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Frísia orienta produtores sobre cadastro obrigatório da soja da safra 2025/2026 no Tocantins

A Frísia Cooperativa Agroindustrial reforça aos produtores rurais do Tocantins a obrigatoriedade do cadastro das propriedades produtoras de soja referentes à safra de 2025/2026. A janela oficial de plantio da cultura segue até o dia 15 de janeiro, e o produtor tem até cinco dias úteis após o encerramento desse período para realizar o registro junto à Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Tocantins (Adapec).

O cadastro é obrigatório todos os anos e deve ser feito de forma presencial no escritório local ou seccional da Adapec, no município onde a lavoura está cultivada. O serviço é destinado tanto a produtores pessoa física, maiores de 18 anos, quanto a pessoas jurídicas proprietárias ou responsáveis por áreas produtoras de soja no estado.

Além de atender à legislação estadual, o procedimento é uma ferramenta estratégica para a defesa sanitária vegetal. O registro das áreas cultivadas permite o monitoramento da cultura, contribui para a prevenção de pragas e doenças, como a ferrugem asiática, e subsidia ações de fiscalização, planejamento e políticas públicas voltadas ao setor agrícola.

Segundo o gerente executivo da Frísia no Tocantins, Marcelo Cavazotti, o cadastro é uma etapa fundamental para a organização da produção no campo. “O cadastro das áreas de soja vai muito além de uma exigência legal. Ele é uma ferramenta essencial para a organização da produção, para o controle sanitário das lavouras e para a segurança do próprio produtor. Quando o agricultor cumpre os prazos e mantém suas informações atualizadas, ele contribui diretamente para a sustentabilidade da cadeia da soja no Tocantins e para a proteção de toda a região produtiva”, destaca.

Daniela Macedo, que atua na Central do Cooperado da Frísia no Tocantins, alerta que o não cumprimento do prazo pode trazer impactos diretos para o produtor, tanto do ponto de vista sanitário quanto financeiro. “Quando a lavoura não é cadastrada, o produtor fica sujeito a penalidades administrativas, como multas e autuações pelos órgãos fiscalizadores. Além disso, a área deixa de ser monitorada, o que dificulta o planejamento das ações de combate a pragas e doenças. Isso aumenta a vulnerabilidade da lavoura e pode resultar em maiores perdas”, explica.

Ela ressalta ainda que a regularização da lavoura influencia outros processos importantes da atividade agrícola. “Estar fora da janela ou não realizar o cadastro pode impactar questões bancárias, como financiamentos de safra, além da formalização de contratos de venda da soja. Não estar cadastrado é assumir um risco desnecessário. Fazer o cadastro dentro do prazo garante a segurança sanitária da lavoura e também traz tranquilidade financeira ao produtor, evitando multas e taxas que podem ser facilmente prevenidas”, completa.

Para efetuar o cadastro, o produtor deve comparecer à unidade da Adapec para preencher o formulário específico, apresentar a documentação exigida e acompanhar o protocolo emitido pelo órgão. O atendimento é realizado de forma presencial e conduzido pela Gerência de Sanidade Vegetal, responsável pelo acompanhamento e validação das informações.

A Frísia orienta os produtores a não deixarem o registro para a última hora, evitando transtornos, pendências administrativas e prejuízos. A regularização dentro do prazo garante segurança jurídica, organização da produção e contribui para o fortalecimento da cadeia produtiva da soja no Tocantins.

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