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Moradores queimam pneus em protesto por asfalto em loteamentos na zona rural

Manifestantes queimaram pneus em avenida que dá acesso em loteamentos — Foto: Divulgação

Moradores do setor Sonho Meu fizeram um protesto na manhã desta segunda-feira (1º) cobrando asfalto em uma área de loteamentos na região norte de Palmas. Os manifestantes empilharam pneus próximo a ponte sobre o córrego Água Fria e atearam fogo, impedindo a passagem de carros, motos e ônibus coletivos. O bloqueio começou por volta das 6h e terminou às 7h30.

Segundo os moradores, o setor existe há mais de 16 anos e atualmente são cerca de 20 loteamentos na região, além de condomínios e chácaras. Afirmam ainda que o asfalto foi uma promessa de campanha e até o momento nada foi cumprido.

O Júnior da Silva conta que mora na região há oito anos. Os serviços públicos são precários, apesar dos moradores pagarem todos os impostos.

“Procuramos a prefeitura várias vezes, mas em o quebra-molas que a gente pede eles fizeram. Todo dia tem um acidente. Fizeram a promessa de campanha que iria colocar asfalto aqui em 2016. Já estamos em 2019 e até agora não foi feito”, reclamou o morador.

A Prefeitura de Palmas informou que o setor Sonho Meu é regularizado, no entanto, o projeto urbanístico do loteamento está em análise. Somente após definição técnica, é que a gestão poderá tomar as medidas cabíveis para implantação de infraestrutura no setor.

Por G1 Tocantins

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Por TV Anhanguera

Procurador confirma ao Correio autenticidade de mensagens sobre Moro

Sérgio Moro e Dallagnol questionam os diálogos publicados pelo The Intercept.

Em nota divulgada no final da tarde deste sábado (29/6), a Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) “alerta a sociedade sobre a impossibilidade de considerar como verdadeiras” mensagens divulgadas pelo site The Intercept em que procuradores da República fazem críticas ao ministro Sérgio Moro. Ouvido pelo Correio, um procurador, porém, confirma, que as mensagens sobre Moro são verdadeiras.

Integrantes da força-tarefa da Lava-Jato revelam preocupações com a possibilidade de que o então juiz Sérgio Moro aceitasse convite para compor a equipe de ministros do presidente Jair Bolsonaro.

Nas mensagens publicadas, a procuradora Monique Cheker critica a condução dos processos da Lava-Jato pelo ministro na época em que ele era juiz no Paraná. “Moro viola sempre o sistema acusatório e é tolerado por seus resultados”, teria dito Monique. Em um grupo no aplicativo Telegram, os procuradores teriam demonstrado preocupação com o fato de Moro marcar encontros com o presidente Jair Bolsonaro após o resultado das eleições do ano passado.

Um dos que participam do diálogo é o procurador Alan Mansur, coordenador da Lava-Jato no Pará. Ele revela temor com a ida de Moro para o Ministério da Justiça. “Tem toda a técnica e conhecimento para ser um excelente ministro da Justiça. E tentar colocar em prática tudo que ele acredita. Porém, o fato de ter aceitado, neste momento, entrar na política e desta forma, é muito ruim pra imagem de imparcialidade do sistema de justiça e MP em geral”, disse.

Minutos antes da reportagem entrar no ar, o jornalista Glenn Greenwald, do The Intercept, apresentou a reprodução de uma conversa, citando o procurador Ângelo Goulart Villela. A matéria publicada, porém, citou na verdade Ângelo Augusto Costa, um homônimo. Pelo Twitter, Sérgio Moro afirmou que as controvérsias da publicação revelam que as mensagens não ocorreram. “Isso só reforça que as mensagens não são autênticas e que são passíveis de adulteração. O que se tem é um balão vazio, cheio de nada. Até quando a honra e a privacidade de agentes da lei vão ser violadas com o propósito de anular condenações e impedir investigações contra corrupção?”, disse.

No posicionamento divulgado, a ANPR ressaltou a “preocupação quanto à divulgação de mensagens atribuídas a integrantes do Ministério Publico Federal com indícios de terem sido adulteradas e de serem oriundas de crime cibernético”. A entidade destacou ainda que se “manterá implacável na defesa das prerrogativas funcionais dos procuradores da República, garantidas pela Constituição para que eles possam defender, com independência e autonomia, a ordem jurídica, o regime democrático e os interesses sociais e individuais indisponíveis”.

Veracidade

Ao Correio, um dos procuradores que estava no grupo em que ocorreram as conversas, disse, sob a condição de anonimato, que os trechos divulgados são verdadeiros. “Me recordo dos diálogos com os procuradores apontados pelo site. O grupo não existe mais. No entanto, me lembro do debate em torno do resultado das eleições e da expectativa sobre a ida de Moro para o Ministério da Justiça”, disse.

