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sexta-feira, abril 17, 2026

Merkel apelou para continuar diálogo com a Rússia mas manter sanções

256594A chanceler alemã Angela Merkel que neste momento está realizando uma visita ao Japão apelou para a manutenção de sanções antirrussas devido à situação na Ucrânia mas reconheceu a necessidade de um diálogo diplomático, informa a agência Kyodo.

 Alem disso, Merkel manifestou-se em favor do Conselho de Segurança da ONU e notou a importância da cooperação com Japão e Brasil nomeadamente na luta contra terrorismo internacional. Merkel no seu discurso mencionou a execução de dois cidadãos japoneses por militantes do grupo terrorista estado Islâmico e o ataque terrorista em paris em janeiro deste ano.
 

Na tarde Merkel vai encontrar-se com o premiê japonês Shinzo Abe e, segundo se espera, durante este encontro os dois líderes discutirão as questões de parceria no formato G7, a situação na Ucrânia, medidas antiterroristas, a reforma do Conselho de Segurança da ONU, cooperação nas questões regionais na Ásia Oriental e no Oriente Médio. Serão também abordadas as questões de cooperação dos dois países no G7 em relação à Rússia devido à situação na Ucrânia.  

 

Os politólogos japoneses acham que as posições do Japão da Alemanha são próximas devido á necessidade de evitar um conflito agudo com a Rússia ao mesmo tempo permanecendo no G7. A Alemanha tem laços econômicos próximos com a Rússia e depende da energia russa e o Japão não quer piorar relações com a Rússia por causa da necessidade de concluir o acordo de paz e resolver o problema de territórios disputados.

Isto é a primeira visita oficial da chanceler alemã Angela Merkel ao Japão durante os últimos sete anos.

 

Ainda no ano passado, os Estados Unidos, a União Europeia e os seus aliados acusaram a Rússia de se intrometer no conflito ucraniano, inclusive prestando uma suposta assistência militar para os independentistas da região de Donbass, que haviam declarado independência por se recusarem a reconhecer a legitimidade do novo governo em Kiev chegado ao poder depois de um golpe de Estado em fevereiro.

 

Desde março de 2014, o Ocidente já impôs várias rodadas de sanções contra Moscou, visando não só indivíduos de alto escalão, mas também os setores bancários, de energia e de defesa da Rússia.

O Kremlin tem repetidamente negado qualquer envolvimento na crise interna da Ucrânia e qualifica as sanções como contraproducentes. Em resposta às sanções ocidentais, Moscou impôs uma proibição de um ano sobre a importação de certos alimentos dos países que aderiram às restrições.

 

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