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sexta-feira, junho 26, 2026

Agetec recebe representantes de instituições para renegociação do Proeducar

Em reunião nesta terça-feira, 04, o presidente da Agência Tocantinense de Ciência, Tecnologia e Inovação (Agetec), George Brito recebeu o prefeito de Guaraí, Francisco Júlio Sobrinho e o diretor da Faculdade Guaraí (FAG), Luiz Carlos Duarte. 

Na pauta do encontro foi apresentado um entendimento de contas nos valores dos débitos entre a FAG e a  Fundação de Desenvolvimento Educacional de Guaraí (Fundeg) e Instituto Educacional Santa Catarina (IESC /FAG), relativos a Programa de Crédito Educativo do Governo do Estado do Tocantins (Proeducar).

Entre um dos motivos do acordo estão as mudanças ocorridas na instituição, já que de 2004 a 2011, a Faculdade Guaraí teve com mantenedora a Fundeg. E posteriormente, no período de 2011 a 2015, o IESC.

De acordo com o presidente da Agetec, o Governo do Estado estuda a possibilidade de lançar o edital do Proeducar ainda no 2º semestre/2015. “Por essa razão temos que negociar com as instituições de ensino que oferecem cursos por meio do Proeducar. Após esses acordos retornaremos com o programa”, destaca George Brito.

O presidente George Brito também explicou que a Agência firmou convênio com a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) para inscrever o nome dos estudantes inadimplentes no SPC e Serasa. “Essa é uma forma de levantarmos recursos para atender novos alunos do Proeducar”.

Renegociação

Durante esta gestão a Agetec busca a renegociação da dívida remanescente do Proeducar junto às instituições de ensino superiores privadas e credenciadas, que atualmente somam 17, a exemplo do Ceulp/Ulbra, Católica, Unirg, Itpac, Unirg, Itop, Faculdade Dom Orione,  Faculdade Integrada de Ensino Superior de Colinas (Fiesc) e a Faculdade de Guaraí (FAG).

Proeducar

O Proeducar já beneficiou no Tocantins 5.355 alunos, que tiveram a oportunidade de receber financiamento de até 85% do valor da mensalidade dos cursos de graduação. Os estudantes carentes matriculados nas instituições particulares de ensino superior, só começam a pagar a dívida, após se formarem. Os alunos também podem pagar o beneficio por meio de serviços prestados ao Estado.

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