O integrante do Ministério Público Federal (MPF) também declarou que conseguiu recuperar parte do conteúdo. “Consegui recuperar alguns arquivos no celular. Percebi que os trechos divulgados não são de diálogos completos. Tem mensagens anteriores e posteriores às que foram publicadas. No entanto, realmente ocorreram. Não posso atestar que tudo que foi publicado até agora é real e não sofreu alterações. No entanto, aquelas mensagens que foram publicadas ontem (sexta) são autênticas”, completou.

correiobraziliense|Renato Souza

Detran credencia novas empresas de vistoria veicular

O Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran) publicou no Diário Oficial do Estado (DOE) dessa quinta-feira, 27, a portaria de número 49 que credencia, de forma temporária, por seis meses, ou até decisão em contrário, as empresas Provel Vistoria Veicular LTDA e a Aliança Vistoria e Certificação Automotiva LTDA para atenderem os serviços de vistoria de identificação veicular no Tocantins.

Conforme a portaria, as empresas habilitadas deverão exercer a vistoria de identificação e certificação veicular eletrônica delegada pelo Detran e atender o disposto nas normas de trânsito. O órgão informa que os serviços devem retornar a partir da próxima semana.

Os usuários que tiveram algum tipo de problema durante o período em que a vistoria esteve suspensa devem procurar o Detran para que o seu caso seja analisado.

Entenda

O contrato em vigência com a empresa Aliança Vistoria e Certificação Automotiva LTDA venceu no último dia 20 de junho e uma decisão judicial havia suspendido o processo de credenciamento.

Jesuino Santana Jr./Governo do Tocantins

Batalhão de Polícia Militar Ambiental tem novo comandante

A solenidade de passagem de comando do Batalhão de Polícia Militar Ambiental (BPMA) aconteceu na manhã desta quinta-feira, 27, no auditório do Quartel do Comando Geral da Polícia Militar em Palmas. Deixa o cargo de comandante da unidade o tenente-coronel Sólis de Araújo Souza e assume o tenente-coronel Alex Simas Queiroz. O evento foi presidido pelo chefe do Estado-maior da PM, coronel Márcio Antônio Barbosa de Mendonça, e marcou o encerramento de uma gestão de sucesso do tenente-coronel Sólis, nos seus mais de quatro anos de gestão à frente do batalhão ambiental.

Para o comandante substituído, os desafios enfrentados durante a sua carreira o habilita para as novas missões a desempenhar. Segundo o gestor, o aprendizado adquirido com os profissionais da unidade, as conquistas efetuadas em sua gestão, como a atual estrutura física, diversos convênios estabelecidos, a exemplo das usinas de São Salvador, as empresas Enerpeixe e Investco, somaram para o sucesso das ações desempenhadas pelo BPMA.

O evento foi finalizado com as palavras do coronel Barbosa, chefe do estado maior da PM: “a unidade ambiental da PM está em destaque atualmente, pois desde 1995, quando se denominava Cipama, possuiu gestores que focaram na preservação ambiental e, com os trabalhos do tenente-coronel Sólis, este projeto continua”. Coronel Barbosa agradeceu o comando substituído e desejou sucesso ao novo comandante, a partir da estrutura consolidada do Batalhão Ambiental e o currículo do atual gestor.

Perfil do novo comandante

O novo comandante, tenente-coronel Alex Simas é natural de Anápolis (GO), é casado e tem 03 filhos. Ingressou na PM em 2003 e desempenhou trabalhos na 6ª CIPM, em Miracema, no Sistema Integrado de Operações, no 6º Batalhão em Palmas, na Casa Militar, desempenhando funções na Diretoria de Inteligência e na Chefia de Segurança. Atualmente estava na PM/4 no Quartel do Comando Geral, em Palmas.

Possui formação em Segurança Pública pela Academia Policial Militar Tiradentes, é Pós-graduado em gestão Pública e Qualidade pela Fundação Universidade do Tocantins. Fez o Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO) em 2014, bem como possui os cursos de Procedimento básico de operações de inteligência e Estágio de segurança e proteção de autoridades. É ainda Multiplicador de Tiro defensivo na preservação da vida, método Giraldi e diversos cursos realizados pelo Ministério da Justiça/Senasp, dentre eles o de Promotor e Multiplicador de Polícia Comunitária.

