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quinta-feira, abril 2, 2026

Kátia Abreu é alvo do assédio de vários partidos

A senadora já teria recebido vários convites de outras siglas para se filiar: PSDB, PDT, PSD, PSB e PR já demonstraram interesse em tê-la

A Comissão de Ética do PMDB encaminhou nesta quarta-feira, 16, pedido para suspender temporariamente a senadora Kátia Abreu das atividades partidárias. Ela é alvo de um pedido de expulsão do partido e o pedido deve ser analisado pela Executiva da sigla. Não estando mais no mesmo partido que o governador Marcelo Miranda, seu correligionário, a senadora poderá estar livre do PMDB para concorrer ao governo do Tocantins. A primeira pesquisa Ibope realizada mostrou seu nome como forte candidata ao comando do Palácio Araguaia.

Conforme a revista Veja, a senadora já teria recebido vários convites de outras siglas para se filiar: PSDB, PDT, PSD, PSB e PR já demonstraram interesse em tê-la. Mas Kátia ainda não se manifestou sobre que novo caminho escolherá.

A favor do PSD conta o fato dela já ter sido do partido, antes de migrar para o PMDB. Além disso, seu filho, o deputado Irajá Abreu, faz parte da sigla. O PR do senador Vicentinho Alves tem três das cinco maiores prefeituras do Tocantins e em 2018 ele será candidato à reeleição no Senado. Já o PSB é liderado por Carlos Amastha, prefeito de Palmas, que também pode ser um candidato à disputa pelo governo.

Situação do PMDB

O motivo apontado pelo partido para a expulsão de Kátia foi que ela feriu, na opinião dos nove membros do colegiado, a ética e a disciplina partidária, com críticas à legenda, a Michel Temer e por ter votado contra matérias defendidas pelo governo.

O pedido de expulsão atendeu a uma representação do diretório regional do Tocantins. Para a acusação, ao discursar contra a aprovação da Reforma Trabalhista e criticar peemedebistas como o governador do Tocantins, Temer e Romero Jucá, a parlamentar promoveu “afronta ao partido”.

Em sua defesa, Kátia indicou 24 testemunhas, entre elas políticos do Tocantins. A senadora lembrou que a legenda não propôs nenhum tipo de punição a filiados condenados por crimes graves, como corrupção e formação de quadrilha. No documento, Kátia citou políticos do partido que têm enfrentado problemas de ordem criminal, sendo que alguns já foram condenados e presos – como o ex-deputado Eduardo Cunha e o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral. “Até mesmo o presidente da República foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República”, lembra. O partido, porém, não questionou a conduta de nenhuma desses filiados.

t1noticias.com.br/

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