dom. jan 17th, 2021

Comando de greve vai fortalecer movimento no interior e manter atendimento de serviços essenciais

imageO comando da greve da Polícia Civil, em reunião no início da noite desta quinta-feira, 26 de fevereiro, definiu que vai fortalecer as ações do movimento no interior do Estado. A avaliação do Sinpol-TO (Sindicato dos Policiais Civis do Tocantins) é que em Palmas a população já está entendendo o motivo da greve, causada pela suspensão de conquistas da categoria que levaram mais de oito anos para serem obtidas.

“Embora o trabalho de convencimento vá seguir na Capital, agora é o momento de ir com mais força no interior, para que a população de todo o Estado entenda que o que ocorreu foi uma grande injustiça”, salientou o presidente do Sinpol, Moisemar Marinho.

Entre as ações previstas para o interior estão um contato diário, e permanente (inclusive com visitas) do comando de greve da Capital com os policiais do restante do Estado, distribuição de material informativo, visitas a entidades representativas da sociedade e fortalecimento dos trabalhos nas mídias sociais.

Paralelamente, o comando de greve vai continuar com o atendimento de serviços essenciais, como a prestação de serviços a idosos, a portadores de necessidades especiais, atendimento de alvarás de soltura, entre outros. “Nossa categoria aderiu 100% ao movimento, mas não seremos irresponsáveis de abandonar quem mais precisa e vamos manter os 30% de serviços essenciais”, destacou o presidente do Sinpol.

A greve, que se iniciou na quarta-feira, 25 de fevereiro, é um movimento dos policiais civis contra decreto do governador Marcelo Miranda que suspendeu os efeitos financeiros da lei 2.851/2014, complementada pela lei 2.853. Segundo o comando de greve, até o momento não foi registrado nenhum incidente relacionado ao movimento.

Resultado de mais oito anos de negociação e luta da categoria junto ao governo do Estado, a lei equipara as carreiras dos policiais civis de nível médio aos de nível superior, deixando apenas um nível na corporação. Os efeitos financeiros dessa lei não se dão em parcela única e sim em quatro anos, começando a partir de janeiro de 2015 e se encerrando somente em 2018.

 Jurídico

Na mesma reunião, o comando de greve decidiu que, por causa da possibilidade da Assembleia Legislativa ir à Justiça contra o decreto do governo do Estado, não é momento para alguma medida jurídica.

“Neste momento nenhuma medida jurídica será tomada”, frisou o líder sindical.

 Daniel Machado

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Decreto do Governo do Tocantins prorroga benefício fiscal para fomentar a economia durante a pandemia

Os contribuintes dos itens constantes nos artigos 3º e 4º do Regulamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e...

“Ponto antes era desacreditado, agora está se desenvolvendo com o apoio do poder público”, afirma Wagner Rodrigues

A região da Feirinha, que segue em processo de revitalização e teve a primeira etapa entregue em dezembro de 2020, passa a contar a partir desta sexta-feira, 15, com uma...

Prefeito e vereadores de Aliança serão investigados por promoverem aglomeração

O Ministério Público do Tocantins (MPTO), por meio da 8ª Promotoria de Justiça de Gurupi, instaurou nesta sexta-feira, 15, Inquérito Civil Público com vistas a apurar o suposto ato de...

Renato Jayme assume presidência do Naturatins

Nesta sexta-feira, 15, Renato Jayme da Silva inicia análise e planejamento das ações que serão continuadas em sua gestão à frente da presidência do Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). Após...