Em ofício, Fesserto e entidades pedem que governo cumpra compromissos com os servidores e pague totalidade da data-base

A Fesserto (Federação dos Sindicatos de Servidores Públicos do Estado), em parceria com a Força Sindical-TO e a CUT-TO (Central Única dos Trabalhadores no Tocantins), solicitou ao governador Mauro Carlesse, ao presidente da Assembleia Legislativa, Antônio de Andrade, e ao secretário estadual da Administração, Edson Cabral, que adotem providências para que a data base do funcionalismo seja incorporada com o índice na totalidade – 5,074%.

O documento tem o respaldo da PÚBLICA Central do Servidor/ Diretor da Executiva Nacional da CSPB (Confederação dos Servidores Públicos do Brasil); CSP-Conlutas; SINDETRAN (Sindicato dos Servidores do Detran); APOSIDETRAN (Associação dos Servidores do Detran), SINTET (Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Tocantins), ASMIR (Associação dos Militares da Reserva), AOMETO (Associação dos Oficiais Polícia Militar e Bombeiro Militar do Estado do Tocantins), SINDAGRO (Sindicato dos Profissionais de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins); AFA ( Associação dos Funcionários da ADAPEC); Sindicato dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais do Estado do Tocantins e SINDIJOR (Sindicato dos Jornalistas do Estado do Tocantins).

Mesmo depois de congelar por dois anos qualquer tipo de progressão ou avança na carreira dos amis de 35 mil servidores públicos estaduais, o governo do Estado publicou, na quarta-feira 19 de junho, véspera do feriadão, uma MP (Medida Provisória) concedendo apenas 0,75% de incremento de data base, índice quase sete vezes menor do que a inflação do período. “Esse índice é um desrespeito com os servidores públicos. Não podemos admitir uma situação dessas”, ressaltou o presidente da Fesserto, Carlos Augusto Melo de Oliveira (Carlão).

Os sindicatos e entidades esperam uma resposta breve do governo estadual. Caso contrário, como a data-base é uma reposição inflacionária prevista na legislação, o caminho será via judicial. “O Estado e os agentes políticos têm muitos privilégios, muitos cargos de confiança e muita gordura para cortar. O servidor não pode sofrer todos os cortes, já estamos acumulando os dois anos sem progressão”, ressaltou Carlão.

CPI responsabiliza ex-gestores do PreviPalmas e Carlos Amastha por aplicações de alto risco

O relatório da CPI do PreviPalmas foi apresentado na tarde desta quinta-feira (27) na Câmara de Vereadores. O resumo do documento foi lido pela relatora, a vereadora Laudecy Coimbra (SD). A investigação foi aberta após aplicações serem feitas em fundos de alto risco que podem gerar prejuízos. No ano passado a polêmica levou à saída do diretor de investimentos e do presidente do Instituto de Previdência Social do Município.

A CPI levou à responsabilização de ex-gestores da Prefeitura de Palmas e administradores do fundo de investimento, além da Caixa Econômica Federal, que teria transferido o dinheiro sem as assinaturas necessárias.

Entre os ex-gestores responsabilizados estão:

  • Maxcilane Fleury, ex-presidente do Previpalmas;
  • Cristian Zini, ex-secretário de finanças de Palmas;
  • Fábio Costa, ex-diretor financeiro do PreviPalmas;
  • Carlos Amastha, ex-prefeito da capital;

Segundo as investigações, os prejuízos feitos em dois fundos de investimento considerados de risco podem chegar a R$ 58 milhões. O ex-prefeito Carlos Amastha foi responsabilizado indiretamente por omissão e por nomear gestores, segundo a relatoria, sem qualificação para os cargos.

Caso seja aprovado, por maioria simples, o relatório será encaminhado para o Ministério Público Estadual e outros órgãos de controle e fiscalização. Os investigados podem até ser penalizados criminalmente.

A Comissão Parlamentar de Inquérito foi aberta no ano passado. Foram dez meses de investigação e durante esse período 27 pessoas foram ouvidas pelos parlamentares. O relatório não chegou a ser votado nesta quinta-feira (27) porque o vereador Major Negreiros (PSB) pediu vistas e retirou o documento de 213 páginas para avaliação.

Por TV Anhanguera

PF realizar segunda operação em cinco meses na secretaria de saúde de Araguaína

A primeira operação, denominada de Déjà vú, foi deflagrada contra um suposto desvio de recursos públicos da secretaria de saúde em Araguaína, norte do Tocantins, em janeiro desse ano. Na ocasião foram cumpridos 21 mandados de busca e apreensão em Tocantins, Goiás e no Distrito Federal. A polícia acredita que o grupo causou um prejuízo de R$ 7 milhões aos cofres públicos.

