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	<title>Arquivos Ministério do Trabalho &#8211; OMelhor da Amazônia | Notícias do Tocantins, Araguaína e Palmas</title>
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	<description>Notícias do Tocantins, Araguaína e Palmas</description>
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		<title>Governo estuda ‘lista suja’ do assédio eleitoral e corte de crédito para empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[admin]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Oct 2026 10:24:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[assédio eleitoral]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ministério do Trabalho, MPT e TST prometem punição rápida a empregadores que pressionarem ou demitirem funcionários por posição política; denúncias passam de 3 mil desde o início da campanha Por…</p>
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<p class="wp-block-paragraph"><em>Ministério do Trabalho, MPT e TST prometem punição rápida a empregadores que pressionarem ou demitirem funcionários por posição política; denúncias passam de 3 mil desde o início da campanha</em></p>



<p class="wp-block-paragraph">Por Geovane Oliveira, com informações da Agência Brasil.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O governo federal, o Ministério Público do Trabalho (MPT) e o Tribunal Superior do Trabalho (TST) afirmaram nesta quarta-feira (28), em Brasília, que empresas flagradas em assédio eleitoral serão punidas com rigor. A prática inclui pressionar, demitir ou deixar de contratar trabalhadores por causa de suas opiniões políticas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em entrevista coletiva, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, informou que o governo estuda criar uma “lista suja” de empregadores envolvidos nesse tipo de conduta. Segundo ele, quem cometer a ilegalidade poderá sofrer restrição de acesso a crédito público. A medida, ainda em estudo, seria operada a partir do Banco Central, que comunicaria ao sistema financeiro os nomes das empresas que violarem a livre escolha dos eleitores.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“[O objetivo é] poder, além das providências, ter uma lista que a gente possa mostrar para a sociedade que tem empresas cometendo ilegalidades de eventual crime contra o trabalhador”, disse o ministro. Marinho também anunciou a criação de uma força-tarefa para combater as violações.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Denúncias em alta</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com o procurador regional do Trabalho Maurício Coentro Pais de Mello, o MPT recebeu ao menos 1.140 denúncias de assédio eleitoral nos últimos três dias. Desde o início da campanha, o total chega a 3.080.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Isso mostra exatamente que quase 30% das denúncias ocorreram pós-processo eleitoral. Isso é uma preocupação muito grande”, afirmou o procurador.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Marinho classificou a eleição deste ano como a de maior volume de casos de assédio e violência eleitoral e reforçou que a questão não é partidária. “Nós não estamos falando de coloração A ou B. O trabalhador tem o direito democrático garantido na nossa Constituição de ter o direito à sua opção política”, declarou.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Autônomos e pequenos negócios também atingidos</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O presidente do TST, Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, disse que as retaliações não se limitam a trabalhadores com carteira assinada. Segundo ele, também têm sido alvo profissionais autônomos que divulgam serviços nas redes sociais, além de pequenos comércios e propriedades cujos donos manifestaram posição política.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“É preciso que o recado seja dado com muita clareza. A resposta para aqueles que praticaram a ilegalidade será dura e rápida, será ágil. E mais: esses empregadores que, infelizmente, tiveram essa conduta, se preocupem. Porque o risco econômico que estão assumindo é muito grande”, afirmou o magistrado.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Como denunciar</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Trabalhadores que sofrerem assédio eleitoral podem registrar denúncia em dois canais: no site do <a href="https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/servicos/trabalhador/denuncia-de-assedio-eleitoral">Ministério do Trabalho e Emprego</a> e na página do <a href="https://mpt.mp.br/assedio-eleitoral">Ministério Público do Trabalho</a>.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Se tiver mau empresário, terá a mão pesada do Estado. É isso que nós estamos anunciando aqui”, disse Marinho.</p>
</blockquote>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Plataformas digitais</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Presente à coletiva, o secretário-executivo do Ministério da Justiça, Adhemar Borges, lembrou que as plataformas digitais têm obrigação legal de combater conteúdos ligados a racismo, discriminação e violência contra a mulher.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p class="wp-block-paragraph">“Em relação a esses crimes mais graves, as plataformas têm o dever de retirada do conteúdo ilícito de maneira proativa, independente de notificação das vítimas e dos usuários”, declarou. Usuários também podem notificar as empresas para que removam conteúdos ilícitos dentro do prazo fixado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Borges citou ainda casos ligados às relações de trabalho. “Há registro de casos que envolvem as relações de trabalho e que expressam diversas formas de opressão, de assédio e de constrição à liberdade dos trabalhadores em relação ao voto, inclusive com chamamentos a boicotes e demissões”, disse.</p>
</blockquote>


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