Durante a sessão a procuradora especial da mulher do Senado, Leila Barros (PDT-DF) criticou o fato de mais uma vez não haver uma mulher na Mesa do Senado, mesmo diante de uma bancada feminina de 15 parlamentares na Casa. “ Venho reiterar aqui a ausência de uma figura feminina na Mesa do Senado Federal. Peço apenas a reflexão de todos os senadores, dos líderes dos partidos, porque sei que são os ritos da Casa, mas ainda seguimos com uma grande dificuldade de entendimento desta Casa quanto à participação das mulheres dentro dos processos de decisão aqui. Estamos no século 21, e não é mais possível que toda vez que se tem um processo nesta Casa uma senadora tenha de se levantar e dizer presente. Nós existimos!”, afirmou apoiada por outras senadoras.

Diante das críticas, Pacheco prometeu dar a uma mulher a presidência da Comissão Permanente de Defesa da Democracia, que deverá ser criada na Casa.


Com informações da Agência Senado

Amélio Cayres prestigia posse do novo presidente do Tribunal de Contas do Estado

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins (Aleto), Amélio Cayres (Republicanos), prestigiou, juntamente com os deputados Olyntho Neto (Republicanos), Leo Barbosa (Republicanos), Eduardo Mantoan (PSDB) e Gipão (PL), e as deputadas Cláudia Lélis (PV) e Professora Janadi Valcari (PL), a posse do presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE) para o biênio 2023/2024, conselheiro André Luiz de Matos Gonçalves. Completam a gestão da Corte os conselheiros Alberto Sevilha, como vice-presidente, e Severiano Costandrade, corregedor-geral.

Na ocasião, o TCE Tocantins também comemorou os 34 anos de sua criação, com a entrega da comenda Governador Siqueira Campos a diversas personalidades.

Amélio Cayres ressaltou que o TCE/TO se destaca pela eficiência e controle das contas públicas, mas, principalmente, pela orientação que dá aos órgãos púbicos. “Os membros da nova gestão têm conhecimento e capacidade suficiente para continuar e aperfeiçoar o excelente trabalho que vem sendo prestado pelo TCE Tocantins ao longo de sua história no interesse do bem comum”, afirmou.

O evento contou com as presenças do governador Wanderley Barbosa, da presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Etelvina Maria Sampaio; da prefeita de Palmas, Cínthia Ribeiro; do presidente da Associação Tocantinense de Municípios (ATM), Diogo Fernandes, prefeito de Talismã; entre outras autoridades estaduais e municipais.

Tribunal de Justiça

Na tarde desta quarta-feira, 1º, o presidente desta Casa de Leis prestigiou também a posse da nova Mesa Diretora do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJ/TO). A Corte tem como presidente a desembargadora Etelvina Maria Sampaio Felipe, além das desembargadoras Ângela Prudente (vice-presidente); Maysa Vendramini Rosal (corregedora-geral de Justiça); e Jacqueline Adorno (vice-corregedora-geral).

Por Luiz Pires

Governo brasileiro decreta prazo de 60 dias para que todas as armas do país sejam registradas na PF

Aqueles que não atenderem ao pedido podem ter suas armas apreendidas e serem alvo de investigação por não ter declarado o armamento. Medida visa mapear quantidade e localização de armas de civis no país.

Nesta quarta-feira (1º), em portaria publicada no Diário da União, o governo federal anunciou que todas as armas do país devem se cadastrar no Sistema Nacional de Armas (Sinarm) da Polícia Federal em até 60 dias.

Se a medida não for atendida, a portaria determina que o proprietário estará sujeito a apreensão de suas armas e poderá ser alvo de apuração pelo cometimento de ilícito, segundo a Folha de São Paulo.

A solicitação do governo também valerá para grupos que possuem armas cadastradas no Sistema de Gerenciamento Militar de Armas do Exército, como os CACs (caçadores, atiradores e colecionadores).

