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Covid-19: Brasil tem 1,3 mil mortes e 23,4 mil casos confirmados

O número de mortes decorrentes do novo coronavírus (covid-19) subiu para 1.328, um acréscimo de 105 óbitos nas últimas 24 horas. A nova totalização foi divulgada pelo Ministério da Saúde hoje (13). O resultado marca um aumento de 9% em relação a ontem.

São Paulo concentra o maior número de casos (8.895) e de mortes (608), com mais da metade do total contabilizado na atualização. Em seguida, os estados com os maiores números de mortes são Rio de Janeiro (188), Pernambuco (102), Ceará (91) e Amazonas (71).

Além disso, foram registradas mortes no Paraná (31), Maranhão (27), Santa Catarina (24), Minas Gerais (23), Bahia (22), Rio Grande do Norte (17), Rio Grande do Sul (16), Distrito Federal (15), Pará (15), Espírito Santo (14), Goiás (15), Paraíba (13), Piauí (8), Amapá (5),  Sergipe (4), Mato Grosso do Sul (4), Mato Grosso (4), Alagoas (3),  Acre (3), e Roraima (3) Rondônia (2). Tocantins é o único estado onde ainda não houve morte.

Já o número de casos no país somou 23.430. O número representa um crescimento de 6% em relação a ontem, quando o balanço do Ministério da Saúde marcou 22.169. A taxa de letalidade do país ficou em 5,7%.

Perfil

Sobre o perfil das vítimas, 58,9% eram homens e 41,1%, mulheres. Do total, 74% tinham acima de 60 anos e 75% apresentavam algum fator de risco, como cardiopatia, pneumopatia, diabetes e doenças neurológicas.

Já os casos confirmados nas últimas 24 horas totalizaram 1.261, menos do que ontem, quando foram 1.442. O resultado é também menor do que os registrados na última semana, quando chegaram a ser agregados às estatísticas 2.210 novos casos na quarta-feira (8).

No coeficiente de incidência (número de casos por 1 milhão de habitantes), Amazonas lidera (303), seguido por Amapá (281), Distrito Federal (209), Ceará (196), São Paulo (192) e Rio de Janeiro (186). Todas essas unidades da Federação estão mais de 50% acima da média nacional (111), na categoria de “emergência” de acordo com a escala do Ministério da Saúde.

As capitais com maior incidência são Fortaleza (573), São Paulo (518), Manaus e entorno (482), Macapá (391) e Florianópolis (345). Na consideração por área de saúde, ganha destaque também a área central, no Amapá, com índice de 348, além de Rio Negro e Solimões, no Amazonas, com 305.

As hospitalizações por covid-19 totalizaram 4.926. No entanto, ainda há 31.605 pessoas internadas com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em investigação, dependendo de testes para averiguar se são casos de infecção pelo novo coronavírus.

Isolamento

Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, representantes do Ministério da Saúde abordaram o início da vigência das novas recomendações sobre isolamento, que preveem a possibilidade de migrar da modalidade ampliada para uma outra, denominada seletiva, se a cidade ou o estado não tiver alta incidência de casos e garantir pelo menos metade dos leitos e equipamentos de que dispõem desocupados.

O secretário de Vigilância em Saúde da pasta, Wanderson de Oliveira, voltou a dizer que a decisão é dos prefeitos e governadores, com as orientações servindo como parâmetro. “Nós não entramos na decisão das cidades. Cada dia o gestor vai modulando sua realidade. O importante é que a decisão tome em consideração o leito, o equipamento e os respiradores”, declarou Oliveira.

Insumos

O secretário executivo do órgão, João Gabbardo dos Reis, informou que um novo contrato foi firmado para aquisição de mais 1,5 mil respiradores (equipamento fundamental para uso nos leitos de UTI em pacientes com síndromes respiratória, como a covid-19). Ele também informou que, de 540 respiradores alugados, 340 já foram encaminhados aos estados.

Segundo Gabbardo, até o momento os investimentos para o combate à pandemia já totalizaram R$ 12 bilhões. Destes, R$ 5 bilhões foram repassados a todos os municípios, de acordo com o parâmetro adotado para envio de verbas para atenção primária, de média e alta complexidade.

O secretário executivo relatou reclamações de prefeitos de cidades com maior número de casos, que esperavam receber mais recursos. Mas justificou que é importante aparelhar todos os municípios. “Nossa intenção foi repassar para todos para que, mesmo não tendo gasto, possam estar com a situação financeira equilibrada e façam aquisição de insumos. A gente sabe que é questão de tempo. Quem não tem agora pode ter daqui a pouco”, afirmou.

