ter. mar 9th, 2021

Manifestante se posiciona em frente a policiais durante protesto contra a morte de Freddie Gray em Baltimore, Maryland, nos Estados UnidosNoah Scialon/EPA/Agência Brasil

Protestos contra racismo nos EUA terminam com prisões e policiais feridos

Manifestante se posiciona em frente a policiais durante protesto contra a morte de Freddie Gray em Baltimore, Maryland, nos Estados UnidosNoah Scialon/EPA/Agência Brasil
Manifestante se posiciona em frente a policiais durante protesto contra a morte de Freddie Gray em Baltimore, Maryland, nos Estados UnidosNoah Scialon/EPA/Agência Brasil

A polícia de Baltimore, nos Estados Unidos, prendeu 34 pessoas que participavam de protestos por causa da morte do jovem afro-americano Freddie Gray, de 25 anos, que estava sob custódia policial na cidade e morreu após sofrer lesões na coluna vertebral, no domingo (19). As circunstâncias da morte do jovem negro estão sendo investigadas. O incidente provocou uma série de protestos e manifestações da população negra local, que acusa a polícia de Baltimore de ter causado a morte do rapaz de forma violenta.

Além da prisão das pessoas, seis policiais ficaram feridos em decorrência dos confrontos de ontem (26), entre manifestantes e guardas. A maioria dos manifestantes atuava de maneira pacífica, mas, segundo a polícia, um pequeno grupo agiu com vandalismo na noite de sábado (25) e na manhã desse domingo.

Após a morte do jovem, manifestantes têm reivindicado justiça para o caso. O movimento negro nos Estados Unidos reclama de violência da polícia em alguns estados americanos na morte de outros jovens negros. Desde o ano passado, dois casos mobilizam a opinião pública pela igualdade racial no país.

O primeiro ocorreu em julho de 2014, com o assassinato do jovem afro-americano Michael Brown, de 18 anos. O policial branco que, de acordo com a promotoria e com os familiares do rapaz teria atirado no garoto, foi inocentado pela Justiça de Fergunson.

Em outro caso, o afro-americano Eric Garner, de 43 anos, foi espancado até a morte no mesmo mês em Nova York. Ele morreu estrangulado. O processo de Garner teve o julgamento adiado, segundo a Justiça, por falta de provas contra os policiais envolvidos. Familiares e defensores de direitos civis alegam que a ação da polícia foi violenta, motivada pelo racismo.

Leandra Felipe – Correspondente da Agência Brasil/EBC Edição: Talita Cavalcante

 

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Dimas arma palanque visando 2022, mas se Carlesse mexer os “pauzinhos” para desmoronar o palanque

Dimas foi pré-candidato ao governo do estado na eleição suplementar de 2018, porém com um desempenho muito franco, na pré-campanha, ele desistiu de ser candidato, alegando insegurança jurídica e insegurança...

Fachin anula todas as condenações de Lula na Lava Jato

Decisão do ministro é válida para todos os processos que envolvem o petista. Com isso, Lula recupera os direitos políticos e se torna elegível novamente. O ministro Edson Fachin, do...

Polícia Civil do Tocantins participa da Operação Resguardo do Ministério da Justiça e Segurança Pública

Nas ações relativas ao enfrentamento da violência contra a mulher, especialmente em razão do aumento dos índices nacionais durante a pandemia da Covid-19, a Polícia Civil do Tocantins participa desde...

Wagner convoca mais 153 aprovados no Concurso do Quadro Geral de Araguaína

O prefeito de Araguaína, Wagner Rodrigues, assinou portaria nesta sexta-feira, 5, convocando novos aprovados no Concurso do Quadro Geral de Araguaína. São 152 profissionais que assumirão seus cargos nas secretarias...