O intuito da resolução é aumentar o controle sobre a circulação de armamento e ocorre após o decreto de 1º de janeiro que, entre outras coisas, limitou a quantidade de armas e munições de uso permitido. Ao mesmo tempo, há o interesse de saber efetivamente o que há de armas registradas no Brasil e onde elas se encontram.

“As normas operacionais serão editadas pela Polícia Federal. Haverá um sistema híbrido: eletrônico e presencial. Dependendo da condição, do armamento, da gravidade e lesividade potencial do armamento haverá necessidade ou não de apresentação física. As normas operacionais serão editadas pela Polícia Federal ainda nesta semana”, explicou Flávio Dino, ministro da Justiça, em coletiva de imprensa citada pela mídia.

Na contramão do governo anterior, que flexibilizou em grande escala através de leis e decretos o porte de armas no país, a gestão vigente crê que a medida pode dar maior controle das autoridades para mapear o armamento civil no país, movimento que ganhou impulso após as invasões no DF no último dia 8.

sputniknewsbrasil

Nova presidente do TJTO, desembargadora Etelvina foca na valorização dos servidores, em inovação e mira Prêmio CNJ de Qualidade

“Permita-me a ousadia, mas quero dizer que as mulheres amam o brilho de um diamante. Vamos lapidar todas as pedras que cruzarem o nosso caminho para alcançar a luminosidade do diamante no Prêmio CNJ de Qualidade”, frisou a desembargadora Etelvina Maria Sampaio Felipe em seu discurso de posse como a nova presidente do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), na tarde desta quarta-feira (1º/2).

Com a Sala de Sessões do Tribunal Pleno lotada de juízes, servidores e autoridades, a presidente do TJTO deu posse à Mesa Diretora da corte tocantinense composta ainda pelas desembargadoras Ângela Prudente (vice-presidente); Maysa Vendramini Rosal (corregedora-geral de Justiça); e Jacqueline Adorno (vice-corregedora-geral).

“É uma satisfação prestigiar esse momento histórico no Tribunal de Justiça do Estado no qual mulheres tocantinenses, mulheres do Judiciário protagonizam a nova gestão desta casa”, ressaltou o governador do Estado, Wanderlei Barbosa, que destacou também o trabalho do ex-presidente João Rigo e do juiz Océlio Nobre para viabilizar a regularização fundiária no Estado.

Participaram também outras autoridades, como a prefeita de Palmas, Cinthia Ribeiro, o procurador-geral de Justiça, Luciano Casaroti; o presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE-TO), Napoleão Sobrinho; a presidente da Associação dos Magistrados do Tocantins (Asmeto), Odete Almeida; a defensora pública-geral, Stellamaris Postal, e o presidente da OAB-TO, Gedeon Pitaluga, que elencou as demandas da entidade.

Ao elogiar a gestão do desembargador João Rigo à frente do Judiciário tocantinense, Etelvina Maria Sampaio Felipe ressaltou que chegava à Presidência com o “elevado compromisso de conduzir o nosso Tribunal de Justiça pelos próximos dois anos, dando continuidade às exitosas administrações que nos antecederam, em especial à do desembargador João Rigo Guimarães”, a quem rendeu sinceras homenagens e o qualificou como magistrado “vocacionado, humilde, conhecedor das dificuldades da nossa gente e que levou a Justiça para Todos”.

Na sequência, a nova presidente do Judiciário tocantinense elencou uma série de prioridades da sua gestão em várias áreas, com destaque para tecnológica, infraestrutura, governança, sustentabilidade, cidadania e recursos humanos, esta última uma área que a desembargadora garantiu que ainda há muito o que fazer, notadamente em relação à deficiência numérica de servidores e magistrados.

Inovação inteligência artificial

A desembargadora Etelvina elencou ainda várias prioridades da sua gestão como presidente do TJTO. “Precisamos investir no nosso Laboratório de Inovação, em Inteligência Artificial, substituir os trabalhos mecânicos e rotineiros, tudo para facilitar e agilizar o trabalho dos nossos servidores e magistrados”, ressaltou.  