O gestor mencionou entre as ajudas a administrações municipais o apoio a Manaus, região com alto índice de incidência. A capital amazonense vai ser a primeira a receber a ajuda do programa de envio de profissionais de saúde batizado de Brasil Conta Comigo. As equipes de reforço devem chegar nesta semana.

Tratamento

O secretário de Ciência e Tecnologia do ministério, Denizar Vianna, voltou a falar que não existem evidências suficientes sobre a hidroxicloroquina, cuja adoção é recomendada em casos de média e alta gravidade: “Ainda não há estudos definitivos. Nos casos graves e críticos, quando se pesam riscos e benefícios, no uso compassivo podemos usar”.

Ele chamou a atenção para o fato de novos tratamentos estarem em avaliação por pesquisadores, como é o caso de transfusão do plasma de pessoas que se curaram da covid em infectados. Quando indivíduo tem infecção e se cura disso, o sistema de defesa dele gera anticorpos. “Qual é a ideia da transfusão do plasma? Oferecer uma imunidade passiva, colocar anticorpos. Começamos força-tarefa no Brasil que está tentando dar resposta a isso. Em 30 dias vamos ter respostas preliminares para que possamos utilizar isso de forma segura para pacientes”, comentou.

* Texto ampliado às 17h31 e às 20h40

Plenário aprova ajuda a estados e municípios para compensar perda de arrecadação

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, durante reunião no Plenário da Câmara, que analisa a Medida Provisória 886/19.

Governo federal vai compensar estados, Distrito Federal e municípios pela queda de arrecadação do ICMS e do ISS em razão da pandemia de Covid-19

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta segunda-feira (13), ajuda financeira da União a estados, Distrito Federal e municípios para compensar a queda de arrecadação do ICMS e do ISS deste ano em relação a 2019. A previsão de queda é causada pela pandemia de Covid-19. O texto (Projeto de Lei Complementar 149/19) será enviado ao Senado.

A matéria foi aprovada por 431 votos a 70, na forma do substitutivo do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), e prevê que o dinheiro deverá ser usado em ações de enfrentamento ao coronavírus.

Os recursos serão entregues de maio a outubro e se referem à diferença de arrecadação, quando houver, entre os meses de abril a setembro dos dois anos. Assim, por exemplo, se em setembro não for verificada queda de arrecadação, não haverá repasse.

A Constituição determina que 25% do ICMS, tributo estadual, sejam entregues aos municípios de seu território, segundo a proporção da arrecadação do tributo na localidade. Por esse motivo, o projeto exige que a União repasse diretamente essa parcela aos municípios, segundo sua participação no rateio do imposto usada em 2019.

Para receberem os recursos, os estados e municípios devem encaminhar ao governo federal o demonstrativo da receita corrente líquida (RCL) apurada no mês anterior até o dia 15 de cada mês. Se houver atraso, apenas 10% da arrecadação dos tributos em 2019 será repassada até o envio dos dados.

Caso o montante antecipado seja maior que a compensação devida, a diferença será deduzida do repasse do mês seguinte ou, se ocorrer no último mês, descontada dos primeiros repasses dos fundos de participação dos estados (FPE) ou dos municípios (FPM).

A expectativa de queda de arrecadação é da ordem de 30% em relação ao ano passado, algo em torno de R$ 80 bilhões se forem contados os seis meses (maio a outubro).

Segundo o relator, o projeto contém a exata dimensão das necessidades de combate à pandemia. “Quanto mais demoramos em tomar as decisões, mais a população está em risco”, disse Pedro Paulo, cumprimentando os deputados que ajudaram no alcance de um acordo.

Renúncias tributárias
O substitutivo aprovado considera nulo qualquer ato que conceda ou amplie incentivo ou benefício tributário, seja na forma de isenção, suspensão ou permissão para atrasar pagamentos (diferimento).

A exceção será para o adiamento do prazo de pagamento de impostos por micro e pequenas empresas e para as renúncias e benefícios diretamente relacionados ao enfrentamento da Covid-19 se requeridos por medidas indicadas pelo Ministério da Saúde ou para preservação do emprego.