Já na manhã desta quinta 27, a prefeitura de Araguaína sofreu nova operação batizada como “Dose para Leão’”. Dentre as irregularidades investigadas pela PF, estaria o superfaturamento de até 400% em itens adquiridos pela Secretaria.

Em casos como esse, dentro da administração transparente, as primeiras medidas a serem tomadas seria o afastamento imediato dos suspeitos de envolvimento em corrupção. No caso em questão o afastamento do secretário municipal de saúde, pelo menos até que as investigações fossem concluídas.

Outras medidas deveriam ser tomadas pelos órgãos fiscalizadores, como por exemplo, a câmara municipal que tem como uma das suas atribuições o poder de fiscalizar as supostas irregularidades na administração da prefeitura. Porém da primeira operação até o momento nada aconteceu oficialmente com o secretário Jean Luís Coutinho e com os outros suspeitos, que continuam prestando serviços normalmente ao município de Araguaína.

Segundo a PF Os criminosos, se condenados, devem responder por fraude em licitação, organização criminosa, lavagem de dinheiro, peculato, corrupção ativa e corrupção passiva.

Por Geovane Oliveira

Polícia Federal faz operação contra superfaturamento de medicamentos na Prefeitura de Araguaína

Mandados são cumpridos pela Polícia Federal em Araguaína — Foto: Lucas Ferreira/TV Anhanguera

A falta de controle nas compras de insumos e medicamentos teria gerado perdas por vencimento da validade de diversos produtos e também teria ocorrido aquisição desnecessária de itens com baixa rotatividade.

Dentre as irregularidades, estaria o superfaturamento em itens adquiridos pela Secretaria, chegando a mais de 400 % em alguns casos. Também há produtos adquiridos por valores abaixo do preço de custo, o que também gera suspeitas.

A operação foi batizada de ‘Dose para Leão’ em referência à aquisição de doses exageradas de medicamentos. A CGU deve auxiliar a PF na análise técnica do material apreendido.

Por TV Anhanguera

Comissão encerra discussão do parecer da reforma da Previdência

A Comissão Especial da Reforma da Previdência (PEC 6/19) na Câmara dos Deputados encerrou na tarde de hoje (26) a fase de discussões do parecer do relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP). O relator vai apresentar a complementação de seu voto, com algumas alterações ao seu texto original, amanhã (27), a partir das 9h.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), negocia com governadores a reinclusão de estados e municípios na PEC, ainda na comissão especial. Pela proposta enviada pelo governo federal, a PEC valeria automaticamente para servidores dos estados e dos municípios, sem necessidade de aprovação pelos legislativos locais, mas esse ponto foi retirado do relatório.

“O voto complementar do deputado Samuel Moreira já está pronto, no entanto, há um esforço final por parte do presidente da Casa, deputado Rodrigo Maia, de inclusão [na reforma] de estados e municípios. Portanto, nós entendemos que a possibilidade de reinclusão de estados e municípios justifica que a gente adie a leitura da complementação de voto para amanhã (27). O prejuízo de um dia é muito menor do que o prejuízo de não dar uma solução definitiva para todos os entes federativos”, disse o presidente da comissão, deputado Marcelo Ramos (PL-AM).

Segundo o presidente da comissão, após a leitura da complementação de voto, serão apreciados os requerimentos de adiamento da votação do parecer do relator no colegiado.

De acordo com Marcelo Ramos, dos 154 parlamentares inscritos para falar a favor ou contra o parecer, 127 participaram da discussão da matéria nos quatro dias de debates do relatório.

Após a votação do relatório na comissão especial, o texto será apreciado no plenário da Câmara e precisará de uma aprovação de três quintos dos deputados (308) em dois turnos. Caso aprovada, a proposta segue para análise dos senadores.

Alterações

Samuel Moreira fez diversas mudanças em relação à proposta original enviada pela equipe econômica do governo no fim de fevereiro. Dentre elas, retirou o sistema de capitalização da reforma, que determinava que cada trabalhador contribua para a própria aposentadoria. É possível que o governo insista no quesito posteriormente, apresentando uma nova PEC.

Moreira manteve a idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens após o período de transição, mas alterou o tempo mínimo de contribuição para as mulheres, retornando para os 15 anos vigentes atualmente. O tempo mínimo de contribuição dos homens permanece conforme proposto pelo governo: 20 anos.

As alterações reduziriam a economia com a reforma para R$ 913,4 bilhões até 2029. No entanto, o relator decidiu propor a transferência de 40% de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) para a Previdência Social e aumentar tributos sobre os bancos, o que reforçaria as receitas em R$ 217 bilhões, resultando numa economia final de R$ 1,13 trilhão, próximo do montante inicial de R$ 1,23 trilhão estipulado pela área econômica do governo.

Por Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil

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