Robôs e respeito aos direitos

Ainda no campo da inovação, a nova presidente do TJTO reforçou que um dos focos da gestão é valorizar a questão humana. “Na eficiência do serviço que prestamos, buscaremos garantir que os avanços ocorram com segurança e respeito aos direitos e garantias fundamentais, estreitando os laços com toda sociedade”, frisou.

A desembargadora adiantou ainda outras iniciativas da gestão. “Iniciamos as tratativas para implantação dos robôs de pesquisa de endereços, óbitos, Renajud, Bacenjud e arquivamento, cujos códigos fontes já nos foram cedidos gentilmente pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC)”, lembrou.

Presenças

Laurez Moreira – Vice-Governador do Estado; desembargador Marcelo Buhatem, presidente da Associação Nacional de Desembargadores (Andes); Juíza Julianne Freire Marques, vice-presidente Administrativa da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), representando o presidente, Juiz Frederico Mendes Júnior; e juíza Odete Almeida, presidente da Associação dos Magistrados do Estado do Tocantins (Asmeto). desembargador José Edivaldo Rocha Rotondano, corregedor-geral da Justiça do Estado da Bahia (TJBA) e Presidente do CCOGE; desembargador João de Jesus Abdala de Simões, conselheiro da Escola Superior da Magistratura do Estado do Amazonas (TJAM); desembargador Ricardo Paes Barreto, corregedor-geral da Justiça do Estado de Pernambuco (TJPE); desembargador Gilson Barbosa, corregedor-geral da Justiça do Estado do Rio Grande do Norte (TJRN); desembargador Jorge Rachid Mubárack Maluf, representando o Tribunal de Justiça do Estado do Maranhão (TJMA); Daniel Negry, desembargador Aposentado do TJTO; desembargador José de Moura Filho, desembargador Aposentado do TJTO; Dra. Valdileuza Campelo Pinheiro, defensora pública e coordenadora do Núcleo de Assistência Jurídica do Guará (DF); Marcello Martinez Hipólito – coronel da Reserva da Polícia Militar de Santa Catarina.

Arthur Lira é reeleito presidente da Câmara com 464 votos

Com 464 votos, o atual presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), foi reconduzido para mais um mandato no biênio 2023-2024. Os deputados elegeram ainda os demais membros da Mesa Diretora: 1º e 2º vices, 1º a 4º secretários e quatro suplências.

Lira foi apoiado por um único bloco parlamentar reunindo 20 partidos, incluindo duas federações. Ele obteve a maior votação absoluta de um candidato à Presidência da Câmara, considerados os registros dos últimos 50 anos.

Em seu discurso de agradecimento, Lira afirmou que não há mais espaço no Brasil para aqueles que atentam contra os Poderes que simbolizam a democracia. “Esta Casa não acolherá, defenderá ou referendará nenhum ato, discurso ou manifestação que atente contra a democracia. Quem assim atuar terá a repulsa deste Parlamento, a rejeição do povo brasileiro e os rigores da lei. Para aqueles que depredaram, vandalizaram e envergonharam o povo brasileiro haverá o rigor da lei”, afirmou.

Outros candidatos
Na disputa pela Presidência da Câmara, o deputado Chico Alencar (Psol-RJ), lançado pela Federação Psol-Rede, obteve 21 votos; e o deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) obteve 19 votos. Houve 5 votos em branco.

No total, foram registrados 509 votos.

Bloco parlamentar
O bloco parlamentar que apoiou Arthur Lira reúne a Federação Brasil da Esperança (PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, PCdoB e PV) e o PL, do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Também integram o bloco: União Brasil, PP, MDB, PSD, Republicanos, Federação PSDB-Cidadania, Podemos, PSC, PDT, PSB, Avante, Solidariedade, Pros, Patriota e PTB.

Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Após eleito, Arthur Lira (C) anuncia resultado da eleição para demais membros da Mesa

Demais cargos
Para os demais cargos, foram eleitos os seguintes deputados:

– 1ª Vice-Presidência: Marcos Pereira (Republicanos-SP), com 458 votos. Houve 51 votos em branco;

– 1ª Secretaria: Luciano Bivar (União-PE), com 411 votos. Outros 98 votaram em branco;

– 2ª Secretaria: Maria do Rosário (PT-RS), com 371 votos. Houve 138 votos em branco;

– 3ª Secretaria: Júlio Cesar (PSD-PI), com 467 votos. Houve 42 em branco;

– 4ª Secretaria: Lucio Mosquini (MDB-RO), com 447 votos. Outros 62 votaram em branco.

Para a 2ª Vice-Presidência houve disputa entre dois candidatos: Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) foi eleito com 385 votos. Luciano Vieira (PL-RJ), concorrente como candidato avulso, obteve 94 votos. Houve 30 em branco.

Na suplência ficaram os deputados:

Gilberto Nascimento (PSC-SP), com 420 votos;

Pompeo de Mattos (PDT-RS), com 398 votos;

Beto Pereira (PSDB-MS), com 389 votos; e

André Ferreira (PL-PE), com 382 votos;

Houve 447 votos em branco para suplentes.

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Rodrigo Pacheco vence eleição e continuará no comando do Senado

O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) continuará no comando do Senado no biênio 2023–2024. Ele venceu a eleição para presidente da Casa realizada nesta quarta-feira (1º), com 49 votos, ficando à frente de seu adversário, Rogério Marinho (PL-RN), que obteve o apoio de outros 32 parlamentares, inclusive de Eduardo Girão (Podemos-CE), que também era candidato, mas desistiu da disputa durante a sessão.

A escolha foi feita após a posse dos 27 eleitos em outubro, de acordo com procedimentos definidos pelo Regimento Interno. A votação, secreta e realizada em cédulas de papel, foi comandada pelo atual vice-presidente Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) e exigiu a presença da maioria absoluta dos parlamentares, ou seja, 41, mesmo número necessário para a escolha do presidente. Se nenhum deles obtivesse tal marca, haveria novo turno de votação.

Falta definir agora o restante da Mesa, da qual fazem parte também o primeiro e segundo-vice-presidentes e primeiro, segundo, terceiro e quarto-secretários com seus suplentes. A escolha será feita em nova reunião preparatória, prevista para esta quinta-feira (2), às 10h.  

Compromissos

Antes da votação, ao pedir o apoio dos demais parlamentares, o senador Rodrigo Pacheco lembrou alguns de seus feitos nos primeiros dois anos de comando da Casa, como a criação da Comissão de Segurança Pública, a atuação do Senado nos tempos de pandemia e projetos importantes aprovados.

Pacheco destacou a produção legislativa da Casa durante a sua gestão, afirmou que defenderá as prerrogativas dos senadores e apontou como prioridades a reforma tributária, o enxugamento da máquina pública e novas regras fiscais.

— Pauta-bomba, perseguição, exigências e chantagens não aconteceram na minha presidência. O que houve foi uma relação cooperativa com outros poderes e instituições — acrescentou. 

Rodrigo Pacheco também defendeu que o Senado estabeleça sua “independência devida” em relação ao Executivo e que encontre soluções legislativas para conflitos de competência com o Judiciário. Ele disse que atuará por um Senado sem  “revanchismos”, mas capaz de se impor.

— Um Senado que se subjuga é um Senado covarde. Não permitiremos. Nós devemos cumprir nosso papel de solucionar problemas através da nossa capacidade e dever de legislar.

O recém-eleito ainda prometeu defender as prerrogativas dos parlamentares e condições plenas para o exercício dos mandatos.

— O senador que sofrer algum tipo de perseguição, revanchismo ou retaliação merecerá pronta resistência, seja contra quem for. As prerrogativas e imunidades serão sempre defendidas pela Presidência, porque é uma obrigação do presidente — garantiu. 

Alternância

Já Rogério Marinho, adversário de Pacheco, buscou convencer os parlamentares alegando que a alternância de poder oxigena a democracia e permite oportunidade a todos. 