Bancos públicos
Quanto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Caixa Econômica Federal, o texto autoriza esses bancos a celebrarem termos aditivos para refinanciar operações de crédito junto a estados, Distrito Federal e municípios.

O aditivo poderá ser assinado a partir da data de publicação da futura lei complementar e até o fim de 2020.

Para isso, estão dispensados os requisitos legais para contratação de operação de crédito e para concessão de garantia. Se a garantia existente for da União, ela será mantida sem necessidade de mudança das condições atuais e das contragarantias vigentes.

Contragarantia é a forma pela qual o garantidor da operação recupera os valores adiantados. No caso da União, pode ser, por exemplo, a retenção de valores de repasses constitucionais aos entes federados.

A regra de refinanciamento não se aplica a empréstimos que estejam sendo discutidos na Justiça.

Suspensão automática
Embora o projeto preveja a necessidade de aditivo, contém uma regra que viabiliza a suspensão imediata do pagamento das parcelas dos empréstimos junto a esses bancos federais com vencimento entre 1º de março e 31 de dezembro de 2020, mesmo sem os aditivos.

Nesse caso, as parcelas não pagas no vencimento originalmente previsto deverão começar a ser quitadas, mensalmente, em 30 dias após o prazo original fixado para o término do contrato de empréstimo.

Banco do Brasil
A novidade no texto de Pedro Paulo em relação a versões anteriores é quanto a dívidas junto ao Banco do Brasil. De 1º de março a 31 de dezembro de 2020, a União não poderá executar as garantias das dívidas de estados, do Distrito Federal e dos municípios junto ao banco.

As parcelas que deixarem de ser pagas deverão ser objeto de aditamento ainda em 2020 e serão atualizadas pelos encargos financeiros contratuais de adimplência (correção monetária e taxa de juros).

Se o aditivo não for assinado, o banco acionará as garantias para saldar as prestações vencidas, que serão corrigidas pelos encargos de adimplência e deverão ser pagas a partir de 15 de janeiro de 2021 em 12 parcelas mensais iguais e sucessivas.

Lei de Responsabilidade Fiscal
Na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), o relator especifica que, além de condições especiais previstas na lei, aplicáveis a situações de calamidade pública, ficam suspensas outras limitações relativas a renegociações de dívidas e para transferências voluntárias.

A intenção é dar garantia jurídica aos gestores para realizar as operações previstas no projeto.

De todo modo, o texto proíbe o aumento de despesas não diretamente relacionadas ao combate do coronavírus.

Caberá à Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional criar uma subcomissão para acompanhar as medidas de gestão tomadas para enfrentar a situação de calamidade.

Emendas rejeitadas
O Plenário rejeitou, por 338 votos a 16, emenda da deputada Celina Leão (PP-DF) que pretendia permitir a estados, Distrito Federal e municípios a contratação de empréstimos para pagar precatórios.

Também foi rejeitada, por 372 votos a 80, emenda do deputado Acácio Favacho (Pros-AP) que pretendia suspender o pagamento do PIS/Pasep por parte dos municípios de 1º de março até o fim do estado de calamidade pública. Os recursos da suspensão deveriam ser aplicados preferencialmente em ações contra o coronavírus.

Por fim, foi rejeitada, por 419 votos a 65, emenda do deputado Hildo Rocha (MDB-MA) que determinava aos estados e municípios que transferissem à União o excesso de arrecadação do ICMS e do ISS, se houvesse, na comparação com o apurado nos últimos dois exercícios.

Reportagem – Eduardo Piovesan

Fonte: Agência Câmara de Notícias

Economia da América Latina recuará 4,6% em 2020, diz Banco Mundial

O coronavírus pode causar uma queda de 4,6% no PIB na América Latina e Caribe e forçar governos a assumirem participação em empresas, afirma o Banco Mundial neste domingo (12). 

De acordo com o Banco Mundial, a economia da região pode cair 4,6% neste ano e crescer 2,6% em 2021. A Venezuela não foi incluída nas previsões do órgão, informa a agência de notícias Associated Press.

O prognóstico é ainda mais dramático do que a contração de 1,8% a 4% projetada no início deste mês pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL).

A pandemia afetou o turismo, a demanda por produtos da região e remessas cruciais enviadas para casa por migrantes nos EUA e em outros lugares.

O Banco disse que os governos precisarão acelerar rapidamente os programas de assistência social existentes, além de apoiar instituições do setor financeiro e fontes importantes de emprego.

