55.3 F
Nova Iorque
segunda-feira, abril 13, 2026

Kátia Abreu é alvo do assédio de vários partidos

A senadora já teria recebido vários convites de outras siglas para se filiar: PSDB, PDT, PSD, PSB e PR já demonstraram interesse em tê-la

A Comissão de Ética do PMDB encaminhou nesta quarta-feira, 16, pedido para suspender temporariamente a senadora Kátia Abreu das atividades partidárias. Ela é alvo de um pedido de expulsão do partido e o pedido deve ser analisado pela Executiva da sigla. Não estando mais no mesmo partido que o governador Marcelo Miranda, seu correligionário, a senadora poderá estar livre do PMDB para concorrer ao governo do Tocantins. A primeira pesquisa Ibope realizada mostrou seu nome como forte candidata ao comando do Palácio Araguaia.

Conforme a revista Veja, a senadora já teria recebido vários convites de outras siglas para se filiar: PSDB, PDT, PSD, PSB e PR já demonstraram interesse em tê-la. Mas Kátia ainda não se manifestou sobre que novo caminho escolherá.

A favor do PSD conta o fato dela já ter sido do partido, antes de migrar para o PMDB. Além disso, seu filho, o deputado Irajá Abreu, faz parte da sigla. O PR do senador Vicentinho Alves tem três das cinco maiores prefeituras do Tocantins e em 2018 ele será candidato à reeleição no Senado. Já o PSB é liderado por Carlos Amastha, prefeito de Palmas, que também pode ser um candidato à disputa pelo governo.

Situação do PMDB

O motivo apontado pelo partido para a expulsão de Kátia foi que ela feriu, na opinião dos nove membros do colegiado, a ética e a disciplina partidária, com críticas à legenda, a Michel Temer e por ter votado contra matérias defendidas pelo governo.

O pedido de expulsão atendeu a uma representação do diretório regional do Tocantins. Para a acusação, ao discursar contra a aprovação da Reforma Trabalhista e criticar peemedebistas como o governador do Tocantins, Temer e Romero Jucá, a parlamentar promoveu “afronta ao partido”.

Em sua defesa, Kátia indicou 24 testemunhas, entre elas políticos do Tocantins. A senadora lembrou que a legenda não propôs nenhum tipo de punição a filiados condenados por crimes graves, como corrupção e formação de quadrilha. No documento, Kátia citou políticos do partido que têm enfrentado problemas de ordem criminal, sendo que alguns já foram condenados e presos – como o ex-deputado Eduardo Cunha e o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral. “Até mesmo o presidente da República foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República”, lembra. O partido, porém, não questionou a conduta de nenhuma desses filiados.

t1noticias.com.br/

Últimas Notícias

Carlesse deve disputar o Senado em 2026 pelo PSD, indicam aliados do ex-governador do Tocantins

Pessoas próximas ao ex-governador confirmam que o cenário político...

Lula e Hugo Motta preparam reunião para definir tramitação do fim da escala 6×1

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e...

Carta assinada: Dorinha se compromete com jornalistas e com a qualidade da informação pública

A senadora Professora Dorinha (União) recebeu representantes do Sindicato...

STJ rejeita uso de inteligência artificial como prova em ação penal

Caso de racismo envolveu uso de software para confirmar ofensa Um...

Veja também