Segundo Marinho, nos últimos anos, as comissões temáticas funcionaram mal, projetos foram levados diretamente ao Plenário e senadores votaram sem o conhecimento necessário de muitas propostas que lhes foram apresentadas. 

— A mais importante comissão temática do Senado, a CCJ é o exemplo mais claro da omissão da instituição. Em 2022, a CCJ da Câmara fez 61 sessões ordinárias, e a do Senado apenas seis, sem ação da Presidência, para corrigir tal abuso — avaliou. 

O representante do Rio Grande do Norte afirmou ainda que seria intransigente na defesa da inviolabilidade do mandato e da liberdade de expressão e apontou que eventuais excessos devem ser corrigidos pela Constituição e pelas comissões de Ética da Câmara e do Senado, mas não pelo “arbítrio” de alguns. 

Desistência

Antes de abrir mão de sua candidatura em favor de Rogério Marinho, o senador Eduardo Girão aproveitou para defender o voto aberto, uma atuação mais transparente e uma aproximação maior do Senado da população. Ele também criticou a falta de equilíbrio entre os poderes e o que considera abuso de alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

— Fiz minha parte para viabilizar esta candidatura, mas reconheço que não foi possível. Se tem alguém com mais chance de garantir a alternância de poder, mesmo não defendendo tudo que proponho, não tenho nenhum problema em apoiá-lo para o bem do Senado e do Brasil: Rogério Marinho. Meu voto e meu apoio são seus —declarou. 

Atribuições

Ao presidente cabe convocar e presidir as sessões do Senado e as sessões conjuntas do Congresso Nacional, dar posse aos senadores e fazer comunicação de interesse do Senado e do país, a qualquer momento, no Plenário.

Além disso, o presidente define os projetos que devem ir à votação, de acordo com as regras regimentais, retira proposição de pauta para cumprimento de despacho, correção de erro ou omissão no avulso eletrônico e para sanar falhas da instrução, além de decidir as questões de ordem.

Também é função do presidente impugnar proposições contrárias à Constituição, às leis, ou ao regimento. O autor, no entanto, tem direito a entrar com recurso no Plenário, que decidirá após audiência da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

Ainda de acordo com o regimento, o presidente terá apenas voto de desempate nas votações abertas, mas sua presença conta para efeito de quórum, podendo, em votação secreta, votar como qualquer senador.

Fonte: Agência Senado

Empossado Deputado Federal, Lázaro Botelho reforça compromisso com o desenvolvimento do Tocantins

O deputado federal eleito Lázaro Botelho (Progressitas-TO) tomou posse nesta quarta-feira, dia 1°, em sessão realizada no Plenário Ulysses Guimarães, em Brasília. Junto com os demais 512 parlamentares eleitos para a 57ª legislatura (2023-2027), Lázaro prestou o juramento solene em defesa da Constituição e do bem geral do povo brasileiro.

Esse será o quinto mandato de Lázaro Botelho como deputado federal. Na Câmara, cumpriu três legislaturas entre os anos de 2007 a 2018 e também assumiu como suplente na última legislatura.

Na ocasião, Botelho declarou que honrará cada voto recebido. “Tenho a experiência da vida pública e sei que, por meio do trabalho, do diálogo e da dedicação, irei contribuir com o crescimento do Tocantins e do Brasil. Tenho orgulho de representar o povo tocantinense e, ao lado do Governador Wanderlei Barbosa e dos demais colegas, quero lutar pelos interesses e anseios da população, seja apoiando ações que gerem emprego e renda, seja na destinação de emendas para novas obras estruturantes ou, ainda, na articulação política que pode trazer muitos benefícios para a nossa gente”, declarou.

O deputado agradeceu ainda ao partido Progressistas, à sua família e a todas as lideranças pelo apoio recebido durante sua campanha. “Nosso trabalho no Congresso Nacional é em defesa do Brasil e dos brasileiros. Por isso, estarei sempre à disposição de todos que prezam pela família, que é a base da sociedade, e pelo progresso do nosso país”, finalizou.

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