“Para apoiar empregos e empresas, os governos podem precisar assumir participações em empresas estrategicamente importantes. Para evitar uma crise financeira, eles podem precisar recapitalizar os bancos e absorver ativos que não têm desempenho”.

Humberto Lopez, vice-presidente interino do banco para a região, disse: “Precisamos ajudar as pessoas a enfrentar esses enormes desafios e garantir que os mercados financeiros e os empregadores possam enfrentar a tempestade. Isso significa limitar os danos e lançar as bases para a recuperação o mais rápido possível”.

Durante a Grande Recessão que começou em 2008, os Estados Unidos assumiram participações em empresas como a General Motors por meio do Programa de Alívio de Ativos Com Problemas.

br.sputniknews.com/

Receita regulariza 11 milhões de CPFs com pendências eleitorais

A Receita Federal finalizou ontem (11) a regularização de 11 milhões de CPFs que tinham pendências com a Justiça Federal. Ter o CPF regularizado na base o Cadastro Único é importante para que o beneficiário receba a renda básica emergencial de R$ 600 pago pelo governo Federal.

Foi finalizado o processamento dos CPFs com pendências de natureza eleitoral nas bases administradas pela Receita Federal. Gradativamente, essas alterações estão sendo consumidas nos sistemas da Caixa Econômica Federal e Dataprev para fins do cadastro no Auxílio Emergencial decorrente da covid-19”, informou a Receita, em nota.

A Receita Federal, no entanto, esclareceu que não são todos os 11 milhões de pessoas com CPF recém-regularizado que se encaixam no perfil dos beneficiários. Têm direito ao auxílio aqueles que estão inscritas no CadÚnico até o dia 20 de março; microempreendedores individuais, contribuintes individuais ou facultativos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS); informais, sem inscrição em programas sociais nem contribuir para o INSS; e inscritos no Bolsa Família.

Os beneficiários precisam ter mais de 18 anos de idade e Cadastro de Pessoa Física (CPF) ativo; ter renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa (R$ 522,50); ter renda mensal até 3 salários mínimos (R$ 3.135) na família inteira; não ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2018.

Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil 

Mandetta alfineta Bolsonaro: brasileiro não ‘sabe se escuta’ o ‘ministro ou o ‘presidente’

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, disse que as ações do presidente Jair Bolsonaro diante da epidemia do coronavírus preocupam, pois levam brasileiros a ficar em dúvida sobre quem respeitar. 

Em entrevista concedida ao programa Fantástico, da TV Globo, ao ser perguntado sobre o comportamento do chefe de Estado, que por várias vezes desrespeitou as recomendações de distanciamento social e de evitar aglomerações, Mandetta afirmou que a atitude de Bolsonaro faz as pessoas perguntarem se o “ministro é contra o presidente”. 

“Ela preocupa, porque a população olha e fala: mas será que o ministro é contra o presidente?”. 

Mandetta ressaltou, contudo, que “não há ninguém contra nem a favor de nada”, e que o “inimigo” comum é o coronavírus. 

O Ministério da Saúde, seguindo orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS), determinou que a população adote o isolamento social para evitar a rápida disseminação do coronavírus. 

Bolsonaro, porém, por diversas vezes defendeu o isolamento vertical, que abrange apenas idosos e pessoas do grupo de risco para a COVID-19. Além disso, encontrou apoiadores e saiu às ruas do Distrito Federal por diversas vezes desde o início da crise do coronavírus.

‘Dias muitos duros’ em maio e junho

Mandetta pediu uma política unificada do governo, argumentando que o brasileiro sente uma “dubiedade” e “não sabe se escuta o ministro” ou o “presidente”. 

“Se eu estou ministro da Saúde, é por obra de nomeação do presidente. O presidente olha pelo lado da economia. O Ministério da Saúde entende a economia, entende a cultura e educação, mas chama pelo lado de equilíbrio, de proteção à vida. Eu espero que essa validação dos diferentes modelos de enfrentamento possa ser comum e termos uma ala única, unificada”, opinou. 

O ministro afirmou ainda que em maio e junho “teremos dias muitos duros”. 

“Sabemos também, desde o início que fizemos as projeções, que a segunda quinzena de abril seria a quinzena que aumentaria, e que o mês de maio e junho seriam os meses de maior estresse para o nosso sistema de saúde”, disse Mandetta. 

Por outro lado, Bolsonaro, em videoconferência realizada neste domingo (12) com lideranças religiosas, afirmou que o vírus parecia que estava “começando a ir embora”. 

