A adesão de Wanderlei ao projeto de Dorinha não é apenas protocolar. O governador, que preside o Republicanos no estado, fechou questão em torno da senadora. O governador destacou que o recado enviado nesta sexta é de unidade e responsabilidade. “Esse movimento mostra que há um grupo organizado, com responsabilidade e compromisso para conduzir um projeto sólido e consistente para o Tocantins”, afirmou.
Muito aplaudida quando chegou ao evento, Dorinha fez um discurso forte. Relembrou que já acumula décadas de atuação na educação e na política nacional, reforçou que a pré-candidatura nasce do diálogo com as bases municipais e que é exatamente aí que ela busca sua legitimidade.
“Esse é um movimento que nasce do diálogo com quem está na ponta, com os prefeitos, com as lideranças locais, e que busca construir um caminho mais sólido para o estado, com responsabilidade e foco em resultado”, destacou Dorinha.
A consolidação da frente União pelo Tocantins sinaliza que o campo político alinhado ao atual governo estadual tende a chegar a 2026 com nome e projeto definidos. A pluralidade de siglas envolvidas, que inclui partidos com diferentes perfis ideológicos, aponta para uma estratégia de amplitude eleitoral, capaz de dialogar com diferentes segmentos do eleitorado tocantinense.
Dorinha, professora de formação e parlamentar de longa trajetória, carrega o diferencial de ser uma figura com enraizamento tanto nas comunidades do interior quanto em Brasília (DF), onde atua como senadora da República. Se eleita em outubro de 2026, ela se tornaria a primeira mulher a governar o Tocantins em seus 37 anos de história.