‘Comportamento da sociedade é que dita’

O ministro da Saúde também cobrou da população respeito ao isolamento social. Ele disse que “se começar novamente a movimentação, nós vamos voltar ao início”. Para Mandetta, para superar a crise é preciso ter “foco, dispciplina ciência e planejamento”. 

“Essas semanas agora o comportamento da sociedade é que dita”, disse. 

Mandetta afirmou ainda que muitas pessoas acabam acreditando em notícias falsas e pensam que o coronavírus é uma “invenção de países para ganharem vantagem econômica”, ou que “existe um complô mundial contra elas”. 

“Como se tivesse alguma solução, com passe de mágica e que não precisasse que ninguém fizesse sacrifício. Quando você vê as pessoas entrando em padaria, entrando em supermercado, fazendo filas uma atrás da outra, encostadas, grudadas, pessoas fazendo piquenique em parque, isso é claramente uma coisa equivocada”, criticou. 

Segundo o último boletim do Ministério da Saúde, foram confirmados 22.169 casos da COVID-19 no Brasil, com 1.223 mortes.

br.sputniknews.com

Policiais ficam em isolamento domiciliar após PM ser diagnosticado com coronavírus

Paciente é morador de Cariri do Tocantins, mas atua no policiamento de Figueirópolis. PM afirmou que vai remanejar outros militares para a cidade.

Seis policiais militares de Figueirópolis, na região sul do Tocantins, precisaram parar de trabalhar por conta do isolamento domiciliar. Eles começaram os cuidados após um policial que atua na cidade ser diagnosticado com coronavírus. O paciente tem 42 anos e é morador de Cariri do Tocantins.

O teste positivo foi divulgado pela Secretaria de Saúde neste sábado (11), que informou novos casos da doença em Paraíso do Tocantins e Cariri. De acordo com o último levantamento, o estado tem 25 casos em seis cidades.

A Polícia Militar informou neste domingo (12) que este é o primeiro caso de Covid-19 em um militar do estado. A instituição não informou se o policial fez alguma viagem ou se trabalhou nos últimos dias. Ele está sendo acompanhado por um médico e pelo serviço social do 4º Batalhão da PM.

Segundo a PM, todas as medidas e protocolos de contingenciamento foram adotados. O destacamento, a viatura, os armamentos e equipamentos usados pelos militares estão em processo de desinfecção.

Além do policial com Covid-19, outros cinco militares do destacamento estão em isolamento domiciliar. A PM disse que já providenciou o remanejamento de novas equipes policiais para a cidade para que as ações de segurança pública não sejam prejudicadas.

A PM afirma que “a instituição tem se preparado desde o início da pandemia para o enfrentamento das situações que dela venham surgir e ressalta que a Polícia Militar do Tocantins manterá inalterado o policiamento ostensivo e preventivo em todo estado garantindo a segurança do cidadão tocantinense”.

Fonte G1 Tocantins 

Banda de Música da PM se apresenta em condomínio em Palmas

A Banda de Música da Polícia Militar se apresentou no fim da tarde deste sábado, 11, no Condomínio Mirante Du Park localizado na Quadra 306 Sul em Palmas. Devido às medidas de prevenção e disseminação da Covid-19, os integrantes da banda se apresentaram no pátio de estacionamento e os moradores assistiram de seus próprios apartamentos.

A iniciativa faz parte do Projeto Tocando para Vidas que consiste em apresentações culturais a fim de levar a arte para todos, inclusive fazendo apresentações de músicas na sacada por causa do momento que assola o país, devido às medidas de isolamento e distanciamento social em prevenção ao Covid-19.

No repertório, os moradores do condomínio se divertiram e cantaram ao som de músicas brasileiras, baião, xote, músicas românticas, samba e música instrumental. Para o capitão Edilson Teixeira, maestro da banda da PM, “ a música é uma forma das pessoas terem momentos de descontração em família, de amor e alegria, deixando de lado sentimentos oriundos do confinamento em casa. Com a música podemos alegrar os corações das pessoas e dar esperança que momentos melhores virão, disse.

Lara Tavares/Governo do Tocantins

Tocantins registra novos casos de Covid-19

Um profissional de saúde realiza um teste finalizado em um local de testes de coronavírus fora dos Serviços Comunitários de Saúde Internacionais no Distrito Internacional de Chinatown durante o surto de doença por coronavírus (COVID-19) em Seattle, Washington, EUA, em 26 de março de 2020. REUTERS / Lindsey Wasson

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informa que neste sábado, 11, o Laboratório Central de Saúde Pública do Tocantins (Lacen/TO), realizou 29 testes para Covid-19, com 01 positivo. Paciente é do sexo masculino, 42 anos, residente em Cariri do Tocantins. Apresentou sintomas de tosse, febre e dor no peito e segue em isolamento domiciliar.

Além do resultado do Lacen, a SES informa que foi comunicada oficialmente pelo Centro de Informações  Estratégicas de Vigilância em Saúde do Estado de Goiás (CIEVS-GO) de mais 01 caso tocantinense confirmado. Paciente do sexo masculino, residente em  Paraíso do Tocantins, tem 68 anos, foi diagnosticado durante internação para procedimento cirúrgico e segue sob cuidados hospitalares.

O Tocantins tem, agora, 25 casos confirmados de Covid-19, sendo 15 em Palmas, 06 em Araguaína, 01 em Gurupi , 01 em Dianópolis, 01 em Cariri e 01 em Paraíso do Tocantins. O Estado continua sendo o único sem óbito pela doença, no Brasil.

Os dados divulgados nos boletins de acompanhamento são consolidados a partir das notificações recebidas pelas equipes de Vigilância municipais, até as 17h, junto aos exames realizados no Lacen. Casos notificados após este horário, entram no boletim do dia seguinte.

Polícia Civil prende suspeito por homicídio tentado em Palmas

Policiais Civis da 1ª Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), de Palmas, comandados pelo delegado Guido Camilo Ribeiro, efetuaram na manhã deste sábado, 11, em Palmas, a prisão de um indivíduo, de 20 anos de idade. Ele é suspeito pela prática do crime de homicídio tentado, fato ocorrido no mês de outubro de 2019, no setor Santa Bárbara. O investigado foi capturado mediante cumprimento a mandado de prisão quando se encontrava em uma residência localizada na região sul da capital.

De acordo com a autoridade policial, na época dos fatos, o indivíduo preso, juntamente com um comparsa conduzindo uma motocicleta, passou a perseguir a vítima atirando contra a mesma em plena luz do dia, em uma das ruas do Setor Santa Bárbara. No entanto, o alvo dos criminosos não foi atingido, mas um dos disparos acertou uma das pernas de seu irmão, de 19 anos, o qual estava sentado na porta da casa conversando com dois amigos.

Segundo apontaram as investigações da DHPP, o motivo do crime seria uma disputa entre integrantes de facções criminosas rivais. Após ser preso, o homem foi conduzido até a Central de Atendimento da Polícia Civil de Taquaralto e, após a realização dos procedimentos legais cabíveis, recolhido à Casa de Prisão Provisória da Capital (CPPP), onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.

PM e Forças de Segurança apoiam ação solidária na região sul de Palmas

Na manhã desta sexta-feira, 10, às 8 horas, a Polícia Militar, através do 6º Batalhão, em conjunto com Forças de Segurança da capital apoiaram a entidade de assistência social Ong Meninas de Deus na distribuição de cestas básicas o setor Taquari, região Sul de Palmas. A ação aconteceu na Escola Municipal Lucia Sales Pereira Ramos.

 Os policiais prestaram apoio no transporte das doações e de voluntários ao local da distribuição dos alimentos e lá auxiliaram na organização das entregas das cestas. O  policiamento do local foi realizado em conjunto com os profissionais da ATTM, Guarda Metropolitana de Palmas e Polícia Penal.

A presidente da instituição, Neyla Rodrigues Fernandes, e sua equipe fizeram a entrega de duzentas cestas básicas, leite e fraldas para famílias carentes, afetadas pela atual situação na saúde pública, devido ao novo Coronavírus (Covid-19). “O objetivo foi ajudar as famílias que se encontram em dificuldade financeira devido à crise desencadeada pelas restrições e quarentenas devido à pandemia”, destacou Neyla.

O tenente-coronel Abner Alves Martins, comandante do 6º BPM, esteve presente e enalteceu a iniciativa. “O 6° Batalhão está sempre engajado nas ações solidárias, sendo parte da nossa contribuição social dentro da comunidade. Nossos militares estão à disposição para ações que tenham o cunho de ajudar ao próximo, pois, é juntos que somos mais fortes”, concluiu.

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